Conde Duckula

Conde Duckula

Inúmeras gozações ao Conde Drácula foram feitas desde o sucesso do filme Drácula, de 1931, principalmente no cinema. A ideia de um nobre europeu chupando sangue e dormindo num caixão sempre atiçou a imaginação gozadora de muitas pessoas. Mas sátiras e gozações do bom e velho vampiro não foram exclusividade do cinema: o universo das histórias em quadrinhos também foi buscar inspiração em Drácula. E uma das melhores foi o Conde Duckula.

Criado na Grã-Bretanha, o Conde Duckula foi uma mistura de Drácula com o Pato Donald. O personagem, junto de seus criados Igor e Nanny, vivia na Transilvânia no chamado “Castelo de Duckula“, e vinha de uma longa linhagem de patos vampiros, que aterrorizavam a vida dos moradores locais, mas, ao contrário da tradição da família, Duckula era vegetariano e preferia suco de vegetais a sangue – Duckula sequer tinha presas. Ele vestia-se com um black-tie esquisito, com manta. Dormia numa caixão mágico que podia transportar, além dele mesmo, o castelo todo nos mais diferentes lugares do mundo, para viver suas aventuras. Seu arquiinimigo era Dr. Von Goosewing, um caçador de vampiros, que o perseguia em todos os lugares que ele viajava, tentando destruí-lo. Para aumentar os problemas, Duckula era apaixonado pela sobrinha do seu algoz, Vanna Von Goosewing.

Conde Duckula (2)

Em 1988, na Inglaterra, o Conde Duckula foi levado para a televisão como seriado de animação, posteriormente exibido nos Estados Unidos. Ainda neste ano, a Marvel Comics lançou o Count Duckula numa revista bimensal, que durou quinze edições.

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Orivaldo Leme Biagi

Orivaldo Leme Biagi

É mestre e doutor em História pela UNICAMP e pós-doutor em Relações Públicas pela USP. Atualmente é professor e Coordenador do curso de Direito da FAAT.

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