Conheça o longa nacional Iandara

Atualmente em fase de pós-produção, Iandara conta a história de um amor proibido.
Atualmente em fase de pós-produção, Iandara conta a história de um amor proibido.

O mundo indígena é explorado no longa Iandara, projeto escrito e dirigido por Vinícius J. Santos. Atualmente em fase de pós-produção, Iandara conta a história de um amor proibido. No passado, na região do Grand Canyon, o índio feiticeiro Munguabi se apaixona pela pequena filha do chefe, título do filme. O chefe da tribo condena Munguabi à morte, mas, antes de morrer, o índio feiticeiro amaldiçoa todos na região. Tempos mais tarde, na época atual, um cientista faz pesquisas na região do Grand Canyon e encontra os restos mortais do lendário índio Munguabi. É aí que a maldição começa a persegui-lo e a todas as pessoas próximas a ele.

Mais conhecido como Vini Trash, o diretor nascido em Jacareí é responsável por O Cereal Killer, ganhador de dois Corvos de Gesso 2008, prêmio do Cineclube Jacareí, o Oscar do cinema trash. Em 2010, Vini criou a série Projeto Anti-Cachecol, que satiriza o universo trash e brinca com muitos filmes consagrados do cinema. Em 2012, ele lançou seu primeiro longa-metragem, Steve Cicco, totalmente independente e 100% rodado em Jacareí. Iandara segue da mesma forma valorizando a cidade onde mora.

Iandara iniciou seu projeto de captação de recursos, e você pode dar sua contribuição através deste link. Não deixe de acompanhar o site e a página do Facebook do longa para mais informações!

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Silvana Perez

Silvana Perez

Escolheu alguns caminhos errados e acabou vindo parar na Boca do Inferno.

4 comentários em “Conheça o longa nacional Iandara

  • 02/07/2014 em 12:35
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    Vini, o seu trabalho é sensacional, já o conheço a um tempo e aprecio sua forma fácil e prática de fazer cinema, não dê ouvidos as criticas destrutivas. Você vai muito longe, continue assim.

    Um forte abraço!

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  • 11/06/2013 em 16:33
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    Diretor(?) com o ego inversamente proporcional ao talento. Arrogante, se considera um deus do cinema local; uma espécie de Glauber Rocha caipira.
    Vive se gabando de ser o maior vencedor da história do tal Corvo de Gesso, mas omite o fato de que ele fazia parte da banca de jurados e da curadoria do festival. Vejam quanta credibilidade tem esse “oscar do cinema trash”!
    Para fazer justiça a esse mala, vale dizer que, apesar de toda soberba, ele é um excelente editor.

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    • 05/09/2013 em 04:26
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      Obrigado pelo comentário relacionado a mim, mas eu nunca fiz parte da curadoria do Cineclube Jacarei pois o prêmio em si sempre utilizou de curadoria de fora e não de dentro do projeto. Em momento algum fui egocentrico só quis mostrar em um video um pouco do meu trabalho em 6 anos em Jacareí e um porque as pessoas pudessem confiar nesse projeto e apoiar. Não sou nenhum expert em cinema, nem muito menos em edição, só tento dar tudo de mim em cada novo trabalho.

      Abraços!

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  • 03/05/2013 em 21:06
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    legal.pena o Brasil não investir a fundo no cinema terror .

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