O Ladrão de Cadáveres (1942)

O Ladrão de Cadáveres (1942)
Bela Lugosi como “cientista louco”
O Ladrão de Cadáveres
Original:The Corpse Vanishes
Ano:1942•País:EUA
Direção:Wallace Fox
Roteiro:Sam Robins, Gerald Schnitzer, Harvey Gates
Produção:Jack Dietz, Sam Katzman
Elenco:Bela Lugosi, Luana Walters, Tristram Coffin, Elizabeth Russell, Minerva Urecal, Angelo Rossitto, Joan Barclay, Kenneth Harlan, Gwen Kenyon

O cientista Dr. Lorenz (Bela Lugosi) é o responsável pelo desaparecimento de jovens noivas no momento de seus casamentos. Em comum, todas as vítimas tiveram contato com o odor nocivo de uma misteriosa orquídea híbrida que as faziam desmaiar. A partir daí, entram em cena os capangas do cientista para sequestrar as moças desacordadas com o objetivo de, em seu laboratório secreto, extrair de seus belos corpos um fluído vital utilizado numa fórmula de rejuvenescimento para que sua esposa doente, a Condessa Lorenz (Elizabeth Russell), pudesse se manter saudável e jovem. Porém, para atrapalhar os planos maquiavélicos do cientista, surge uma repórter investigativa, Patricia Hunter (Luana Walters), que auxiliada pelo médico Dr. Foster (Tris Coffin), tenta descobrir o mistério dos desaparecimentos das noivas e a participação do Dr. Lorenz nos crimes.

O Ladrão de Cadáveres (1942) (1)

O filme foi lançado em DVD pela Works como O Ladrão de Cadáveres (The Corpse Vanishes), junto com O Fantasma Invisível (1941), e também foi lançado pela Fantasy Music com outro título, O Cadáver Desaparecido. Fotografado em preto e branco em 1942, é mais uma produção de baixo orçamento com o lendário ator Bela Lugosi para o estúdio Monogram. Aqui, temos novamente uma trama policial com elementos de horror, não faltando a presença do cientista louco (Lugosi, sempre à vontade com este tipo de personagem), o troglodita mudo (Angel, interpretado por Frank Moran), que é um filho retardado mental da empregada Fagah (Minerva Urecal), o anão sinistro (Toby, papel feito por Angelo Rossitto), além do laboratório no porão repleto de instrumentos, ferramentas e líquidos em ebulição, a mansão sombria cheia de quartos e passagens secretas, e todo aquele clima de mistério e insanidade numa história de assassinatos macabros. Por ser um filme curto (cerca de uma hora de duração), os eventos são apresentados de forma exageradamente rápida, deixando vários pontos do roteiro sem um maior desenvolvimento, facilitando o trabalho dos roteiristas. Mas, pela presença sempre marcante de Bela Lugosi e os elementos de horror B, a diversão é garantida.

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Juvenatrix

Juvenatrix

Uma criatura da noite tão antiga quanto seu próprio poder sombrio. As palavras são suas servas e sua paixão pelo Horror é a sua motivação nesse Inferno Digital.

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