Críticas

O Dia de Satã (1988)

O clima de horror permanece, com um final surpresa que pega o espectador realmente de surpresa!

O Dia de Satã (1988)

O Dia de Satã
Original:Judgement Day / The Third Hand
Ano:1988•País:EUA
Direção:Ferde Grofé Jr.
Roteiro:Ferde Grofé Jr.
Produção:Ferde Grofé Jr., Keith Lawrence
Elenco:Ken McLeod, David Anthony Smith, Monte Markham, Peter Mark Richman, Cesar Romero, Gloria Hayes

Uma cidade abandonada, um dia maldito, um passeio pelo inferno…

Em meio aos milhares de filmes feitos todo ano ao redor do planeta, nós invariavelmente acabamos sem conhecer muitas produções de menor destaque, que não tiveram a sorte de serem reconhecidas pelas publicações especializadas ou adoradas por fãs fanáticos. Às vezes, são filmes muito ruins, que merecem o esquecimento. Mas às vezes, também, ótimos filmes acabam caindo na obscuridade injustamente. Eu já escrevi críticas anteriormente sobre pérolas tipo Garotos Mortos não Podem Voar e O Farol da Morte, dois filmaços que não tiveram o reconhecimento que mereciam – muita gente nunca tinha ouvido falar sobre eles, antes… Agora, volto ao tema com uma pequena e desconhecida produção chamada O Dia de Satã.

Se não fosse por um pedido expresso do webmaster da Boca do Inferno, Marcelo Milici, que pediu se eu poderia escrever um texto sobre este que é um dos seus filmes prediletos, talvez eu demorasse muito mais tempo para ver O Dia de Satã. Eu até tinha a fita em casa há vários meses, adquirida via Internet, mas compro muitos filmes todo mês e alguns acabam ficando na prateleira, à espera de uma folga no meu tempo para serem assistidos. Cheguei a pegar a caixinha de O Dia de Satã na mão algumas vezes, mas ela não me chamou muito a atenção. “Felipe, você poderia escrever um artigo sobre O Dia de Satã, o filme mais aterrorizante da minha infância? Se não puder, não tem problema“, me pediu o Marcelo. Não fosse por ele, eu não descobriria as virtudes deste desconhecido filme classe B. Ou seja, estou escrevendo este artigo porque realmente gostei do filme, e não só para puxar o saco do chefe em busca de um salário maior (hehehehe). Ah sim: ele também disse que gosta mais de O Dia de Satã do que do Evil Dead, mas pediu para que eu não contasse para ninguém, então que isso fique em segredo entre nós.

Infelizmente, a Internet é uma ferramenta traiçoeira: ao mesmo tempo em que existem 200 milhões de páginas sobre alguns filmes, sobre outros não há mais que 15 linhas. E este O Dia de Satã está incluído na segunda categoria. Nem o superpoderoso Internet Movie Data Base, que se orgulha de ser a maior fonte de informações sobre o cinema mundial, tem muito a dizer sobre o filme americano dirigido por Ferde Grofé Jr.

O que se sabe com certeza é que as informações contidas no velho Guia de Vídeos da Nova Cultural 1992 (que traz uma resenha bem mal-humorada sobre o filme, dando-lhe uma única estrelinha) estão erradas: O Dia de Satã não foi feito em 1978, mas sim dez anos depois, em 1988. O título original é The Third Hand (A Terceira Mão), mas nos Estados Unidos ele também é conhecido como Judgement Day (O Dia do Julgamento). Logo, chegamos à conclusão de que este é um caso raro em que a tradução nacional do título é mais chamativa e interessante do que o original – fala sério, você seria seduzido a locar um filme chamado A Terceira Mão???

Filmes sobre adoradores do demônio e sobre o próprio coisa-ruim existem aos montes, mas este é diferente. De uma forma simples e com um orçamento visivelmente reduzido, o filme conta uma história sem grandes complicações, mas com uma capacidade extraordinária de acrescentar mais e mais elementos à sua própria mitologia. Assim, o que começa como mais um historinha igual a muitas outras logo vai tomando proporções maiores, desenvolvendo uma trama bem mais interessante e detalhada. Uma surpresa, enfim!

Convenhamos: a maioria dos filmes sobre adoradores do demônio e cidades misteriosas são muito, muito chatos. Até o supostamente “sérioAdoradores do Diabo, de um diretor respeitável (John Schlesinger) e com um grande elenco (encabeçado por Martin Sheen) deu com os burros n’água e acabou pecando pelo exagero. Eu mesmo não gosto muito de produções do gênero porque acabam caindo nos mesmos clichês de sempre: pentagramas, rituais satânicos, etc etc. Por isso é uma surpresa que esta produção que fala sobre o demônio e sobre adoradores do dito cujo não só seja interessante, como ainda procura fugir dos clichês.

O Dia de Satã (1988) (1)

O Dia de Satã começa com cenas no que parece uma velha vila mexicana ou espanhola. Mas a produção foi rodada nas Filipinas, como faziam muitos cineastas italianos com seus filmes sobre canibalismo ou sobre a Guerra do Vietnã. Acontece que além do lugar ter todas as características rústicas e uma fechada selva tropical, ainda havia muita mão-de-obra barata nas Filipinas. Por isso, filmes como Zombie 3, de Lucio Fulci/Bruno Mattei, e a trilogia sobre o Vietnã Braddock, estrelada por Chuck Norris, foram rodadas por lá.

Voltando aO Dia de Satã, os créditos iniciais se desenrolam sobre imagens de um ônibus que leva não só descendentes de espanhóis, mas também dois amigos americanos, Pete Johnson (Ken McLeod, que depois passou a fazer filmes de artes marciais, como Ringue de Fogo 2 e Double Dragon) e Charlie Manners (David Anthony Smith, que parece um jovem John Ritter), alegres e tocando violão, cercados pelos outros passageiros. Quando o ônibus está passando por uma estrada deserta, e por uma misteriosa velha vestida de preto da cabeça aos pés, um dos pneus fura, obrigando o motorista a parar.

Quando os dois turistas descobrem que terão que esperar três horas até passar outro ônibus, ou caminhar 60 quilômetros até San Marcos, a cidade mais próxima, eles decidem pegar outro caminho e ir para uma vila próxima, chamada Santana – uma sugestão da misteriosa velha de preto. Ao ouvir o nome do vilarejo, o motorista do ônibus gela de pavor e tenta convencer os jovens a não seguirem para lá. É claro que eles não escutam e partem em direção à cidadezinha, escoltados pela velha misteriosa. Assim que chegam ao local, a velha desaparece.

Então, você logo pensa que Santana é uma cidade-fantasma repleta de fantasmas e adoradores do demônio, certo? Bom, pelo título e pelo resumo no verso da capinha, eu também pensava. E aí vem a primeira surpresa: Santana é uma cidadezinha normal, com carros, estabelecimentos comerciais e até um hotel. O povo é bem normal, sem adoradores de Satã, vampiros ou fantasmas. Pete e Charlie também se surpreendem, devido ao alerta assustado do motorista do ônibus. A dupla só estranha que o local esteja bastante movimentado, com máscaras demoníacas penduradas na porta das casas, crianças estourando bombinhas e homens bebendo nos bares e gritando: “O diabo é um filha da puta!“.

Logo, os turistas vão parar na taverna local, dirigida por um compatriota americano, Enrique Samuel Flaherty, mais conhecido como Sam (Monte Markham, que depois fez o seriado Baywatch). Atencioso e simpático, o taverneiro oferece uma cerveja aos dois rapazes, mas se espanta ao saber que eles pretendem passar a noite em Santana. Então, conta aos dois (e ao espectador) a tenebrosa história sobre o vilarejo.

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Aparentemente, três séculos antes, no ano de 1689, uma praga espalhou-se pela pequena Santana, matando boa parte da população. Então, os pioneiros fundadores da cidade conseguiram fazer um pacto com o demônio, entregando a alma de todos os habitantes da cidade em troca da sua salvação e do fim da epidemia. Assim foi feito, após o contrato assinado com sangue sobre um pergaminho feito em pele de animal. Mas o contrato tinha uma cláusula beneficiando os habitantes: o demônio só poderia coletar as almas dos habitantes em um único dia do ano, O Dia de Satã do título nacional. Que, é claro, é o mesmo dia em que os dois turistas vão parar na cidadezinha!

Desde 1689 e até os tempos atuais, os habitantes de Santana mantém a tradição de deixaram em massa a cidade, fechando todas as casas e estabelecimentos comerciais, para que O Dia de Satã passe sem que novas almas sejam coletadas – a não ser a dos desavisados que circulam pelo local naquelas 24 horas amaldiçoadas. E toda a cidadezinha volta à normalidade no dia seguinte, quando o perigo já passou.

Desnecessário dizer que os dois rapazes inicialmente não acreditam em uma palavra do relato de Sam. E o próprio taverneiro conta aquilo como se fosse uma lenda, para não assustar demais os jovens. Ao perceberem que realmente não haverá nenhum lugar para ficarem na vila, e que todos estão indo embora, Pete e Charlie decidem também deixar Santana. Sam até lhes oferece uma carona. Mas é claro que algo deixará todos eles presos no local em plenO Dia de Satã.

Acontece que Angela, filha do taverneiro, ficou presa dentro de uma velha torre nos arredores do vilarejo, enquanto brincava de esconde-esconde com os amiguinhos. Desesperado com o começo da noite que se aproxima, Sam sai em busca da filha, e os dois jovens resolvem ajudá-lo, apesar dos insistentes pedidos do novo amigo para que abandonassem imediatamente a cidade. Enquanto isso, na igreja de Santana, o padre Dominick (Peter Mark Richman, o professor chato que é morto por Jason em Sexta-Feira 13 – Parte 8) cobre as imagens sacras com uma cortina preta, anunciando que coisas horripilantes irão acontecer ali.

A velha cidade, que já era esquisita de dia, fica totalmente tétrica à noite, e o diretor Grofé faz questão de filmar as ruas escuras, os prédios antigos e sinistros, sombras, os barulhos ao longe que assustam os personagens, deixando o espectador apreensivo e com aquela sensação de que uma desgraça iminente vai acontecer – mas demora a acontecer, aumentando o suspense! Então o grupo se separa: Sam, ainda em busca da filha, se distancia da cidade, e os dois turistas, que tinham resolvido ir embora da cidade, são atrapalhados pela chuva. Eles acabam parando num velho casarão em estilo espanhol onde vive um velho chamado Octavio (Cesar Romero, que interpretava o Coringa no velho seriado do Batman), um escravo negro com uma enorme cicatriz no rosto e uma bela filha espanhola, Maria (Gloria Hayes), por quem Pete se apaixona.

O misterioso Octavio parece não ter medo do Dia da Satã e convida os dois jovens a dormirem em sua casa, oferecendo sua hospitalidade e belas camas quentes e limpas. Pete aceita imediatamente, querendo passar a noite com Maria, mas Charlie resolve abandonar o local, com a sensação de que algo ruim vai acontecer. Caminhando sozinho pelas ruas escuras de Santana, Charlie finalmente vai descobrir que não há nada de lenda nO Dia de Satã ao testemunhar a Procissão dos Condenados – um cortejo fúnebre onde demônios vestidos como monges, encobertos pelas sombras, caminham em fila indiana pelas ruas da cidade levando os condenados ao fogo do inferno, a chicotadas. O visual dos demônios é mostrado sem exageros, praticamente como pessoas normais, só que carecas e com longos dentes pontiagudos (lembrando o Nosferatu do filme de F.W. Murnau).

O Dia de Satã (1988) (3)

Ainda apavorado pela visão daquele verdadeiro pesadelo, Charlie leva um susto ao se deparar com Sam, todo esfarrapado e ensanguentado após outro encontro com os mesmos demônios. “Seu tolo! Eu disse para vocês irem embora!“, reclama Sam, recomendando que Charlie vá imediatamente buscar Pete e que saiam correndo de Santana. E dá ainda um outro conselho: “Não confiem em ninguém! E cuidado com aquele com a terceira mão!“.

O Dia de Satã se desenvolve como um filme à antiga, sem perseguições frenéticas, duelos sangrentos, mortes exageradas ou grandes efeitos especiais pirotécnicos. Na verdade, apesar de ter sido feito em 1988, lembra aquelas produção feitas pelos estúdios ingleses Hammer e Amicus, com muito clima, cenários sombrios e situações de mistério e suspense no lugar da sangreira desatada. Existem até fantasmas interpretados como se fossem pessoas normais, sem apelar para efeitos especiais ou maquiagem. E o visual simples dos demônios que conduzem os condenados ao inferno é outro acerto: na maior parte do tempo eles são mostrados como pessoas comuns usando capuzes negros, o que às vezes é bem mais eficiente do que efeitos digitais.

Então, quem espera ver muito sangue e tripas vai se decepcionar, pois não há uma única gota aqui. Em compensação, O Dia de Satã é carregado de um forte clima de tensão, que deixa o espectador apreensivo para o que vai acontecer em seguida. No clímax da história, Charlie e Pete acabam descendo ao inferno para salvar Sam, que foi aprisionado pelos demônios. Lá, em um ritual macabro, o próprio diabo marca a fogo o peito dos condenados, que são levados até ele crucificados em cruzes de madeira – um momento arrepiante. O inferno é mostrado com muita criatividade e poucos efeitos especiais, usando e abusando de gelo seco, pessoas levando chicotadas e sendo martirizadas de diversas formas – o que chega a lembrar o inferno de José Mojica Marins no filme nacional Esta Noite Encarnarei no teu Cadáver, que também foi feito com baixo orçamento e também tem as mesmas características, ou seja, fumaça de gelo seco, torturas, chicotadas e crucificações.

Contra a produção há o aspecto de que às vezes o filme se desenvolve muito lentamente – especialmente as cenas passadas no casarão de Octavio -, e mesmo que os dois heróis sejam jovens mais inteligentes que a média mostrada no cinema americano, eles às vezes têm algumas atitudes questionáveis (principalmente o fato de irem até o inferno, enfrentando no caminho o próprio diabo, para salvar Sam, o que qualquer pessoa comum jamais pensaria em fazer, ainda mais considerando a óbvia desigualdade numérica dos dois para o batalhão de demônios que havia ali). E, como acontece em todos os filmes do gênero, os jovens logo se revelam exímios lutadores, inclusive enfrentando no braço alguns dos demônios.

Um outro ponto que considerei negativo é a caracterização do demônio. Até então, o filme ia muito bem, mostrando tudo nas sombras, com poucos efeitos especiais, deixando espaço para a imaginação do espectador – o que é muito mais apavorante, convenhamos. Mas então o demônio aparece e o diretor faz questão de mostrar seu rosto em close. É o diabo mais clichê do cinema, com rosto deformado e enrugado, longos chifres (só faltou o rabo pontudo e o tridente), e ainda por cima vestindo uma ridícula capa que lembra aquelas de mágico de quinta categoria! Seria muito mais assustador mostrar o diabo como uma pessoa comum ou uma entidade que aparecesse sempre nas sombras, que não pudesse ser distinguida, do que apelar para aquela maquiagem chinfrim de demônio mambembe, que só assusta mesmo criancinhas.

O Dia de Satã (1988) (6)

Mas é muito pouco para desmerecer o filme, como fez o Guia de Vídeos da Nova Cultural. As cenas com o diabo chinfrim são mínimas e não chegam a estragar a diversão. E o clima de horror permanece, com um final surpresa que pega o espectador realmente de surpresa (não aqueles que você adivinha ainda na primeira metade do filme). Ao seu favor, também, o filme tem o roteiro interessante, que faz com que a gente se importe com os personagens – algo raro no cinema de horror atual.

Por isso, é injusto boicotar a produção, como fez a Internet em geral. Pior: além de poucos sites falando sobre o filme, estes que têm meia dúzia de linhas sobre O Dia de Satã ainda trazem informações incorretas, como informar que são quatro jovens que vão até Santana ao invés de dois ou que o diabo é interpretado por Cesar Romero. Cruzes! Será que esse pessoal viu o mesmo filme? E quanto às fotos foi o mesmo problema: não há quase NADA na Internet…

O Dia de Satã é uma obra toda de Ferde Grofé Jr. Ele dirigiu, roteirizou e até produziu o filme, ou seja, é uma produção completamente autoral. A Internet não tem muita informação sobre Grofé, nem mesmo se hoje ele está vivo ou morto. Mas, pelas informações do IMDB, este foi seu penúltimo filme – ele faria Hell Raiders no mesmo ano de 1988 e depois sumiria para obscuridade. A única coisa sobre Grofé que é possível descobrir na Internet é o seu nome inteiro: Ferdinand Rudolph Von Grofé Jr., filho de Ferde Grofé Sr. O pai tocava violino na Orquestra Sinfônica de Los Angeles e também jazz com Paul Whiteman e Orquestra – chegou a fazer a trilha sonora de alguns filmes.

Quanto ao pobre Ferde Grofé Jr., começou a dirigir alguns westerns de baixo orçamento nos anos 60, tipo The Proud and the Damned, disponível em DVD nos States, mas nunca teve uma carreira reconhecida – eu mesmo nunca tinha ouvido seu nome até ver O Dia de Satã. E considerando seu desaparecimento que já tem 16 anos, eu apostaria que o diretor acabou visitando a pequena Santana naquele único e amaldiçoado dia do ano…

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9 Comentários

  1. tatiana

    meu,adoro esse filme,me lembro que quando assisti,fiquei uns dias passando mal,kkkkkkkkkkkkk

    • Jefferson

      eu também fiquei com medo vários dias depois…

  2. Luis

    Alguns filmes são tipo “cara isso é tão ruim que chega a ser bom”. Esse é apenas ruim, sem chances de chegar perto de ser bom. O padre e o Sam tem boas atuações.

    Os personagens principais são risíveis em suas atitudes. Totalmente não natural.

    O enredo podia ser bem mais trabalhado, contando detalhes de como foi a história, como foi o pacto com Satã que deu origem à tudo.
    O cara lá, o fundador da cidade, e a filha dele me pareceram que foram jogados na história. Podiam explorar melhor. Enfim, gosto é gosto, mas 4 caveirinhas eu acho muito fora da realidade. Mas é opinião minha.

  3. Esse filme está no youtube completo legendado!!!

  4. Juliana Evangelista

    Que absurdo contar o filme todo! Tem que avisar, poxa ><

  5. Guilherme

    Nossa, parece assustador mesmo. Filmes antigos sempre tem esse ar de mistério, que é difícil encontrar hoje em dia, principalmente por causa da tecnologia, das cameras melhores, etc.

    • vanessa vasconcelos

      realmente.

  6. tiago

    ótimo filme! marcou demais minha infância e a dos meus irmãos tanto que falamos sobre esse filme até hoje.
    pena não ter em dvd e também prefiro O dia de Satã do que evil dead acho muito superior.

    • andré

      Esse filme é otimo realmente, me lembro que fiquei bem assustado a primeira vez que vi, vi a capa do vhs bateu uma saudades rsrs. Um dos meus filmes de terror favorito.

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