O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno (1994)

O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno (1994)

O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno
Original:The Return of the Texas Chainsaw Massacre
Ano:1994•País:EUA
Direção:Kim Henkel
Roteiro:Kim Henkel
Produção:Kim Henkel
Elenco:Renée Zellweger, Matthew McConaughey, Robert Jacks, Tonie Perensky, Joe Stevens, Lisa Marie Newmyer, John Harrison, Tyler Cone, James Gale, Chris Kilgore, Vince Brock, Susan Loughran, David Laurence

Depois do fiasco de O Massacre da Serra Elétrica 3 ser lançado em cinema e vídeo totalmente retalhado, desagradando a maioria dos espectadores (a versão uncut só foi lançada em DVD em 2001 mais de 10 anos depois), uma excelente notícia provocou grande expectativa entre os fãs da série: um quarto O Massacre da Serra Elétrica seria feito, com a participação direta de Kim Henkel, o roteirista do clássico original. Para melhorar, Henkel não seria apenas produtor-executivo, mas também roteirista e diretor desta nova continuação, que, ainda por cima, seria feita de forma independente, para não sofrer as mesmas censuras da parte 3. Podia ser melhor? Claro que não! Por isso mesmo é estranho que O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno tenha saído a porcaria que saiu!

Henkel ignorou as duas sequências (inclusive a parte 2, feita por Hooper) e declarou a quem quisesse ouvir que seu filme seria uma continuação direta do original, ou seja, como as coisas teriam acontecido após a fuga de Sally Hardesty no final do primeiro filme, de 1974, só que 20 anos depois, em 1994 (ano de produção da sequência). Ele disse que as duas sequências do clássico deram mais importância a sangue e tripas, e sua sequência recuperaria o clima de horror e suspense do original. Entretanto, o pseudo-diretor (trata-se de seu primeiro e aparentemente único trabalho como cineasta) não fez nem ao menos uma continuação, mas uma verdadeira refilmagem do original, mudando os personagens, mas repetindo as mesmas situações (e até o final!!!). Parece que ele pegou seu roteiro do filme original e começou a mudar o nome dos personagens, e só! O problema é que tudo é muito ruim, péssimo, pavoroso (no mau sentido). Acompanhem que eu vou explicando aos poucos o porquê.

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O Retorno inicia com os tradicionais letreiros tétricos explicando a história, uma marca registrada de todos os filmes da série desde o original. Ali, Henkel faz a primeira citação ao original, quando diz que em 1973, no Texas, um grupo de jovens foi atacado por uma família de loucos armada com uma serra elétrica. Depois, teriam sido registrados alguns casos isolados, até que nos últimos cinco anos só houve o silêncio. O texto é o seguinte (novamente tratando os crimes da motosserra do Texas como se fossem uma lenda urbana):

18 de agosto de 1973. Notícias de uma família louca que usa uma serra elétrica… Relatos para atiçar a imaginação do mundo começaram a vazar no Texas… Infelizmente, nenhum dos membros da família foi preso e, por mais de 10 anos, não se soube mais nada. Então, nos anos seguintes, dois incidentes menores, aparentemente relacionados, foram relatados. Depois, de novo, nada… Por cinco longos anos, apenas silêncio…

Só uma dúvida: será que os dois incidentes menores seriam os acontecimentos das partes 2 e 3? Mistério…

Bem, o ano é 1994 e Jenny (a hoje famosa Renée Zellwegger, então péssima no sexto filme da sua carreira) está se preparando para o baile de formatura. Quando chega seu namorado Sean, a mãe tira fotos dos dois anjinhos, numa clara cópia da abertura do filme original, quando os flashes de máquinas fotográficas iluminavam cadáveres em um cemitério (até o som sinistro do disparo dos flashes foi imitado!!!). O baile de formatura nem é mostrado, pois Heather, uma amiga de Jenny, briga com o namorado Barry e os quatro jovens caem na estrada. Os personagens são tão ridículos que Henkel nem tenta escrever diálogos interessantes para eles nos primeiros dez minutos de filme, quando deveríamos pelo menos conhecer melhor os jovens. O que se apresenta é a tradicional conversa sobre sexo, e nada mais.

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Logo, acontece um improvável acidente de carro em uma estrada secundária, e a inevitável separação do grupo: Jenny, Barry e Heather saem em busca de ajuda enquanto Sean fica com o motorista do outro carro, que está ferido. O trio encontra Darla, a atendente de um serviço de guincho, que liga para o irmão Vilmer recolher os carros. Vilmer é Matthew McConaughey, outro que está em constrangedor início de carreira (este é seu quarto filme).

Vilmer não é apenas um motorista de caminhão-guincho. É também um psicopata com perna mecânica (ridícula), que funciona com controle remoto (argh!). Ele mata Sean e o motorista ferido do outro carro, em uma cena desnecessária onde já se percebe o horror geral da direção e interpretações. Só vou dizer que Sean é perseguido pelo caminhão-guincho pelo meio da estrada e nem pensa em sair do caminho para esconder-se no meio das árvores da floresta. Quando é alcançado por Vilmer, ele diz, sem um pingo de medo na voz: O que você quer comigo? Está me assustando…. E isso porque Sean viu Vilmer matar um outro rapaz a sangue frio dois minutos antes!!!!!!!!!!

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Paralelamente, Jenny volta em busca do namorado enquanto Heather e Barry encontram uma casa no meio da floresta. Ali está Leatherface (Robert Jacks, horrível!), com uma máscara que nem ao menos convence. Leatherface mata Barry com uma marretada na cabeça (idêntico a um dos jovens do filme original), prende Heather num freezer (idem) e depois a pendura num gancho de carne (idêntico ao primeiro filme!!!!!!!!!!!). A diferença é que, no original, a moça pendurada no gancho demonstrava dor e medo, enquanto aqui a péssima atriz sequer grita convincentemente, e nem ao menos vemos sangue pingar do ferimento (ela está com um gancho enfiado nas costas, caramba!!!!!!).

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Sobra apenas Jenny, que passa os outros 50 minutos correndo de um lado para o outro, fugindo dos assassinos, sendo presa, fugindo de novo, sendo presa, brigando com eles, apanhando deles, sendo torturada, maltratada, e por aí vai. Qualquer pessoa normal ficaria horrorizada, traumatizada com metade do que Jenny passa no filme, mas ela mantém a sanidade, sem gritar, sem mostrar ao menos medo e horror, como Marilyn Burns fez tão bem no filme original!!!

E as citações ao primeiro filme não param por aí: em certo momento Jenny é perseguida por Leatherface pelo meio do mato, com a serra elétrica zumbindo incessantemente, até encontrar abrigo no serviço de guincho, onde ela acha que Darla é amiga, mas ela, na verdade, faz parte da família de psicopatas (exatamente o que acontece no primeiro filme, quando Sally é ajudada pelo Cozinheiro Dreyton Sawyer!!!!). Como todos nós sabemos, nunca é bom confiar no pessoal do Texas, ainda mais em uma filme da série O Massacre da Serra Elétrica. Jenny é então amarrada (como acontece com Marilyn Burns no original), ensacada (idem) e levada de volta à casa (idem), colocada na mesa de jantar (como no primeiro filme) para nova sessão de gritaria e tortura…

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Ah sim, quase esqueci: no caminho até a casa, dentro do carro de Darla, Jenny grita, chora e esperneia, então a vilã a ameaça: Pare de gritar imediatamente!. Pois a mocinha aprisionada não só pára de chorar e reclamar no mesmo instante, como ainda fala, totalmente consternada: Tudo bem, mas eu não estou conseguindo respirar, com a maior calma do mundo, como se fosse uma criança chorona que acabou de levar um puxão de orelha da mãe! E não grita mais, mesmo quando Darla é abordada por um policial – e um grito de Jenny poderia denunciar que a mulher era uma psicopata sequestradora!

Tudo vai indo no limite do insuportável até que o filme descamba de vez. Leatherface não faz mais qualquer coisa no filme. Aparece como um travesti, vestido de mulher, e é ofuscado totalmente por Vilmer, que de repente vira o grande vilão do filme. Então, quando pensamos que a coisa não pode ficar pior, Jenny está amarrada a uma cadeira na mesa de jantar da família e aparece, do nada, um homem de limusine, vestido como um executivo, com refinado sotaque inglês. E vai entrando na casa dos psicopatas como se fosse um membro da família. Jenny acha que ele foi salvá-la, mas na verdade ele também é maluco; Rothman, o tal cara, começa a agarrá-la e lambê-la, e tem o peito todo talhado de cicatrizes e piercings!!!! O misterioso personagem aproxima-se de Vilmer e diz: Você sabe porque está aqui… Eu quero que estas pessoas passem pelo mais verdadeiro horror. Entendeu? Pois é, nem eu!

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Logo, após uma cena verdadeiramente grotesca, cheia de gritos e faniquitos, Jenny foge e corre pela estrada, sendo perseguida por Leatherface e Vilmer. Então, em mais uma citação ao filme original, um avião que pulverizava uma plantação próxima voa rasante e arranca o topo da cabeça de Vilmer com a hélice!!!!!!!!! (no primeiro filme, um motorista de caminhão faz Leatherface serrar as próprias pernas). Jenny então corre para uma limusine e encontra justamente o executivo que a tinha lambido momentos antes. Mas, para sua surpresa, o homem está disposto a levá-la até a polícia. O que eu queria era uma experiência espiritual, e não o que estava acontecendo, explica ele. Entendeu? Nem eu! Alguns fãs da série têm usado os fóruns, como o do IMDB, para lançar teorias sobre a identidade de Rothman. Segundo alguns, ele seria membro de uma organização secreta que chefiaria famílias de psicopatas em todo o mundo, e o trabalho destas famílias era aterrorizar e matar pessoas inocentes. Isso faz algum sentido? Para mim, não!

Resultado: fora Vilmer, toda a família de psicopatas continua viva (especialmente Leatherface, que acaba o filme dançando com a serra ligada, exatamente como no original). E, no hospital, Jenny fica muda ao ver uma mulher em uma maca. A mulher não tem nenhuma relação com o filme! Trata-se de uma participação-homenagem de Marilyn Burns, que interpretava Sally, a única sobrevivente, no filme original. Além dela, o policial que interroga Jenny é John Dugan (que era o bizarro Vovô no primeiro filme), e o enfermeiro que empurra a maca onde está Marilyn é Paul A. Partain, que no filme original interpretava Franklin, o paralítico irmão de Sally! Sacou? O final não tem lógica, é apenas um festival de homenagens e participações especiais! (detalhe: nem Marilyn e nem Ryan tem seus nomes citados nos créditos finais).

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Logo, se O Retorno… não é uma verdadeira refilmagem, com todas estas semelhanças que eu citei, não sei o que é…

Pena que o filme não chegue nem perto do primeiro que tenta, em vão, copiar. Além de não ter um mínimo de violência e horror (ninguém é esquartejado para o jantar, por exemplo, nem há qualquer menção a canibalismo; o que parece é que todos são loucos, e pronto), o filme chega a ser ridículo e cômico em diversos momentos, especialmente na péssima caracterização de Leatherface, que passa a maior parte do filme vestido de mulher (com vestido e maquiagem), dando gritos de boiola e até recebendo ordens de Jenny (que, em certo momento, grita para que ele sente e cale a boca, e é exatamente o que o velho Leatherface faz!!!!!!!!!). Ninguém se preocupa em explicar, também, que tipo de relação familiar tem aqueles desajustados completamente diferentes – será que Leatherface, Vilmer e Darla têm algum parentesco, por exemplo? E o que aconteceu com a família do original, se O Retorno seria uma continuação direta do primeiro filme? Os únicos membros da família original presentes são Leatherface e o Vovô (claro!).

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Se Renée em nenhum momento passa a imagem de uma mocinha desamparada e que corre risco de vida, a pior interpretação, de longe, é a de McConaughey, que faz um tipo histérico, sempre gritando e querendo ser fodão e assustador, quando na verdade é o vilão mais caricatural e sem graça dos últimos tempos. Quando quer parecer assustador, ele arregala os olhos e começa a gritar, para vocês terem uma ideia da capacidade de interpretação do moço. Mas o pior é quando ele tem um faniquito e começa a se mutilar com uma faca (exatamente como o Caroneiro faz no filme original). Por tudo isso, eu simplesmente não consigo entender o que Kim Henkel tinha na cabeça ao fazer esse filme (talvez drogas pesadas), e como nenhum dos envolvidos percebeu a porcaria em que estavam se envolvendo. Até mesmo hoje o filme é um verdadeiro sinônimo de fracasso, e o mais criticado de toda a série – tanto que afundou de vez a franquia!

O filme é tão ruim que foi concluído em 1994, mas só lançado nos cinemas em 1997. Ele foi vendido à Columbia/Tri-Star, que cortou mais de 15 minutos de bobagens e cenas que estavam sobrando, lançando-o com o nome mudado para The Texas Chainsaw Massacre: The Next Generation. A produtora levava tão pouca fé na obra que, além de lançá-la com anos de atraso (em 29 de agosto de 1997), ainda fez com que estreasse em apenas 15 cinemas… isso contando todos os Estados Unidos! O resultado: uma bilheteria irrisória, que não passou dos 300 mil dólares, e o filme não aguentou nem 15 dias em cartaz, sendo logo chutado para o lançamento em vídeo. Injustiça? Bem, considerando a ruindade do filme, acho que não.

Primeiramente, foi lançada a versão cortada, com o nome The Next Generation. Algum tempo depois, as duas versões começaram a circular em VHS. A oficial, sem cortes, foi chamada Return Of The Texas Chainsaw Massacre. Felizmente (ou infelizmente), a cópia lançada no Brasil é esta sem cortes. Ali estão cenas como o padrasto de Jenny tentando abusar dela, no início do filme (uma das sequências cortadas pela Columbia na versão The Next Generation). Mas a única versão lançada em DVD nos States é a cortada. Na versão The Next Generation, também, a história se passa em 1997, não em 1994, e a trilha sonora é totalmente diferente.

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Outra história interessante dos bastidores é que o agente de Matthew McConaughey – que em 1997 já tinha certo nome em Hollywood, aparecendo em superproduções tipo Tempo de Matar, de Joel Schumacher – tentou oferecer dinheiro para os produtores do filme, para que cancelassem o lançamento tardio nos cinemas, com medo de que Matthew saísse queimado (aparentemente, o próprio ator sabia o potencial de bomba do filme). Mas não saiu acordo e o filme foi para os cinemas mesmo, para o horror de todos os envolvidos, que até hoje devem ter vergonha de dizer que participaram da quarta parte de O Massacre da Serra Elétrica

Ridículo, péssimo, mal filmado e editado, totalmente sem razão de existir, O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno é um dos piores filmes que eu já vi, uma produção que jamais deveria ter sido realizada, nota zero! E até hoje não encontrei uma única alma que falasse bem dessa continuação… Nem mesmo os envolvidos nela – talvez nem o próprio Kim Henkel.

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Às vezes eu gostaria que o mundo fosse um lugar menor. Porque aí, talvez, você pudesse dar uma volta na rua e encontrar, por exemplo, o próprio Kim Henkel passeando. E aí poderia chegar para ele, com a maior cara-dura, e perguntar: Vem cá, cara, o que tu queria dizer com aquele filme?, e ainda dar uma corneteada. Pena que o mundo é tão grande. Ia ser realmente muito divertido cornetear o Henkel…

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Felipe M. Guerra

Felipe M. Guerra

Jornalista por profissão e Cineasta por paixão. Diretor da saga "Entrei em Pânico...", entre muitos outros. Escreve para o Blog Filmes para Doidos!

14 comentários em “O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno (1994)

  • 30/09/2017 em 21:27
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    Esse filme é ridículo, sem graça sem nexo, os vilões são péssimos, os jovens que são as vítimas são todos personagens babacas sem nada a oferecer, é triste dizer mas esse filme é horrível

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  • 15/09/2017 em 00:49
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    Confesso que esse é o único qie ainda n assisti da franquia que por parte sou fanática, vim ler a crítica e espero que n me influencie quando assistir, mas n me surpreenderia se for tosca como o 3

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  • 07/09/2017 em 01:07
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    Vi esse filme hoje … Que coisa horrível ridículo e sem noção alguma, e olha que eu tento ver o lado bom de todo filme, mas esse não teve jeito é muito mas muito ruim, pior filme de todos os tempos

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  • 20/07/2017 em 00:46
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    Juro que fiquei com esperança que ia melhorar até a última perseguição. Aí acabou… que bomba!

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  • 17/07/2017 em 05:17
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    Abominável, execrável, odioso. Tenho certeza que o Matthew McConaughey e a Renée Zellwegger têm vergonha dessa cabotinagem de vigésima categoria até hoje !

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  • 07/12/2016 em 23:04
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    o Leatherface transsexual desse filme consegue ser pior que o Leatherface apaixonado tarado cômico do segundo, e isso é uma proeza e tanto!!!

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    • 28/05/2017 em 01:57
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      Eu odiei o filme, mas o leather face transsexual achei um elemento diferenciado, em comum com vários maníacos de histórias de terror.

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  • 12/04/2014 em 19:23
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    Olha a “BRIGGIT JONES”aí gente… Renée Zellweger novinha… hehehehe

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  • 10/04/2014 em 21:43
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    Esse filme conseguiu desgraçar a franquia de vez, um desrespeito com o original e com o vilão Leatherface, sem mais

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  • 09/04/2014 em 14:35
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    Eu, pessoalmente, não achei um filme ruim. Claro, não merece um 10, como o primeiro, nem um 8, como o segundo… mas, acho que merece um 5,5.
    Mas de uma coisa tenho certeza: é MUITO MELHOR do que o remake horroroso e a continuação horrorosa também.

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  • 04/04/2014 em 16:36
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    Adorei este filme,não recomendaria por que sei que a maioria iria odiar,mas eu gostei,achei legal,principalmente as perseguições da jenny,como aquela do telhado,bem,resumindo,apesar de não ter sentido eu gosto do filme!

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  • 04/04/2014 em 15:55
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    Muito obrigada por fazer uma critica desse filme,procurava a tempos em varios sites e nunca achei,apesar de muitos odiarem esse filme,eu sou um dos poucos que gostei!

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  • 03/04/2014 em 00:27
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    O ” pior ” da franquia , é tão ruim que quando eu assisti , nem rebobinei a fita e dei o vhs original embora pro amigo meu , e não me arrependo nenhum um pouco por isso , sendo que só falta ele para completar a franquia completa na minha coleção .

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