Zumbis na Neve (2009)

Zumbis na Neve (2009)

Zumbis na Neve
Original:Død snø
Ano:2009•País:Noruega
Direção:Tommy Wirkola
Roteiro:Tommy Wirkola, Stig Frode Henriksen
Produção:Tomas Evjen
Elenco:Jeppe Beck Laursen, Charlotte Frogner, Jenny Skavlan, Vegar Hoel, Stig Frode Henriksen, Lasse Valdal, Evy Kasseth Røsten, Ane Dahl Torp, Bjørn Sundquist, Ørjan Gamst

É fato: a neve torna os filmes de terror e suspense muito mais legais. Como esquecer do enlouquecido Jack Nicholson perseguindo seu filho com um machado pelos corredores de um labirinto congelado em O Iluminado, de Stanley Kubrick? Ou em Fargo, dos irmãos Coen, quando Steve Buscemi tenta enterrar na neve uma maleta cheia de dinheiro, enquanto o sangue que pinga de um ferimento no seu rosto vai deixando um rastro visível? E quanto ao clima gélido de Deixe Ela Entrar, de Tomas Alfredson? Por último mas não menos importante, temos o clássico O Enigma do Outro Mundo, de John Carpenter, que coloca seus personagens para sofrer numa base norte-americana em plena Antártida.

Claro, há algumas bobagens que nem um iceberg inteiro conseguiria salvar, como o recente Terror na Antártida, de Dominic Sena. Mas, no geral, o branco da neve costuma dar um clima todo diferente ao gênero. Tanto que os produtores do novo Sexta-feira 13 cogitaram colocar Jason para atacar em Crystal Lake no inverno na sequência do remake de 2009, mostrando-o entre montes de neve e o lago congelado – uma ideia que já havia sido cogitada e descartada no passado, provavelmente porque seria muito difícil mostrar mulher pelada no frio glacial do inverno norte-americano!

Dead Snow (2009) (1)

E se a neve já é cool por si só no cinema de horror, o que dizer dos mortos-vivos? Ora, alguns dos melhores filmes de terror de todos os tempos têm zumbis, dos clássicos de George A. Romero às violentíssimas produções italianas como Zombie, de Lucio Fulci, passando por todos aqueles cult movies dos anos 80, tipo Reanimator e A Volta dos Mortos-Vivos. Zumbis na neve… Se a mistura por si só já parece interessante, espere só até saber que os zumbis são… nazistas! Zumbis nazistas na neve? Acredite se quiser…

A excêntrica obra em questão chama-se Dead Snow em inglês, mas no original é Død Snø, já que o filme, vejam só, é norueguês. Zumbis nazistas na neve num filme de terror norueguês? Nada pode ser melhor…

Dirigido por Tommy Wirkola, um “adultescente” de 30 anos com um bizarro senso de humor à la Peter Jackson e Sam Raimi e um único filme no currículo (uma sátira de Kill Bill chamada Kill Budjo), Dead Snow teve uma breve carreira em festivais de cinema no começo de 2009, passando inclusive pelo conceituado Festival de Sundance, e depois foi lançado em DVD em diversos países.

Dead Snow (2009) (2)

Por onde passou, a produção independente norueguesa dividiu opiniões: uns embarcaram facilmente na proposta terrir (terror + humor) de Wirkola, com sua violência exagerada e rios de sangue, tripas e membros decepados espalhados pela neve; outros torceram o nariz e não viram muita graça na coisa, taxando o filme de infame, sem-graça e idiota, entre outros elogios.

Em meio ao meu próprio grupo de amigos houve uma grande divisão das opiniões, com uns adorando e outros odiando na mesma intensidade. Enquanto escrevia esta análise, por exemplo, insisti para a Camila Jardim, do blog A Moo Point (com quem eu simpatizei automaticamente por também ter odiado o H2 do Rob Zombie), ver o filme, e sua opinião foi ponderada, equilibrando-se num meio-termo:

O filme tem tudo que um fã incondicional de zumbis gosta – muito sangue, mortes bizarras, tripas pra fora e muita cena engraçada -, mas faltou mais ação e carisma nos personagens.

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Pessoalmente, minha reação a Dead Snow foi de amor à primeira vista desde o pôster. Afinal, como é que um filme pode ser ruim com um pôster desses? Depois finalmente conferi, e juro que não consigo entender como é que alguém pode não gostar de um filme norueguês com zumbis nazistas na neve, que além de tudo é uma evidente (e apaixonada) homenagem/citação a dois clássicos do horror, Evil Dead, de Sam Raimi, e Fome Animal, de Peter Jackson.

Estranhamente, os que torceram o nariz para este hilário banho de sangue são os mesmos que aplaudiram de pé dois terrires bem menos divertidos lançados no mesmo ano de 2009: Zombieland, de Ruben Fleischer (que, sinceramente, me pareceu um filme de zumbis para os adolescentes da geração Crepúsculo!), e Arraste-me Para o Inferno, do veterano Raimi.

Bem, cada um com seus cada quais, diz um velho ditado gaúcho. E eu, apaixonado por filmes sangrentos e descerebrados, achei Dead Snow um filmaço exatamente na sua despretensão e tosquice – uma obra que recomendo sem nenhuma ressalva para aquele tipo de espectador que tem saudade justamente de obras tipo Evil Dead e Fome Animal, e que vive se perguntando por que ninguém mais faz filmes de horror divertidos e sangrentos como nos velhos tempos. E, sem sombra de dúvida, é o melhor filme norueguês sobre zumbis nazistas na neve de todos os tempos!

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Nossa história começa com o caótico ataque de algo a uma garota que corre assustada pela neve. Sem muita enrolação, entra o título do filme e a câmera aérea nos transporta para dois carros que cruzam a paisagem congelada. No primeiro estão os meninos, Martin (Vegar Hoel), Vegard (Lasse Valdal), Roy (Stig Frode Henriksen) e Erlend (Jeppe Laursen); este último é o típico gordinho cinéfilo que volta-e-meia dá as caras em produções do gênero. No outro veículo estão as meninas Hanna (Charlotte Frogner), Liv (Evy Kasseth Røsten) e Chris (Jenny Skavlan). Nenhum dos atores têm grandes créditos, mas Valdal e Laursen também apareceram no elogiado slasher norueguês Rovdyr, de 2008.

Os jovens são todos estudantes de Medicina que vão passar o feriado de Páscoa na cabana da namorada de Vegard, Sara (Ane Dahl Torp), que, conforme logo descobriremos, era a moça atacada e morta na primeira cena pré-créditos iniciais.

Os personagens não têm grandes características, e são aqueles estereótipos padrões: Vegard é o bonitão com pinta de herói, Erlend o gordinho pentelho (que, denunciando uma das grandes inspirações do diretor Wirkola, anda sempre com uma camiseta do filme Fome Animal), Chris a garota vadia que fica com qualquer um (literalmente!), e Martin… Bem, Martin é um estudante de Medicina que enjoa ao ver sangue (!!!), mas que logo será forçado a se transformar num herói atrapalhado estilo Ash da trilogia Evil Dead.

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O grupo deixa os carros na beira da estrada e segue viagem até a cabana, que fica a 45 quilômetros de snow-mobile, num local sem sinal de celular, pistas óbvias dadas pelos personagens para confirmar a condição de isolamento típica do gênero. O cinéfilo Erlend até brinca: Quantos filmes de terror começam com amigos em férias e sem sinal de celular?.

Chegando na cabana (que lembra MUITO o casebre de Evil Dead; só lhe falta o tradicional porão do filme de Raimi), os amigos se divertem na neve, brincam com jogos de tabuleiro, tomam cerveja… Até a chegada de um misterioso personagem, o velho maluco à la Crazy Ralph (interpretado por Bjørn Sundquist), que também é figurinha carimbada do cinema de horror (percebam que até agora estamos unicamente no território dos clichês). O velhote anônimo aparece na cabana para pedir um café, e logo repreende os jovens por estarem ali sem conhecer a história local. É a senha para contar a terrível história que assombra a região.

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Acontece que, durante a Segunda Guerra Mundial, a cidadezinha foi tomada por um batalhão de soldados nazistas, liderados pelo maligno Coronel Herzog (Ørjan Gamst). Com a proximidade do fim da guerra e da derrota da Alemanha para os Aliados, os nazistas resolveram descontar sua fúria na população local, que foi abusada e roubada. Até que os cidadãos se revoltaram e massacraram a maior parte dos soldados, enquanto Herzog e sua trupe fugiram para as montanhas – as mesmas onde os jovens estão – e desapareceram para sempre. Por isso, o local tem fama de assombrado.

Apesar do velhote maluco conhecer a lenda e temê-la, isso não impede que ele deixe a cabana na mesma noite e vá acampar ali perto, na própria região assombrada, num daqueles rombos grotescos de roteiro que exigem um pouco de boa vontade para digerir. Claro, torna-se uma nova vítima do algo que está à solta por ali, e que a câmera prefere ainda não mostrar.

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É no dia seguinte que o massacre finalmente começa, quando um batalhão de mortos-vivos em uniformes nazistas, liderado pelo redivivo Coronel Herzog, cerca a cabana, em busca de um pequeno baú com as moedas de ouro roubadas pelos alemães ainda nos tempos da Segunda Guerra. No interior da cabana, os jovens fazem o que podem para resistir ao ataque dos zumbis, mas logo vêem-se forçados a partir para a guerra com o que encontrarem à frente: martelos, foices, machados e, claro, serra elétrica.

A partir de então, Dead Snow entra definitivamente no terreno do gore exagerado e engraçado, bem ao estilo Peter Jackson nos velhos (e bons) tempos. Esqueça o clima de mistério e horror que Wirkola tentou criar até então retrabalhando os clichês do gênero: no momento em que os zumbis nazistas entram em cena, a coisa parte para o vale-tudo e para a sangueira desatada, com doses cavalares de humor negro, mandando passear qualquer compromisso com a lógica ou com o realismo.

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Demonstrando uma bizarra fascinação pelos intestinos humanos (como Peter Jackson em Fome Animal), o diretor filmou várias cenas envolvendo tripas. Na melhor delas, que parece saída de um desenho animado estilo South Park, um dos personagens escapa de estatelar-se no fundo de um precipício ao se agarrar às tripas arrancadas do corpo de um dos zumbis!

Mas o cardápio de mutilações de Dead Snow oferece muito mais: cabeças rasgadas no meio, decepadas ou esmagadas, cérebros espalhados pelo chão, olhos perfurados de todas as formas imagináveis, esquartejamentos criativos, membros decepados com serra elétrica, tudo on-screen e poucas vezes apelando para a computação gráfica (ao contrário do que o veterano George A. Romero fez no recente Survival of the Dead, por exemplo).

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Para quem não aguentava mais ver aquele ridículo sangue em CGI jorrando de feridas produzidas por computador, o filme norueguês joga tudo na tela à moda antiga, e não poupa nenhum dos seus personagens de levar um banho de sangue, no sentido mais literal da palavra.

Tanto que quando o bobalhão Martin se transforma num herói panaca estilo Bruce Campbell, Wirkola aproveita para homenagear Evil Dead dando ao seu herói o mesmo destino de Ash na série de Sam Raimi – ou seja, jatos de sangue e gosma no rosto e até a obrigação de decepar um dos próprios membros com a serra elétrica!

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Numa entrevista ao site inglês Little White Lies, o diretor explicou seu objetivo ao citar Evil Dead e Fome Animal:

Eu diria que, na Noruega, oito de cada dez jovens de 16 anos nunca ouviram falar de ‘Evil Dead’ ou ‘Fome Animal’. Foi por isso que resolvemos colocar um cara com uma camiseta do ‘Fome Animal’. Tentamos mostrar aos jovens noruegueses que horror é mais do que ‘torture porn’ – ele pode ser tão divertido e excitante quanto. Essa era a nossa grande motivação. E agora eles, nos Estados Unidos, estão reinventando todas as antigas franquias. É raro você ver um filme de horror novo e original.

Já li pelo fóruns de discussão internet afora alguns comentários declarando que Wirkola é um diretor medíocre que não sabe nem onde colocar a câmera. Eis um aspecto em que eu discordo. Visualmente, Dead Snow é um deleite, com o contraste entre a paisagem predominantemente branca e o vermelho do sangue espalhado na neve. Também se destacam na brancura da fotografia outros fortes elementos em vermelho, como a cor do snow-mobile, da jaqueta de Hanna, da barraca do velho doido e até da bandeira nazista no uniforme dos mortos-vivos, criando algumas imagens muito bonitas. E vamos combinar que cenas como a dos mortos emergindo da neve já nascem antológicas!

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Mas um dos aspectos mais interessantes do filme de Wirkola é que seus personagens, embora óbvios clichês ambulantes do cinema de horror, estão plenamente conscientes das regras do seu universo. Tanto que quando os zumbis atacam, Erlend recomenda aos demais: Cuidado para não serem mordidos!. Pode parecer até meio estúpido e óbvio, mas eu nunca engoli o fato de que em qualquer filme de zumbi, até nos mais recentes, todos os personagens sempre demonstram-se completos ignorantes em relação às regras sobre mortos-vivos (atire na cabeça para matar, quem é mordido também vira zumbi, etc etc.).

Se pensarmos que estas mesmas regras foram repetidas infinitas vezes pelo cinema de horror nos últimos 40 anos (lembrem-se que A Noite dos Mortos-Vivos é de 1968), não dá para acreditar que personagens de filmes de horror não saibam matar zumbis nem conheçam as consequências de uma mordida deles… Mas é exatamente isso que acontece a cada nova produção do gênero (em que os personagens precisam redescobrir todas as regras), menos em Dead Snow, cujos jovens já sabem o que estão enfrentando e o que devem e não devem fazer.

Zumbis na Neve (2009)

Isso não quer dizer que o espectador deve levar a coisa muito a sério: afinal, o clima de brincadeira fica ainda mais evidente da metade para o final, quando os personagens mostram-se ainda mais imbecis do que pareciam (chegam a incendiar a cabana acidentalmente com um coquetel molotov!). E não tem como segurar o riso no momento em que um dos rapazes é mordido e seu amigo tenta consolá-lo:

Seu avô não era meio judeu? Então você não vai virar um deles, jamais iriam recrutar um judeu!.

Também há algumas brincadeiras quase imperceptíveis, como o fato de um dos personagens usar foice e martelo na retaliação às tropas de zumbis, numa clara alusão ao símbolo universal do comunismo existente na antiga bandeira da União Soviética – e caso você tenha matado muitas aulas de história, foram as tropas soviéticas que ajudaram a varrer os nazistas da Europa durante a Segunda Guerra Mundial.

Outro aspecto digno de menção honrosa é a forma como Wirkola entope a primeira metade do filme com clichês já vistos à exaustão no cinema de horror em geral (jovens isolados e sem celular, velho louco que conta a lenda local), mas da metade em diante passa a surpreender o espectador subvertendo toda e cada expectativa. Por exemplo, quem se dá bem com a gostosa do filme é o gordinho chato (!!!), o cara que parece ser o herói é um dos primeiros a morrer, a moça que parecia ser a mocinha tem um destino pra lá de estúpido, e por aí vai, numa série de surpresas muito bem-vindas nestes tempos em que o cara bota o olho no trailer de um filme e já sabe na hora como ele vai acabar.

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Mas não foi nada fácil filmar uma pequena produção sobre zumbis nazistas num país como a Noruega, que nem ao menos tinha um filme sobre zumbis antes de Dead Snow. Segundo Wirkola, a indústria de cinema independente no país é incipiente, pois 95% dos filmes noruegueses são produzidos pelo governo (hmmm, isso me lembra um certo maior país da América do Sul…). E é óbvio que o governo norueguês não demonstraria nenhum interesse em produzir um terror sangrento e meio trash sobre zumbis nazistas!

Nós não conseguimos recursos e tivemos que financiá-lo de forma privada. Nos últimos 10 anos, creio que só uns cinco filmes foram financiados de maneira particular no país, isso é muito raro“, lamentou o cineasta, na mesma entrevista ao site Little White Lies.

Tem até uma história engraçada dos bastidores: originalmente, Wirkola não iria filmar a cabana pegando fogo, justamente para economizar seu escasso dinheirinho para filmar outras cenas. Mas seus produtores exigiram o incêndio, alegando que isso daria um ar mais sofisticado e caro à película. Só que o que aconteceu foi o cúmulo do azar: a câmera deu problema justamente na hora de filmar esta cena, e uma cabana de 40 mil libras (cerca de R$ 107 mil) foi incendiada por nada! Restou ao pobre diretor filmar pelo menos as cinzas fumegantes quando a câmera foi finalmente consertada…

E é claro que o diretor também já sonhava com um futuro Dead Snow 2, onde pudesse  finalmente filmar todas as cenas estapafúrdias que foi obrigado a deixar de fora do original simplesmente por falta de recursos. “Será meu ‘Evil Dead 2′”, promete ele. Hmmm, a ideia de um norueguês maluco combatendo mais zumbis nazistas na neve e com uma serra elétrica implantada no lugar do braço não parece tão ruim…

No fim, pode-se até reclamar que faltam algumas explicações em Dead Snow (há quanto tempo Sara e sua família tinham aquela cabana e nunca foram molestados pelos zumbis nazistas, por exemplo?), e a própria situação secundária do ouro roubado que é cobiçado pelos mortos-vivos nunca é suficientemente desenvolvida, embora conduza a uma cena final hilária.

Mas isso não atrapalha o resultado geral da brincadeira, principalmente se o filme for visto com um grupo de amigos fãs do gênero – o que é garantia de risadas e muitas piadas durante os poucos mais de 80 ensanguentados minutos. Dá até para se perguntar porque ninguém teve essa ideia (de zumbis na neve) antes…

Claro que sempre surgirão aqueles mais críticos dizendo que Dead Snow não acrescenta nada ao gênero, que é uma mera chupinhação de Evil Dead e Fome Animal, que é sem graça, que bom mesmo é Zombieland e Survival of the Dead, etc etc etc.

Eu, por outro lado, certamente não posso me queixar das três horas de diversão (vi duas vezes) que Tommy Wirkola me proporcionou com este seu pequeno filme – diversão que não encontrei em outros celebrados filmes recentes, como o já citado Arraste-me Para o Inferno.

Por isso, eu repito aqui sem medo de ser injusto: Dead Snow é, sem sombra de dúvidas, o melhor filme norueguês sobre zumbis nazistas na neve de todos os tempos – mas, também, deve ser o único!

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Felipe M. Guerra

Felipe M. Guerra

Jornalista por profissão e Cineasta por paixão. Diretor da saga "Entrei em Pânico...", entre muitos outros. Escreve para o Blog Filmes para Doidos!

3 comentários em “Zumbis na Neve (2009)

  • 29/09/2014 em 13:51
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    Fico tentando achar coragem pra assistir esse filme, mas fico com aquela sensação de que deve ser uma bomba daquelas.

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  • 27/09/2014 em 16:39
    Permalink

    Eu fui uma daquelas pessoas que “torceram o nariz e não viram muita graça na coisa, taxando o filme de infame, sem-graça e idiota”. Mas admito que a história é interessante e os efeitos são bacanas, mas não curti muito a vibe do diretor.É igual ao senso de humor do Seth Rogen, algumas pessoas acham engraçado outras(eu) acho insuportável.

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