Críticas

O Colecionador de Crucifixos (2014)

É um vídeo independente nacional de horror, com uma interessante história de fantasmas, numa atmosfera sinistra de pesadelos e assombrações!

O Colecionador de Crucifixos (2014)

O Colecionador de Crucifixos
Original:O Colecionador de Crucifixos
Ano:2014•País:Brasil
Direção:Alexandre Ribeiro, Marcos T. R. Almeida
Roteiro:Alexandre Ribeiro
Produção:Lua Cheia e Corvo Produções
Elenco:Michel VN, Marcos T. R. Almeida, Márcia Serente Freires, Aline Santos

“De todos os objetos criados no mundo, um dos mais usados e nunca mais esquecidos, é a Cruz! Ao adquirir esses objetos, descobrimos que nem tudo que temos realmente nos pertence. Mesmo tendo torturado o Salvador até a morte, já se passado mais de 2000 anos de existência, carrega em si um peso para o resto da existência humana. Por esse e outros motivos, sou um colecionador de crucifixos…”

Thomas (Michel VN) é um rapaz de poucos amigos e tem como hábito colecionar crucifixos, que ficam pendurados na parede de seu quarto. Depois de uma visita ao cemitério onde está enterrada a antiga namorada de seu amigo Gustavo (Marcos T. R. Almeida), ele discretamente se apossa de um crucifixo que enfeitava um túmulo. Porém, ele não imaginaria o transtorno que essa atitude traria para sua vida, causando-lhe pesadelos e situações bizarras atormentando sua casa, onde morava com a irmã Adriana (Márcia Serente Freires). Além de um mistério envolvendo uma nova amiga que conheceu num bar, Helena Fernanda Tiossi (Aline Santos), e uma estranha relação com o crucifixo roubado do cemitério.

O Colecionador de Crucifixos é um vídeo independente nacional de horror, com uma interessante história de fantasmas, numa atmosfera sinistra de pesadelos e assombrações. Vale conhecer pelo idealismo na produção dos envolvidos no projeto, mas é inevitável reconhecer algumas falhas típicas de um trabalho caseiro e desprovido de recursos mais técnicos e profissionais, como a deficiência na captação do som, dificultando o entendimento dos diálogos em alguns momentos. E o filme funcionaria melhor com uma redução na metragem para algo em torno de vinte e cinco minutos. Alguns pequenos cortes poderiam resultar numa dinâmica maior, aumentando o interesse pela história.

Como destaque, vale citar um momento onírico perturbador com um espectro feminino enfatizando o tormento representado pelo crucifixo roubado, com um eficiente clima sombrio de pesadelo e desconforto para o espectador.

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