Reanimator – A Hora dos Mortos-Vivos (1985)

"A Morte é só o começo!"
“A Morte é só o começo!”
Reanimator - A Hora dos Mortos-Vivos
Original:Re-Animator
Ano:1985•País:EUA
Direção:Stuart Gordon
Roteiro:H.P. Lovecraft, Dennis Paoli, William Norris, Stuart Gordon
Produção:Brian Yuzna
Elenco:Jeffrey Combs, Bruce Abbott, Barbara Crampton, David Gale, Robert Sampson, Gerry Black, Carolyn Purdy-Gordon, Peter Kent, Barbara Pieters, Ian Patrick Williams, Bunny Summers

Quando começar a melhor cena de Reanimator – uma cabeça decepada fazendo sexo oral em uma garota indefesa, amarrada a uma mesa de autópsia -, o espectador já terá visto 1h20min com dedos arrancados a dentadas, olhos explodindo, cabeça sendo cortada com uma pá, crânios abertos para extração do cérebro, tórax atravessado por serra de osso, gato esmagado e partido pela metade, entre outras barbaridades. E ainda terá pela frente 20 dos mais violentos minutos que o cinema de horror já mostrou!

Lançado no Brasil nos anos 80, pela extinta VTI, com o título A Hora dos Mortos-Vivos, Reanimator é mais um dos clássicos absolutos dos anos 80, um verdadeiro “cinco caveiras” que continua imbatível até hoje – embora muitos filmes mais violentos e escatológicos, como Fome Animal, de Peter Jackson, já tenham sido feitos.

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Por sinal, ao trocar o horror sugerido e implícito pelo máximo de sangreira e violência possível, Reanimator praticamente iniciou um subgênero dentro dos filmes de horror: aquele terror exagerado e escrachado, onde o excesso de sangue e mutilações faz com que o espectador mais ria do que se assuste (A Volta dos Mortos-vivos, Frankenhooker e o próprio Fome Animal são outros representantes desta filão; para os desavisados, são considerados simplesmente “filmes trash“, quando esta expressão certamente não faz justiça a produções de boa qualidade como Reanimator.

Com o terceiro filme da série (Reanimator – Fase Terminal, de Brian Yuzna) sendo lançado  no Brasil, nada mais justo do que render esta pequena homenagem a esta pérola que marcou de forma definitiva a minha infância e até hoje é um dos meus filmes preferidos, daqueles que a gente assiste dezenas de vezes, sabe os diálogos de cor e mesmo assim continua adorando. Revendo Reanimator, aliás, fico com pena desta garotada de hoje em dia, que está começando a assistir filmes de terror através de filmes convencionais e de poucas novidades, como a série Pânico e seus inúmeros subprodutos, de Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado ao super podre Lenda Urbana. Já quem cresceu em meio aos anos 80 podia contar com preciosidades como este Reanimator.

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Certamente não foi o filme que eu mais vi na vida, mas chega bem perto. Reanimator é um dos meus cult movies preferidos e posso dizer sem medo de errar que não se fazem mais filmes assim hoje em dia, tanto em matéria de contar uma história quanto em juntar horror com o mais negro e escatológico dos humores.

Inspirado (muito vagamente) em um conto do mestre do horror H.P. Lovecraft (que jamais foi adaptado decentemente para os cinemas), Reanimator é uma pequena obra-prima dos filmes B produzida pela falida Empire, dos irmãos Charles e Albert Band, responsáveis por outras preciosidades de baixo orçamento.

Conta a história de um jovem médico, o sinistro Herbert West (interpretado por Jeffrey Combs, que hoje se contenta a pequenas participações em filmes como Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado e A Casa da Colina). Ele cria uma fórmula química para trazer cadáveres de volta à vida. Trata-se de um líquido verde fluorescente, o tal “Reanimator” do título.

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O filme tem um início marcante numa universidade da Suíça, onde policiais arrombam a porta de uma sala e encontram West com uma seringa vazia, abaixado sobre o corpo sacolejante de um velho e respeitado professor e pesquisador, o dr. Gruber. O jovem é imediatamente afastado do corpo, que se levanta para, entre espasmos, mostrar de cara do que o filme será feito: seu rosto todo se dilata enquanto os olhos incham e explodem, fazendo jorrar um rio de sangue sobre uma professora próxima. Ela olha assustada para West, quando o corpo de Gruber cai sem vida, e acusa: “Você o matou!“. Ele fica revoltado: “Não matei! Eu lhe dei a vida!“.

E começam os brilhantes créditos iniciais, com a excelente música-tema de Richard Band (meio chupada de Psicose, mas ainda assim marcante, daquelas que você acaba o filme cantarolando ou assobiando). Os créditos são entremeados por coloridas imagens daqueles antigos livros de anatomia, que dão um ar ainda mais bem-humorado à produção. E o nome do filme aparece no mesmo tom verde-fluorescente do líquidos criado por Herbert West! Pequenos detalhes que valorizam uma verdadeira obra-prima!

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Logo, a história pula da Suíça para a Faculdade de Medicina de Miskatonic, em Arkham, no Estado americano de Massachussetts. Ali somos apresentados ao outro “herói” da história, o estudante de medicina Dan Cain (Bruce Abbot, uma promessa de galã que não se concretizou). Logo ficamos sabendo que Cain não se conforma com a morte, pois ele está desesperadamente tentando reanimar uma paciente mesmo com a professora dizendo que ela já está morta e que não adianta fazer mais nada por ela.

Logo, West aparece “transferido” para a mesma faculdade onde estuda o jovem e ingênuo Cain. Enquanto o cientista entra em atrito com o professor mais influente da universidade, o infame dr. Carl Hill (o sinistro David Gale, falecido em 1991), a quem acusa de roubar todas as ideias do dr. Gruber, Cain continua seu trabalho no necrotério da universidade enquanto namora a doce filha do reitor da faculdade, Allan Halsey, Megan (a linda Barbara Crampton, que aparece peladinha na melhor cena do filme). Quando ele aceita dividir o dormitório com West, sua vida vira de pernas para o ar.

A relação de Herbert com o dr. Hill segue progressivamente mais violenta. Depois de uma calorosa discussão entre os dois sobre a possibilidade de manter a vida no cérebro, o professor resolve reprovar West imediatamente, ao mesmo tempo em que se prepara para um jantar em sua homenagem pela criação de uma revolucionária “broca cirúrgica a laser“.

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Certo dia, vasculhando as coisas do misterioso colega de quarto, Cain descobre que West matou seu gato. Na mesma noite, horríveis miados acordam o jovem. Ele desce ao porão e descobre seu bichinho de estimação reanimado, mas furioso e atacando West. Logo Cain percebe duas coisas: o “Reanimator” realmente funciona, mas também é uma fórmula perigosa se não for usada corretamente. Ambos ficam fascinados com a possibilidade de ela funcionar em seres vivos.

Enquanto West bola uma forma de ter acesso a um cadáver fresco para pesquisar os efeitos do seu soro, Cain conta o episódio da ressurreição do gato ao reitor Halsey (interpretado por Robert Sampson, que interpretou um xerife em Pavor na Cidade dos Zumbis, de Lucio Fulci). Este fica revoltado com as experiências da dupla e não hesita em expulsar ambos da universidade.

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Naquela noite, entretanto, Cain e West irão entrar de penetras no necrotério da faculdade para testar a fórmula em um “cadáver fresco“. Eles logo perceberão que o “Reanimator” realmente funciona, mas traz os mortos de volta à vida como zumbis vingativos, e a situação foge ao controle de ambos.

A partir daí, a história vira um festival de sangreira. Reanimator tem tantas cenas clássicas e bacanas que é até difícil enumerar. Mas o melhor do filme, sem sombra de dúvida, é quando o invejoso dr. Hill descobre as propriedades da fórmula de West e tenta apropriar-se dela. O jovem cientista, que não é bobo nem nada, ataca o dr. Hill com uma pá, dando violentos golpes no pescoço do rival até decepar sua cabeça. Mas não resiste à tentação de testar seu soro em “partes“, e acaba trazendo à vida o dr. Hill, agora transformado em um dos vilões mais legais que o cinema já mostrou: um corpo que carrega a cabeça decepada em uma bacia cheia de sangue!

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É ao dr. Hill que Reanimator deve seus melhores momentos, inclusive a já clássica cena do “estupro“, tão grotesca que se torna inesquecível e é citada até mesmo no vencedor do Oscar Beleza Americana: o corpo decepado do vilão, ajudado por um batalhão de zumbis, amarra a indefesa Megan a uma mesa de cirurgia e tira toda a sua roupa para uma rápida sessão de sexo oral entra a menina e a cabeça decepada do vilão, enquanto o restante do corpo fica acariciando os seios da menina!

Trata-se de um momento ao mesmo tempo grotesco, ultrajante e muito engraçado. Inclusive diz a lenda que esta cena acabou com o casamento do ator David Gale: ele levou a noiva para assistir à primeira edição do filme com o restante do elenco, antes do lançamento nos cinemas. Ao ver o insano relacionamento entre a cabeça decepada e a menina indefesa, a noiva do ator teria levantado da poltrona e gritado: “David! Como você pôde?“, saindo em seguida do local para nunca mais perdoar o ator!

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Para quem acha que Reanimator é sangreira pela sangreira, fica o esclarecimento: o filme se desenvolve de forma criativa, com uma história que prende a atenção e inicialmente poupa o espectador da violência, apresentando algumas cenas mais fortes esporadicamente – a mais marcante é a experiência fracassada de Cain e West com o primeiro cadáver reanimado. Depois mantém o suspense e o bom humor por mais um tempo, quando entra em cena a cabeça reanimada do dr. Hill. Mas o filme encerra com uma verdadeira carnificina envolvendo um exército de mortos-vivos e os poucos humanos sobreviventes. Poucas vezes – com exceção do final de Fome Animal, lógico – viu-se tanto sangue e violência na tela.

O trabalho do diretor Stuart Gordon na criação do suspense é excelente: ele sabe separar as cenas sérias e pesadas daquelas repletas do humor negríssimo do filme, criando uma verdadeira pérola do cinema de horror. Que, como se não bastasse, termina com um belo final surpresa. O mais incrível de tudo isso é que Gordon não tinha nenhuma ideia de como fazer o filme, já que este é justamente o seu primeiro! Em entrevistas, ele confessou ter se inspirado nos filmes Quadrilha de Sádicos e A Hora do Pesadelo, de Wes Craven, e na trilogia dos zumbis de George A. Romero para criar o clima de Reanimator. Certamente, conseguiu juntar o melhor dos cinco filmes em que se inspirou a algumas boas ideias suas, compondo uma obra original e inesquecível.

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Ver Reanimator pela primeira vez é sempre uma ótima experiência. O quê??? Você não viu esse filme ainda, menino? Pois corra!. Como eu escrevi anteriormente, ele foi lançado no Brasil como A Hora dos Mortos-Vivos em VHS pela extinta VTI, porque na época os títulos de filmes de horror com “Hora” estavam em alta. É só lembrar de A Hora do Espanto, A Hora do Pesadelo, A Hora do Calafrio, A Hora da Brutalidade e até algumas versões nacionais que nada tinham a ver com o original, como A Hora da Zona Morta para Dead Zone e A Hora do Lobisomem para Silver Bullet (Bala de Prata).

A fita da VTI já é peça de colecionador, e nos Estados Unidos existe um respeitado lançamento da obra em DVD que reúne mais de 20 cenas inéditas, incluindo uma amalucada sequência de sonho (homenagem direta de Gordon a Wes Craven) onde Barbara Crampton aparece totalmente nua mais uma vez!

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Reanimator teve uma primeira continuação fraquinha, A Noiva do Reanimator, de Brian Yuzna (produtor do filme original), assumindo o tom de comédia e sem qualquer pretensão de seriedade. Nesta sequência, o festival de barbaridades é ainda maior. Em certo momento, West cria uma espécie de aranha reanimando dedos humanos com um olho preso em cima. Mas falta o clima de suspense e mistério que Stuart Gordon conseguiu dar a esta sua obra-prima. O diretor depois se perderia em filmes mais convencionais, como a aventura A Fortaleza com Christopher Lambert, e hoje está praticamente desaparecido, tendo lançado há alguns anos o elogiado Dagon, também inspirado em obra de H. P. Lovecraft.

Quanto a Reanimator: Fase Terminal, ele acumula críticas negativas e positivas, mas certamente deve ficar longe do charme do primeiro filme – até porque não tem o dr. Hill como vilão, já que o intérprete faleceu há 10 anos. O vilão de cabeça decepada ficou tão marcado como elemento principal de Reanimator que ele estampa o cartaz do filme ao lado de West, com a divertida frase: “Herbert West tem uma boa cabeça sobre seus ombros… e outra numa bandeja sobre a sua mesa.

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Claro que como toda produção de baixo orçamento, Reanimator não escapa de alguns erros grosseiros. Na cena em que o reitor Halsey é atacado pelo zumbi reanimado por Cain e West, três dedos da sua mão são decepados a dentadas pelo morto-vivo. Na cena seguinte, quando Halsey está caído morto no chão, sua mão aparece e os dedos estão intactos! Outra cena em que percebe-se claramente o deslize da equipe técnica é aquela em que West atravessa um zumbi com uma serra de ossos. É possível notar perfeitamente que há um peito “falso” sobre o verdadeiro peito do ator que interpreta o zumbi, bem mais “encorpado” do que nas outras cenas. Mas isso não desmerece o filme, em absoluto.

Como curiosidade, Stuart Gordon uniu-se a Jeffrey Combs e Barbara Crampton em outra adaptação de Lovecraft, Do Além (From Beyond), onde novamente brinca com o estômago do espectador ao apresentar algumas das mais nojentas cenas que o cinema de horror já mostrou. O filme é muito bom e merece ser visto, tendo inclusive a participação de Ken Foree, do clássico Dawn of the Dead, de Romero.

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Um último aviso: se você viu Reanimator na televisão, em uma das várias vezes que a Bandeirantes o exibiu (inclusive à tarde, no extinto Cine Trash!), lamento informar que você simplesmente não viu o filme. A Band exibia a versão censurada para a TV do filme, que apesar de severos cortes na maioria das cenas de violência e perversão (inclusive a de sexo oral), é oito minutos mais longa que a versão sem censura!!! Como se explica isso? É óbvio: como John Carpenter fez com Halloween para exibição na TV, Gordon compensou os cortes nas cenas gore incrementando o filme com muitos diálogos que não constaram na edição final de Reanimator.

O Reanimator exibido na TV não tinha a maioria das cenas de violência. O espectador não via, por exemplo, West atravessar um zumbi com a serra de osso (apenas ele se aproximando do zumbi, corte, e aparecia o zumbi caído no chão). Com a censura, o massacre do final do filme ficou com menos de três minutos, sendo que todos os closes na cabeça decepada do dr. Hill foram cortados (e dos outros zumbis também; eles mal aparecem no filme, tal a quantidade de cortes).

Entretanto, os diálogos inéditos fazem da versão televisiva do filme uma obra mais rica e completa, que merece constar na coleção de todos os fãs. Existe uma cena em especial que eu gosto muito: o dr. Hill e o reitor Halsey estão jantando e o vilão “hipnotiza” o amigo para que ele impeça sua filha de namorar Cain. Isso porque o dr. Hill é verdadeiramente obcecado por Megan, como espectador só ficará sabendo mais tarde, na versão original do filme. Outras cenas estendidas mostram Cain e West conversando sobre os benefícios da fórmula de reanimação de cadáveres e um diálogo mais longo entre West e o dr. Hill antes de este ter sua cabeça decepada; na conversa, o vilão sugere a West que “desapareça” com Cain e assuma o posto de assistente de Hill quando ele ficar famoso após roubar a fórmula do cientista. Todas estas cenas estão na versão lançada em DVD nos EUA. Quando poderemos vê-las com legendas em português, só Deus sabe!

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Curiosidades

– O expert em efeitos especiais John Carl Buechler (que dirigiu Sexta-feira 13 Parte 7) trabalhou em Reanimator mas não foi creditado.

– O ator Robert Sampson gostou tanto da sua maquiagem de zumbi que em várias oportunidades, no intervalo das filmagens, ele saiu do estúdio maquiado para ir a lojas de conveniência assustar os clientes e funcionários

– Durante o processo de concepção do filme, Stuart Gordon estudou detalhadamente o funcionamento de necrotérios e o processo de autópsia de cadáveres.

– O ator que interpreta o primeiro zumbi ressuscitado por Cain e West no necrotério é Peter Kent, conhecido por ser dublê de Arnold Schwarzenegger nos filmes O Exterminador do Futuro, Comando para Matar e O Predador, entre muitos outros.

– Na cena em que Megan espera pelo seu pai e Cain nos corredores do hospital, há um homem com o queixo enfaixado sentado ao seu lado. O diretor James Cameron (de Titanic e O Exterminador do Futuro) revelou em entrevistas que trata-se de uma participação não-creditada do seu pai!

– Inicialmente, Reanimator havia sido desenvolvido como projeto para 13 episódios de meia hora para um canal de TV a cabo; depois, os produtores resolveram cortar custos e fazer da minissérie um filme. Eu não me importaria se Reanimator fosse uma minissérie…

– O diretor Gordon é um grande fã da versão censurada do seu filme por causa das várias cenas não-violentas, que tornaram a história mais rica em diálogos e clima.

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Felipe M. Guerra

Felipe M. Guerra

Jornalista por profissão e Cineasta por paixão. Diretor da saga "Entrei em Pânico...", entre muitos outros. Escreve para o Blog Filmes para Doidos!

6 comentários em “Reanimator – A Hora dos Mortos-Vivos (1985)

  • 11/09/2017 em 10:25
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    Quando vi esse filme na minha infância em 1992 passou Na Band Nossa Achei Legal me prendeu na Poltrona apenas pelo titulo Terror mas vejo hoje pra mim vejo como um Trash Caça Niqueis A Moral Um Doutor Nerd (Que parece esses FDP que postam no Facebook que esta na Faculdade e é melhor que todo mundo ninguém presta só ele) nossa ele mata o Gato Do Cara e o cara fica amigo dele e a cena que a Mulher é chupada por uma cabeça decepada é bem coisa de Brian Yuzna não duvido que 90% dos imbecis não tenham se excitado com isso por fim o Final nada demais Prefiro Mil Vezes A Volta Dos Mortos vivos que Misturou o Terror com Comedia e Diversão e com Ideias Básicas e Geniais que quando Termina o Filme a Gente fala ba que pena Acabou!!!

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  • 16/08/2017 em 04:13
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    Em todos os corpos que o cara testou ficaram agressivos,então ele testa num corpo e numa cabeça separados eo corpo revive com consciencia e consegue controlar outros corpos com uma simples lobotomia.O filme é bom até 1h30min,depois vira um filme de sangue e zumbis,não é a toa que tem rótulo de trash.

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  • 27/09/2016 em 14:47
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    Adoro esse filme! Aliás, este e “Do Além”, como vc citou, são realmente excelentes. Dica: a atriz Barbara Crampton está no filme “Ainda Estamos Aqui” (We Are Still Here). Tem na Netflix. Poderia ter uma resenha qualquer dia! Abraços!

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  • 06/01/2016 em 12:25
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    Um filme excelente.
    Está disponível em DVD pela Versátil.
    Um clássico gore.

    10.0

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  • 11/10/2015 em 03:04
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    Se esse foi cortado n cine trash. Fome animal tbm tve cortes?

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  • 28/03/2015 em 20:01
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    Este é outro filme que assisti várias vezes, a atriz do filme é realmente bonita, outro clássico da década de 80.

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