Críticas

Pernicious (2014)

Pernicious promove o que a tradução do título sugere: traz grandes estragos para os que arriscarem conferi-lo!

Pernicious (2015) (2)

Pernicious
Original:Pernicious
Ano:2014•País:EUA, Tailândia
Direção:James Cullen Bressack
Roteiro:James Cullen Bressack, Taryn Hillin
Produção:Daemon Hillin, Kulthep Narula, Rachvin Narula
Elenco:Ciara Hanna, Emily O'Brien, Jackie Moore, Russell Geoffrey Banks, Byron Gibson, Jack Prinya, Jared Cohn, Sara Malakul Lane

Pernicious pode ser definido como um legítimo representante do “torture porn“. Não apenas por algumas cenas de tortura – completamente deslocadas – que consomem uma parte nonsense do filme de James Cullen Bressack, mas pelas protagonistas, aparentemente fugidas de algum soft porn. Sempre com shortinhos curtos, ou até menos que isso embora não haja nudez, elas estão sempre maquiadas e com atuações que remetem o público masculino a outros gêneros – pensei até que estivesse vendo um filme da extensa franquia Witchcraft. Grande parte do que se espera dessa produção já perde força quando você não encontra motivos plausíveis para as garotas estarem ali, que não seja explorar a eficiência de uma massagem tailandesa e cutucar a imaginação do espectador.

Viagem à Tailândia se transforma em pesadelo.

As três garotas – Alex (Ciara Hanna, de Blood Lake: Attack of the Killer Lampreys, 2014), Julia (Emily O’Brien, de Séance, 2006) e Rachel (Jackie Moore, de Círculo de Monstros, 2013) – estão a passeio (na verdade, para ajudar crianças necessitadas, mas isso não faz a menor diferença) na Tailândia, terra de mulheres bonitas e filmes de terror assustadores. No casarão, onde irão ficar para beber e transar, há um local denominado “casa dos espíritos“, além de uma curiosa estátua de ouro de uma criança. Assim, que saem para curtir e arrastam os caras mais feios do local para transar, algo acontece (dizem que deixaram a estátua enciumada) e, na cena seguinte, elas torturam os rapazes, arrancando os olhos, a língua, cortando dedos e a garganta deles. Sem lembrar o que aconteceu, elas começam a ver uma criança em todos os lugares, e esta as conduz até uma bruxa da região, que traz mais detalhes da maldição envolvendo a criança-estátua.

Mais alguns sustinhos, destes que já foram mostrados à exaustão em O Grito, como o do fantasma no cobertor ou atrás do travesseiro, elas decidem agir, pedindo auxílio a um senhor que mora ao lado, alguém que tem relação direta com a estátua e pode ajudar a resolver o problema. A solução poderia estar num amuleto de proteção, já que uma vez liberta, a menina fantasma não terá mais sossego até conseguir se vingar de qualquer pessoa que a encontre pelo caminho.

Repleto de clichês, mal dirigido (o cara comandou 13/13/13, o que podia esperar disso?) e com péssimas atuações, Pernicious promove o que a tradução do título sugere: traz grandes estragos para os que arriscarem conferi-lo.

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4 Comentários

  1. felipe

    filme tosko d+

  2. Thiago Rios

    filme bom mas muito nogentinho o modo como elas torturam os homens

  3. eu gostei do filme, alem das partes sangrentas achei o filme bacana , não achei ruim como dizem ai nao…há filmes piores…

  4. quantos estragos esse Pernicioso filme pode causar a quem for assisti-lo?!? eu que não vou pagar pra ver!!

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