Críticas

Colheita Maldita 2: O Sacrifício Final (1993)

Até começa bem, mas em menos de meia hora perde completamente o interesse e ainda termina com uma conclusão místico-baboseira ridícula!

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Colheita Maldita 2: O Sacrifício Final
Original:Children of the Corn II: The Final Sacrifice
Ano:1993•País:EUA
Direção:David Price
Roteiro:Stephen King, A L Katz
Produção:David G. Stanley, Scott A. Stone
Elenco:Terence Knox, Paul Scherrer, Ryan Bollman, Christie Clark, Rosalind Allen, Ed Grady, Joe Inscoe, Robert C. Treveiler

Adaptar obras de Stephen King era moda – e sinônimo de lucro fácil – entre o final dos anos 80 e início dos 90. Pequenos estúdios, diretores amadores e roteiristas iniciantes passaram a correr feito loucos atrás de histórias do autor ainda não adaptadas para o cinema, contos curtos e obscuros ou qualquer pedaço de papel com a assinatura de King que tivesse mais de três frases. Isso porque a “grife Stephen King” era um jeito excelente de lançar diretores e roteiristas desconhecidos no mundo cinematográfico – e, no processo, faturando grana em cima dos fãs trouxas do escritor. Foi nesta época que saíram as produções mais vergonhosas levando o nome do autor, normalmente feitas com um mínimo de recursos e dinheiro, como Sonâmbulos (o único com envolvimento direto de King), O Cemitério Maldito 2, A Criatura do Cemitério, The Mangler, O Passageiro do Futuro (que só pegou o título, e mais nada, de um conto do escritor), e, finalmente A Colheita Maldita 2 – Os Filhos do Mal.

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Esta primeira continuação do filme de Frietz Kiersch foi feita praticamente 10 anos após o original, em 1993 – isso que foi filmada em 1991, mas o estúdio enfrentou problemas com direitos e só conseguiu mandar a obra para os cinemas dois anos depois. Trata-se de uma sequência completamente dispensável e que parece ter sido feita só para faturar. Tanto que, nos créditos iniciais, aparece em letras garrafais: “Baseado num conto de Stephen King“, quando, na verdade, o roteiro não tem nada a ver com a história “As Crianças do Milharal“, que deu origem ao primeiro A Colheita Maldita. Ou seja, é uma propaganda totalmente enganosa. E a mesma frase também está em destaque no cartaz. Na época do lançamento, o escritor chegou a dar entrevistas dizendo não ter nada a ver com as sequências dos filmes baseados em seus contos, como esta e também Cemitério Maldito 2. Pior é que todo filme da franquia lançado posteriormente continuou usando o “Baseado num conto de Stephen King” nos créditos, sem qualquer vergonha na cara!

Foi a partir do sucesso deste segundo filme (custou 900 mil e rendeu US$ 7 milhões!) que surgiu a interminável série A Colheita Maldita, que partiria depois para histórias independentes, escritas por roteiristas amadores para diretores iniciantes. Ironicamente, o roteiro deste segundo filme até tenta forçar uma relação com o original. Mas, diferente do primeiro, abandona o clima de suspense e mistério e se entrega naturalmente ao exagero, tanto nos efeitos especiais quanto nas mortes sangrentas. Se no primeiro filme a trama básica era sobre uma seita de crianças que assassinavam os adultos, aqui o roteiro dá mais destaque ao demônio que vive em meio às plantações de milho, chamado “Aquele que Anda por Trás do Milharal“, e que é adorado pela seita infantil.

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A trama começa alguns dias após o final do primeiro filme, mesmo que o clima anos 80 (roupas, cabelos, veículos) do original tenha sido definitivamente abandonado – é como se a moda tivesse avançado 10 anos em 10 dias!!! Seguindo indicações de “um casal em férias” (certamente Burt e Vicky, os heróis do primeiro filme), a polícia estadual chega à agora cidade-fantasma de Gatlin e encontra os cadáveres em decomposição de todos os adultos mortos no original. Os corpos são mostrados em takes rápidos, iluminados por fachos de lanternas, o que soa como chupação do início de O Massacre da Serra Elétrica. Já as crianças assassinas, que se redimiram no final do outro filme após um sermão de cinco minutos feito por Burt (lembra?), foram todas reunidas e enviadas por assistentes sociais para a cidade vizinha, Hemingford (que é citada de leve no filme original).

Jornalistas de todas as partes do país chegam a Gatlin para fazer a cobertura do massacre. Mas quando tentam entrevistar as “crianças do milharal“, escutam apenas uma frase indecifrável: “Eu vi o milho“. A caminho da cidadezinha também está o repórter John Garrett (Terence Knox, astro de filmes classe B como O Defensor Humanoide e Do Sussurro ao Grito). Se antigamente ele era um jornalista conceituado, que escrevia para a Newsweek, hoje Garrett paga mico no jornal sensacionalista World Enquirer, escrevendo reportagens como aquela que acusa o ex-presidente americano John Kennedy de ter mantido um caso com o ator Rock Hudson. Por isso, é uma piada entre seus colegas de trabalho. Garrett vai a Gatlin em busca da reportagem que pode levá-lo de volta aos velhos tempos, acompanhado pelo seu filho rebelde, Danny (Paul Scherrer). Ambos não se bicam desde o divórcio de John e sua esposa, e a convivência entre eles não é nada pacífica.

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Enquanto os Garrett chegam a Gatlin, a van de uma emissora de TV rival acaba se perdendo no milharal. Ali, começa o festival de exagero do filme, mostrando desde o início que não é para levar a história muito a sério. Ao som de uma canção “satânica” de Daniel Licht, que chega a lembrar os acordes de “Ave Satani” (composta por Jerry Goldsmith para a série A Profecia), inicia uma tempestade e uma forte ventania, provocada, provavelmente, por “Aquele que Anda por Trás do Milharal“. Um dos repórteres é empurrado para dentro da plantação e primeiro toma choques no rosto (milho elétrico!!!), na forma de uns ridículos raios azulados; depois, tem o pescoço cortado por um pé de milho (milho cortante!!!). Seu colega tem destino pior: ele tenta entrar na van para fugir dali e é alvejado por um pé de milho que voa da plantação em alta velocidade, como se fosse uma lança (juro que é verdade!!!!!!!), atravessando o pára-brisa e indo se cravar bem na jugular do infeliz, fazendo jorrar um rio de sangue. Bom, pelo menos não se pode acusar os roteiristas de A Colheita Maldita 2 de falta de criatividade… Milho voador? Milho elétrico? Caramba!

Já em Gatlin, Garrett conhece a solteirona gostosinha Angela (interpretada pela bonita Rosalind Allen, que era uma estrelinha de filmes baratos da época, como O Destino de Tyler e Pinóquio – O Perverso). Ela convence os Garrett a ficarem em sua pousada em Hemingford. A própria Angela resolveu adotar um dos jovens de Gatlin, chamado Micah (Ryan Bollman), que está sempre vestido de preto e fazendo uma risível cara de malvado – transformando o filme, definitivamente, em comédia. Logo na primeira noite em Hemingford, Micah vai passear no milharal e é atacado por “Aquele que Anda por Trás do Milharal” (novamente representado na forma de um montinho de terra que se levanta e corre, como se houvesse uma toupeira gigante cavando um túnel em alta velocidade, sem nunca representar o verdadeiro visual do espírito). O garoto acaba sendo possuído pelo demônio do milho e reiniciando o culto satânico, como se fosse um clone de Isaac, o pregador-mirim do filme original.

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Paralelamente, John continua suas investigações sobre o massacre de Gatlin, enquanto o filho Danny fica sozinho em Hemingford e acaba se apaixonando pela bela Lacey (a “vai-ser-gostosa-assim-lá-em-casaChristie Clark, que infelizmente não aparece pelada, mas com umas roupinhas de tamanho irrisório). Graças ao ódio que nutre pelo pai, o garoto logo será influenciado pelo maléfico Micah e passará a também integrar a seita de adoradores do milharal, que inicia uma nova onda de matança de adultos, desta vez em Hemingford.

E assim o filme se desenvolve, cada vez mais exagerado. Ao invés de fazer uma matança sistemática dos adultos, como aquela vista no primeiro filme, agora a criançada resolve matar um por vez, começando pelos seus desafetos. E milagrosamente, apesar dessas pessoas morrerem de forma violenta e bizarra, e das crianças estarem sempre presentes nos locais dos crimes, a polícia burra nem desconfia da ligação entre os garotos e os assassinatos!!! Para piorar, nada de foices ou facas: os garotos agora usam poderes sobrenaturais para matar suas vítimas. Uma delas morre esmagada pela própria casa (juro!!!); outro está na igreja quando Micah entra com um bonequinho vodu e faz o infeliz sangrar pelo nariz até a morte. É a cena mais nojenta, com o pobre coitado se debatendo enquanto o sangue jorra sobre as outras pessoas na igreja e sobre o próprio padre. E em outra morte, já apelando para o humor negro, as crianças usam um controle-remoto para conduzir a cadeira-de-rodas eletrônica de uma velha, fazendo-a ser atingida por um caminhão e voar bem no meio de um bingo da terceira idade!

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Infelizmente, o roteiro não se justifica. Se a garotada tem todos estes poderes, por que não mata logo a cidade inteira de uma vez, varrendo-a com a fúria do apocalipse ou coisa que o valha? E por que algumas vítimas são mortas de forma convencional, com facadas e fogo, se o tal do Micah podia facilmente fazer um bonequinho vodu para cada um e matá-los à distância, sem qualquer dificuldade? Pior ainda: se “Aquele que Anda por Trás do Milharal” é tão poderoso e perigoso, capaz de desencadear tempestades, eletrocutar pessoas e disparar milho como se fosse flechas, por que ele mesmo não mata todos os adultos da cidade, ao invés de mandar as crianças em seu lugar? Olha só que fácil: bastaria o monstrão disparar contra a cidade várias daquelas lanças em forma de pé de milho vistas no início do filme, e pronto! Outra coisa que não dá para engolir é o fato de a criançada praticamente implorar para ser presa, mas o xerife não enxergar sua culpa! Na morte da igreja, por exemplo, Micah não só fica cutucando o bonequinho vodu no meio de todo mundo, como ainda sai da igreja e deixa o boneco lá mesmo, aos olhos de algumas testemunhas. Sendo assim, não era mais fácil entrar direto e cortar a jugular da vítima? Continuando dentro deste raciocínio, como é que ninguém desconfia do fato da garotada se encontrar no milharal todas as madrugadas? Detalhe: eles nem se preocupam em esconder o fato, já que fazem grandes fogueiras no meio do milho para realizarem suas reuniões. Não tem como engolir…

Mas a pior coisa de A Colheita Maldita 2 é quando entra na trama um velho índio chamado “Urso Vermelho” (Ned Romero), que tenta ajudar John nas suas investigações. Ele começa com um papo ecológico de preservação da natureza e ambos terminam descobrindo uma conspiração engendrada pelos moradores de Hemingford, que estariam estocando milho mofado de um ano atrás para vender no meio da colheita mais recente. O que isso tem a ver com o argumento desta sequência? Boa pergunta!!! Pois o tal milho, diz o índio, teria gerado uma substância tóxica, a aflotoxina, capaz de gerar alucinações nas pessoas, principalmente nas crianças. Será que com isso os roteiristas queriam dizer que as crianças do milharal, na verdade, estavam afetadas pela tal substância e por isso agiam daquela forma? Ora, isso até faria sentido se “Aquele que Anda por Trás do Milharal” fosse também uma alucinação, mas como o bicho existe em carne e osso, cai por terra a teoria do índio – e por isso não consigo imaginar qual a utilidade desta subtrama dentro da história!!!

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Terence Knox também mereceria um prêmio por representar o repórter mais incompetente da história do cinema. Além de andar à toa o filme inteiro sem entrevistar ninguém, levando na mão um bloquinho de notas e uma caneta (ele nem deve saber que inventaram o gravador para colher entrevistas), seu John Garrett ainda mostra um poder de observação nulo ao visitar a cidade-fantasma de Gatlin sem tirar fotografias dos prédios públicos depredados. Em certo momento, por exemplo, ele entra na velha escola da cidade e nem acha interessante fotografar os vandalismos e mensagens religiosas pichadas nas paredes, resolvendo tirar uma única foto de um desenho macabro – provavelmente um dos diversos feitos por Sarah, a menina sensitiva de A Colheita Maldita 1, embora não se faça qualquer mensagem à personagem. E, além de péssimo repórter, Garrett se revela um fotógrafo pior ainda, pois faz a fotografia do tal desenho numa sala escura sem nem ao menos usar flash – fico imaginando o borrão escuro que iria sair dessa foto… Também não dá para engolir a improvável relação amorosa entre John e Angela, até porque a moça só aparece em cena três vezes, e na segunda já está indo para a cama com o repórter!

Claro que todos esses problemas ficam num nível secundário quando analisamos o péssimo pseudo-vilão interpretado por Ryan Bollman. Esforçando-se para fazer cara de malvado, o seu Micah é um dos vilões mais ridículos que já tive a chance de presenciar em todos estes anos vendo filmes de horror, sem conseguir passar em momento algum uma aura maléfica ou ameaçadora – coisa que o Isaac, interpretado por John Franklin no filme anterior, passava só com o olhar. E o pobre Bollman, que não tem outros créditos expressivos no cinema (ainda bem!), provavelmente não sabe que existe uma coisa chamada microfone, pois passa o filme todo gritando suas falas!

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Mesmo que o roteiro tente um certo elo com a história original, é inquestionável que os roteiristas desta sequência divergem, e muito, no rumo dado ao filme. Se no primeiro a história enfocava basicamente o culto das crianças, com a grande ameaça centrada em assassinos reais e humanos, que usavam foices e facas, em A Colheita Maldita 2 – Os Filhos do Mal a ameaça passa a ser predominantemente sobrenatural. Graças a “Aquele que Anda por Trás do Milharal” (um personagem secundário no original), agora qualquer pessoa pode morrer a qualquer hora, num clima demoníaco que combina mais com A Profecia do que com A Colheita Maldita. Além disso, mesmo a seita das crianças assassinas raramente suja as mãos, preferindo apelar para toques sobrenaturais – como o já citado bonequinho vodu.

O que parece mesmo é que a ordem era exagerar, principalmente nas mortes e na quantidade de violência explícita e sangue (que dá um banho no original, muito tímido neste sentido). Não por acaso, o roteiro é da dupla Gilbert Adler e A.L. Katz, acostumada às produções onde o exagero se sobrepõe ao suspense e ao mistério – ambos foram roteiristas, durante muitos anos, da série Contos da Cripta, que primava pelas mortes violentas, pelo forte humor negro e pelo uso dos efeitos especiais, como visto aqui em A Colheita Maldita 2. Já o diretor David F. Price não tem créditos expressivos e entrega um trabalho burocrático, como se espera de uma sequência feita unicamente para faturar. Ele começou no cinema com o pé direito, sendo assistente do diretor Richard Donner no filme O Feitiço de Áquila e participando como ator da divertida comédia Picardias Estudantis, de 1982. Mas, como diretor, nunca fez algo que valesse menção. Antes de A Colheita Maldita 2, tinha dirigido o filme de vampiros O Destino de Tyler (que também é uma sequência, feita em 1991, e novamente com Rosalind Allen no elenco). Depois não fez nada de muito interessante.

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A verdade é que A Colheita Maldita 2 – Os Filhos do Mal até começa bem, mas em menos de meia hora perde completamente o interesse e ainda termina com uma conclusão místico-baboseira ridícula, de se mijar de rir, onde o espírito de um velho índio aparece num rio para comprovar que tudo acabou e o bem venceu o mal. Mais um motivo para processar os produtores, porque, além de terem usado o nome de Stephen King de forma picareta, eles adotaram o subtítulo original The Final Sacrifice (O Sacrifício Final), quando todo mundo sabe que este não foi o último da série, dando origem a diversas outras continuações que partiriam para histórias independentes – e progressivamente mais exageradas.

NÚMEROS DA COLHEITA:
Nota: 3/10
Mortes: 11 on-screen e mais toda a cidade de Hemingford off-screen
Astros: zero
Atores mais ou menos conhecidos: 2 (Terence Knox e Rosalind Allen, populares astros de filmes classe B)
Número de mulheres nuas: há uma rápida cena de sexo entre Knox e Rosalind, mas não aparece nada.
Número de cenas em milharais: incontáveis
Quantos filmes o diretor fez além deste: 3, mais episódios de duas séries de TV
Melhor morte: um cara sangra até a morte dentro da igreja, depois de um feitiço vodu feito por Micah

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Elas querem que o pesadelo continue!

VOCÊ SABIA QUE…
– …as versões lançadas no Canadá e na Europa têm trilha sonora diferente e menos cenas com efeitos especiais?
– …o carro dirigido pelo herói Garrett aparece limpo e sujo de uma cena para a outra (limpo na primeira cena, sujo quando pára na entrada da cidade e limpo quando chega na cidade)?
– …o compositor da trilha sonora, Daniel Licht, também fez a música de várias sequências da série Amityville, de Hellraiser 4 e de Necronomicon?
– …a cadeira-de-rodas da velha atingida pelo caminhão voa num ângulo completamente impossível, considerando a batida e o local onde ela estava?
– …a frase original do cartaz americano era uma brincadeira com Esqueceram de Mim (cujo título original era “Home Alone“)? Dizia: “This kids are home alone too… But their parents won’t coming back!“, ou “Estas crianças também estão sozinhas em casa… Mas seus pais jamais irão voltar!“.
– …uma frase alternativa no cartaz do filme era referência ao anterior: “The ultimate adult nightmare“.
– …o subtítulo original do filme seria Deadly Harvest, mas o produtor trocou para The Final Sacrifice para que o público pensasse que seria a conclusão da história.

A FRASE DO FILME
Einstein estava certo. Há uma força superior controlando todos nós. Meus ancestrais acreditavam que existia um deus da terra, um deus que quer revanche pelas coisas ruins que fizemos à terra.
Frank “Urso Vermelho” (Ned Romero), explicando o fenômeno das crianças assassinas dentro da sua esquisita filosofia indígena

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5 Comentários

  1. Ronaldo Garcia Soares

    Até que gostei bastante viu! O filme é bem sangrento embora eu concorde com a pertinente critica sobre ser muito inferior ao primeiro. E Felipe eu adoro suas criticas! Nota 10!

  2. Gilson Bloch

    Pra mim O melhor da série , na minha opinião..

  3. Eu gostaria de ver essa continuação novamente para comparar qual é o melhor dos 2 primeiros , pois faz muitos anos que eu assisti e não me lembro de quase nada , mais tem uma cena que nunca esqueci até hoje que é a com o boneco de vodu na igreja .
    ” Colheita Maldita 2 : O Sacrifício Final ” faz parte da minha coleção , vou assistir mais uma vez pra dar minha opinião .

    • ” Colheita Maldita 2 : O Sacrifício Final ” é melhor que o primeiro !!

    • Melhor que o primeiro .

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