Críticas

Colheita Maldita 3 (1994)

Colheita Maldita 3 (1994) (10)

Colheita Maldita 3
Original:Children of the Corn III: Urban Harvest
Ano:1994•País:EUA
Direção:James D.R. Hickox
Roteiro:Stephen King, Dode B. Levenson, Matt Greenberg
Produção:Gary DePew, Brad Southwick
Elenco:Daniel Cerny, Ron Melendez, Jim Metzler, Nancy Lee Grahn, Mari Morrow, Michael Ensign, Duke Stroud, Rif Hutton, Gina St. John, Charlize Theron

Em A Colheita Maldita, crianças da pequena cidade de Gatlin se revoltavam contra os adultos, comandados por um pregador-mirim chamado Isaac e seu culto ao demônio “Aquele que Anda por Trás do Milharal“. Em A Colheita Maldita 2, que já não tem mais nada a ver com o conto de Stephen King que inspirou o primeiro filme (apesar do nome do autor ser citado nos créditos), as crianças de Gatlin são enviadas para famílias adotivas numa cidade vizinha, Hemingford, para onde também se muda “Aquele que Anda por Trás do Milharal“. Ele possui o corpo de um dos garotos e inicia um novo culto ao milho e uma nova matança de adultos. Se no final do segundo filme o demônio havia sido derrotado e o seu culto destruído, o que esperar de um A Colheita Maldita 3? Qualquer pessoa sensata vai pensar: “Pouca coisa“.

Então você arrisca assistir o filme e vem a surpresa: está diante de uma produção divertida, violenta e movimentada, com bons efeitos especiais, boas atuações e até uma história envolvente, o oposto do rumo que a série tomaria a partir de então.

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Até pela péssima qualidade dos filmes da franquia em geral, este terceiro é, sem dúvida, o ponto alto da série, além de contar com a curiosa presença de dois astros antes da fama: a bela Charlize Theron e o songo-mongo Nicholas Brendon. Provavelmente, no relançamento da obra em DVD nos Estados Unidos, o nome de ambos deve ter aparecido em destaque na capinha, mesmo que a dupla de hoje famosos entre muda e saia calada – Brendon “interpreta” um jogador de basquete que tem 15 segundos em cena e Charlize aparece como uma das novas “discípulas do milho“, tendo inclusive um close do seu belo rostinho.

A partir deste terceiro filme, a série partiu para histórias independentes, sem buscar relação com o original. Na verdade, A Colheita Maldita 3 até mostra algumas cenas dos filmes anteriores em flashback, mas prefere abordar um argumento mais original. O que parece é que o roteirista Dode B. Levenson (este é o segundo de seus três trabalhos para o cinema) é um grande fã do “malditoHalloween 3, pois o roteiro das duas produções tem muito em comum – mais adiante voltarei a este assunto. Ah sim: e apesar de não ter nada, mas nada mesmo a ver com o conto “As Crianças do Milharal“, os produtores continuam colocando “Baseado num conto de Stephen King” nos créditos iniciais, e inclusive em destaque no cartaz do filme. Picaretagem pouca é bobagem, não é mesmo?

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A Colheita Maldita 3 começa num milharal (nãooooo, sério????) em Gatlin, onde mora uma “simpática” família. Epa! Calma lá! Nos dois filmes anteriores vimos que Gatlin tinha se transformado em uma cidade-fantasma, correto? Então alguém poderia me explicar como é que agora a família está morando lá? Meu palpite: ou eles moravam num local mais isolado da cidadezinha e sobreviveram à matança, ou a história se passa alguns anos após o final da parte 2, quando a cidade provavelmente já foi reconstruída e novamente habitada. De qualquer forma, é bom não perder muito tempo com estes detalhes, pois teremos muitas outras informações desencontradas para analisar mais adiante…

Voltando à família: o pai é um daqueles bebuns canalhas que adora espancar os filhos. E ele sai do trailer onde mora com os garotos, Joshua (Ron Melendez) e Eli (Daniel Cerny, que tinha 14 anos na época, mas uma cara de psicopata de dar medo), disposto a dar uma camaçada de pau na garotada. Eles, que não são burros nem nada, fogem para o meio do milharal, seguidos pelo patriarca. Quando o velho se aproxima de Eli, o garoto simplesmente olha para o papai com seu olhar demoníaco e o bebum subitamente é agarrado pelos pés de milho, tendo um de seus braços lentamente arrancado; em seguida, acaba crucificado como um espantalho. Sua boca e olhos são magicamente costurados e ele fica lá pendurado, enquanto Joshua chega perguntando o que aconteceu com o pai – o rapaz, aparentemente, não conhece os poderes demoníacos do irmão mais novo. “Ele nunca mais vai nos incomodar“, responde Eli, e então enterra aos pés do espantalho uma misteriosa Bíblia, cuja capa tem desenhos feitos com grãos de milho.

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A partir desta introdução, ficamos sabendo que o baixinho Eli é a parte malvada da dupla de irmãos, e Joshua a parte bonzinha. Não me perguntem de onde vem os poderes sobrenaturais do menino, mas ele apronta muito mais com o passar do filme, que logo corta da bucólica Gatlin para uma cidade grande, Chicago. Esta é a primeira grande mudança do roteiro: agora não estamos mais rodeados de milharais no meio de uma cidadezinha do interior do Estados Unidos, mas sim rodeados de prédios e de veículos, numa metrópole. Esta bem-vinda mudança ajuda a aumentar o interesse do espectador pelo que vem pela frente, porque a história agora não se passa somente em plantações, mas também em cenários como uma escola e uma quadra de basquete.

Eli e Joshua foram adotados por um casal da cidade grande que não pode ter filhos, o empresário William Porter (interpretado pelo eterno coajuvante Jim Metzler, “astro” do clássico trash Circuitry Man) e sua esposa Amanda (Nancy Grahn). William trabalha com exportação e importação de milho (obviamente…), e logo Eli cria um plano diabólico para trazer de volta “Aquele que Anda por Trás do Milharal” e estender seu culto diabólico por todo o planeta. Para começar, ele tira da sua mala algumas sementes negras de milho, que cultiva num terreno baldio, ocupado por uma fábrica abandonada, nos fundos da casa dos Porter. O milharal cresce magicamente, em poucos dias, ressuscitando o poderoso demônio que vive junto à colheita. Agora, é só uma questão de tempo para começarem os sacrifícios a ele.

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Ironicamente, graças a uma série de mal-entendidos, os Porter acreditam que o garoto-problema da dupla é o bonzinho e tímido Joshua. Tudo porque ele, meio atrapalhado, já começa mal, quebrando uma estátua valiosa do casal por acidente e se relacionando com os negros pobres da vizinhança. Eli, por outro lado, é todo queridinho e conquista William e Amanda, que nem imaginam que por trás daquele sorriso inocente esconde-se um demônio perverso, capaz de humilhar os colegas e até o padre que dirige a escola, o reverendo Frank Nolan (outro eterno coadjuvante, Michael Ensign, que todo mundo já viu em pelo menos cinco filmes, de Titanic a Os Caça-Fantasmas). Numa das melhores cenas do filme, o padre pede ao aborrecido Eli se ele não está gostando do seu sermão; o garoto não só responde que sim, como levanta e começa a pregar em plena igreja lotada, conquistando diversos de seus colegas para o culto diabólico do milharal.

Porém, Amanda começa a desconfiar que há algo de errado com Eli e o milharal. A assistente social que acompanhou o caso, Samantha (Yvette Freeman), descobriu que o garoto participou do lendário massacre de Gatlin (aquele mostrado no A Colheita Maldita original), ao encontrar um recorte de jornal com uma foto de Eli em destaque. Porém, no momento em que a assistente tenta avisar os Porter, é rapidamente despachada pelo garoto-demônio: ela tem o rosto derretido por uma labareda de fogo, numa cena muito bem-feita. Aos poucos, todos que desconfiam ou tentam impedir o plano de Eli são brutalmente eliminados da forma mais bizarra possível, o que aproxima o garoto de uma cópia xerox do Damien Thorn, da série A Profecia. Até o padre Nolan, que estava tendo pesadelos sobre a chacina de Gatlin (quando entravam cenas dos dois filmes anteriores da série), é morto quando Eli faz uma estátua da Virgem Maria tomar vida e atacar o sacerdote!!!

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Mas a trilha de mortes levando ao garoto logo chama a atenção do seu próprio irmão Joshua, outro que nem desconfiava ter um verdadeiro demônio na família. Aliando-se ao jovem negro Malcolm (Jon Clair), já que anda namorando sua irmã Maria (Mari Morrow), Joshua descobre que o plano de Eli, além de reviver o culto das crianças assassinas, é sacrificar todos os adultos do planeta de uma forma bastante rápida e criativa, através de um “milho demoníaco” (hahahaha, pior é que é isso mesmo), que mata instantaneamente aqueles que o comem. As primeiras vítimas são os próprios pais de Malcolm e Maria, que devoram o milho e depois começam a vomitar insetos, sendo devorados por dentro pelos besouros e baratas. Fale a verdade: esse plano mirabolante não lembra as máscaras que soltavam insetos em Halloween 3? A diferença é que Cochran, o vilão daquele filme, queria sacrificar todas as crianças, e Eli, aqui, quer justamente o contrário, ou seja: matar todos os adultos!!! Coincidências, coincidências..

A Colheita Maldita 3 se desenvolve de forma divertida e frenética, mantendo o suspense e a forte violência até o fim… quando, infelizmente, descamba para bobagem, especialmente nos 10 minutos finais – o confronto entre Joshua, Eli e sua seita de adolescentes assassinos na velha fábrica. Neste instante, “Aquele que Anda por Trás do Milharal“, até então era representado pelo tradicional monte de terra se movendo nos dois primeiros filmes da série, aparece “in loco“, num dos efeitos stop-motion mais ridículos da história do cinema. O pior é que até então os efeitos especiais estavam num nível muito bom – não por acaso, são assinados pelo mestre Screaming Mad George, o mesmo de Sociedade dos Amigos do Diabo. Mas a visão do monstrão cheio de bocas e tentáculos no fim é de matar, chegando ao cúmulo de trocar pessoas por bonequinhos (é ver para crer!!!) quando o monstrengo agarra algumas vítimas para devorar. A impressão que fica é que acabou o orçamento para efeitos especiais nas cenas finais e os produtores apelaram para o vale-tudo.

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Não é de se estranhar que James Hickox, o diretor deste filme, seja irmão do gente-fina Anthony Hickox, aquele maluco que dirigiu Hellraiser 3 e A Passagem. Dá para ver que os manos são apaixonados por tramas amalucadas e muita, mas muita violência, no esquema “quanto mais sangue melhor“. Tanto que o final de A Colheita Maldita 3 lembra o massacre na boate que Anthony dirigiu em Hellraiser 3 (feito em 1992, três anos antes), quando os adolescentes da seita de Eli são violentamente mortos por “Aquele que Anda por Trás do Milharal“. A câmera de James Hickox mostra, em detalhes sangrentos, pessoas sendo atravessadas por pés de milho, tendo suas gargantas cortadas por foices e até o momento-ternura que parece citação a Evil Dead, quando uma bela loirinha (que eu acreditava ser a iniciante Charlize Theron, mas fiquei na dúvida) tem suas pernas separadas por dois pés de milho vivos e então é “possuída” por um enorme caule do milharal, que entra bem ““!!! Urgh!

Esta noite mataremos os adultos!

Com todos estes detalhes exagerados, a violência incessante, o esforçado elenco, os competentes efeitos de Mad George e a direção frenética de Hickox (que depois faria Surf Sangrento), dá para dizer, sem medo de ser feliz, que A Colheita Maldita 3 é o ponto alto da série. Sem o ineditismo do primeiro filme e aproveitando o exagero e a sangreira do segundo, esta terceira parte aposta numa trama um pouquinho mais original que simplesmente enfocar crianças matando adultos, mesmo que certos detalhes fiquem perdidos na trama (como a tal Bíblia satânica que Eli enterra aos pés do espantalho em Gatlin, e cujo propósito nunca fica bem explicado). E é claro que, analisando friamente, o plano do garotinho para “conquistar o mundo” é meio bobo demais. A não ser que toda a humanidade adore milho e coma todas as espigas na mesma hora – porque é claro que os primeiros casos de pessoas mortas pelo milho irão alertar as autoridades sanitárias, que por sua vez chegarão ao milho assassino e eliminarão todas as espigas. Ironicamente, o filme termina mostrando que as tais espigas mortais estão se espalhando pelo mundo…

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Uma das maiores curiosidades sobre o filme é o ator mirim Daniel Cerny, que consegue convencer como o diabólico Eli – inclusive sua maldade chega a dar raiva no espectador. Fico imaginando que educação ele recebeu dos seus pais na vida real para conseguir fazer aquela cara de psicopata o tempo inteiro (hahahaha). E olha que o baixinho já tinha interpretado um vilão antes, o menino-diabo do trash Brinquedos Diabólicos, da Full Moon, feito em 1992. Depois de A Colheita Maldita 3, ele participou da série de TV Revelations, contracenando com Bill Pullman.

A Colheita Maldita 3 também tem o “mérito” de iniciar o ciclo de histórias independentes da franquia, cujas sequências, a partir de então, começariam a sair do controle. Se os dois primeiros filmes até se preocupavam em ter certa relação, com a parte 2 citando fatos e personagens do original, da parte 3 em diante os produtores, roteiristas e diretores passaram a abandonar a relação com as histórias anteriores, embora volta-e-meia tentassem retomar fatos do original (como no sexto filme, que trouxe de volta o personagem Isaac, do original, agora já adulto). E é interessante constatar que, desde o segundo filme, as crianças diabólicas retratadas na série deixaram de ser assassinos humanos, como os mostrados no original, que usavam apenas facas e foices, para se transformarem em demônios com poderes maléficos.

Colheita Maldita 3 (1994)

Também a partir desta sequência, o nível da franquia cairia de forma absurda, já a partir do próximo filme, o quarto da série. Feito no ano seguinte (1996), direto para o mercado de vídeo (o terceiro filme foi o último a passar nos cinemas americanos), A Colheita Maldita 4, com direção de Greg Spence e estrelando uma loirinha desconhecida chamada Naomi Watts, afundou de vez a série, que passou a apelar para diretores estreantes ou decadentes e roteiristas amadores… Mas calma que isso é tema para o próximo capítulo. Porque você ainda não enjoou de ver milho, ou sim???

NÚMEROS DA COLHEITA:
Nota: 7/10
Mortes: 11 on-screen e mais incontáveis adolescentes esquartejados por “Aquele que Anda por Trás do Milharal” na conclusão
Astros: 2 (Charlize Theron e Nicholas Brendon)

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Atores mais ou menos conhecidos: 2 (Jim Metzler, que já fez mais de 50 filmes, inclusive blockbusters tipo Apollo 11, e Michael Ensign, um popular ator coadjuvante que está até em Titanic!!!)
Número de mulheres nuas: a bela Mari Morrow aparece de sutiã (e só!), e uma loirinha é penetrada por um tentáculo de “Aquele que Anda por Trás do Milharal” na conclusão
Número de cenas em milharais: algumas, bem menos que nos dois anteriores
Quantos filmes o diretor fez além deste: 9
Melhor morte: um rapaz é agarrado pelo “milharal” e tem a cabeça e a medula espinhal arrancadas lentamente (lembram do Sub-Zero no jogo “Mortal Kombat“???)

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VOCÊ SABIA QUE…
– …o filme tem dois subtítulos diferentes para cinema e vídeo? Um é Urban Harvest (Colheita Urbana) e outro é Urban Nightmare (Pesadelo Urbano).
– …a bíblia maligna usada por Eli é uma edição do livro Sombras da Noite, de Stephen King (aquele que tem o conto “As Crianças do Milharal“), somente com a capa alterada?

Colheita Maldita 3 (1994) (2)
– …numa das cenas em que Eli entra no prédio abandonado, uma das paredes se move, revelando que tudo não passa de um cenário?
– …Daniel Cerny, que interpreta o vilão-mirim Eli Porter, também foi vilão no trash da Full Moon Brinquedos Demoníacos, de 1992? Neste filme, feito quando tinha apenas 11 anos de idade, Cerny interpreta um demônio em forma de criança!
– …o irmão do diretor James Hickox, o também cineasta Anthony Hickox (Warlock 2, Hellraiser 3), foi produtor executivo?
– …o famoso técnico de efeitos especiais Kevin Yagher (que trabalhou na série Brinquedo Assassino) ajudou a equipe de Screaming Mad George a fazer alguns efeitos adicionais?
– …Daniel Litch, compositor da trilha sonora de A Colheita Maldita 2, foi recontratado para fazer também a música desta sequência?
– …mais uma vez citando o filme original, a frase do cartaz era: “In the heart of a city, an adult nightmare is about to be reborn!“?

A FRASE DO FILME
E o que você vai fazer comigo? Rezar até eu morrer de tédio?
T-Loc (Garvin Funches), marginal metido a macho que comete o erro fatal de se meter com o maléfico Eli Porter

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4 Comentários

  1. gu

    AMO esse 😀

  2. Roger

    A cena do monstrão pisoteando, “matando” os bonequinhos que a direção tenta fazer passar por pessoas é patética demais. Aliás, esse filme é muito ruim. Risadas garantidas no lugar de suspense, medo ou tensão. O segundo e esse me fizeram perder qualquer interesse em continuar acompanhando a série.

  3. ” Colheita Maldita 3 ” é o MELHOR filme da franquia , só de falar nele me da vontade de assistir .
    Eu gosto tanto deste terceiro filme que já o assisti mais de 10 vezes , é muito importante pra mim porque foi o ” primeiro ” filme que comprei da minha enorme coleção , comprei o VHS num feirão de fechamento da locadora , como eu tinha uns 12 anos na época tive que pedir dinheiro pra comprar este filme mais eu menti falei que era pra comprar outra coisa , e quando minha mãe viu que era ” Colheita Maldita 3 ” quase que eu apanhei na mesma hora e falou um monte , e mesmo assim eu disse ” Calma , esse é o primeiro filme que eu compro ” .
    Toda franquia não importando com a quantidade de filmes que seja , sempre vai ter o melhor de todos os outros , ou seja , o seu favorito , e na franquia ” Colheita Maldita ” o terceiro pra mim é o MELHOR de todos eles !
    ” Colheita Maldita 3 ” é diferenciado dos outros porque foge da mesmice e tudo no filme é de ótima qualidade , aqui vemos uma história diferente , cenários diferentes , ótimas atuações principalmente de ELI , o gore e o principal do filme que todo mundo esperava em ver e não vimos nos anteriores que é a aparição de ” Aquele que Anda por Trás do Milharal ” e a carnificina que ele executa num final inesquecível .
    ” Colheita Maldita 3 ” pra mim é nota 10 e é o pioneiro não só dos meus VHS , mais sim dos meus mais de 1.140 filmes !!!

  4. gilson bloch

    pra mim esse é trash , assistivel..

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