Críticas

Colheita Maldita V – Campos do Terror (1998)

A Colheita Maldita 5 é surpreendentemente bem feito, bem dirigido e mantém a atenção do começo ao fim!

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Colheita Maldita 5 - Campos do Terror
Original:Children of the Corn V: Fields of Terror
Ano:1998•País:EUA
Direção:Ethan Wiley
Roteiro:Ethan Wiley, Stephen King
Produção:Jeff Geoffray, Walter Josten
Elenco:Stacy Galina, Alexis Arquette, Eva Mendes, Greg Vaughan, Angela Jones, Ahmet Zappa, Fred Williamson, Dave Buzzotta, Olivia Burnette, Adam Wylie, David Carradine, Kane Hodder

No mundo do cinema, existem diretores bons, diretores ruins e aqueles que ficam “acima do bem e do mal“, cujo trabalho é tão bizarro que nem tem como classificar. Um dos que se encaixam nesta última e excêntrica categoria é o americano Ethan Wiley. Mas e quem diabos é Ethan Wiley? Nada mais nada menos que o ser humano demente por trás do roteiro e da direção de A Casa do Espanto 2, filme defenestrado por milhares de pessoas e idolatrado por outras milhares – eu, inclusive. Uma doideira completa onde uma casa tem aposentos que ligam a diferentes dimensões, e onde um eletricista abre um rombo na parede e vai parar em um templo asteca, lutando ao lado dos heróis do filme para salvar a virgem que vai ser sacrificada!!! Pode? Pois o mesmo Ethan Wiley que fez A Casa do Espanto 2 em 1987 só foi dirigir outro filme em sua bizarra carreira cinematográfica 10 anos depois. Por coincidência, também é uma sequência. Trata-se do quinto A Colheita Maldita.

Se esta sequência direta para o mercado de vídeo é maluca como A Casa do Espanto 2? Bem… Vamos dizer apenas que, no auge do grotesco do filme, a cabeça de David Carradine brilha e se abre em duas partes de forma gosmenta, como se fosse uma grande boca, libertando um tentáculo que cospe fogo na cara de Fred Williamson (!!!) e depois abre um buraco que atravessa o crânio da pobre vítima!!! De novo a pergunta: pode? Pois são coisas como esta que você vai ver nos 80 minutos de duração de A Colheita Maldita 5, que ganhou o subtítulo Campos do Terror no Brasil. O roteiro, claro, é do próprio Wiley. Seja pelo grotesco, seja pelo excesso de violência explícita, seja pelo clima de humor negro e de auto-paródia, seja pela ruindade geral da produção, este quinto filme está entre os melhores da pior série cinematográfica do planeta.

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Não bastassem todos estes fatores que eu citei, o filme ainda conta com a presença de um elenco fabuloso, com participações de ícones B tipo Carradine (de Kill Bill), o negro Fred Williamson (“ressuscitado” por um curto período de tempo com Um Drink no Inferno), Alexis Arquette, irmão de Rosanna e Patricia (que fez filmes tipo A Noiva de Chucky e A Vingança de Jack), e até Kane Hodder, o famoso intérprete do não menos célebre Jason Voorhees, da série Sexta-Feira 13, aqui de cara limpa. Todos sabem que estão atuando em um filme chamado A Colheita Maldita 5, e por isso suas interpretações são no limite do trash – como na cena em que Williamson, interpretando o durão xerife Skaggs, acende um charuto e fuma alegremente enquanto tenta separar os pedaços esquartejados de dois cadáveres (“Aquilo ali é um dedão do pé?“, pergunta, com a maior calma do mundo, como se estivesse diante de uma cena corriqueira).

A Colheita Maldita 5 abandona qualquer traço da seriedade e pretensão da excessivamente séria parte 4 e traz de volta alguns elementos do conto “As Crianças do Milharal“, de Stephen King. Na verdade, parece quase uma versão mais exagerada, cômica e colorida do primeiro filme da série. Está de volta, por exemplo, o demônio chamado de “Aquele que Anda por Trás do Milharal“, a figura do pregador mirim que é o grande vilão da história, a seita de jovens que se sacrificam ao chegar aos 18 anos, entre outros detalhes fiéis à obra de King. Mesmo assim, o roteiro ainda é bem pouco parecido com o conto do autor, e novamente soa como enganação a frase “Baseada no conto de Stephen King” que continua sendo estampada na capinha e nos créditos iniciais – será que o escritor recebe algum trocado quando seu nome é citado em produções como essa? Novamente, o estúdio por trás deste novo capítulo da “saga” das crianças do milharal é a Dimension, ligada à Miramax, o que garante um orçamento melhorzinho e efeitos que mantêm um certo nível (bem melhor que o monstro em stop motion que agarrava bonequinhos como se fossem pessoas, no final de A Colheita Maldita 3).

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Aqui não tem nada de Gatlin, nem de Hemingford, nem de Gran Island (as cidades dos filmes anteriores). Neste quinto filme, a ação se desenrola num buraco perdido do Estado americano de Nebraska, chamado Divinity Falls. O nome da cidade não interessa, já que só vemos umas poucas casinhas e muitos, mas muitos milharais pela frente. E também parece não haver qualquer relação com as histórias anteriores, então pode relaxar e curtir como se fosse um filme independente – o que realmente é, apesar do número 5 no título. O filme começa de maneira emblemática, com rosas que crescem em meio ao milharal sendo esmagadas por uma mão anônima – quer algo mais apelativo? Em seguida, vemos um guri que parece mutante, com um problema sério de orelhas de abano, caminhando sem rumo pelo milharal. Trata-se de Ezekiel (Adam Wylie, que antes apareceu em Brinquedo Assassino 2 e está em Return to Sleepaway Camp). Como todos nós sabemos, andar no meio de um milharal não é uma coisa muito esperta de se fazer num filme da série A Colheita Maldita. E logo Ezekiel percebe uma estranha chama meio esverdeada que sai do meio do milharal. Antes que possa dizer “Porra, vou me mandar daqui!“, o pequeno Dumbo é atingido em cheio por um bizarro e “pra lá de trash” raio saído de dentro do fogaréu, e um close nos seus olhos mostra que suas retinas estão em chamas. Ou seja, ele está possuído por “Aquele que Caminha por Trás do Milharal“, mané!

Corta para uma noite de tempestade (claro!) e aparece a legenda “Um ano depois“. Um casal de fazendeiros – papai e mamãe O’Brien – reclama que os “garotos do Luke” estão rondando pela sua propriedade, degolando as ovelhas. De repente, papai O’Brien escuta um barulho. “Isso não é a tempestade“, conclui ele, que certamente deve ter um QI bastante privilegiado. O homem então pega um trabuco e vai para fora de casa tomar banho de chuva. Logo, descobre que Ezekiel, o tal orelhudo do começo do filme, invadiu sua propriedade. Mas quando faz menção de expulsá-lo, o garotinho simplesmente levanta a mão e faz com que O’Brien voe magicamente (isso mesmo, voe!!!) até a estratosfera (!!!), sendo atingido por um raio e morrendo fulminado – bem, se não morreu com a descarga elétrica, certamente morreu estatelado na queda, depois. Quando mamãe O’Brien sai de casa berrando pelo marido, é esquartejada pelos seguidores de Ezequiel, as “crianças do milharal” (dãããã). Mas calma lá: se era tão fácil cair esquartejando, por que Ezekiel se deu ao trabalho de fazer a vítima anterior voar e ser atingida por um raio? Não seria humanamente e “sobrenaturalmente” mais fácil simplesmente tacar um raio no cara no chão mesmo? Ah, mas aí não teria a mesma graça… O exagero é que é a grande graça deste filme!

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Novo corte, agora para uma estrada ensolarada e repleta de milharais (claro, ainda estamos num filme da série A Colheita Maldita, mesmo que não pareça). Um grupo de amigos está dividido em dois carros com destino a Divinity Falls. Aparentemente, o objetivo da viagem é espalhar as cinzas de um amigo falecido, Kurt, em sua terra-natal. “Eu sempre achei que bungee-jump fosse seguro“, diz um dos jovens, dando uma pista sobre como o pobre Kurt morreu… Em um dos carros, conversível, estão o casal Charlotte (a gatinha Angela Jones, de Pulp Fiction e Eles Matam e Nós Limpamos) e seu namorado insuportável Lazlo (Ahmet Zappa, que é uma cópia xerox do Arnold Vosloo, aquele da série A Múmia). No outro carro estão Greg (Alexis Arquette), Allison (Stacy Gallina), Tyrus (Greg Vaughan, astro da série Barrados no Baile) e Kir (a hoje estrela de primeiro time Eva Mendez, aqui uma gata de parar o trânsito que, infelizmente, não aparece pelada!!!).

Lazlo, aparentemente, é filho do presidente de uma fábrica de bonecas infláveis. Isso porque, em sua participação de menos de 5 minutos no filme, ele enche diversas bonecas infláveis para espalhar pelo caminho e divertir seus amigos que vêm no carro atrás. Só que numa das paradas para pendurar suas bonecas, Lazlo se dá mal. Sua namorada Charlotte entra no milharal para roubar umas espigas e é violentamente atacada pelas crianças assassinas, tendo a cara talhada a foiçadas. Seu namorado surge depois e é perseguido, tendo uma foice atravessada no tórax e ainda juntando forças para dizer suas últimas palavras: “Não gostei nada disso…“. hahahahahaha! Um detalhe interessante é que as crianças do milharal, neste quinto filme, não usam aquelas roupas caipiras como as dos outros filmes, mas sim roupas de grife, última moda – tem até uma mocinha de cabelo fashion que parece ter saído de uma rave.

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Mas o desaparecimento de Lazlo não intriga tanto seus amigos (e nem deveria, pois o cara era um pé no saco). Infelizmente, uma das bonecas infláveis do falecido atrapalha o pobre Greg, que acaba saindo da estrada com o carro. Após um rápido encontro com a gangue mauricinha do milharal, eles são aconselhados a deixaram o local e irem direto para a cidade. Conselho aceito, claro. Como o carro não funciona, vão a pé mesmo. Em Divinity Falls, entram no bar da cidade, onde são servidos pelo Jason, ou melhor, pelo Kane Hodder (eu sairia direto dali antes que ele colocasse sua máscara de hóckey). Por meio de uma rápida conversa com os habitantes do lugar, o quarteto descobre que Divinity Falls está dominada por uma seita de fanáticos religiosos mirins, comandados por um pastor adulto chamado Luke Enright – pronto, agora você sabe porque o falecido O’Brien reclamava dos “garotos do Luke” no começo do filme. Os quatro jovens também encontram o xerife Skaggs (Fred Williamson), que, ao invés de ajudá-los a encontrar seus amigos, simplesmente sugere que eles vão embora no primeiro ônibus.

Só que os jovens são burros como uma porta e perdem o ônibus, sendo obrigados a tomar uma atitude ridícula típica de personagens de filmes de horror: ao invés de voltarem à segurança da cidadezinha para buscar um local onde pernoitar, eles resolvem dormir numa casa abandonada na beira da estrada (cercada, claro, por um milharal). Ali, apesar de ser uma casa abandonada, o serviço é de primeira: a garotada encontra até comida e cerveja gelada! Durante a noite, Kir e Tyrus dão uma transadinha sem compromisso (off-screen, infelizmente), e a coisa segue sem novidades… até que os jovens descobrem os pedaços esquartejados de Charlotte e Lazlo em uma ceifadeira próxima!!! Amanhece e o xerife aparece. Novamente, não dá lá grande ajuda, acusando os garotos de terem bebido e “brincado” com o ceifador. E sugere, novamente, que eles vão embora – porém sem levantar um único dedo para ajudá-los.

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Mas Allison não quer deixar o local. Ela acredita que seu irmão mais novo, Jacob (Dave Buzzotta), que ela não vê desde que saiu da cidade há muitos anos, juntou-se à seita de Luke e pode estar por trás do assassinato do seu casal de amigos. Por isso, ela convence Kir, Tyrus e Greg a acompanharem-na até o rancho dos fanáticos religiosos, onde consegue até uma audiência exclusiva com o pregador Luke (David Carradine, claro… Quem mais?). Longe de seus tempos de Kill Bill, Carradine ainda consegue arrancar alguma dignidade de sua participação, roubando a cena ao falar, como se fosse mesmo um grande sábio, sobre sua devoção a “Aquele que Anda por Trás do Milharal“. Jacob está às vésperas de seu aniversário de 18 anos, quando deverá ser sacrificado para o deus do milharal. Ele a princípio não quer deixar o local, e ainda dá uma bíblia da sua religião para Allison. Quando ela lê a dedicatória do irmão, mais tarde, descobre um pedido secreto de ajuda. E volta para o rancho, acompanhada de seus amigos e do xerife, para tentar resgatar Jacob. E aí a matança começa.

A Colheita Maldita 5 é surpreendentemente bem feito, bem dirigido e mantém a atenção do começo ao fim (até pela curta duração, perfeita para uma bobagem como esta, pois não cansa nem enche o saco). Claro, o filme não assusta nem a vovó, mas isso é uma conseqüência de uma série fraca e já sem novidades, que parte cada vez mais para o exagero e para as mortes violentas. O diretor Wiley, surpreendentemente, até tenta algumas tomadas diferentes à la Sam Raimi, como ao virar a câmera do avesso para acompanhar o movimento dos carros dos jovens no início ou ao prender a câmera a uma cadeira de balanço para acompanhar seus movimentos para frente e para trás. Também coloca energia nas cenas de morte – o esquartejamento de Charlotte é filmado com tanta fúria que até convence!

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O roteiro do próprio diretor também não se leva nem um pouco a sério, enchendo as falas de seus personagens-caricaturas com diálogos propositalmente caricaturais, ridículos e por isso mesmo muito engraçados. Quando o quarteto de jovens é cercado pelas crianças do milharal, por exemplo, Ezekiel diz: “Vocês estão em propriedade privada“. E Greg, todo sorridente, brincando com o perigo, devolve: “Se é privada, então por que vocês não nos dão um pouco de privacidade?“. Mais tarde, o mesmo Greg solta outra pérola, quando percebe que ninguém está lhe dando ouvidos: “Vou ordenhar uma vaca ou algo do gênero“. E mais adiante, ainda, ao ser cercado por dois jovens assassinos (um com um maçarico, outro com uma furadeira), ele ainda acha bom humor para soltar: “Será que nós não podemos conversar sobre isso?“. hahahaha

Sem grandes pretensões, a história concebida por Wiley ainda é a mais próxima da “realidade” ao conceber o culto do milharal não como algo sobrenatural (a exemplo dos filmes anteriores), mas como se fosse um verdadeiro culto de fanáticos religiosos. Percebe-se que os jovens não estão ali fazendo aquilo por influência sobrenatural ou fantasmagórica, mas sim porque querem, porque estão desiludidos com sua religião e, principalmente, com o mundo dos adultos, e acreditam que somente uma sociedade formada por crianças pode manter a inocência e a pureza – tudo bem que, no processo, eles terão que matar todos os adultos, mas isso é só um detalhe. Numa reviravolta interessante, uma das mocinhas, a bela Kir, chega a ser seduzida pela pregação das crianças do milharal e abandona seus amigos para juntar-se à seita. E antes que você pergunte qual a razão do “adulto” Luke comandar uma seita de crianças que são contra os adultos, assista ao filme que a explicação logo vem.

Numa tentativa de manter a atenção do fã de horror, A Colheita Maldita 5 ainda inclui todo tipo de cena de morte – é, sem sombra de dúvidas, o mais sangrento da série. Entre as armas utilizadas em cena estão foices, machados, facas, facões, furadeiras, maçaricos e até a velha e boa serra elétrica!!! Os golpes de faca e foice são realistas, arrancando sangue das vítimas, em cenas muito bem realizadas. E olha que o filme nem é tão violento quanto poderia ser (principalmente quando a serra elétrica entra em cena).

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Se você ainda não se convenceu que A Colheita Maldita 5 está entre os melhores da franquia (empatando ou talvez ganhando da parte 3), deixa eu dar mais algumas informações interessantes. Além de contar com o maior elenco de caras conhecidas e “cult” de toda a franquia, este quinto filme também é o que tem a maior contagem de cadáveres em cena (tudo bem, nos dois primeiros as crianças do milharal assassinavam cidades inteiras, mas o genocídio nunca era mostrado!). No total, dezessete pessoas são mortas on-screen, isso em 80 minutos de duração. Em média, é uma morte a cada cinco minutos, então pode-se acusar o filme de tudo, menos de ser chato! Para completar a lista de curiosidades, o diretor de segunda unidade é ninguém menos que James Isaac, o homem odiado pela maior parte da humanidade por ter dirigido o paródico Jason X em 2001!!!

Dentro de uma franquia naturalmente ruim, onde todas as sequências foram levadas a sério demais (seus produtores, diretores e atores achavam que estavam trabalhando em novos clássicos do cinema de horror), A Colheita Maldita 5 é surpreendentemente divertido e despretensioso, como se todos os envolvidos soubessem que estão fazendo um filme ruim e, por isso, resolveram avacalhar geral. Se você nunca viu qualquer filme da série, esta é a sequência perfeita para iniciar seu “aprendizado“. E também é o último filme da franquia a manter um certo nível de “assistibilidade“.

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Pior: depois de encarar os filmes da série, estou até começando a me converter a “Aquele que Anda por Trás do Milharal“: a ruindade dos filmes da série me fez enxergar que, realmente, a única esperança de uma vida melhor está na pureza das crianças, e não no mundo inescrupuloso dos adultos, que fazem sequências de um filme meia-boca, como A Colheita Maldita, só para faturar!!! Sem contar que normalmente tem algumas gatinhas entre as crianças do milharal…

NÚMEROS DA COLHEITA:
Nota: 7/10
Mortes: 17 on-screen (recorde da série!!!)
Astros: 3 (Eva Mendez, David Carradine e Fred Williamson)
Atores mais ou menos conhecidos: 3 (Alexis Arquette, Greg Vaughan e Kane Hodder)
Número de mulheres nuas: zero
Número de cenas em milharais: incontáveis, num retorno aos velhos filmes da série
Quantos filmes o diretor fez além deste: 5
Melhor morte: o pobre xerife Skaggs tem o rosto incendiado e perfurado por um demônio que sai de dentro da cabeça aberta de David Carradine!!!!

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VOCÊ SABIA QUE…
– …o subtítulo original do filme, Fields of Terror (Campos do Terror), foi trocado para Fields of Screams (Campos de Gritos) no lançamento em vídeo, talvez numa referência à franquia Scream (no Brasil, Pânico), também da Dimension?
– …apesar da história se passar em Nebraska, as filmagens foram em Ventura, na Califórnia?
– …os filhos do guitarrista Frank Zappa, Diva e Ahmet, interpretam respectivamente uma das crianças assassinas do milharal e Lazlo, uma das vítimas?
– …na trilha sonora há uma banda chamada “Texas Chainsaw“?
– …a frase no cartaz era: “Numa cidade deserta, o terror continua!“?
– …este é o segundo e até agora único filme do diretor Ethan Wiley, que dirigiu A Casa do Espanto 2 dez anos antes?
– …o eterno Jason, Kane Hodder, aparece sem maquiagem como o barman da cidadezinha?
– …Hodder também foi coordenador dos dublês do filme?
– …James Isaac, diretor de House 3 e Jason X, foi diretor de segunda unidade?
– …o ator-mirim Adam Wylie, que interpreta o vilão, nasceu em 1984 e já apareceu em 40 filmes (entre eles, vários de terror, como Brinquedo Assassino 2 e O Padrasto 3)?

A FRASE DO FILME
Então por que vocês não vão embora e nos dão um pouco de privacidade?

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2 Comentários

  1. Não gostei deste quinto filme , está longe de superar o terceiro .
    Ele pode ser o melhor entre os piores que são 4 , 5 , 6 e 7 .

    • LeLOUCA

      Concordo. Acho que pelo crítico gostar do diretor puxou muito a sardinha para o filme que é ridículo e muito chato.
      Mas eu ri muito com a critica!!!

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