Críticas

A Bruxa (2015)

The Witch (2016)

A Bruxa
Original:The Witch
Ano:2015•País:EUA, UK, Canadá, Brasil
Direção:Robert Eggers
Roteiro:Robert Eggers
Produção:Daniel Bekerman, Lars Knudsen, Jodi Redmond, Rodrigo Teixeira, Jay Van Hoy
Elenco:Anya Taylor-Joy, Ralph Ineson, Kate Dickie, Harvey Scrimshaw, Ellie Grainger, Lucas Dawson

O melhor/ mais assustador filme de terror dos últimos tempos” são os adjetivos que acompanham A Bruxa desde sua exibição acachapante no Festival de Sundance, onde Robert Eggers ganhou o prêmio de Melhor Diretor, com praticamente todos os reviews favoráveis e unânimes, adquirindo força a cada trailer exibido, sendo que até o próprio Stephen King twitou sobre, escrevendo sobre o quanto o aterrorizou.

Finalmente A Bruxa estreia no Brasil nesta quinta-feira e a pergunta que não quer calar é: o filme é mesmo tudo isso, ou faz parte apenas de uma pesada campanha de marketing que gerou todo um hype? A resposta, com o perdão da palavra, é que ele é TÃO FODA quanto vem sendo alardeado, e me arrisco a dizer que desponta como o melhor filme de terror deste século até o momento.

The Witch (2016)

E o que faz a coprodução entre EUA, Reino Unido, Canadá, e vejam só, Brasil, com dedo da RT Features, de Rodrigo Teixeira (a mesma produtora de Alemão e Tim Maia) atingir esse status quo? Exatamente a experiência sinestésica que o longa lhe proporciona. Você sai do cinema completamente carregado de uma energia péssima, desolado, atordoado, sem palavras, como se tivesse sobrevivido a uma viagem de montanha-russa para o inferno, com as pernas bambas, pelos do braço arrepiados e boca seca. Sem nenhum exagero. E isso é um sinal claro de que um filme de terror funcionou de verdade.

Mérito completo do esmero de Eggers, em seu debut como diretor, também responsável pelo roteiro – baseado em relatos escritos e orais de um dos períodos mais negros da história americana, a Revolução Puritana acontecida na Nova Inglaterra do Século XVII (primeiro caso de histeria em massa por conta da bruxaria nos EUA, passados 60 anos antes dos julgamentos das Bruxas de Salem) – que conseguiu ater-se ao horror psicológico e visceral, num processo quase insuportável de slow burning de construção de atmosfera e personagens, até seu terceiro ato que parece um prédio desmoronando na sua cabeça, que resulta em um final completamente pessimista.

The Witch (2016)

Tudo isso sem apelar nenhum momento para o jumpscare, recursos pobres de roteiro que vão livrar a barra das personagens, explicações didáticas ou efeitos em CGI, todos chavões do cinema de terror mainstream. É tudo calcado no psicológico, no clima crescente de tensão e paranoia, na sugestão, na sensação lúgubre do mal iminente que te acompanha desde os créditos iniciais do filme, taxando-o como um “conto folclórico da Nova Inglaterra”. Como disse o Marcelo Milici em seu cirúrgico artigo, é contraindicado para aqueles que associam terror com susto fácil e adoram o cinema de terror pipoca e clichê.

Além de tudo isso, some a fotografia de Jarin Blaschke, cinza, lúgubre, sem vida, captada em sua maior parte por luz natural, e o interessante declínio de iluminação conforme o longa avança, o impecável design de produção, figurino e ambientação de época, e a fúnebre e pesada trilha sonora de Mark Korven, resultando no completo domínio técnico, com a pungente atuação de rostos desconhecidos que imprimem uma poderosa carga dramática, e a experiência única de A Bruxa está completa, beirando a sublimação do horror.

The Witch (2016)

Na trama, uma família é expulsa da comunidade onde viviam, por algum motivo obscuro nunca revelado, sendo obrigados a se mudar para uma região erma e viver da difícil agricultura e pecuária de subsistência, à beira de uma floresta que os ladeia com sua presença imponente e maligna.

Todos eles são puritanos religiosos ao extremo, e compõe o núcleo familiar: William (Ralph Ineson), o pai provedor; Katherine (Kate Dickie), a esposa subserviente; a filha mais velha Thomasin (Anya Taylor-Joy), adolescente que começa a florescer a sexualidade e se tornar mulher; o garoto Caleb (Harvey Scrimshaw), com os afazeres de um jovem adulto e sucessor da linhagem da família – vivendo em conflito por uma atração sexual pela irmã e com outros deslizes de moral e de conduta de seus familiares – e os dois gêmeos menores, Mercy e Jonas (Ellie Grainger e Lucas Dawson), além do bebê Sam. Todos eles, exceto o recém-nascido, nada menos que brilhantes, intensos e críveis em seus papeis.

A Bruxa (2016)

Certo dia, enquanto Thomasin tomava conta do pequeno Sam, ele desaparece misteriosamente, supostamente raptado por uma bruxa e levado para o meio da floresta para um sacrifício de sangue. Esse acontecimento, junto do apodrecimento de sua plantação de milho e ameaça da fome, será o estopim que colocará a estrutura familiar em colapso, numa escalada de tensão e medo que te faz suar frio, comprime seu estômago e te deixa desconfortável por todo o decorrer do longa. A garota irá enfrentar a inquisição dentro de sua própria família conforme as suspeitas de bruxaria recaem sobre ela, enquanto todos tentam lidar com aquele terror sobrenatural desconhecido vindo da floresta, colocando a prova sua resistência física, psicológica e espiritual.

A criação daquela atmosfera tétrica habilmente manipulada em todos os seus mínimos detalhes, com a desconfortante sensação do mal satânico à espreita em todo momento, na floresta, na própria família, e nos animais – incluindo aí um coelho e o bode Black Phillip, que se torna um protagonista – e as reações exageradas e desconfiadas daquelas pessoas isoladas do mundo e de mente fechada, vão empurrando-os para beira do abismo, onde somos espectadores aterrorizados, inertes e inebriados por um sentimento perturbador, provocativo e inquietante, que insiste em não nos deixar mesmo quando o filme acaba e as luzes do cinema se acendem.

The Witch (2016)

O puritanismo tem um papel crucial, claro, com as gritantes consequências do fervor religioso em pauta, mas, também entre os subtextos de A Bruxa, encontra-se a questão da sexualidade feminina, sempre intrinsecamente ligada a adoração a Satã e bruxaria naqueles idos. O mal e seus poderosos artifícios da tentação podem provir do sobrenatural, mas também se transveste como uma metáfora da libertação sexual, da repressão do feminino, da rígida e opressora estrutura religiosa, familiar e patriarcal, presentes em um período histórico vergonhoso, mas que ainda hoje se encontra fortemente enraizada nas sociedades modernas.

A Bruxa é de uma tensão angustiante, que não dá brecha para soluções maniqueístas, chegando a um nível de niilismo que causa depressão, mostrando que mesmo para uma família tão devota em suas superstições e crenças quase medievais, Deus não está ali para ouvir suas preces. É um assustador, straight forward, tecnicamente impecável filme de terror, como há muito tempo não se via em uma tela grande.

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44 Comentários

  1. Oli

    Um filme estéticamente impecável. Um clima sombrio e lúgubre. Se quer sustão ou filme perturbador millenial que vá assistir A Serbian Film.

  2. welington

    Filme bobo! “Assustador”??? Assustador é o número de pessoas que disseram isso e que se borraram de medo por conta desse conto de fadas que não dá medo algum. O final sem uma explicação clara deixa um : “será que terá continuação?” ou “que p@%#% de final foi esse???” Nada mais que isso. Nota 1

  3. Carlos Dente

    Sei que muita gente não gostou, mas (tal qual outros que descobri aqui no Boca do Inferno) já figura na minha lista de filmes favoritos.

  4. Juninho

    Excelente. Vale muito a pena para quem ama filmes de terror psicologico

  5. Carlos Dente

    Quando será que sai em DVD?

  6. Bianca

    Acho que criei tanta expectativa que no fim, não é dizer que achei ruim, só não achei ótimo. Confesso que em vários momentos me lembrou A Vila, que tanto me decepcionou há alguns anos atrás. Enfim, a fotografia é linda, as atuações são impecáveis, o filme prende a atenção, mas no fim deixou um pouco a desejar, para mim. E olha que tenho medo de bode desde criança rs…. Um dos melhores filmes de terror psicológico que vi ultimamente foi Babadook, que não teve essa badalação toda e me deixou realmente chocada e incomodada.

    • Carlos Dente

      Se A Vila também te decepcionou, provavelmente a expectativa não é o seu problema…

  7. Raphael Biazotto

    Achei um filme muito bom. Sem sustinhos bestas, sem computação gráfica mequetrefe.
    De fato o filme não dá medo. E qual filme de terror feito nos ultimos tempos deixa alguem tenso de verdade? rs

    Não vai te dar sustos mas vai ser uma experiencia muito mais interessante que muita coisa que vem sendo produzida e ovacionada nos ultimos anos.

    • Carlos Dente

      “(…) Sem sustinhos bestas, sem computação gráfica mequetrefe (…)”.

      Me convenceu: vou assistir.

  8. Paula

    Para quem compreendeu tda a simbologia do filme pode ter sido razoável. Mas para tds que pagaram suas entradas no cinema esperando para ver um filme de terror que dá medo foi um lixo total. Deveriam ter colocado na propaganda do filme que para vc sentir pelo menos 1% de medo vc deveria saber sobre o significado da lebre, conhecer os rituais…bla bla bla. Acontece que eles fizeram uma p* propaganda dizendo que o filme era assustador, eu entendi td que ele quis dizer e nem assim esse filme me surpreendeu em absolutamente nada. Acho sacanagem eles venderem tda essa mentira para ter bilheteria não adiantou nada o filme é CHATO!!!!!!!! E tem um monte de gente dizendo que ele é bom para dar uma de crítico de cinema eu já ví milhões de filmes e me envolvi na história e nem assim absorvi esse terror td….deve ser por que ele não existe!

    • Ana

      Você primeiro diz que é preciso entender o que o filme mostra pra gostar dele, depois critica quem gostou (e entendeu) porque essas pessoas querem pagar de críticos, como se inteligência e gosto fossem algo negativo. Com toda essa “capacidade”, não surpreende que você não tenha gostado.

      • Juninho

        Ouch!!!

      • Paulinha

        Exatamente…eu entendi tudo, se quiser depois eu te explico. E nem assim achei esse terror todo e continuo a dizer: ainda bem que não ví no cinema!

        • Rodrigo Ramos Rodrigo Ramos

          Se você não viu no cinema já perdeu metade da experiência.

        • welington

          Concordo! Passa bem longe, mas muito, muito, muito longe desse marketing todo que estão fazendo.

        • Ana

          Quem quer explicação vindo de alguém que mal consegue escrever um comentário com sentido? Não, obrigada.

  9. Ótimo filme!!Mais sangue na telinha!!! – Marcio Silva de Almeida/Jlle-SC

  10. Carol

    Os comentários sumiram?

  11. Paulo

    Tenho que descordar num ponto de vista seu, Marcos : “um final completamente pessimista”. Não diria que foi um final otimista, até porque não seria tão sádico em gostar do desfecho de cada um dos personagens da família de Thomasin. Mas achei digamos…Libertador! Não porque eu tenho uma queda por ocultismo, mas convenhamos que o final faz jus ao que a premissa “um conto de fadas satânico” se propõem em fazer. Sim, vou além em dizer que é muito lindo o final, até porque conviver num meio extremamente religioso é sufocante. O verdadeiro inimigo ali foi na verdade o fanatismo, porque bem sabemos que há muito tempo cristãos pregam pelo medo, e em momento algum foi revelado se “a bruxa” servia à Lúcifer e se era Lúcifer quem estava presente. Resumindo, tudo é culpa do Diabo
    E sobre o que achei do filme: pouco mais do que um estudante de cinema, um cinéfilo, acho que temos um clássico aqui… Adorei Babbadook, It Follows, mas tenho certeza que A Bruxa até o momento será um daqueles filmes que a gente falará sobre, daqui muitos anos. E bem, hoje em dia é bem fácil de saber se um filme de terror é bom, não é mesmo? Cinéfilo e a critica aprovou, publico não gostou, É BOM. As pessoas gostam de filmes mastigados pra engolir melhor. Já sou daqueles que no máximo um filme tem que ser amassado com os pés bem sujos, porque vivemos numa geração de pessoas estúpidas e preguiçosas.

  12. Mil spoilers nesse comentário. Pule se não estiver afim.

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    Algo que me chamou a atenção no filme foi toda a simbologia envolvida. Quando o pai assume que vendeu o cálice da esposa – o cálice é a representação do útero – a partir daí, tudo de errado começa a acontecer com os filhos. É como se ele tivesse vendido a família.

    A lebre correndo representa uma fêmea livre. E ela aparece diversas vezes em momentos cruciais.

    Quando o menino está prestes a morrer, ele vomita a maçã, símbolo do pecado original… ou seja, ele foi batizado, e essa “pureza católica” faz com que ele consiga expurgar o pecado do corpo antes de alcançar a serenidade mental para finalmente partir em paz.

    Além da simbologia, é um filme sobre como a bruxaria era uma forma de libertação das mulheres da opressão do catolicismo.

    Um ótimo filme – não sei em que gênero exatamente eu o encaixaria – mas para mim faltou, fotograficamente falando, uma imagem do bode em pé no círculo em volta da fogueira. Há ilustrações famosas disso, e acho que ficaria bom na tela. Outra falha, do meu ponto de vista, foi a morte da mãe. Acho que foi uma associação desnecessária de uma violência por parte da filha ao fato de ela estar sendo acusada como bruxa. Seria legal ela manter a sanidade até o fim.

    Eu achei o final muito bonito.

    Enfim, 99% das pessoas não entenderam a proposta e deveriam ter ficado em casa.

    • Ana

      Algumas opiniões minhas:

      1. Não acho que foi a pureza que o fez expelir a maçã… se você reparar bem, verá que toda aquele discurso religioso tinha muito mais um tom de deboche e parecia um orgasmo. O menino esteve enfeitiçado até o fim (pra mim), e a maçã foi mais uma zombaria com a religiosidade da família.

      2. Acho que o diretor nem quis focar no bode porque a proposta do filme era usar toda a ambientação e luz naturais, e o bode preto em pé talvez tapasse um pouco da visão das bruxas (é um chute, eu também queria ter visto essa cena).

      3. Entendo o trabalho do “diabo” como justamente desestruturar essa família, focando na pessoa que ele quer trazer pro lado negro. Se a menina tivesse mantido a sanidade depois de tudo o que passou, dificilmente escolheria o caminho do mal que acabou com as pessoas que ela amava. Matar a mãe foi um último selo que tinha que ser rompido pra ela desistir de tudo (mas acho que se ela não tivesse feito isso, o bode ia dar conta do recado, como fez com o pai).

    • Carlos Dente

      “Além da simbologia, é um filme sobre como a bruxaria era uma forma de libertação das mulheres da opressão do catolicismo.”

      Na verdade, eles não eram católicos, mas sim protestantes. Mas entendi.

  13. Renato Santos

    o filme não dá medo, é um ótimo filme mas falha na proposta básica dos
    filmes de terror, não dá medo, dá a sensação que vai acontecer algo q
    nunca acontece. e assim termina. só isso.

    • Marimn

      Amigo a proposta desse filme é um pouco diferente da proposta clássica dos filmes de terror pelo que eu li.

      • Renato Santos

        pelo que eu li e pelo que o mundo leu, era um filme assustador, até o stephen king disse isso, só que o filme não assusta nem dá medo, não é q não gostei do filme, só acho q venderam ele errado, quem fala bem do filme tá certo, é um ótimo filme sim, bem filmado e tal, e quem tá falando mal não é criticando por ser um filme ruim (eu pelo menos) é mais decepção mesmo.
        babadook não foi feito pra ser convencional e mesmo assim dá muito medo.

      • Soraya Montenegro

        Pelo que eu vi, o filme é ruim mesmo. A proposta é boa mas é falha. Não dá medo.

        • Renato Santos

          não chega a ser um filme ruim, é um filme não convencional, bem filmado, rico em datalhes, ambientação perfeita, ele falha em dar medo, ele não é aterrorizante, não é assustador, ele é um drama psicologico com toques (falhos) de horror.

          • Paulinha

            O filme é tedioso.

  14. Pablo

    É um bom filme de terror dramático. Tão dramático que me afetou e me fez não gostar dele. Surtiu efeito sobre mim. Mas mais depressivo do que de arrepio. É um daqueles filmes a qual eu não quero mais vê-lo de novo.

    • Pablo

      P.S. Porque diabos Harvey Schrimshaw não levou indicação a diversos prêmios? A interpretação dele me emocionou muito.

      • Fabio Rodriguez

        Que comentário mais ambíguo!

  15. Soraya Montenegro

    O filme se destaca pela fotografia, figurino, história e atuações pq em relação a terror e suspense, tô esperando até agora. Não senti essa atmosfera de pavor que todo mundo fala. Nem eu, nem a sala inteira de cinema. Qdo as luzes se acenderam, metade das pessoas ficou em pé e a outra metade sentada. Todos, porém, com a mesma reação: é isso? E não me venham com esse papinho de que é um filme inteligente, que por não ter os elementos do cinemão não é filme para qualquer um. A Bruxa é um filme chato, sonolento e pretensioso. Decepção total.

    • Fabio Rodriguez

      Provavelmente você diria o mesmo de O Bebê de Rosemary e Audition, que são dois ótimos filmes de horror.

      • Soraya Montenegro

        Não diria não. Assisti os dois e são infinitamente melhores que A Bruxa.

        • Fabio Rodriguez

          Jura que você gostou desses filmes? É que, geralmente quando alguém descreve um filme de terror como “chato, sonolento, tedioso”, é porque pouco (ou nada) acontece em termos de horror durante a maior parte do filme. E as duas películas que eu mencionei são bem assim, mas nem por isso deixam de ser assustadoras.

          • Soraya Montenegro

            Exatamente por isso que não gostei.Pra mim, falta essa atmosfera de suspense e tensão no filme. Fui assistir sabendo que não era horror cinemão. Todas as críticas elogiam o filme dizendo que é apavorante, perturbador, etc… e não achei nada disso. Não senti angústia, nem nada.

    • Jojo

      Acho que o filme falha num ponto essencial para criar a atmosfera de medo: a dúvida,o não saber se é real ou não. Pra mim, o fato da figura da bruxa aparecer assim que o bebê some, estragou o suspense, a dúvida de existir uma uma bruxa ou ser fruto da imaginação de fanáticos religiosos. Por ter essa entrega no início, o filme perdeu o potencial de gerar medo. Pra mim, é um drama, não um terror.

  16. Fabio Rodriguez

    “Todos eles, exceto o recém-nascido, nada menos que brilhantes, intensos e críveis em seus papeis.”

    Ri muito nessa parte… Tadinho do pobre bebê.

    • Carlos Dente

      Ele teve pouco tempo de cena para desenvolver o personagem…

  17. Fabio Rodriguez

    O nome do diretor tá escrito errado no início do texto.

    • Corrigido. Valeu, Fabio 🙂

      • Fabio Rodriguez

        Há um outro erro no segundo parágrafo em que a palavra QUANTO é substituída por QUANDO.

  18. MORCEGO

    Aê, Marcão!
    Agora fiquei com vontade de assistir.
    Gosto de filmes assim, desde que sejam bons.
    E “A Bruxa” parece ser bom, mesmo.

    Abraço, Marcão.

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