Críticas

Freddy Vs Jason (2003)

Fcou longe de ser aquilo que eu esperava: uma sátira total, como Sexta-Feira 13 Parte 6, com mortes engraçadas e gozação com o gênero!

Freddy Vs Jason (2003) (1)

Freddy Vs Jason
Original:Freddy Vs Jason
Ano:2003•País:EUA, Canadá, Itália
Direção:Ronny Yu
Roteiro:Damian Shannon, Mark Swift
Produção:Sean S. Cunningham
Elenco:Robert Englund, Ken Kirzinger, Kelly Rowland, Monica Keena, Jason Ritter, Chris Marquette, Brendan Fletcher, Katharine Isabelle, Lochlyn Munro, Kyle Labine, Tom Butler, Zack Ward

Mais ou menos. Esta foi a impressão que tive ao final da sessão em que vi o tão comentado Freddy Vs. Jason pela primeira vez. Entretanto, nem sempre a primeira impressão é a que fica. E muita gente estava elogiando o filme, o que me levou a acreditar que talvez eu estivesse sendo muito rabugento e muito crítico na primeira avaliação. Logo, um mês depois, resolvi encarar uma segunda sessão para ver se mudava minha opinião.

Depois de encarar uma reprise, meu novo parecer: mais ou menos. Mas mais para menos do que para mais. Freddy Vs. Jason realmente não é nem tão divertido quanto falam, nem tão surpreendente quanto elogiam, nem tão despretensioso quanto parece. É uma meia bomba, só não uma bomba inteira justamente porque o filme não se leva a sério o tempo todo. Mas, infelizmente, em alguns momentos se leva. E tão a sério que chega a ser constrangedor.

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A maioria das críticas sobre o filme que eu li dizem que este é um filme mais de Freddy Krueger do que de Jason. Pois eu discordo totalmente. Embora o filme seja narrado, no início, por Freddy, e o próprio Freddy seja um elemento importante na história, é visível que quem brilha na produção é Jason. Para começar, Freddy não mata ninguém o filme inteiro! O trabalho sujo fica todo para Jason. Assim, ao psicopata das garras de aço resta perseguir algumas vítimas em seus pesadelos (muito mais sem graça do que aqueles mostrados por Wes Craven no filme A Hora do Pesadelo, em 1984, com um orçamento irrisório se comparado ao desta produção recente). E também fazer suas piadinhas sem graça, como se tornou uma constante desde a parte 3 de suas “aventuras” solo.

Bem, é meio inútil falar da história em um filme que se chama Freddy Vs. Jason. É óbvio que um projeto assim só existe para justificar o duelo entre os dois personagens. Mesmo assim, percebe-se claramente que os produtores do filme estão mesmo levando a coisa a sério! Sim, porque ao invés de abordar o combate puro e simples, os roteiristas Damian Shannon e Mark Swift enrolam o espectador durante mais de uma hora com dezenas de detalhes completamente relevantes, mas que parecem ter a maior importância dentro da história (esqueça, eles não têm!). Deixando, assim, para o final o tão prometido duelo entre as duas hediondas criaturas.

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O filme começa com narração de Freddy Krueger e uma colagem de várias cenas dos filmes anteriores da série A Hora do Pesadelo (infelizmente, não fizeram o mesmo com Jason). Freddy conta que se divertia muito com as crianças de Elm Street até que seu nome caiu no esquecimento quando os adolescentes da nova geração foram criados sem qualquer informação sobre a existência do psicopata. Ora, sem conhecer Freddy Krueger, os jovens não podem sonhar com ele. E, assim, o assassino caiu no esquecimento, condenado ao limbo.

Até que Freddy tem uma ideia espantosa: entrar nos sonhos do serial killer Jason Voorhees, que está morto e enterrado (bom, enterrado sim, mas não propriamente morto), passando-se pela sua mãe, a sra. Voorhees, e fazendo o matador de adolescentes acreditar que deve se mudar de Crystal Lake para Elm Street e chacinar os jovens de lá. Com isso, Freddy espera que um clima de desespero e paranoia se instale novamente no local, fazendo com que os adolescentes voltem a falar em Freddy Krueger, o que lhe daria o poder de voltar com força total aos pesadelos da garotada.

Bem, vamos dizer que, até esse ponto, a história realmente faz um mínimo de sentido e lógica e soa até divertida. Temos até uma cena de nudez gratuita à beira do lago de Crystal Lake, algo que não se via desde a parte 7 de Sexta-Feira 13, lá no final dos anos 80 (é, faz tempo…). Mas é só Freddy colocar em prática seu plano diabólico de usar Jason como marionete que o filme vira um festival de furos.

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Primeiro, como Jason foi de Crystal Lake a Elm Street? De ônibus ou pedindo carona na estrada? Ou simplesmente caminhando? Difícil que algum pedestre ou motorista não tenha percebido numa figura enorme e putrefata, com máscara de hóquei e um facão ensanguentado, caminhando rumo a uma cidade (Springwood). O que os roteiristas esquecem, talvez, é que uma figura como Jason pode, sim, passar despercebida no meio da floresta, ao redor do campo de Crystal Lake, mas jamais poderia se locomover sem provocar suspeitas em uma cidade (onde ele se esconderia, por exemplo? Num hotel ou numa pensãozinha barata?).

Somos logo apresentados aos heróis e vítimas do filme, um bando de adolescentes patetas como convém ao gênero, mas tão chatos e desinteressantes que torna-se maçante quando percebemos que seremos obrigados a passar com eles a próxima 1h30min de filme. Lori, Kia e Gibb são três amigas desmioladas que estão na casa de uma delas, sozinha em casa. Logo surgem dois rapazes e a “festinha” começa. Literalmente, já que Jason surge e mata o namorado de Gibb, apunhalando-o várias vezes antes de dividi-lo ao meio no colchão – um festival de sangreira lembrando os melhores momentos de Jason na sua série regular.

Quando a polícia chega para “controlar a situação” (leia-se “recolher o cadáver“), o nome de Freddy é citado pelos policiais e Lori escuta. Ela comenta com os amigos, dando alguma força para Freddy Krueger voltar aos pesadelos da garotada. Mas ele ainda não está forte o suficiente para começar a matar.

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E Jason, onde está? Não sei, perguntem ao roteirista. Vamos dizer apenas que entrar sorrateiramente em uma casa pela porta dos fundos e matar apenas uma pessoa lá dentro não é bem o estilo do psicopata. Ora, o cara é um monstro imortal, uma besta humana, sem qualquer noção de inteligência ou planejamento dos seus atos. Considerando o que ele faz nos filmes da série Sexta-Feira 13, Jason, no mínimo, deveria entrar na casa derrubando a porta da frente, sem descansar até matar todos os jovens lá dentro (e não matar apenas um e ir embora rapidinho com medo da polícia… O cara é imortal, pô!).

Outro detalhe: que fim leva Jason entre este primeiro crime e os demais? Bem, o mínimo mesmo que se deveria esperar do serial killer era que ele fosse entrando de casa em casa na rua Elm matando gente a torto e a direito, inclusive os próprios policiais. Mas não é o que ele faz. Jason revela-se um assassino contido e paciente, quase um Michael Myers (que nunca foi), esperando até suas vítimas estarem sozinhas para agir. Misteriosamente, os mesmos roteiristas que criaram este “Jason boiola” esquecem tudo depois e voltam a mostrar o psicopata alucinado, atacando um rave cheia de jovens no seu velho estilo… Mas calma que já chegamos lá.

Bem, enquanto Jason volta ao seu esconderijo depois de cometer o primeiro assassinato (o que ele fazia lá? Lia O Senhor dos Anéis? Assistia TV? Jogava videogame?), descobrimos que um ex-namorado de Lori, Will, supostamente desaparecido, está bem vivo, mas internado numa clínica para doentes mentais. Na verdade, a instituição é uma espécie de “depósito” dos jovens que tinham pesadelos com Freddy Krueger, separados dos demais para não “contaminar” os adolescentes da rua Elm com a paranoia e o medo. Eles tomam um medicamento experimental chamado Hypnocil (aparentemente, o mesmo que Nancy, a personagem de Heather Langenkamp, tomava em A Hora do Pesadelo 3), um supressor dos sonhos.

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Pois não é que Will e seu amigo Mark, dois amigos idiotas como poucos, conseguem fugir da bem cuidada instituição médica? Pior: conseguem chegar a Springwood sem levantar suspeitas e até caminhar livremente pelas ruas e pelo colégio onde Lori estuda (acreditem se quiserem!). A lenga-lenga em cima da volta de Will e seu relacionamento com Lori, as explicações para a internação na clínica e o tal do Hypnocil tomam um tempo danado de filme e retardam a matança, o que jamais deveria acontecer em um filme bobo e sem pretensões, como este. É como se os roteiristas estivessem levando tudo a sério e quisessem explicar tudo tintim por tintim, tomando o público de idiota.

Para piorar, não bastassem todos estes elementos e informações, ainda inventam mais uma trama paralela onde Will é acusado do assassinato da mãe de Lori, mas jura ter visto seu pai esfaqueando a mulher – algo que está aí apenas para enrolar, ou “encher linguiça“, como se diz por aqui -, retardando a luta de Freddy e Jason.

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E Freddy, por falar nisso? Bem, ele nunca está forte o suficiente para começar a matar. E quando finalmente está, perde sua primeira vítima (Gibb) para Jason, que chega antes. É o suficiente para deixar o assassino das navalhas nos dedos totalmente puto da cara. Ele resolve que antes de voltar à sua carreira de crimes, terá que se livrar do “cúmplice” de uma vez por todas. E é aí que o filme perde o rumo de vez.

Entram mais e mais personagens que nada acrescentam à trama, inclusive um maconheiro e um policial que acredita que há um serial killerimitando” os crimes de Jason Voorhees (claro, os policiais nunca acreditam que há um assassino imortal à solta por aí). É quando rola a cena que realmente vale o preço do ingresso: Jason totalmente alucinado, e em chamas, invadindo uma festa rave realizada em um milharal, matando umas boas dezenas de jovens antes de, mais uma vez, desaparecer (o que eu chamo de “voltar para seu esconderijo“).

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Mais blábláblá entre policiais, mais blábláblá entre as vítimas, mais enrolação, mais personagens entrando e falando bobagens, até que os jovens resolvem voltar à instituição onde Will estava internado e roubar o Hypnocil, para que não tenham mais pesadelos. Pois, sabe-se lá porque, Jason também tomou o mesmo rumo (com qual objetivo, só os roteiristas sabem, talvez nem eles). Paralelamente, em uma coisa que não se via desde A Hora do Pesadelo II, Freddy possui o corpo do maconheiro (na forma de uma ridícula lagarta, em citação a Alice no País das Maravilhas) e se livra do Hypnocil. Depois, coloca Jason para dormir com sedativos. É justamente isso que Freddy quer: Jason dormindo, para que possa sonhar com ele.

No pesadelo de Jason (!!!), temos o primeiro duelo entre os dois monstros. Totalmente ridículo, devo dizer. Freddy faz Jason voar e bater em canos da sua velha refinaria, como se fosse uma bolinha de pinball. Hahahahaha, gargalha o cinema inteiro. Bem, acho que rir não deveria ser a proposta de um filme de horror, ainda mais estrelado por dois ícones do moderno cinema de horror, mas deixa para lá. E tome porrada do Freddy, e tome piadinha sem graça, até que o assassino leva a melhor, aprisionando Jason na água – supostamente, a única coisa de que ele tem medo, já que morreu afogado. Só faltou os roteiristas lembrarem que nos filmes da série Sexta-Feira 13, Jason nunca teve medo de água.

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Os jovens que sobraram, enquanto isso, levam o corpo adormecido de Jason para Crystal Lake (!!!). Acreditam que, em seu território, a luta entre ele e Freddy será mais fácil. Lori dorme e “entra” no pesadelo de Jason (como eles fazem isso???), trazendo Freddy para o mundo real. Agora, ele terá que acertar as contas com Jason de uma vez por todas, enquanto o assassino de Crystal Lake aproveita para despachar mais alguns adolescentes desta para melhor.

Tirando algumas bobagens (Freddy disparando tubos de gás em Jason, por exemplo), a luta final entre os dois é bem realizada e tem tudo aquilo que o restante do filme não tem: bastante sangue e violência. Freddy esquarteja Jason de todas as formas enquanto este decepa braços e arranca pedaços de Freddy a facadas. É um verdadeiro duelo de titãs. Pena que no final tudo acaba em empate técnico (é ver para crer). Mas alguém aí realmente acreditou que um dos dois ia vencer?

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Bem, resumindo, acho que o filme enrola muito para chegar naquilo que todo mundo espera: a luta entre Freddy e Jason. Hypnocil, a morte da mãe de Lori, a fuga de Will, os adolescentes que não podem sonhar, isso tudo é balela, enrolação que não acrescenta nada à história. Os roteiristas poderiam ter caprichado mais no duelo entre os dois assassinos e muito bem reduzido a duração do filme para 1h20min, no máximo, cortando o blablabla e boa parte dos detalhes que estão sobrando.

Mas teriam que melhorar também a história, porque não cola essa de Jason andar por Springwood cometendo assassinatos isolados, como nunca fez. E também reduzir um pouco a bobagem. Poucas piadas são engraçadas, há cenas ridículas (como aquela em que dois maconheiros confundem Jason com um fazendeiro e mandam ele ir fazer sexo com ovelhas), péssimas interpretações (principalmente de Jason Ritter, que, como Will, não pára de sorrir nem por um momento, mesmo nas cenas onde supostamente deveria estar triste ou assustado).

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Meu veredito: justamente um filme mais ou menos. O diretor Ronny Yu foi muito melhor em A Noiva de Chucky, onde tinha um roteiro infinitamente mais simples e divertido para trabalhar. Aqui, a história é tão ridícula que chega a espantar o fato de até mesmo o diretor levar certos momentos mais a sério do que deveria (colocando música sinistra e ritmo lento, como se aquilo fosse um filme de suspense “sério“).

Infelizmente, o filme ficou longe de ser aquilo que eu esperava: uma sátira total, como Sexta-Feira 13 Parte 6, com mortes engraçadas e gozação em geral com o gênero. Parece que todos os envolvidos no projeto ficaram com medo de partir para a brincadeira assumida – até os atores estão interpretando como se fosse um filme “sério“.

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Na soma geral, Freddy Vs. Jason ganha uma nota 5, talvez até menos. Zero para sua proposta, zero para seu objetivo, cinco pelo pouco de diversão que ele oferece. Mas que dá uma saudade danada dos primeiros filmes das duas séries (Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo), ah, isso dá… Talvez os americanos tenham desaprendido a fazer bons “slasher movies“…

Curiosidades

Freddy Vs. Jason foi um projeto anunciado no início dos anos 90. Desde então, até sua realização, dezenas de roteiros diferentes foram escritos, inclusive um envolvendo uma seita satânica e o fim do mundo!

– A primeira vez em que a ideia de juntar Freddy e Jason foi discutida aconteceu em 1987. Na época, os direitos da série Sexta-Feira 13 pertenciam à Paramount, que nem quis saber da ideia – a parte 7 da série estava sendo produzida.

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– Inicialmente, os personagens de Alice (heroína em A Hora do Pesadelo 4 e 5) e Tommy Jarvis (que apareceu em Sexta-Feira 13 partes 4, 5 e 6) estariam no roteiro de Freddy Vs. Jason.

– O diretor Ronny Yu não quis colocar Kane Hodder (intérprete de Jason desde a parte 7) neste filme, magoando o ator. Yu argumentou que Kane não tinha os olhos expressivos.

Jason Bateman (do picareta O Garoto do Futuro 2) era a primeira escolha para o papel de Will, que ficou com Jason Ritter.

– Três finais diferentes foram considerados para o filme:

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1. Após o “duelo“, Will e Lori começavam a transar, até que o rapaz passasse a agir como maníaco, surgindo na sua mão uma luva igual à de Freddy, com a qual ele estraçalha o peito da namorada.

2. Freddy e Jason lutam dentro do lago, que de repente começa a secar num redemoinho, sugando os dois para o “inferno“. Entretanto, quando o pai de Lori chega, a garra de Freddy sai do chão e o mata.

3. Freddy e Jason são sugados para o inferno e continuam a luta entre as chamas. Até que correntes aparecem do nada e aprisionam os dois. Eis que surge Pinhead (da série Hellraiser) e pergunta: “Bem, cavalheiros, vocês poderiam me dizer qual é o problema?“. Este final foi descartado porque a New Line não tinha os direitos sobre o personagem Pinhead, mas certamente seria muito, muito divertido, assumindo a avacalhação geral.

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– Quando o filme foi projetado em exibições de teste, para ver como o público reagia ao filme, não foi mostrado o final. Em seu lugar aparecia uma mensagem dizendo: “O final desta batalha só será conhecido em 15 de agosto de 2003” (a data de estreia). Assim, ninguém saberia o “vencedor” do duelo.

– Quando Will está no hospital psiquiátrico e assiste sobre os assassinatos em Springwood na TV, a sigla da emissora é KRGR, uma brincadeira com o sobrenome “Krueger“. Em A Hora do Pesadelo, Glen (Johnny Depp) está escutando uma rádio com o mesmo nome antes de ser morto por Freddy.

– Quando perguntaram sua opinião sobre o filme, Wes Craven (o criador de Freddy Krueger) resumiu: “É mais forte na ação do que na história“.

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– Uma fala de Freddy (“how sweat, flesh meat” /”que ótimo, carne fresca“) em A Hora do Pesadelo 4 foi adaptada no final, quando ele diz para Kia, que é negra, a frase “How sweat, dark meat!” (“Que ótimo, carne escura“).

– A instituição psiquiátrica mostrada no filme, onde Will está aprisionado, chama-se Westin Hills. É o mesmo hospital onde Freddy foi gerado (quando sua mãe, freira, foi estuprada por criminosos violentos) e o mesmo cenário de A Hora do Pesadelo 3.

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– Em A Noiva de Chucky, Ronny Yu dirigiu o falecido John Ritter, pai de Jason Ritter, que aqui interpreta Will.

– O diretor da escola onde os personagens principais estudam é Robert Shaye, produtor de todos os episódios da série A Hora do Pesadelo (e também deste filme), creditado com o pseudônimo L. E. Moko.

– Segundo os roteiristas, o prédio em obras em Crystal Lake, quando Freddy e Jason brigam, é o mesmo prédio que será usado, no futuro, para congelar Jason, como mostrado no filme Jason X.

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7 Comentários

  1. Wagner

    Até o lado do olho cego de Jason eles erraram…
    Mais pra menos que pra mais, mesmo…

  2. Felipe Leal

    Bom eu concordo com sua opinião, mas ainda sim eu acho esse filme um dos melhores, ja assistir todos os filmes em relação a esses personagens. Deveria ter uma série deles na NETFLIX rsrsrs. Ou um novo confronto entre eles, quem sabe no segundo confronto eles acertariam ne?!

    • lua

      se vc fosse roteirista ia passar fome :v

  3. Dricka

    Assisti hoje pela primeira vez. Sou fã incondicional do Jason, mas nunca fui muito fã do Freddy. Gostei do filme (quase só dá o Jason rsrs). Pagaria para ver no cinema se fizerem reprise.

    Boa crítica. Justa. E é verdade: ver o Jason em chamas, em um milharal (ótimo local para terror), fazendo a “limpa”, vale o filme. Mas o final com o Pinhead teria elevado o filme a 5 caveiras.

  4. Carol

    Acho que o comportamento estranho do Jason, matando uma pessoa aqui e ali e depois desaparecendo, poderia ser explicado por ele estar sendo dominado pelo Freddy.

    De resto, concordo com quase tudo. Eu não esperava sátira total, mas sangue total, e tentaram criar uma história séria, o que não foi bom. Mas achei levemente divertido.

  5. anselmo luiz

    Esse final alternativo em que Pinhead da serie ” Hellraiser ” aparece e fala com os dois maiores viloes do cinema de terror ,seria legal demais ,pena que por direitos autorais ele não foi filmado só citado

  6. alex

    Mas pera, se o predio em construção é o mesmo que será usado no futuro em jason X significa que jason X é meio que a continuação de FVJ explicando o motivo do personagem esta vivo e preso no começo do filme

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