Críticas

Palhaços Assassinos (1988)

Ao atrair o espectador já com seu título bizarro, os responsáveis por Palhaços Assassinos já revelam que uma coisa têm de sobra: criatividade

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Palhaços Assassinos
Original:Killer Klowns from Outer Space
Ano:1988•País:EUA
Direção:Stephen Chiodo
Roteiro:Charles Chiodo, Stephen Chiodo
Produção:Charles Chiodo, Edward Chiodo, Stephen Chiodo
Elenco:Grant Cramer, Suzanne Snyder, John Allen Nelson, John Vernon, Michael S. Siegel, Royal Dano, Christopher Titus, Irene Michaels, Aeron Macintyre, Danny Kovacs

Palhaços Assassinos… do espaço sideral. Puta merda!“. Ao citar o nome original do filme quando os heróis de Palhaços Assassinos do Espaço Sideral vão até a delegacia para contar sobre os acontecimentos bizarros que presenciaram, o veterano guarda Moony, com aquele ar cético que só policial de filme B americano tem, parece refletir a mesma incredulidade do espectador. Quer dizer, quem iria imaginar que palhaços assassinos – e espaciais – existissem; ou, no caso, quem iria imaginar um dia assistir um filme sobre Palhaços Assassinos Espaciais? Se já seria um tanto absurdo uma história sobre palhaços assassinos, quem dirá um sobre palhaços assassinos vindos do espaço sideral?

Ao atrair o espectador já com seu título bizarro, os responsáveis por Palhaços Assassinos já revelam que uma coisa têm de sobra: criatividade. E assim fizeram um dos mais memoráveis e absurdos filmes B dos anos 80.

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Eu era um gurizão ainda, mas compartilhei do mesmo ceticismo do guarda Moony (interpretado pelo veterano John Vernon, de Clube dos Cafajestes) ao ouvir a chamada de Palhaços Assassinos na TV Bandeirantes, em tempos imemoriáveis. Não foi na época em que a Band cansou de reprisar o filme no Cine Trash, mas sim anos antes, quando ele foi exibido pela primeira vez num programa “sério” de filmes de horror que a emissora tinha, chamado Cine Mistério, e que passava à noite. No caso, a Bandeirantes exibiu um comercial que tratava o filme – e a ameaça dos Palhaços Assassinos espaciais – a sério, como se fosse uma assustadora história de terror. E na hora em que vi aquela chamada eu lembro de ter pensado: “Palhaços Assassinos espaciais? Não pode ser verdade!“.

E foi assim que Palhaços Assassinos do Espaço Sideral inseriu-se entre os meus filmes de estimação. Ele é tão colorido, divertido, absurdo, engraçado e criativo que somente uma pessoa muito chata e mal-humorada não iria embarcar na ideia, uma espécie de sátira aos velhos filmes de ficção científica americanos dos anos 50, com suas ameaças alienígenas vagabundas a pequenas cidadezinhas dos Estados Unidos. É o tal do filme em que a história não importa (até porque ela é fraquíssima); o que vale é a execução. Em seu caldeirão de cultura pop, os irmãos Chiodo – diretores, produtores e roteiristas deste seu projeto dos sonhos – incluíram referências ao maior número de filmes possíveis, através de situações banais já vistas e revistas em centenas de produções, do velho fazendeiro que vai atrás de um meteoro que viu cair na floresta (tirada de A Bolha, dos anos 50) aos adolescentes que combatem a ameaça com o descrédito da polícia (situação advinda de qualquer filme do gênero feito nos últimos 50 anos), passando ainda por humanos presos em casulos (à la Invasores de Corpos) e outros clichês do gênero. Tudo já foi visto antes; mas a execução é tão charmosa, e criativa, que emana um frescor de novidade.

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Quem nunca viu o filme – se é que existe tal pessoa, depois que o Cine Trash fez o favor de reprisá-lo umas 15 vezes – deve estar se perguntando se Palhaços Assassinos é pra valer, levado a sério, ou uma esculhambação assumida. Acredite se quiser, mas é um filme esculhambado que se leva a sério. É muito diferente, por exemplo, das produções assumidamente toscas da produtora Troma (tal qual a série The Toxic Avenger), que se caracterizam por serem propositadamente ruins. Palhaços Assassinos tem uma excelente produção, ótimos (e baratos) efeitos especiais e um elenco desconhecido, mas empenhado, que não fica fazendo competição de quem atua pior. Além disso, o filme raramente extrapola o limite do bom gosto, de maneira que eu não concordo que possa ser considerado, simplesmente, “trash” – o rótulo que normalmente ganham as produções que, de tão ruins, são boas, embora hoje em dia qualquer filme de terror seja assim chamado. Palhaços Assassinos é trash? Talvez a ideia, a concepção, sim; mas a realização, com certeza, não é. Estamos diante de um verdadeiro e espirituoso filme B, é verdade, mas muito longe de ser ruim.

Tudo bem, tudo bem, trata-se de uma esculhambação levada a sério. Mas assusta? Óbvio que não! Talvez assustasse se os diretores fosse uns manés quaisquer, que colocassem seus Palhaços Assassinos atacando a população da cidadezinha com machados e facões afiados. Mas os irmãos Chiodo são uns caras legais. Eles fizeram um filme onde os Palhaços Assassinos do espaço sideral (hehehe) usam artifícios criativos para eliminar suas vítimas, através de objetos, situações e brincadeiras feitas pelos palhaços como se estivessem num grande circo. Assim, as pessoas são mortas com torta de creme na cara e armas que disparam pipoca, ou então acabam presas em balões e casulos de algodão-doce (!!!). No universo bizarro e bem humorado do filme, até um simples jogo de sombras refletidas numa parede pode ser mortal! E embora inclua umas duas ou três cenas que são um pouquinho mais sérias e podem até parecer arrepiantes – como a do palhaço tentando atrair uma menininha para fora da lanchonete com uma marreta enorme escondida por trás das costas -, Palhaços Assassinos não é um filme assustador. A não ser, é claro, que você morra de medo de palhaços, como os próprios irmãos Chiodo.

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Na trama, é tarde da noite de uma sexta-feira na pequena cidadezinha americana (fictícia) de Crescent Cove, que bem poderia ter saído de um daqueles filmes sci-fi antigões, onde os jovens se encontram em lanchonetes para comer hamburger e milk-shake e vão namorar no banco traseiro dos seus carros no topo de um morro. É ali, no chamado “Top of the World” (Topo do Mundo), que encontramos nossos heróis, o casal Mike Tobacco (Grant Cramer, filho da veterana atriz de Hollywood Terry Moore, que fez vários filmes nos anos 40 e 50) e Debbie Stone (Suzanne Snyder, que apareceu em A Noite dos Arrepios e A Volta dos Mortos-Vivos 2). Mike e Debbie estão com seu carro estacionado junto com os amigos, namorando, curtindo uns bons momentos deitados num bote inflável (!!!) e tomando champanhe, quando algo flamejante cruza a escuridão da noite, no céu. Um meteoro, talvez? Debbie, curiosa como toda moça em filmes de terror (e fora deles), insiste para que Mike pegue o carro e vá atrás do meteoro com ela. E ele vai, é claro.

Só que não é um meteoro, como iremos descobrir rapidamente. Um velho fazendeiro – que nos créditos é chamado de Gene Green, mas nunca é nomeado no filme – também vê o objeto flamejante cruzando o céu e exclama, surpreso, para seu cachorro (!!!), chamado Ursinho Puff: “Você viu só, Puff? O Cometa Halley pousou aqui no nosso quintal!“. hahahahaha. No caso, o pobre fazendeiro é interpretado de maneira propositalmente ruim e fiasquenta pelo veterano Royal Dano (de A Casa do Espanto 2, falecido em 1994), o único que atua como se estivesse numa comédia escrachada. Com seu “Ursinho Puff” do lado e levando uma pá e um balde (o que ele esperava fazer, recolher o “Cometa Halley“?), o velho fazendeiro põe-se a atravessar a floresta até o local onde caiu o “meteoro“, imaginando que montes e montes de pessoas virão ao seu quintal para ver aquela formidável atração. Só que no local onde o “meteoro” caiu ele só encontra uma luminosa tenda de circo, amarela e vermelha. E, do alto de sua ingenuidade caipira, diz bobagens que perdem a graça e o sentido na tradução, como “What in the blue blazes is the circus doing here in these parts?“, ou “There’s something kinda peculiar around here“. hahahaha. “Peculiar“??? quaquaquaqua!!!!

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Mas vamos aos fatos: nosso amigo fazendeiro, com sua pá, seu balde e seu cachorrinho chamado Ursinho Puff, vão até a tenda com a esperança de conseguir alguns ingressos grátis (hehehe) para o circo. E assim que se aproximam, descobrem que o circo não é o que parece ser. Principalmente porque uns palhaços medonhos, vestindo roupas berrantes, surgem com armas coloridas que parecem de brinquedo e disparam uns raios rosa-choque no velhote. Corta para o casal 20, Mike e Debbie, que chega ao mesmo local e também acha o máximo aquela tenda luminosa e colorida. Eles nem estranham muito o fato da entrada do “circo” ser um túnel colorido e repleto de badulaques. “Parece que este lugar foi decorado por palhaços!“, exclama o muito observador Mike, para depois completar: “Deve ser aquele novo circo europeu“. hahahaha. “Circo europeu“??? Caramba!

Zanzando pelo interior do “circo“, os jovens ocasionalmente chegam a um elevador e vão parar primeiro numa colorida estação de energia, depois no que parece um depósito de armazenamento de algodão-doce, com grandes casulos rosa-choque pendurados. “Não sei o que vimos antes, mas com certeza isso é uma fábrica de algodão-doce, e aqui eles penduram o algodão-doce para secar“, arrisca Mike. “Fábrica de algodão-doce?” “Pendurar para secar?” Mas em que mundo será que Mike Tobacco vive??? hahahaha. Não demora para o casal descobrir a verdade, quando puxam um chumaço de “algodão-doce” de um dos casulos e descobrem o corpo semi-corroído do velho fazendeiro aprisionado momentos atrás. Apavorados, Mike e Debbie percebem que não estão num circo, mas sim na terrível nave dos tenebrosos Palhaços Assassinos do espaço sideral. Numa amostra de que tem um QI privilegiado, Debbie larga uma pérola: “Eu não acredito em UFOS… Mas, se eles existem, estamos presos dentro de um!“. hahahahaha. Bem observado…

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A dupla foge correndo, perseguida primeiro por um palhaço com uma bazuca que dispara pipocas (!!!), depois por dois outros palhaços que “fazem” um cão farejador com bexigas de gás, num dos melhores momentos visualmente criativos do filme – uma piada que, sem dúvida alguma, deve ser aplaudida de pé. O “cão” segue o faro de Debbie e Mike pela floresta, mas é tarde demais: eles já chegaram ao seu carro e estão voltando a mil para Crescent Cove, para alertar as autoridades. Não que isso vá ajudar muito, é claro… Não se esqueça: estamos num filme de ficção científica classe B! O xerife titular da delegacia está em viagem e a autoridade é dividida entre o policial veterano, o violento Curtis Moony anteriormente citado, e o policial jovem e gente-boa, Dave Hanson (John Allen Nelson, que também combateu criaturas esquisitas no papel-título da terceira aventura da série Deathstalker). Moony é o típico velho recalcado que não suporta a juventude e prende qualquer rapaz que encontra com uma garrafa de cerveja na mão; Dave é mais tolerante, mas Mike é uma exceção – porque Dave é um ex-namorado de Debbie. Sentiu o drama?

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Quando Mike e Debbie surgem na delegacia gritando histórias mirabolantes sobre palhaços, casulos de algodão-doce e cadáveres, Moony solta a ironia do começo do texto: “Killer clowns… from outer space. Holy Shit!“. Dave quer ir ao local dar uma olhada, mesmo com Moony alertando que aquilo tudo é uma brincadeira da garotada e que vão fazer ele de bobo. E é óbvio que quando Mike e Dave chegarem na floresta com a viatura, após deixar Debbie em casa, a tenda de circo não estará mais lá. Acontece que os Palhaços Assassinos trocaram sua base e já estão invadindo a cidade, matando as pessoas da forma mais brincalhona possível e aprisionando outras em casulos de algodão-doce (cujo propósito é descoberto mais tarde).

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Aí entra uma dúvida pertinente: se o objetivo dos palhaços espaciais é aprisionar a galera no algodão-doce, por que é que eles preferem matar alguns dos humanos que encontram ao invés de também colocá-los nos casulos? Essa é facíl de responder: mais do que vilões tenebrosos ou monstros malvados, os Palhaços Assassinos do espaço sideral são verdadeiras crianças malcriadas, verdadeiros piadistas… enfim, verdadeiros palhaços! Eles querem é aprontar, sacanear os outros, fazer brincadeiras de mau gosto, destruir de uma forma divertida e engraçada… Provocar o caos, mas de preferência com palhaçada. E aí vale desde engolir um montão de pedestres com um tiranossauro-rex feito de sombra refletida na parede (outro dos momentos geniais do filme), até transformar um policial em marionete viva – cena que fica ainda mais engraçada porque a vítima, momentos antes do fato, disse que “não iam fazê-lo de bobo“, ou, em bom inglês, “make dummy with me” (brincar de marionete comigo), piada que se perde na tradução. hahahahaha.

 

Voltando ao filme: depois de ser tomado por louco graças ao desaparecimento da nave alienígena, Mike consegue convencer Dave do perigo iminente quando eles vão até o “Topo do Mundo” e encontram todos os carros dos outros jovens namorados cobertos com algodão-doce. A estas alturas, a cidade inteira está sob ataque, mas Moony não se convence, mesmo com o telefone que não pára de tocar. “O quê? Levaram sua esposa num balão? Você não precisa da polícia, e sim de um psiquiatra!”, responde ele a um dos muitos pedidos de ajuda. Assim, o contra-ataque parte de Mike, Debbie e Dave, com a ajuda de dois irmãos debiloides e vendedores de sorvete, os irmãos Terenzi, Rich (Michael Siegel) e Paul (Peter Licassi). Apesar de bobões, os irmãos Terenzi mantêm a tradição de que todo vendedor de sorvete se transforma em herói corajoso nos filmes de horror – sendo que Reggie, da série Phantasm é o exemplo mais clássico!

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Palhaços Assassinos é um filme fantástico: a ação começa rapidamente e nunca pára, com os ataques dos palhaços preenchendo a maior parte da narrativa. Como as mortes não são padronizadas, e os “vilões” sempre conseguem dar um ar de palhaçada a todas as cenas em que aparecem, o filme se desenvolve com uma surpresa atrás da outra, uma cena de rachar o bico seguida de mais uma, e mais uma, e mais uma. Na sua simplicidade (e absurdo), o roteiro dos irmãos Chiodo é simplesmente brilhante, e sempre aliado a uma bizarra direção de arte e efeitos especiais. O ápice de toda esta loucura é a cena final, que se passa no interior da nave-circo dos Palhaços Assassinos, devidamente transformada em uma “casa maluca” ao estilo dos parques de diversões, com piscinas de bolinhas, corredores tortos e por aí vai… E o que dizer da maneira que o roteiro apresenta a única forma de matar os palhaços espaciais? Genial, genial!!!

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Às vezes, até surpreende o fato de Palhaços Assassinos ser um filme barato, pois a maquiagem dos monstruosos palhaços (na sua maior parte, máscaras de látex) é excelente, os efeitos especiais convencem, a trilha sonora de John Massari tem momentos incríveis e a pobreza da produção é compensada com muita criatividade. Alegadamente, o filme custou apenas 2 milhões de dólares – o que não paga nem a camiseta molhada que Jessica Biel usou no remake de O Massacre da Serra Elétrica. Foram imensas as dificuldades dos irmãos Chiodo. Uma cena envolvendo um acidente de carro deu errado e eles nem tinham outro veículo semelhante para refilmá-la (sente só o drama). Com pouco dinheiro, mas muita disposição e criatividade, eles driblaram os problemas orçamentários usando truques simples, de quem passou a infância brincando com uma velha câmera Super-8. Para mostrar um palhaço gigante que ataca no final, por exemplo, eles nem precisaram construir um modelo gigantesco, nem usar CGI (que na época ainda era algo inexistente): simplesmente colocaram o ator com a roupa de monstro numa plataforma elevada em relação aos outros atores e filmaram a partir das suas costas. Resultado: o palhaço parece realmente gigantesco, mas é apenas um cara normal sobre um pedestal!!!

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Palhaços Assassinos foi lançado nos cinemas em maio de 1988. Era uma época radicalmente diferente desta em que vivemos, quando os cinemas de shopping-center ainda não tinham tanta força, nem os multiplex. Assim, o filme barato dos irmãos Chiodo fez sua fama no circuito “alternativo“, transformando-se em programa “cult” nos drive-inns, onde era exibido em sessão dupla com outros filmes de “mais destaque“, tipo Rambo 3 (!!!). Ao ser lançado em VHS (no Brasil, saiu selado no começo dos anos 90 pela extinta Alvorada Vídeo), Palhaços Assassinos rapidamente se tornou um clássico podreira ao lado de títulos como O Ataque dos Tomates Assassinos e The Toxic Avenger. Os brasileiros começaram a curtir o filme principalmente após as inúmeras reprises no Cine Trash, mas até hoje esperam pelo seu relançamento em DVD. Lá fora, a produção ganhou uma edição caprichada lançada pela MGM em 2001, com vários featurettes esmiuçando o processo de criação e desenvolvimento do filme, cenas excluídas e até uma faixa de comentário com os hilariantes irmãos Chiodo – que parecem aqueles caras brincalhões que você conheceu na escola e que, mesmo depois de adultos, continuam sendo uns crianções!

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Surpreendentemente, mesmo tendo sido feita há quase 20 anos, esta “brincadeira” dos irmãos Chiodo segue sendo adorada apaixonadamente por legiões de fãs no mundo inteiro. Faça uma busca no Google para ver que existem até “fan sites“. Destaco o link, onde há uma troca de e-mails com o diretor Stephen Chiodo sobre uma provável sequência, e este aqui, com muitas imagens e screensavers do filme. A fama dos palhaços alienígenas é tão grande que chegou a desbancar outros filmes com Palhaços Assassinos, como IT (baseado em livro de Stephen King) e O Palhaço Assassino, de Victor Salva.

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Com tantos fãs apaixonados, será que um dia veremos um Killer Klowns from Outer Space 2? Para os irmãos Chiodo, a ideia não é de todo desprezível. Eles até já trocaram e-mails com os webmasters dos fan sites em homenagem à obra, dizendo que têm planos de fazer, sim, uma sequência, pois deixaram muitas ideias e piadas de fora do primeiro filme devido ao orçamento reduzido. A ideia ganhou corpo em 1998, mas os Chiodo garantiram que foi o relançamento do filme nos States em DVD que deu o fôlego para eles voltarem a pensar numa nova aventura dos Palhaços Assassinos do espaço sideral. Mas será que valerá a pena trazer de volta aqueles velhos personagens agora com uma roupagem moderna, incluindo efeitos em CGI e um orçamento mais caprichado? Não sei…

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Talvez seja melhor que os Palhaços Assassinos continuem no espaço sideral e no primeiro filme. Até porque poucas experiências são tão divertidas quanto ver Palhaços Assassinos pela primeira vez…

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9 Comentários

  1. rodrigo monk ribeiro

    muita gente fala mal deste filme.mas eu gosto e muito e divertido e gostoso de assistir do começo ao fim,

  2. Muito Bom esse filme me lembro quando eu era pequeno e assistia Na Band certamente uma boa historia e sabe quando se coloca um palhaço no filme é difícil um filme ser ruim pois palhaço é uma figura estranha embora sirva para divertir em um circo ao contrario dessa gente que só sabe colocar espirito e o coisa ruim como protagonista de dos filmes de terror a pessoa perde a vontade assistir agora quando escolhemos um personagem que as vezes ataca em massa a coisa muda ainda mais quando não sabemos sua origem aplausos pra esse filme merecia mais um Crânio!!!! kkkk

  3. Alessandra Bastos

    Adorooooooooooooooo, assisto até hoje meu dvd piratinha, visto não ter sido lançado no Brasil. Muito criativo, divertido e com atuações bem convincentes. Um dos meus trashes favoritos, junto com Shakma.

  4. Janerson

    Rombos no roteiro, diálogos ridículos, situações absurdas. Defeitos que em outros filmes seriam criticados pelos colaboradores do site, aqui parecem ser bem aceitos. Ao meu ver o filme é uma bomba que receberia de mim duas caveiras por não se levar a sério.

  5. Juninho

    Divertido.

  6. Ricardo

    Um autêntico clássico trash. O filme não dá medo, mas conquista todo mundo com sua criatividade. Uma pena que ainda não ganhou continuação, mas continuaremos esperando por isso.

  7. cristhiano

    “Palhaços Assassinos do Espaço Sideral | Filme da década de 1980 pode virar série de TV

    Nova versão está sendo desenvolvida pelo diretor do original
    29/03/2016 – 14:04 – CESAR GAGLIONI

    Em entrevista ao podcast The Movie Crypt, Stephen Chiodo afirmou que seu filme Palhaços Assassinos do Espaço Sideral pode virar uma série de TV em breve. O longa é um dos títulos mais cultuados do cinema-B dos anos 1980.

    “Nesse momento estamos buscando uma série com um arco narrativo mais longo. Nós pensamos: ‘será que devemos fazer uma sequência do primeiro filme ou fazer um remake?’ e concluimos que o ideal seria misturar as duas coisas. A ideia tem sido desenvolvida há algum tempo. É uma trilogia em quatro partes, vamos mostrar as aventuras de novas pessoas que tem sofrido com a invasão dos Palhaços. declarou Chiodo.

    Palhaços Assassinos do Espaço Sideral mostrava um casal de namorados combatendo a violenta invasão de palhaços alienígenas que aterrorizam a vizinhança onde vivem. Por enquanto, nenhum canal comprou a ideia da nova versão, que não tem previsão de estreia ou de filmagens.”

    Fonte: Omelete

    • Rodrigo Ramos Rodrigo Ramos

      Seria ótimo!

  8. gilson bloch

    este sem duvida está no meu top 10 dos filmes de terror mais divertido de todos os tempos, até hoje espero a continuação..

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