Dissecando o Medo #1: A História Real por trás de Invocação do Mal 2

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Movimentação dos móveis, sons sem explicação e aparições sinistras são os primeiros sintomas de que você está vendo mais uma produção de horror envolvendo casas assombradas. Algum especialista em forças ocultas será convocado para expulsar os invasores invisíveis, enquanto haverá dúvidas sobre a autenticidade dos fenômenos, principalmente quando o ambiente se tornar popularmente maldito, abalando os membros familiares em suas rotinas de sustos e noites mal dormidas. Depois que Sobrenatural (Insidious, 2010) mostrou o talento de James Wan para contar histórias fantasmagóricas, sem a necessidade de expor as vítimas a um serial killer educador (Jogos Mortais, 2004), logo ele partiria para um projeto particular, baseado num caso resolvido por uma dupla de paranormais.

Invocação do Mal fez bastante sucesso, graças à introdução da boneca Annabelle, e ao rótulo de “baseado em uma história real“. Bruxaria e palmas na escuridão foram os fermentos do enredo do filme original. Logo mais, com o imenso sucesso de bilheteria e as críticas positivas, viriam o derivado Annabelle e o anúncio de um novo causo com o protagonismo de Ed Warren e Lorraine Warren, interpretados respectivamente por Patrick Wilson e Vera Farmiga. E o diferencial do primeiro filme foi exatamente o desvio da atenção das assombrações em uma casa com um passado sombrio para as atuações desses investigadores de poltergeists, que roubaram a cena com o apoio da boneca sinistra. Será que Invocação do Mal 2 teria alguma boa história para contar, uma tão terrível para justificar a sua realização, sem viver à sombra do original?

Maurice Grosse e suas gravações
Maurice Grosse e suas gravações

Invocação do Mal 2 contará a história do Poltergeist de Enfield, em Brimsdown, Inglaterra, ocorrido entre os anos de 1977 e 1978, tendo como destaque os danos sofridos por duas irmãs – uma de 11 anos e outra de 13. Dois membros da Sociedade de Pesquisadores Psíquicos (que teve entre seus sócios nomes como Freud, Jung e Sir Arthur Conan Doyle), Maurice Grosse e o escritor Guy Lyon Playfair, diziam publicamente que o caso realmente envolvia uma assombração genuína, acompanhando seus mistérios de perto, enquanto enfrentavam duras críticas dos descrentes e suas afirmações sobre se tratar dos delírios de uma garota em busca de atenção. Nesta primeira edição da série Dissecando o Medo, traremos para vocês detalhes sobre os acontecimentos que inspiraram o filme Invocação do Mal 2, que estreia na próxima quinta-feira. Não serão spoilers sobre o filme; apenas um material de investigação do Boca do Inferno, a partir de informações e pesquisas na internet. Traz relatos sobre a série The Enfield Haunting, exibida no Sky Living em maio de 2015, e os vídeos e documentos divulgados.

Invocação do Mal 2 (2016)
Invocação do Mal 2 (2016)

Os Primeiros Sustos

Diferente de muitos filmes e histórias sobrenaturais, o caso não começou com uma família que acabara de se mudar para uma casa nova. Em agosto de 1977, a divorciada Peggy Hodgson, mãe de quatro filhos – Margaret (13 anos), Janet (11), Johnny (10) e Billy (7) – chamou a polícia com relatos sobre batidas estranhas nas paredes e a movimentação solitária de móveis. No local, a oficial Carolyn Heeps apenas viu um cadeira deslizar pelo chão, mas não soube constatar se ela se movera sozinha ou com o auxílio de alguém da casa. Depois foram avisados sobre outras manifestações inexplicáveis como vozes demoníacas, sons barulhentos, tijolos e brinquedos atirados e até levitação das crianças, o que chamou a atenção dos jornais da época como Daily Mail e Daily Mirror, que acompanharam os efeitos até 1978, quando tudo finalmente terminou.

Na série The Enfield Haunting, há a apresentação dos primeiros sinais estranhos. Margaret (interpretada por Fern Deacon) está contando mais uma de suas lendas urbanas para assombrar a irmã Janet (a talentosa Eleanor Worthington-Cox, de Malévola, 2014) – no caso, é a dos “humanos também sabem lamber” -, quando começam a notar sons estranhos no quarto. Quando a mãe, Peggy (Rosie Cavaliero), vai reprender as crianças pelas brincadeiras fora de hora, ela testemunha a movimentação de um cômodo, alertando as autoridades sobre o ocorrido.

A família na minissérie The Enfield Haunting
A família na minissérie The Enfield Haunting

 

Os acontecimentos atraem o especialista Maurice Grosse (interpretado na série por Timothy Spall, da franquia Harry Potter), da Sociedade de Pesquisadores Psíquicos, recentemente abalado pela perda trágica da filha também chamada Janet – uma assombração pessoal que abalou até mesmo seu casamento. Como a assombração de Enfield aterrorizava a pequena Janet, ele acabou assumindo a figura paterna que faltava para a garota, fazendo de tudo para auxiliá-la a se livrar do espírito maldito. Grosse nunca duvidara do pesadelo vivido pela família, tendo diversos relatos em áudio e vídeo do poltergeist durante o longo período em que conviveu na casa da Rua Green. Ele enfrentou incrédulos como Joe Nickell, cético investigador de efeitos paranormais, e o ventriloquista Ray Alan, que esteve na casa e a atestou a competência da menina em criar vozes. Tais acusações levaram Grosse a dizer publicamente que pagaria uma boa grana a quem conseguisse fazer o que a menina Janet havia sido capaz, mesmo quando sua boca fora selada com uma fita.

Logo, ele teria o apoio de Guy Lyon Playfair, autor do livro This House is Haunted (1980), com relatos dos acontecimentos testemunhados e que serviu de inspiração para a minissérie The Enfield Haunting. Playfair teve muito material publicado em revistas e jornais, até brasileiros, quando esteve por aqui por dois anos, acompanhando casos ocorridos no Rio de Janeiro. Seu primeiro livro, The Unknown Power, 1975, trazia suas investigações de efeitos paranormais relacionados com Chico Xavier, por quem o especialista tinha muita admiração; ele também se considerava um devoto nos poderes de Uri Geller, que ficou conhecido no Brasil por sua capacidade de entortar colheres.

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Quando se uniu a Grosse, ele inicialmente não acreditava nos fenômenos relatados. Interpretado por Matthew Macfadyen (Os Três Mosqueteiros, 2011) na série, seu personagem chegou a mandar embora Grosse pela fraude anunciada até que testemunhou o enforcamento da menina Janet pela cortina e fora atirado para o teto quando tentava salvá-la. Apesar das filmagens realizadas na casa, o material nunca ficava perfeitamente registrado, o que alimentou os detratores a manter a afirmação sobre as mentiras relatadas. Em seu livro, ele acusava uma determinada entidade maléfica no local, mesmo com algumas dúvidas sobre as vozes gravadas em áudio e vídeo.

Verdade ou Mentira?

Na primeira vez em que estive lá, nada aconteceu durante um tempo.“, disse Maurice Grosse, “Mas, depois eu presenciei peças do Lego voando pela casa e tijolos. E o mais extraordinário é que, quando você pegava essas coisas, elas estavam quentes, que são comuns em casos envolvendo atividades de poltergeists. Eu estava sentado na cozinha e vi uma camiseta voar da mesa até outros cômodos. Eu pensei: ‘Que bom. Agora, estou vendo algo.’“.

As batidas na parede vinham de vários lugares da casa. “Você coloca o ouvido ali onde ouviu o som, e, de repente, ele acontecia em outro lugar.”, afirmou Grosse, que também testemunhara sofás levitando, mesas e camas chacoalhando, moedas no ar, cães latindo em ambientes sem cães…Certa vez, ele e um vizinho disseram ter ouvido o grito de uma das meninas no quarto. Ao chegar lá, ela dizia: “Não consigo me mover. Algo está segurando minhas pernas.“. Janet contava sobre a quantidade de vezes em que era expulsa de sua cama pela entidade. Em uma delas, conseguiram registrar em fotos o momento, embora não fique claro sobre a autenticidade das imagens, uma vez que elas podem ter sido capturadas de um salto falso da garota.

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Mesmo com a testemunha de vários visitantes na casa como jornalistas, especialistas e vizinhos, houve um período em que tudo parecia realmente ter sido fruto da invenção das garotas. Tanto Margaret quanto Janet disseram aos jornalistas que estavam brincando para chamar a atenção e nada daquilo havia acontecido. Na série, a confissão das meninas é consequência do afastamento de Grosse e Playfair do local, quando a casa fora tomada por inúmeros pesquisadores, preocupados com a segurança delas e querendo assumir o caso. Isso também foi fortalecido pela opinião da respeitada Anita Gregory, psicóloga alemã, que alegou que a atitudes das meninas eram muito suspeitas e que alguns incidentes eram na verdade relatos de jornalistas sensacionalistas da época. John Beloff, presidente da Sociedade de Pesquisadores Psíquicos, sugeriu por diversas vezes que Janet era praticante de ventriloquismo, reforçado por um vídeo divulgado por Anita que mostrava a garota entortando colheres e tentando dobrar uma barra de ferro.

Anita também relatou que as irmãs não permitiam que ninguém mais ficasse no quarto durante as suas possessões, quando havia a manifestação audível do espírito. Eventualmente ela podia ficar no ambiente desde que seu rosto estivesse virado para a porta ou coberto por um dos robes das garotas. Janet disse depois que não se lembrava disso, nem quando era registrado em vídeo eventos em que ela pulava na cama ou estava agitada. Anita contou que nesses episódios com câmera ligada ficava claro que a menina sabia da filmagem e estava se mostrando para o vídeo.

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Janet assumiu a falsidade de algumas das situações. “Eu me lembro de uma vez que Maurice ficou irritado comigo. Havia momentos em que parecia que algo iria acontecer e outro não. E, ás vezes, se as coisas não acontecem, você, de alguma forma, sente que falhou.” Então, quer dizer que você forjava manifestações para que as pessoas acreditassem em você? “Você iria ficar entendiado com todas aquelas pessoas indo e vindo. A vida não era normal.“, ela conta. Quanto dos fenômenos ocorridos na casa foram forjados? “Eu diria que 2 por cento.

Quando o jornalista Will Storr entrevistou Grosse, na matéria publicada no Telegraph.co.uk, ele assumiu: “É claro que elas fizeram truques. Elas eram crianças! Mas isso não foi nada perto do que realmente acontecia.” Com isso, Gregory sabia que muita gente desconfiava de que tudo era mentira. Ele até disse que a policial Heeps sempre acreditou que a cadeira que ela viu se movimentando podia ser um truque das crianças, mesmo quando afirmou numa entrevista a BBC da Escócia: “A cadeira estava ao lado do sofá, e eu notei que ela tremia um pouco. Não posso explicar melhor. Ela se ergueu do chão, cerca de meia polegada, e deslizou para a direita por cerca de três a quatro pés antes que parasse novamente. Estou absolutamente convencida de que ninguém naquela sala tocou naquela cadeira ou passou perto quando se moveu. Absolutamente convencida.“, disse.

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Storr disse que um ilusionista bem preparado como Derren Brown é capaz de convencer muitos adultos sobre a presença de poltergeist em qualquer ambiente, mas uma menina de apenas 11 anos ser capaz de enganar a todos por 18 meses?

Onde estariam Ed e Lorraine Warren nisso tudo?

Enquanto boa parte do público não tinha dúvidas de que as assombrações de Enfield eram falsas, fruto de uma garota que queria apenas chamar a atenção, os pesquisadores Ed e Lorraine Warren pensavam exatamente o contrário. Os Warrens visitaram a residência dos Hodgson em 1978, e foram logo convencidos, com toda a sua experiência, de que havia forças sobrenaturais se manifestando no local.

Na obra The Demonologist: The Extraordinary Career of Ed and Lorraine Warren, de Gerard Brittle, Ed contou: “Aqueles que lidam com o sobrenatural no dia-a-dia conhecem os fenômenos que estão acontecendo lá, não havendo dúvida disso. Portanto, quando as pessoas me dizem que não acreditam em fantasmas e forças sobrenaturais, isso significa para mim que elas não estão familiarizadas sobre o assunto. No entanto, os dados estão lá – só se deve ter o cuidado de olhar. Muito do que foi recolhido no local sob condições rígidas de coleta poderiam eliminar qualquer pesquisa científica feita a respeito. Por exemplo, tem um caso que eu e Lorraine investigamos no verão de 78, em Enfield, Inglaterra, onde fenômenos espirituais desumanos estavam acontecendo. Agora, você não seria capaz de gravar a ameaça e a atmosfera perigosa do interior da pequena casa. Mas, você conseguiria filmar as levitações, teletransportes desmaterializações de objetos e pessoas, como acontecia lá, sem mencionar as centenas de horas de gravação feitas desse espírito quando as vozes gritavam nos quartos.

Apesar do registro dos pesquisadores, eles não foram os protagonistas do caso, como justifica a realização do segundo filme. James Wan já disse publicamente que, diferente do primeiro filme, este foi tomado por uma grande dose de liberdade artística para tornar toda a experiência cinematográfica mais aterrorizante. O que não impede o longa de exibir o clássico letreiro sobre a produção ser “baseada em eventos reais“.

Afinal, qual era a assombração de Enfield?

Janet vê o fantasma na minissérie The Enfield Haunting
Janet vê o fantasma na minissérie The Enfield Haunting

Na última cena da minissérie The Enfield Haunting, a jovem Janet, finalmente livre do espírito que a incomodava, faz o que qualquer adolescente na idade poderia fazer: ela dá uma tragada no cigarro da irmã, e depois sorri para a câmera, como Damien em A Profecia. Será que é uma forma de mostrar que o fantasma ainda estaria presente no local ou uma justificativa de que tudo era realmente mentira? O que aconteceu no 284 da Rua Green entre agosto de 1977 e o outono de 1978?

Janet atuou como porta-voz de uma assombração que foi identificada como o espírito de Bill Wilkins, um velho rabugento e desbocado que tinha morrido na casa há muitos anos. Seu filho Terry entrou em contato com os investigadores na época e identificou os sinais que poderiam justificar sua presença no local. Numa das gravações em áudio, a voz disse: “Antes de eu morrer, eu fiquei cego e tive uma hemorragia e eu adormeci e morri na cadeira próximo ás escadas.

No documentário abaixo, é possível ver alguns trechos da gravação, a partir de um documentário desenvolvido por Grosse para a BBC.

Aqui tem uma versão mais completa com a garota sendo entrevistada, e a voz sinistra surgindo nas gravações. Manifestação de Bill Wilkins ou uma garota talentosa querendo chamar a atenção?

O que aconteceu após o incidente?

Após toda a repercussão em torno dos fenômenos, a vida de Janet não foi das mais felizes. Seu irmão Johnny morreu em 1981, aos 14 anos, seu irmão durante o sono aos 18. Peggy faleceu em 2003, e o pai alguns anos depois. Janet se casou aos 16 anos e se mudou para Essex, deixando a fama repentina para trás, embora anda acredite nos eventos ocorridos na época.

Depois que a mãe morreu, Clare Bennett e seus quatro filhos se mudaram para a casa. Ela chegou a dizer em uma conversa em 2015: “Eu nunca vi nada, mas eu me sintia sempre desconfortável. Havia definitivamente alguma presença na casa. Sempre sentia que alguém me observava.” Ela contou que certa noite seus filhos acordaram dizendo ter ouvido alguém no andar de baixo. Ela se lembrou da história da casa. “De repente, tudo fez sentido.” Dois meses depois, eles se mudaram da casa. “Na noite anterior à mudança, eu acordei e vi um homem no quarto. Corri até o quarto da minha mãe e disse ‘Temos que nos mudar daqui’. E foi o que fizemos na manhã seguinte.“, contou Shaka, de 15 anos.

A casa atualmente está ocupada por outra família, que não deseja se identificar. A mãe, quando foi abordada, simplesmente avisou: “Eu tenho filhos, e eles não sabem sobre isso. E não quero assustá-los.

A assombração de Enfield continua como um dos casos sobrenaturais mais sinistros e documentados de todos os tempos. Se existe verdade nessa história, parece que somente sua voz interior pode dizer. Pergunte a ela.

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Marcelo Milici

Marcelo Milici

Fundou o Boca do Inferno em 2001. Formado em Letras, fez sua monografia sobre o Horror Gótico na Literatura. É autor do livro “Medo de Palhaço”, além de ter participado de várias antologias de horror!

7 comentários em “Dissecando o Medo #1: A História Real por trás de Invocação do Mal 2

  • 13/01/2017 em 17:14
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    No filme passa algumas fotos e páginas de jornal do caso real e em uma delas diz que Peggy a mãe das meninas morreu 30 anos depois na mesma poltrona que Bill, o antigo proprietário. O estranho é que já procurei em todo lugar e não achei este relato da morte de peggy, gostaria de saber se é verdade, acredito que seja ao contrário não colocariam no filme na parte que mostra os dados do caso real.

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  • 11/07/2016 em 12:08
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    Preciso ver o filme da “Boneca Annabelle” urgentemente!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Nem sabia que este era uma introdução, embora não tenha quase nada a ver com a franquia “Invocação do Mal – Nº 1 e Nº 2; (o Nº 3 ainda esta no forno, so estreia em 2018)!!

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  • 09/06/2016 em 19:06
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    A Lorraine Warren nunca disse que foi ela que investigou a fundo este caso, mas isso não quer dizer que ela não participou! A mãe das meninas e o Maurice Grosse resolveram pedir a ajuda do casal, Larraine e Ed. A Lorraine e seu marido foram até Londres e não tiveram dúvidas que havia um ser demoniáco na casa. Maurice Grosse investigou este caso por mais de 4 anos. Ele tem relatos horripilantes! Imagens, sons gravados e etc, por isso, ele é considerado o mentor desta investigação e conseguiu resolver o problema da família depois de anos. Quanto ao filme, ele é ‘baseado’ em fatos reais, onde fala sobre essa família. Quando um filme é BASEADO em fatos reais ele quer dizer que é uma expiração de uma história verídica, que aconteceu. Não é necessário seguir a risca todos os detalhes, apesar que o foco principal são os fatos principais que ocorreram na história e esses não podem ser modificados, por isso o filme tem 70% de fatos reais, coisas que realmente aconteceram. Pq a Lorraine Warren e seu marido Ed estão no filme como os investigadores principais deste caso? Pelo simples fato do filme (que desde o seu primeiro) ser focado na trajetória de investigação de paranormalidade do casal. Essa é a idéia dos diretores do Invocação do Mal. A Lorraine e o Ed tiveram com a família e o tempo que eles dois tiveram foi o suficiente para terem histórias para contar. Vivenciaram um dos piores casos que os mesmos já se envolveram. O filme quer transmitir a experiencia que o casal teve, e lógico, com uns acréscimos á mais para dá um Up no filme. As pessoas tem que entender que isso é um filme BASEADO em fatos reais. Se for para ser 100% de fatos verídicos não seria um filme e sim um Documentário.

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    • 09/06/2016 em 19:14
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      O filme que eu falo é o ‘Invocação do Mal 2’ que muitos criticam por ser a Lorraine Warren e Ed os investigadores principais, sendo que foi o Maurice Grosse que investigou e solucionou o problema dessa família. Repito, o filme Invocação do Mal 2 é um filme, onde o diretor faz questão de se expirar na história da família e faz questão de os Warrens serem os investigadores. Filme é filme.

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    • 12/06/2016 em 22:59
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      Cara, você não precisa explicar o que significa um filme baseado em fatos reais. Ninguém questionando que é falso, que a história é falsa, que o casal é falso e etc. Parece aqueles textos feito para aparecer, questionando algo que NINGUÉM questionou. Nenhum filme baseado em fatos reais é 100% fiel aos acontecimentos, o que não deixa de ser interessante uma matéria mostrando o que aconteceu de fato e o que o filme usou de liberdade cinematográfica.

      Eu hein, um texto enorme desse sem o menor sentido de existência.

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  • 05/06/2016 em 08:19
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    Tem uma entrevista com Guy Lyon Playfair em que ele esculhamba o casal Warren dizendo que eles nada tinham a ver com o caso e que até Ed estava “dando dicas” de como se aproveitar de um evento desses e ganhar muito dinheiro.

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  • 05/06/2016 em 05:00
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    A minissérie é muito boa. A atriz que faz a Janet atua muito bem. Na série, pelo menos, não deixou a entender que poderia ser tudo armação das meninas, especialmente quando a filha de Maurice fala com ele.

    Interessante notar que mais vez colocarão Ed e Lorraine como protagonistas e centro do caso, quando nem na história verdadeira do primeiro filme eles tiveram tanta importância, já que foram expulsos da casa pelos moradores.

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