Ringu x The Ring: Qual é o melhor Chamado?

Enquanto Ringu investe no medo em sua forma mais pura, a refilmagem americana, The Ring, usa trilha sonora sinistra, efeitos sonoros diversos, cortes rápidos e muitos efeitos especiais de todos os tipos na tentativa de assustar o espectador. Tem, também, muito mais ação e sustos do que o original, mas mesmo assim perde feio para o filme japonês, que continua mais assustador. Nesta página, o interessado em saber mais sobre os dois filmes vai descobrir que ambos têm muitas diferenças, embora mantenham os melhores detalhes do roteiro original. Mas não se atreva a continuar lendo caso ainda não tenha visto o filme original ou sua refilmagem. Não se esqueça: saber os detalhes sobre a história e seus segredos será frustrante na hora de assistir a esta obra-prima.

– O INÍCIO:

Os dois filmes começam idênticos, com uma dupla de amigas conversando sobre a lenda da fita amaldiçoada que supostamente mata todos que a assistem em sete dias. Uma delas (Tomoko no original, Katie na refilmagem) revela ter visto a fita e morre misteriosamente no final da cena. No filme original, isso é representado de forma criativa com um close no rosto da vítima com uma expressão de pavor, e a imagem ficando congelada até mudar para um tom de preto-e-branco. A refilmagem, obviamente, tenta assustar o espectador com um festival de cortes rápidos e cenas desconexas, dando o tom da morte sobrenatural. Em Ringu a jovem vítima não encontra poças de água pela casa, como acontece em The Ring, antecipando um detalhe que só seria revelado no final da história.

RinguRing

– AS MOTIVAÇÕES:

A repórter que é a personagem central dos dois filmes (Reiko Asakawa no original e Rachel Keller na refilmagem) tem motivações distintas. Em Ringu, ela inicia o filme fazendo uma reportagem sobre uma lenda urbana que vem circulando pela cidade – justamente a história da fita amaldiçoada que mata seus espectadores após uma semana! Na refilmagem, Rachel só vai ouvir falar da existência desta fita no funeral de sua sobrinha Katie, quando escuta suas amigas falando sobre o assunto. Percebe-se que em The Ring a repórter é motivada apenas pelo lado pessoal de tentar descobrir como morreu a sobrinha, enquanto em Ringu Reiko também parece movida por uma curiosidade própria, levando em conta que ela já conhecia a história da fita e provavelmente pretendia descobrir, na prática, se a maldição era verdadeira – além de elucidar a misteriosa morte da sobrinha. E vai dizer que se eu lhe desse uma fita dizendo que era amaldiçoada você também não ficaria morrendo de curiosidade para saber o que ela contém, como a repórter em Ringu???

RinguRing-1

– O FILHO:

O filho de Reiko/Rachel se chama Yoichi na versão original e Aidan na refilmagem. Enquanto em Ringu o menino demonstra ter o dom da clarividência (conversa com a prima Tomoko após sua morte, por exemplo), em The Ring Aidan é claramente paranormal: ele prevê a morte da prima Katie, conversa com a falecida, faz um desenho da casa onde Samara vivia, ajudando a mãe a encontrá-la, entre outras manifestações de poderes sobrenaturais. Infelizmente, a participação do menino é maior do que na versão original, o que deixa uma constrangedora cara de imitação de O Sexto Sentido na refilmagem. Sem falar que o ator que faz Aidan é muito fraco, limitando-se a aparecer sempre com os olhos esbugalhados.

RinguRing-3

– OS JOVENS MORTOS:

Em Ringu, Reiko assiste a uma filmagem onde dois jovens mortos misteriosamente são retirados do interior de um carro, com horríveis expressões de pavor registradas em seus rostos. Em The Ring Rachel apenas lê reportagens sobre as mortes misteriosas, eliminando esta cena de impacto da versão japonesa.

– A FITA:

Reiko/Rachel assiste à fita amaldiçoada no chalé. As imagens são diferentes, mas muito mais perturbadoras na versão japonesa. A fita japonesa começa com um círculo misterioso (que, vai se descobrir mais tarde, é a visão de Sadako do interior do poço); passa para a tradicional imagem de uma mulher escovando os cabelos em frente ao espelho, observada por um vulto ao fundo; muda para estranhos caracteres chineses que se mexem por toda a tela formando a palavra erupção; passa para vultos de pessoas se arrastando ao contrário; muda para o close de um olho com um caractere chinês que significa Sada (Sadako); e mostra uma misteriosa figura, com um pano branco cobrindo seu rosto, apontando para o infinito, até concluir com a tradicional imagem de um poço em meio à floresta. As imagens do vídeo japonês podem ser vistas por qualquer corajoso que queria fazer o download, no seguinte endereço: aqui. Já a versão americana utiliza apenas alguns destes elementos: começa com um círculo luminoso (o poço onde Samara foi jogada) e mostra imagens de uma ilha, uma escada, uma árvore, a mulher escovando os cabelos, um dedo sendo cortado, uma caixa cheia de dedos decepados, vermes que se transformam em pessoas se arrastando, uma paisagem onde voa um mosca, uma mulher se jogando de um precipício, cavalos mortos na beira do mar e o tradicional poço em meio à floresta.

RinguRing-2

– O CHAMADO:

Assim que a fita acaba, o telefone toca nos dois filmes. Reiko escuta apenas ruídos macabros em Ringu, mas tem a certeza de ter sido amaldiçoada, já que depois seu ex-marido Ryuji tira sua fotografia e descobre que a imagem de seu rosto está deformada, como havia acontecido com os jovens mortos antes. Já Rachel, em The Ring, atende ao telefone e ouve nitidamente uma voz macabra dizer: Sete dias. Enquanto a foto de Reiko foi feita com uma Polaroid, a de Rachel foi tirada em uma câmera digital (é a modernidade!).

– O HOMEM:

O ex-marido de Reiko/Rachel se chama Ryuji em Ringu e Noah em The Ring. Ryuji é professor universitário, e Noah um videomaker. A refilmagem demora mais de uma hora para esclarecer que Noah era marido de Rachel, enquanto esta informação aparece logo no começo de Ringu.

RinguRing-4

– A PROVA:

Ryuji/Noah assistem à fita amaldiçoada e ajudam a ex-mulher na sua investigação sobre a origem das imagens. Em The Ring, logo após Noah assistir a fita, uma ligação não-atendida aparece na secretária eletrônica de Rachel. Até então, seu ex-marido duvida da maldição. Mas, ao entrar em uma loja de conveniência, vê seu rosto deformado nas imagens de uma câmera de vigilância – semelhante ao que acontece nas fotos tiradas de pessoas atingidas pela maldição. Noah então se convence de que tem uma semana de vida para resolver o mistério. Em Ringu, Ryuji inicialmente não se convence que a maldição realmente existe, pois o telefone não toca depois que ele vê a fita e nenhuma foto é feita do seu rosto para ver se ele apareceria, ou não, deformado. Mesmo no final do filme, quando falta pouco para o prazo de Reiko terminar, Ryuji diz: Se a maldição for verdadeira, você ainda tem algumas horas de vida, demonstrando que ainda não estava 100% convencido.

– O TELEFONEMA:

A ligação telefônica que recebem as pessoas que viram a fita amaldiçoada é um detalhe interessante que mostra bem a diferença entre as histórias do original e da refilmagem: em Ringu, o telefone só tocava no chalé construído sobre o poço onde Sadako estava sepultada, e onde Tomoko e seus amigos, assim como Reiko, assistiram à fita amaldiçoada. Este detalhe será de extrema importância na descoberta do mistério no final. Ryuji viu a fita na casa de Reiko, por isso o telefone não tocou – mas ele estava amaldiçoado mesmo assim! Em The Ring, o telefone tocaria em qualquer parte do planeta informando sua vítima de que tinha apenas sete dias de vida.

– A DESCOBERTA:

A própria Rachel examina as imagens misteriosas da fita em The Ring, enquanto em Ringu Reiko e Ryuji fazem o trabalho juntos. Na refilmagem, Rachel descobre que a chave do mistério está em uma ilha ao analisar uma cena cortada do quadro na fita. Em Ringu, Ryuji ouve sons misteriosos em um trecho da fita e consegue isolá-los, escutando uma profecia – Frolic in brine, goblins be thine – que é pronunciada em um estranho dialeto. O professor investiga e descobre que o dialeto é falado na ilha de Oshima. Ali existe um vulcão que entrou em erupção e, coincidentemente, os caracteres que aparecem nas imagens da fita maldita formam a palavra erupção.

– A VERDADE:

Em Ringu, o mistério da fita amaldiçoada envolve uma mulher com poderes paranormais chamada Shizuko Yamamura (a mulher que aparece escovando o cabelo nas imagens da fita), que teria vivido na ilha de Oshima nos anos 60, quando fez a previsão de que o vulcão da ilha iria entrar em erupção. A vidente, entretanto, cometeu suicídio, jogando-se na boca do vulcão. Reiko e Ryuji descobrem, mais tarde, que Shizuko tinha uma filha chamada Sadako, uma menina misteriosa com poderes destrutivos, capaz de matar pessoas simplesmente com o olhar. Em The Ring, a história por trás do mistério é outra: uma misteriosa peste ataca o Rancho Morgan, fazendo com que os cavalos fujam dos celeiros para se suicidar, atirando-se ao mar. Anna Morgan, a criadora dos cavalos, se suicida atirando-se de um precipício. Ela tinha uma filha, Samara, com os mesmos poderes destrutivos de Sadako, que foi a responsável pela matança dos cavalos. Samara chegou a ser internada em um manicômio porque nunca dormia.

– A VILÃ:

The Ring peca especialmente na caracterização de Samara. Enquanto em Ringu a misteriosa Sadako nunca fala uma palavra e nem mostra o rosto – só aparece de relance e com seus longos cabelos negros cobrindo o rosto -, na refilmagem o roteiro insiste em humanizar a grande vilã do filme: não só seu rosto aparece, como ela ainda tem vários diálogos, o que tira um pouco do horror do filme original. Afinal, Samara parece apenas uma menina igual a todas as outras, e não uma entidade diabólica, como a mostrada em Ringu.

O Chamado (2002) (1)

– A INVESTIGAÇÃO:

Reiko e Ryuji vão juntos à ilha de Oshima para investigar o mistério da fita, em Ringu. Na refilmagem, Rachel vai à ilha e Noah fica na cidade em busca de mais informações sobre Samara, a filha de Anna Morgan. Na balsa que leva a repórter para a ilha, um cavalo percebe a presença maligna de Samara (por meio da amaldiçoada Rachel) e se atira ao mar, morrendo, em uma interessante cena que não existia no filme original.

– OS PODERES DE RYUJI:

O ex-marido de Reiko tem poderes de clarividência no filme original, o que provavelmente não seria bem recebido pelo público ocidental – e a informação foi eliminada do roteiro da refilmagem. É por causa dos poderes do pai que o filho, Yoichi, também manifesta alguns dons semelhantes. Ryuji e Reiko descobrem a existência de Sadako por meio dos poderes do professor. Quando estão na ilha, Ryuji conversa com um morador do local e tem uma visão de Shizuko Yamamura sendo analisada por cientistas e jornalistas, demonstrando seus dons paranormais. Então, um dos jornalistas se levanta e começa a gritar que tudo é uma farsa, até cair fulminado, morto, com uma expressão de horror no rosto. Shizuko fica apavorada e grita, olhando para as cortinas: Sadako! Foi você que fez isso?, e então a misteriosa menina foge, com o rosto coberto pelos longos cabelos negros. Como o Noah em The Ring não tem poderes paranormais, no filme americano é a própria Rachel quem descobre sobre a existência de Samara e seus poderes falando com o marido de Anna Morgan, Richard, pouco antes de ele se suicidar entrando com cabos elétricos dentro da banheira. Esta cena não existe em Ringu.

– A APARIÇÃO:

Graças aos seus poderes paranormais, Ryuji enxerga um vulto de Sadako em uma das cenas de Ringu não aproveitadas na refilmagem. Ele está sentado em um parque, fazendo anotações, quando sente uma presença maléfica. A câmera então faz um plano do chão, onde surge um par de pés com sapatos de criança. Assustado, Ryuji não ergue os olhos para ver quem é. Quanto finalmente toma coragem de olhar, não enxerga mais ninguém. Trata-se de uma aparição de Sadako.

– O CRIME:

Um cientista que tinha relação amorosa com Shizuko Yamamura, o dr. Heihachiro Ikuma, foi o responsável pela morte de Sadako em Ringu. Ele dá uma paulada na cabeça da menina e joga para dentro do poço. Em The Ring, quem joga Samara no poço é sua própria mãe, Anna Morgan, que depois se suicida em arrependimento.

– O POÇO:

A forma como os heróis descobrem o poço onde Sadako/Samara foi jogada é diferente nas duas versões. Em Ringu, Reiko pede aos seus contatos para localizar qualquer informação a respeito do dr. Ikuma ou de Sadako (até então, ela não sabia que a menina estava morta). Como nada é encontrado, Reiko perde a esperança de resolver o mistério, até que começa a chorar bem ao lado do telefone… E quando conclui que a chave do mistério está no chalé em Izu, pois o telefonema informando que ela iria morrer só ocorreu ali (quando Ryuji viu a fita na sua casa, o telefone não tocou). Em The Ring, a solução está bem mais na cara: Rachel e Noah vão ao celeiro do Rancho Morgan e encontram um pequeno quartinho onde Samara era presa pelo pai Richard. De algum jeito que só acontece em filmes, Rachel descobre que há um desenho por trás do papel de parede original. Trata-se da imagem de uma árvore, e a repórter então se lembra que já viu aquela árvore antes, no chalé onde tinha assistido a fita amaldiçoada. Não parece uma solução muito forçada? Afinal, lembrar de uma árvore (alguém consegue realmente fazer isso?) apenas pelo desenho em uma parede exige uma memória realmente excelente!

Ringu (1998) (4)

– O CADÁVER:

A localização do corpo de Sadako/Samara no poço também é ligeiramente diferente nas duas versões: tão logo o casal de heróis encontra o poço, em Ringu é Ryuji quem desce, com cordas, até o fundo, descobrindo que Sadako fora jogada ali ainda com vida. Ele então começa a encher baldes de água na tentativa de esvaziar o poço. Depois, a própria Reiko desce ao fundo, quando encontra o corpo putrefato de Sadako. No filme americano, a situação é meio dura de engolir: Rachel e Noah estão na boca do poço tentando verificar sua altura quando a TV no chalé liga misteriosamente e escorrega para a frente, derrubando Rachel dentro do poço. Lá no fundo, ela encontra o corpo de Samara.

– O FINAL:

A conclusão é ligeiramente diferente entre as duas versões: em The Ring, quando Rachel descobre que basta fazer uma cópia da fita para escapar da maldição, ela leva o filho Aidan para copiar o VHS. Ele então pede: E o que vai acontecer com a pessoa que assistir esta fita?, e aí o filme encerra. Trata-se de um final pessimista, mas não mais do que o do filme japonês, que mostra uma conversa entre Reiko e o filho Yoichi, enquanto a repórter está viajando de carro para a casa de seu pai, com um videocassete ao lado, para fazer uma nova cópia da fita. A repórter explica que esta é a única forma de escapar da maldição, e o garoto responde: Então quer dizer que nunca vai ter fim?.

– OS RISCOS:

Detalhes presentes no roteiro de The Ring não existem em Ringu, como a insistência das pessoas amaldiçoadas pela fita em riscar rostos de fotos ou desenhos (isso acontece com Katie e com o filho de Rachel, Aidan), e também a fixação em ficar desenhando círculos.

– OS EFEITOS ESPECIAIS:

Como não poderia deixar de ser, The Ring tem mais efeitos especiais do que Ringu – afinal, além de ser um filme americano, ainda foi produzido pela Dreamworks, a empresa de Steven Spielberg! Em alguns casos, infelizmente, os efeitos estragam ótimas cenas, como segue:

Em Ringu, os personagens mortos exibiam realistas expressões de horror em seus rostos, encenadas pelos próprios atores, sem a ajuda de maquiagem ou efeitos digitais. Em The Ring, o rosto das vítimas ficou exageradamente deformado por efeitos especiais, estragando o impacto do original.

Rachel tem uma visão de Samara sentada em uma cadeira na sala de sua casa. Ela agarra o braço da repórter, deixando uma marca que queima sua carne. Trata-se de um delírio desnecessário, que não existe em Ringu, e parece uma tentativa frustrada de tentar assustar o público.

Quando Rachel encontra o corpo de Samara no fundo do poço, ele está intacto. Aos poucos, graças a efeitos digitais, vai se decompondo nos braços da repórter. Em Ringu, a cena tem muito mais impacto SEM efeitos digitais: Asakawa retira um vulto coberto por longos cabelos negros do fundo do poço. Ao afastar os cabelos, depara-se com o crânio descarnado de Sadako.

Em Ringu, quando Sadako sai da TV para matar Ryuji, seu rosto permanece coberto pelos longos cabelos negros. A única coisa que é mostrada é um close de seu olho direito, que é monstruoso e grotesco. Assim, o espectador fica imaginando quão horrível é o rosto de Sadako para literalmente matar suas vítimas de medo. Em The Ring, a câmera dá um close no rosto decomposto de Samara, estragando a hipótese do próprio espectador imaginar o demônio que se esconde por trás dos cabelos negros.

Ringu (1998) (3)

Também são gratuitas as cenas de água saindo de dentro da TV, pouco antes dos ataques de Samara na refilmagem.

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Felipe M. Guerra

Felipe M. Guerra

Jornalista por profissão e Cineasta por paixão. Diretor da saga "Entrei em Pânico...", entre muitos outros. Escreve para o Blog Filmes para Doidos!

26 comentários em “Ringu x The Ring: Qual é o melhor Chamado?

  • 29/07/2017 em 12:46
    Permalink

    Só podia ser o Felipe… que pra variar deu um show! Qual tá mais pra “filmes para dois doidos” rsrs? Abraço grande Felipe!

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  • 03/02/2017 em 04:59
    Permalink

    Gostei dos 2 filmes, assisti ontem pela primeira vez, inclusive, ambos em sequência. Já havia lido o mangá anos atrás e gostei muito. Sei q a maioria tá acostumada com produções americanas, e nem todos assistiram o original. O filme teve uma ótima aceitação e tudo mais. Tem bons efeitos, boas atuações, boa trama. Mas pra resumir tudo. Em questão de clima, atmosfera, realismo, dramatização de lenda urbana ou coisa do tipo. Assistir O Chamado,logo após ter assistido Ringu. Foi como ver um filme para crianças, fácil de entender, com tudo muito explícito, sem muito mistério e “bonitinho” e como eu já tinha lido o mangá é só conhecia e gostava da obra através dele e vi q o Ringu era praticamente igual, ia ser difícil ser melhor do q aquilo. Acredito q as pessoas q preferem o chamado, além de não terem costume de ver e conhecer obras japonesas, não as entendem mto bem…

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  • 23/09/2016 em 06:05
    Permalink

    O remake é bom, mas Ringu é melhor. Muito melhor!

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  • 28/08/2016 em 16:16
    Permalink

    assisti os dois e ainda prefiro o americano.Acho a japonesa muito cliche,sla,o suspense que da o remake é bem melhor que o primeiro,e a Samara na minha opniao da mais medo,que a Sadako,tipo nao mostram o rosto da sadaku,mais ela era humana antes e nao um demonio entao o rosto dela vai ser deum humano como é o da samara que mostraram e vc via deformado por causa da agua no poço.Os atores do americano sao bem mais convincentes que os japoneses.Os efeitos especiais no remake nao estao exagerados,pelo contrario foram bem colocados.O desenvolvimento da historia americana foi contada de modo que vc entede assistindo uma vez so,e a Samara tinha um motivo pra matar pois é um espirito inquieto e amaldiçoado.

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  • 18/08/2016 em 12:55
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    Prefiro o remake. Gosto do original (a cena da Sadako saindo da tv é realmente superior à da Samara), mas é confuso e não tem um clima tão tenso e pessimista quanto o americano. Apesar dos efeitos e das cenas desnecessárias, ainda acho o remake elegante e com uma identidade própria.

    Uma pena que fizeram o segundo filme detonando a história da Samara, com o típico clichê da “criança tocada pelo mal”. Era muito mais interessante e assustador pensar na menina sendo malvada naturalmente.

    Resposta
  • 18/08/2016 em 11:15
    Permalink

    Prefiro o remake. Gosto do original (a cena da Sadako saindo da tv é realmente superior à da Samara), mas é confuso e não tem um clima tão tenso e pessimista quanto o americano. Apesar dos efeitos e das cenas desnecessárias, ainda acho o remake elegante e com uma identidade própria.

    Uma pena que fizeram o segundo filme detonando a história da Samara, com o típico clichê da “criança tocada pelo mal”. Era muito mais interessante e assustador pensar na menina sendo malvada naturalmente.

    Resposta
  • 10/08/2016 em 22:46
    Permalink

    Sinceramente prefiro o remeke, o ringu não me da medo algum é meio sem sentido, ja o the ring, traz um clima de terrer e a estoria em si faz mais sentido que o original.

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  • 28/07/2016 em 11:27
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    Creio que se analisarmos separadamente, The Ring pode ser melhor sim (até porque estamos, em nossa maioria, acostumados com produções americanas), pelo envolvimento, pelo drama da motivação pessoal que Rachel tem, etc. Mas se enfiarmos na cabeça que é um remake, creio que é impossível não pensar que The Ring pecou, assim como muitas refilmagens. Mas que os dois são ótimos, isso são sim!

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  • 10/10/2015 em 00:58
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    Tem certeza que Noah era marido de Rachel na refilmagem?

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  • Pingback:Coleção O Chamado (Ringu | The Ring)

  • 02/05/2015 em 14:15
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    Considero Ringu um pouco frio demais, não envolve tanto. Mas ainda um bom filme. Ring, a meu ver, melhorou muitos pontos, há mais impacto nas mortes, Naomi Watts é uma atriz melhor, mais intensa. É uma história sobrenatural, portanto, nada demais em sair água da TV ou essa se mexer na cena do poço. Samara convence mais do que Sadako, se a ideia é matar pelo medo.

    Resposta
    • 18/07/2015 em 18:07
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      Caro Roger, não fale besteira… o filme não é “frio” como você diz, esse é o tom de filmagens japonesas, se você quer ver um filme não frio então fuja das produções japonesas.
      Agora, dizer que uma refilmagem melhora pontos do seu original… ai é forçar a amizade, não? Desculpe, mas o impacto japonês é mais chocante do que os exageros da versão americana e piora ainda mais no 2.
      Samara ta mais para a garota possuída em “O Exorcista” do que pra Sadako.
      Se quiser ver outro exemplo claro de mudanças, mas este sim achei consideravelmente interessante, é “Águas Negras” com a Jennifer Connelly na versão americana. Compare e entenderá melhor… ou não.

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      • 29/07/2016 em 15:07
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        Por que não pode dizer que uma refilmagem melhora ponto do original? É algum tabu? Deixa a pessoa ter o opinião dela sem fazer mimimi.

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    • 10/08/2016 em 22:40
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      Irmão vc disse td, o original japones não da medo. A pessoa q fez essa analise está querendo convercer ele mesmo q o original japones é bom

      Resposta
      • Silvana Perez
        11/08/2016 em 08:58
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        Não, Gabriel, ninguém está tentando “convencer a si mesmo”. Apenas existem opiniões diferentes sobre um mesmo filme 😉

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  • 08/09/2014 em 19:01
    Permalink

    Eu assisti ambas duas versões. E não tenho nenhuma dúvida em dizer que a versão americana na minha opinião foi definitivamente melhor.
    Não são os efeitos digitais que passam aquela sensação de medo ou horror, mas sim o suspense em qual o diretor conseguiu passar com a história da triste Samara.
    Se fomos comparar a Sadako com a Samara podemos confirmar que Samara tinha realmente motivos para matar e expressar sua raiva através da maldição.
    Lembrando também que Samara apenas tinha poderes Telecinéticos e nunca poderia matar as pessoas através do olhar e sim pela mente diferente de Sadako.
    Um ponto errado nessa comparação é que no segundo filme de The Ring é revelado que Anna Morgan não é a verdadeira mãe de Samara, e sim adotiva;
    Achei um pouco ridículo o ex marido de Reiko ter poderes paranormais o que é um ponto em que deixa a desejar, já no The Ring Rachel consegue resolver o mistério com sua inteligência.
    Os efeitos Digitais nos rostos dos personagens são necessários para dar aquela marca na cena em que o cadáver da vítima de Samara aparece dando um grande susto do espectador.
    A história Japonesa é um pouco confusa de entender, já no The Ring a gente entende facilmente principalmente os motivos que Anna Morgan tinha para ter jogado Samara no poço.
    Além da ótima trilha sonora The Ring me prendeu na primeira vez em que eu assisti, principalmente pelas “Desnecessárias” aparições de Samara Morgan para Rachel.
    O filme Japonês também teve seus pontos altos investindo principalmente nesses pontos de imaginar a como seria o rosto de Sadako, além das ótimas cenas de congelamento no rosto das vítimas antes de serem atacados por Sadako.

    Dark Water japonês foi sem dúvidas melhor que Ringu, pelo menos na minha opinião!

    The Ring!!

    Resposta
    • 08/07/2016 em 21:16
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      Acho que Sadako não ter uma motivação é algo muito cultural, se você for ver a maioria das lendas japonesas não envolve rancor,apenas demônios ( yokais) querendo algo , afinal o japonês não crê em céu e inferno como nós. Bom, eu não levei nenhum susto significante em nenhum dos filmes, mas os dois são bons levando em consideração o público que quer ser atingido.

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  • 27/04/2014 em 18:27
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    Apesar de amar a cultura japonesa e assistir a muitos animes e até doramas, ouvir muito jrock e kpop, mas eu preferi a versão “O chamado”.

    “Ringu” eu não senti muito o suspense, faltou suspense e mais terror.

    Resposta
  • 16/04/2014 em 15:39
    Permalink

    Assisti os dois filmes e, para mim, o original japonês é muitíssimo melhor. Talvez porque tenha mostrado uma forma diferente de terror onde o psicológico vem primeiro, ou talvez porque tenha menos efeitos visuais, levando a coisa para o lado mais criativo. Mil vezes Ringu.

    Resposta
  • 28/03/2014 em 23:37
    Permalink

    Bom, apesar de ter assistido a ambas as versões, não sei dizer qual das duas é a melhor. Cada uma tem seus pontos positivo e negativos. Mas ao ler essa “comparação”, me dei conta de que foi escrita por alguém imparcial e que claramente preferiu ao filme original tentando apenas apontar erros ou supostas incoerências no remake. É importante compreender que cada povo tem sua cultura e crenças (inclusive aqui no Brasil que se assemelha muito com as apresentadas na versão americana), ou vai me dizer que realmente a pessoa que escreveu acredita em pessoas clarividentes e com poderem sobrenaturais. Em fim, eu sugiro que nas próximas comparações entre remakers e originais (apesar de achar isso totalmente fútil, pois são épocas, momentos e culturas diferentes) que o autor de tal seja, ou ao menos tente ser o mais IMPARCIAL possível, pois é dessa forma que se faz comparações, críticas construtivas e se apresenta bons textos para potencializar discussões.

    Resposta
  • 22/03/2014 em 11:42
    Permalink

    Não consigo gostar de filmes japoneses, e não foi diferente com Ringu. Prefiro a versão americana, tem muito mais climão e é muito mais marcante.

    Resposta
  • 12/01/2014 em 00:52
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    gosto mais do chamado americano…

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  • 07/01/2014 em 05:44
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    Chega a ser engraçado alguns pontos dessa comparação. Depois de ler a gente percebe que realmente muitas situações do remake são desnecessárias e/ou forçadas demais.

    Por isso mesmo eu prefiro o original, que trabalha mais a inteligência não só dos personagens, mas também do espectador. Além, é claro, da atmosfera mística e aterrorizante que os asiáticos sabem dar em muitos de seus filmes de terror.

    Resposta
  • 05/01/2014 em 23:46
    Permalink

    eu prefiro o remake,mas os japa pira no outro lá hahaha,sorry galera 🙂

    Resposta

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