A Morte pede Carona (2007)

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A Morte pede Carona (2007) (10)

A Morte pede Carona
Original:The Hitcher
Ano:2007•País:EUA
Direção:Dave Meyers
Roteiro:Eric Red, Jake Wade Wall, Eric Bernt
Produção:Michael Bay, Andrew Form, Bradley Fuller, Alfred Haber, Charles R. Meeker
Elenco:Sean Bean, Sophia Bush, Zachary Knighton, Neal McDonough, Kyle Davis, Skip O'Brien, Travis Schuldt, Danny Bolero, Jeffrey Hutchinson, Yara Martinez, Lauren Cohn

Poucas vezes a rodovia foi tão assustadora quanto em A Morte pede Carona, um famoso cult movie de 1986, fruto de uma daquelas raras e felizes combinações de talentos: um excelente trabalho de direção do desconhecido Robert Harmon, um excelente roteiro de Eric Red e um excelente desempenho da dupla de protagonistas, C. Thomas Howell (um dos jovens galãs da época, que em breve despontaria para o anonimato) e Rutger Hauer (numa de suas melhores interpretações). A história é simplória e absurda: ao dar carona para um desconhecido (Hauer), um jovem bundão (Howell) vê sua vida se transformar num grande pesadelo – sendo obsessivamente perseguido pelo caroneiro, que na verdade é um psicopata. Apesar de ser um filme de suspense muito bom, e acima da média, A Morte pede Carona não é um clássico ou uma obra de arte que justifique uma refilmagem.

Foi por isso que muita gente (incluindo este que vos escreve) ficou surpresa com o anúncio de um remake do filme de Robert Harmon. A versão século 21 foi produzida pela Platinum Dunes (do cineasta Michael Bay), uma empresa que aparentemente não se interessa por idéias originais, considerando que já havia assinado as refilmagens de O Massacre da Serra Elétrica e Terror em Amityville. Uma coisa é refilmar clássicos, como A Profecia e O Despertar dos Mortos; outra coisa bem diferente é refilmar filmes “normais“, como A Bruma Assassina e Mensageiro da Morte, e esta é a maior prova de que a indústria de cinema, principalmente a americana, anda MUITO carente de ideias novas… Ou você acha normal refilmar uma produção lançada há 20 anos, como A Morte pede Carona, que, tirando cortes de cabelo e roupas, continua atualíssima?

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Eu mesmo já fui um detrator xiita de remakes, do tipo que encarava o anúncio de alguma refilmagem como se fosse uma ofensa a alguém da família. Hoje, já estou suficientemente conformado para ver estes filmes como simples produções para passar o tempo, e nada mais. É como aquele ditado popular: “Se o estupro é inevitável, relaxe e aproveite“. Ainda assim os que continuam detratores xiitas de remakes assumem que alguns são muito bons, como Viagem Maldita, em que o francês Alexandre Aja praticamente regravou o original de Wes Craven cena a cena. Outros, claro, são muito ruins (A Névoa é particularmente ridículo). No geral, entretanto, acredito que as refilmagens cumpram um objetivo nobre: apresentam ao público contemporâneo (leia-se: os adolescentes que infestam os shopping-centers) alguns filmaços do passado, que eles não veriam de outra maneira, além de aumentar a curiosidade pelos originais. E se o cara que gostou de Madrugada dos Mortos assistir O Despertar dos Mortos e achar um lixo, que se foda: pelo menos assim ele se interessou em procurar o original.

É justamente o caso deste remake de A Morte pede Carona: os jovens de hoje provavelmente nem sabem que existe um filme dirigido por Robert Harmon em 1986. E como a nova versão é uma daquelas refilmagens “cena a cena” do original, tipo fizeram com A Profecia, é possível questionar a validade do projeto (por que refazer uma produção recente exatamente do mesmo jeito?), mas não a sua qualidade. Pois como o roteiro é praticamente o mesmo, com as mesmas surpresas, reviravoltas e até alguns diálogos (!!!), o novo A Morte pede Carona é tão legal quanto o antigo. Claro, será ainda melhor para a nova geração, que não conhece o original de 1986 e nem as surpresas e reviravoltas do roteiro. O problema é no caso de quem conhece o antigo, pois já vai saber de cara tudo o que acontece, do começo ao fim…

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A direção ficou a cargo do videoclipeiro Dave Meyers, em sua estreia no cinemão (ele só havia dirigido um filme independente em 1999, a comédia Foolish, inédita no Brasil). Quando você descobre que Meyers é um sujeito que vem do mundo dos clips, e trabalhou com Offspring, Jennifer Lopez e até Britney Spears (!!!), já espera pelo pior. Mas, surpreendentemente, o diretor segura as rédeas, sem apelar para cortes rápidos ou para a edição veloz característica dos videoclipes.

O roteiro segue fielmente o original de Eric Red, tanto que o nome de Red aparece creditado como um dos roteiristas do remake (!!!), ao lado de Eric Bernt e Jake Wade Wall, responsáveis pelas pequenas mudanças aqui e ali. A maior delas, em relação ao filme de 1986 (e talvez a única), é o fato de não termos mais um motorista solitário, como o interpretado por C. Thomas Howell. Agora, é um casal rumo a um paradisíaco feriadão que vira vítima do psicopata. Esta mudança elimina alguns momentos de silêncio do original, e também todas as cenas onde o herói “falava sozinho” (no caso, para o espectador não pegar no sono com o excessivo silêncio). Com duas pessoas em cena, a tensão pode até diminuir um pouco (já que é muito mais legal ver um personagem solitário tendo que enfrentar uma situação aterrorizante). Por outro lado, algumas situações soam menos inverossímeis, e a reviravolta do final (para quem viu o original, é aquela que envolve dois caminhões) é mais dramática e surpreendente, principalmente para quem NÃO sabe o que vai acontecer.

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A Morte pede Carona começa com um letreiro que diz: “Segundo o Departamento de Transporte dos Estados Unidos, anualmente morrem cerca de 42 mil pessoas nas estradas.” Em seguida, o título entra sobreposto à imagem de um coelhinho que tenta atravessar a rodovia e é esmagado por um carro em alta velocidade. Esta cena já dá o tom do remake, que tem muito mais sangue e violência que o original. Mais adiante, continuando a seqüência de cenas com “violência animal” (hehehe), um inseto em CGI espatifa-se no pára-brisa de um carro.

Enquanto o filme de Robert Harmon já começava com o motorista na estrada, neste remake há uma breve introdução dos personagens, quando Jim Halsey (o personagem tem o mesmo nome do herói do original) vai buscar a namorada Grace Andrews (personagem que não existia no original) para uma viagem até Lake Havasu, onde planejam aproveitar o feriadão com amigas da moça. Jim é interpretado por Zachary Knighton (apareceu em Medo em Cherry Falls e é a cara do ator Andrew McCarthy), e Grace pela gostosa Sophia Bush, do seriado One Tree Hill (e que, apesar do sobrenome, não é parente do ex-presidente dos EUA).

Após a rápida introdução, e sem perder muito tempo com explicações, o carro do casal cruza a rodovia deserta, durante uma noite chuvosa. Como sempre acontece nos filmes, Jim está conversando com Grace e dirigindo, olhando para a moça ao invés de olhar para a estrada. Logo, Grace grita o tradicional “Look out!!!” e Jim freia bruscamente ao ver que há um homem pedindo carona no meio da estrada, debaixo da chuva. Enquanto no original Jim não pensava duas vezes em dar carona, já que estava morrendo de sono e precisava de alguém para conversar, nesta versão moderna a voz da razão fala mais alto e os dois jovens decidem deixar o homem na chuva mesmo, acelerando para longe – um reflexo dos negros tempos em que vivemos, quando ninguém mais é confiável.

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Claro, se tudo acabasse assim, e o caroneiro ficasse para trás, não haveria filme. Portanto, enquanto dirige, Jim começa a se sentir culpado por não ter ajudado o homem, lembrando que o coitado ficaria na chuva e no meio do nada. Após muita choradeira, eles param num posto de gasolina, onde o rapaz tenta avisar alguém para ir buscar o desconhecido. Logo, porém, um caminhão estaciona no posto, e dele sai o próprio caroneiro (interpretado por Sean Bean). Ele e o jovem se encontram no caixa, quando Jim vai pagar a gasolina. O rapaz se desculpa por não ter dado carona, e o homem responde, com um sorriso simpático: “Tudo bem, eu também não teria parado“. O desconhecido então pede uma caroninha até o motel mais próximo, que fica a 20 quilômetros. Grace discorda, mas Jim resolve ajudar o caroneiro desta vez, ainda sentindo-se culpado por tê-lo deixado no meio da tempestade.

Durante a viagem, o homem se apresenta: seu nome é John Ryder. Após uma rápida conversa, entretanto, ele revela sua verdadeira face ao pedir se faz tempo que Jim está comendo Grace. Ao ver a aliança no dedo de Ryder, o rapaz responde perguntando se faz tempo que ele come a esposa dele. Mas Ryder diz que não é casado.

Se não é casado, por que usa aliança? – questiona Jim.
Para que os estranhos pensem que sou confiável. – responde o homem.
E você não é confiável?
Não…

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Começa, oficialmente, o pesadelo do casal de jovens: Ryder quebra o celular de Jim no meio e puxa um punhal sujo de sangue quando ele tenta parar o carro. Depois, agarra Grace e ameaça furar o olho dela com o punhal, iniciando um breve jogo de tortura psicológica. Assim como no original, Ryder quer que Jim diga quatro palavras (três, na tradução em português): “I want to die” (Eu quero morrer). Desesperado, sob a ameaça do punhal, Jim diz as três primeiras palavras… Ao chegar na quarta, grita: “Eu NÃO quero morrer!“, e pisa violentamente no pedal do freio, fazendo com que o caroneiro bata a cabeça no pára-brisa do carro. Aproveitando a situação, o motorista expulsa Ryder, atirando-o a chutes do carro em movimento. Novamente, parece que o pior ficou para trás…

Seguindo fielmente o roteiro de 1986, amanhece e tudo parece na santa paz. Até que o carro de uma família ultrapassa o casal, e eles vêem, no banco de trás, junto com duas crianças pequenas, o maligno caroneiro John Ryder! Jim e Grace tentam alertar o motorista do outro carro, mas tudo que conseguem é sair da estrada e estatelar seu veículo num barranco. Eles continuam a pé e, alguns quilômetros adiante, encontram o veículo que havia dado carona a Ryder. As crianças estão mortas no banco traseiro; a mulher tem a garganta cortada no banco da frente. Já o motorista está vivo, muito mal, com o punhal do caroneiro enfiado no peito. Os dois jovens entram no carro e dirigem até um posto de gasolina em busca de ajuda, mas obviamente acabam sendo incriminados pela chacina e presos. E o maligno John Ryder não pretende deixá-los em paz. Nem mesmo na delegacia.

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Embora nas primeiras cenas o caroneiro psicopata seja apresentado como uma pessoa “normal“, não se engane: assim como o caminhoneiro de Encurralado ou Michael Myers em Halloween, John Ryder não é um simples psicopata, e sim a verdadeira encarnação do Mal absoluto. Não há um motivo lógico para ele infernizar a vida do casal nem mesmo para matar suas vítimas (isso em tempos onde os filmes cada vez mais procuram explicações lógicas para a motivação dos vilões). A não ser que logo a Platinum Dunes comece a filmar A Morte pede Carona – O Início, arrisco-me a dizer que o “novoJohn Ryder é um dos grandes vilões para a geração atual, que andava idolatrando demais o Jigsaw da série Jogos Mortais (mais até do que deveria, já que a série do sujeito caiu ladeira abaixo a cada novo filme).

Num toque quase sobrenatural do roteiro, Ryder aparece sempre vindo do nada, atacando os heróis quando eles menos esperam. Mata adoidado e faz com que a culpa recaia sobre os ombros de Jim e Grace. E nunca, nunca mesmo, deixa os jovens em paz. Mesmo quando eles estão acelerando para fugir da perseguição de vários carros da polícia, Ryder aparece subitamente e massacra os homens da lei, somente para aumentar a “lista de crimes” relacionada ao casal fugitivo. Quando lembro que recentemente conseguiram achar formas de justificar a maldade de Leatherface e até de Hannibal Lecter, em bisonhas “prequels“, só consigo ficar ainda mais fascinado com o fato de John Ryder ser um grande enigma: nem mesmo a polícia descobre quem ele é, de onde veio ou porque faz o que faz – e provavelmente nunca vão descobrir.

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O que torna a coisa mais assustadora é o fato de que Ryder é um personagem extremamente verossímil. Certamente seria muito difícil ver um Leatherface ou um Michael Myers andando por aí à luz do dia – e, se você por ventura visse, certamente iria correr daquele sujeito com roupa preta e máscara sinistra. No caso de John Ryder, como você vai se defender do que parece ser só um sujeito comum e simpático, um desconhecido que lhe pede carona e você aceita, acreditando estar diante de uma pessoa pacata e inofensiva? Se você é daqueles que pensa duas vezes antes de parar o carro para ajudar um desconhecido na estrada, mesmo em caso de acidentes, A Morte pede Carona definitivamente é o filme que vai fazer com que você nunca pare; pelo contrário, vai sair acelerando dali!

Como eu escrevi antes, este A Morte pede Carona é praticamente uma cópia carbono do original de 1986. Algumas cenas foram exageradas, as perseguições automobilísticas ficaram mais aceleradas e a violência está mais marcante, com muito mais sangue em cena. As únicas coisas não-aproveitadas do filme de Robert Harmon são a famosa cena do “dedo na batata-frita” (sinceramente, senti falta disso! hahahaha) e um diálogo de tortura psicológica entre Ryder e Jim numa lanchonete deserta (que provavelmente não funcionaria agora, com Jim e Grace ao invés de apenas Jim).

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O mais surpreendente é como este remake funciona, mesmo com a falta de surpresas para quem já conhece o original. Todos os furos também estão na produção de 1986, assim os detratores de remakes nem poderão reclamar que a refilmagem cagou tudo. (hehehehe). Numa cena, por exemplo, o casal de heróis foge da delegacia onde Ryder promoveu um massacre; vários carros de polícia chegam, e você pensa: “Por que esses idiotas não se entregam e explicam tudo ao invés de fugir por conta própria?“. Pois a mesma cena está no original, que revi no dia seguinte, antes de escrever esta análise. Outra cena que me deixou meio cabreiro é uma exagerada perseguição de carros, onde Ryder não só fuzila vários policiais como ainda derruba um helicóptero a tiros (!!!). Pois esta sequência não só é a junção de duas cenas do original, como ainda soa MENOS exagerada que no filme de Harmon – onde o caroneiro interpretado por Rutger Hauer derrubava o helicóptero atingindo os tiros na hélice, e não no piloto, como acontece nesta nova versão. E vai ter mira boa assim lá na PQP!

Agora, o filme não teria a mesma graça se tivessem escalado qualquer outro ator para o papel de caroneiro – ou mesmo uma mulher, como os produtores inicialmente cogitavam. O John Ryder de Rutger Hauer é muito marcante para ser substituído por um zé-mané qualquer. Felizmente, prevaleceu o bom senso: Sean Bean não consegue chegar aos pés de Hauer, mas nos entrega a sua própria caracterização marcante do psicopata. Ele passa de sujeito simpático a assassino furioso em questão de segundos, apenas com um olhar e um sorriso. Esta nova versão apaga também o tom “homossexual” com que o caroneiro era representado no original, onde havia uma visível conexão entre Ryder e Jim.

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Por incrível que pareça, completando a pequena lista de surpresas desta refilmagem, a conclusão de A Morte pede Carona consegue ser mais “macha” (leia-se corajosa) que a do original, o que não é pouca coisa nestes tempos atuais de “politicamente correto“. (ATENÇÃO: SPOILERS) Mesmo encarando Ryder desarmado e de joelhos à sua frente, Grace não pensa duas vezes em explodir a cabeça do vilão com um tiro de escopeta. Este era justamente o final previsto para o original de 1986, quando Jim atirava no caroneiro enquanto ele estava caído na estrada, desacordado; entretanto, naquela época, prevaleceu a vontade dos produtores, que preferiram um final mais “certinho“, onde Jim só atirava no vilão quando este se levantava de forma ameaçadora! Vale ressaltar, ainda, que o DVD do remake traz um final alternativo onde Grace, não contente em explodir a cabeça de Ryder, ainda espanca o cadáver com a espingarda descarregada!!! (FIM DO SPOILER)

Fãs de filmes de suspense que nunca ouviram falar do A Morte pede Carona original não podem deixar de ver este pesadelo rodoviário; e depois, de lambuja, descolar também o original para comparar as diferenças e semelhanças e eleger o seu preferido. Já os detratores de remake e chatos de plantão deveriam esquecer o rancor acumulado e dar uma chance a esta refilmagem inofensiva, uma nova versão bem legal de um filme bem legal, não um clássico. No fim, ninguém sai machucado e o remake faz jus a tudo que o original tinha de bom. Não tem porque não ver.

Para concluir com um “trocadilho SET“, este novo A Morte pede Carona tem vida própria, sem “pegar carona” no sucesso do original. hehehehe.

Você Daria Carona para Eles?

A Morte pede Carona (1986) (1)

1986
Nome: Rutger Oelsen Hauer
Nome artístico: Rutger Hauer
Nacionalidade: Holanda
Data de nascimento: 23/1/1944
Estreia no cinema: Monsieur Hawarden (1969; suas cenas foram cortadas na edição final)
Em quantas produções atuou: 153
Já foi dirigido por: Ridley Scott, Paul Verhoeven, Sam Peckinpah, Robert Rodriguez e Albert Pyun (!!!), entre outros
Ponto alto: O replicante Roy Batty (Blade Runner, 1982)
Ponto baixo: Entre muitos, o androide Omega Doom (Omega Doom, 1997)
Premiação: Já ganhou 2 Globos de Ouro por trabalhos na TV
Características do seu John Ryder: Completamente louco e insensível, com um olhar frio e rosto inexpressivo. Sua relação com Jim é quase homossexual. É loiro, bem barbeado e está sempre fumando. Veste um sobretudo preto.
Façanha mais absurda: Seu John Ryder dá um tiro contra um helicóptero e acerta o motor, derrubando a aeronave na hora!!!

A Morte pede Carona (2007) (5)

2007
Nome: Shaun Mark Bean
Nome artístico: Sean Bean
Nacionalidade: Inglaterra
Data de nascimento: 17/4/1959
Estreia no cinema: Voo de Inverno (1984)
Em quantas produções atuou: 108
Já foi dirigido por: John Frankenheimer, Peter Jackson, Martin Campbell, Phillip Noyce e Paul W. Anderson (!!!), entre outros
Ponto alto: O guerreiro Boromir (O Senhor dos Anéis, 2001)
Ponto baixo: O terrorista xarope Sean Miller (Jogos Patrióticos, 1992)
Premiação: Nenhuma expressiva
Características do seu John Ryder: À primeira vista parece um cara simpático e nada ameaçador. Seu sorrisinho cínico chega a dar raiva no espectador. Tem o cabelo raspado, barba por fazer e veste um sobretudo escuro.
Façanha mais absurda: Seu John Ryder quebra o polegar de uma das mãos para tirar a algema, e mesmo assim arranca parte da pele da mão no processo – mas sem soltar um único suspiro de dor!!!

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Felipe M. Guerra

Jornalista por profissão e Cineasta por paixão. Diretor da saga "Entrei em Pânico...", entre muitos outros. Escreve para o Blog Filmes para Doidos!

5 thoughts on “A Morte pede Carona (2007)

  • 12/05/2018 em 21:49
    Permalink

    Eu conferi recentemente o original e posso dizer sem dúvidas que o remake está léguas na frente em todos os sentidos a construção do suspense neste está muito superior..

    Resposta
    • 28/04/2020 em 20:50
      Permalink

      Normalmente remakes não são atingem a mesma qualidade e impacto do original. E nesse caso a coisa não muda de figura. É um bom e rápido entretenimento (84 min), mas nada além disso. Um adendo: o
      saudoso Rutger Hauer nasceu para o papel do psicopata desse filme.

      Resposta

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