O Exorcista (2016): Chapter Ten: Three Rooms

O Exorcista (2016): Chapter Six: Star of the Morning 

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O Exorcista
Original:The Exorcist
Ano:2016•País:EUA
Direção:Jennifer Phang
Roteiro:Laura Marks
Produção:
Elenco:Alfonso Herrera, Ben Daniels, Hannah Kasulka, Brianne Howey, Kurt Egyiawan, Alan Ruck, Geena Davis, Camille Guaty, Francis Guinan, Matthew Velasquez, Melissa Russell

A revelação da principal conexão entre a série The Exorcist com o filme original movimentou bastante a internet nas últimas duas semanas. E foi um golpe duplo, com Angela Rance (Geena Davis) assumindo seu nome verdadeiro – Regan Macneil – e a chegada, ao estilo padre Merrin (Max von Sydow) da mãe da garota possuída, a atriz Chris MacNeil, interpretado com muita força expressiva por Sharon Gless. E o estampido também foi acompanhado do sumiço movimentado de Casey (Hannah Kasulka), com reportagens em vários canais, jornalistas e curiosos querendo saber a relação entre todos esses envolvidos.

Durante um flashback, na época em que Regan (Sophie Thatcher) havia se livrado do demônio, Chris havia perdido toda a notoriedade como atriz e se viu obrigada a explorar os acontecimentos trágicos através do lançamento de um livro. A jovem Regan não suportou tamanha repercursão e fugiu dos holofotes, mudando de cidade e nome. Quando Regan conseguiu constituir família e se esquivou de seu passado, a possessão de Casey resgatou as épocas infernais e ainda trouxe consigo a mãe, o que aparenta ser uma nova tentativa da ex-atriz de conseguir voltar ao sucesso.

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Enquanto o padre Tomas (Alfonso Herrera) tenta esquecer a perdição Jessica (Mouzam Makkar), mesmo com novas provocações da garota, ele organiza um multirão na igreja para descobrir pistas sobre o paradeiro de Casey, usando o cheque que ganhou de Maria Walters (Kirsten Fitzgerald), cuja real intenção finalmente se revelou nesse sexto episódio. Com a comunidade unida para encontrar a jovem – embora os cidadãos de Chicago estejam irritados com a falta de investigação dos nove corpos mutilados -, Maria se reúne com outras pessoas importantes do lugar, como o superintendente Jaffey (Tim Hopper), para um encontro que permitiu a concretização do ritual vocare puvere. Que demônio terá sido invocado? Pazuzu, talvez?

Consciente de que a presença do demônio agita os animais próximos, Marcus (Ben Daniels) segue uma pista que o conduz a um túnel, repleto de indigentes em situação deplorável de doença e insanidade. É nesse ambiente tétrico e macabro que acontecerá mais uma referência ao clássico O Exorcista, de 73, na movimentação assustadora da Casey possuída. Marcus, sagaz, encontra um meio de libertá-la do mal, ainda que não seja possível saber a força dessa ação.

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Star of the Morning é mais um ponto alto da série The Exorcist, na direção acertada de Jennifer Phang para o roteiro de Laura Marks. Possessão, conspiração e o pôster intrigante da chegada do Papa mostram que a temporada encontrou um tortuoso caminho correto, motivo mais do que suficiente para inspirar uma segunda temporada, ainda que a audiência não tenha se empolgado tanto para isso.

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Marcelo Milici

Marcelo Milici

Fundou o Boca do Inferno em 2001. Formado em Letras, fez sua monografia sobre o Horror Gótico na Literatura. É autor do livro "Medo de Palhaço", além de ter participado de várias antologias de horror!

16 comentários em “O Exorcista (2016): Chapter Ten: Three Rooms

  • 24/12/2016 em 09:37
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    A série me surpreendeu positivamente, pude notar que a cada episódio a história foi se desenrolando e a tensão aumentando. No inicio como muitos desconfiava de algumas atuações que se superaram com o passar da história. Acho que podemos ter um gancho para uma segunda temporada, acho que seria muito legal ver o treinamento de um exorcista, saber um pouco mais da história e mítica por trás de tudo isso!

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  • 23/12/2016 em 17:13
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    Gostei da série, respeita o original de 1973 fazendo referências e homenagens mas sem pretensão de se igualar ao mesmo. As atuações são no geral boas, em especial de Geena Davis, que se prestarem atenção SPOILER , lembrar até alguns momentos da Regan, como a risada que ela dá depois que o padre Merrin é encontrado morto.

    A série serve como uma continuação do filme clássico, funcionando bem melhor que os filmes que foram feitos depois do de 1973. Recomendo para verem a série sem ficar comparando com o filme pois nunca foi o objetivo da série se igualar ao mesmo.

    Achei o último episodio mediano pois tava na expectativa de ver a Angela Rance apodrecendo que nem no filme original mas paciência, foi bom mesmo assim.

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  • 01/12/2016 em 21:03
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    Assisti e gostei do capítulo, mas dava para perceber que algo estava errado. Pois se analisarmos a conduta dos dois padres, um é adultero e o outro ” aparentemente ” é homossexual, no caso condutas condenadas pela Igreja Católica. Agora, vamos aguardar os dois próximos capítulos para ver o que o futuro reserva …

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    • 21/12/2016 em 20:17
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      Me supreendeu positivamente a série, não vejo necessidade de uma nova temporada. Melhor série de terror dos últimos anos, desde a a segunda temporada AHS.

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  • 23/11/2016 em 13:08
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    Comecei a acompanhar a série desde semana passada, e por conta das reviews do Boca, no qual sou fã assíduo do site.
    Sou admirador do filme Exorcista, e estou gostando muito da série de relacionar com o filme. Explicando alguns fatos fora não explicados no filme. Gostaria muito que a série continuasse em uma nova temporada. Porém minha dúvida é: É o Pazuzu que está na garota?

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  • 28/10/2016 em 09:08
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    Como um fã do longa de 1973, fiquei empolgado em assistir à série homônima. Esperava encontrar uma história independente, mas com algumas referências ao filme, como por exemplo citarem o caso de possessão em Georgetown. Enfim, estava acreditando que os autores fossem capazes de produzir algo por si sós. Infelizmente, no capítulo 5 tive a ingrata surpresa de trazerem o longa para dentro da série. Não que eu não goste do longa – longe disso – mas reafirmo: gostaria de algo mais independente. Angela ser a Reagan com o nome mudado? Forçaram, não foi? Tenho medo que isso se torne um “O Exorcita II – O Herege” e “O Exorcista III”.

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  • 18/10/2016 em 18:50
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    Começei assistindo com o pé atrás, mas a série está me supreendendo com o desenvolvimento dos personagens. So achei o ator do Padre Thomas meio fraco. Espero ver o que vai acontecer.

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    • 05/11/2016 em 21:20
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      Concordo, caro amigo! O desenvolvimento dos personagens estão muito bem encaixados no roteiro. O padre Thomas precisa de algo a mais… Mas o papel de “padre do pecado” está se tornando cada vez mais interessante! Tomara que sejamos agraciados por episódios mais intensos e um roteiro ainda mais surpreendente! Um abraço.

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  • 08/10/2016 em 03:12
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    acabei vendo alguns episódios porque passa antes do THE STRAIN, alguns efeitos feitos em computador me incomodam um pouco , porem o elenco é muito bom e carismático o que torna o clima mais pesado pelo drama e sofrimento dos personagens!

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  • 05/10/2016 em 17:48
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    Tente mostrar o filme original pra um moleque de 12 anos, se ele não dormir ou se distrair com o celular, vai rir da nossa cara… os tempos são outros, eu acho impossível levar uma série com o “timing” do filme original… é preciso prender o telespectador a cada episodio e pra gente é amor, mas para os produtores é dinheiro.

    Por enquanto a série está bem honesta, desenrolando mais uns 2 ou 3 capítulos já da pra perceber se vale a pena continuar…

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  • 25/09/2016 em 23:11
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    Como fã do original, achei horrível esse piloto. O charme de ”O Exorcista” era ir trabalhando a possessão aos poucos, sem pressa, e aqui, como já era de se esperar, vemos logo de cara um exorcismo cheio de CGI, uma garota se retorcendo num sótão (mais clichê impossível), e outras coisas desnecessárias, como os sonhos do padre Tomas. Não acho que essa séria merecia levar o título e a trilha do original, afinal mesmo tratando do mesmo tema, não se passa no mesmo universo, e nem parece ter o mesmo demônio atuando nas possessões. Acho que pelo menos os simbolismos do original podiam aparecer aqui, como aquela correntinha de São José… Da de ver de cara que vai ser um desastre, como foi Scream. To vendo que o padre Tomas logo vai se transformar num Constantine, lutando com demõnios de CGI…

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  • 25/09/2016 em 21:41
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    O que realmente me incomodou, foi a forma apressada com que os acontecimentos sucedem. Padre Tomas se convence das ações demoníacas sem nenhuma prova contundente – o mesmo pode ser dito sobre a mãe das garotas. O desenvolvimento podia ser mais paulatino. Ainda assim, vou acompanhar. Minha curiosidade é se haverá algum diálogo com a história da Regan.

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    • 28/10/2016 em 09:03
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      José Cláudio, isso também me incomodou bastante. A resposta do padre para o exorcismo foi mais rápida do que no filme!

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  • 25/09/2016 em 20:15
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    Acho que se compararmos com o RIP Damien e The Outcast, até que foi legal. Temos que levar em consideração que tem tanto filme de possessão hoje em dia que fica difícil criar algo novo (se bem que O Exorcista é o pai da grande maioria deles). Gostei da atuação dos dois padres. Vamos esperar mais uns capítulos pra ver!
    Só aproveitando o espaço… E sem relação com o assunto, assisti um filme quando beeeem mais novo (já sou quarentão), em que a classe rica faziam uns tipos de orgia, onde eles se fundiam, ficavam parecendo uma massa disforme, e depois separavam. Efeitos bem anos 80 mesmo. Vocês por acaso sabem o nome desse filme?

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    • Marcelo Milici
      25/09/2016 em 20:39
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      Agradeço os comentários, Ricardo! Também estou com “fé” (haha) que a série vai melhorar.

      O filme que você perguntou a respeito é A Sociedade dos Amigos do Diabo, de Brian Yuzna.

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