Channel Zero: Candle Cove (2016) – 1×06: Welcome Home

Channel Zero: Candle Cove (2016) – 1×03: Want to See Something Cool?

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Channel Zero: Candle Cove
Original:Channel Zero: Candle Cove
Ano:2016•País:EUA
Direção:Craig William Macneill
Roteiro:Nick Antosca
Produção:Nick Antosca, Craig William Macneill
Elenco:Paul Schneider, Fiona Shaw, Shaun Benson, Natalie Brown, Luca Villacis, Greyden Bohotchuk, Cassandra Consiglio, Luisa D'Oliveira, Annika Elyse Irving

Chegamos à metade da temporada de Channel Zero: Candle Cove com um episódio que eleva bastante o nível de bizarrice e revela muito mais sobre alguns de seus personagens, tanto no passado como no presente.

Want to See Something Cool? começa com um flashback da comemoração do aniversário de 11 anos de Mike e Eddie (Luca Villacis). Os irmãos estão prestes a fazer um pedido antes de assoprar as velinhas, mas antes seu pai sugere que um faça o pedido do outro. O que chama atenção nesta cena é que o rosto do pai nunca é mostrado, ao contrário do de Marla (Bronagh Waugh). Seria este mais um mistério?

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Depois do flashback, voltamos ao ponto em que o episódio anterior terminou. Mike (Paul Schneider) tinha contado à sua mãe que foi ele quem matou Eddie e escondeu o corpo e, pela manhã, Gary (Shaun Benson) vai buscá-lo, supostamente para um interrogatório na delegacia. Mas o xerife tem outros planos: ele leva Mike a uma casa desocupada e chama Tim (David Brown) e Daphne (Gwendolyn Collins) para tentar arrancar a verdade sobre o que aconteceu com as crianças mortas 28 anos atrás. Pouco antes de Marla, Jessica (Natalie Brown) e Amy (Luisa D’Oliveira) chegarem ao local, Mike diz que precisou matar o irmão porque ele estava fora de controle sob a influência de Candle Cove, mas Tim não acredita e lhe dá um tiro no ombro. Tim e Daphne fogem, enquanto Amy desarma Gary e Mike é socorrido.

channel-zero-1x03-2016Esta primeira parte do episódio traz mais algumas revelações, mas o drama dos personagens principais ainda é menos interessante do que o mistério e as bizarrices que se seguem. No caminho para a casa vazia, Amy é parada por uma senhora, que aponta um grupo de crianças aparentemente atacando uma pessoa. Quando se aproxima, Amy percebe que o que estava no chão era apenas um boneco, o que não torna a situação menos estranha. A ideia de crianças assassinas já tinha começado a ser desenvolvida no episódio anterior, mas é aqui que Channel Zero mostra que não tem reservas em mostrar os pequenos como vilões ou como vítimas, mesmo que tudo tenha a ver com a influência de Candle Cove. Crianças assassinas sempre causam arrepios…

A estranheza termina com a Sra. Booth, a simpática professora que também perdeu o filho há 28 anos e que hoje alimenta a Criança de Dentes. E dá chocolate quente a crianças assassinas. E é capaz de extremos para defender Mike. Mas por quê? Seria ela também influenciada pelo programa? Ou ela é a causa de tudo o que vem acontecendo? Com a volta de Candle Cove, as crianças de hoje estão se tornado perigosas, mas quem está morrendo são as crianças de décadas atrás. Será que a maldição de Candle Cove foi interrompida no passado e agora deve voltar para terminar o serviço, à la Premonição? Faltando três episódios para o fim dessa história, deve ser seguro esperar que Channel Zero chute o balde e nos dê boas doses das cenas perturbadoras que tanto gostamos de ver na TV.

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Silvana Perez

Silvana Perez

Escolheu alguns caminhos errados e acabou vindo parar na Boca do Inferno.

2 comentários em “Channel Zero: Candle Cove (2016) – 1×06: Welcome Home

  • 31/01/2019 em 01:37
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    Não sei. Um plot muito fascinante, fotografia respeitável, mas o texto das falas me soou muito pouco natural. Vcs podem notar como é raro uma personagem ter uma fala com mais de uma frase. Às personagens às vezes parecem não conversar, mas apenas reagir uma à fala da outra. Outras vezes a sensação é de que as conversas são excessivamente objetivas. Cada personagem fala o que tem de falar com muito propósito e isso chega a criar um efeito bizarro (no sentido nâo muito positivo) de q todo mundo na história parece consciente de estar numa série de tv e não no universo ficcional do roteiro. Enfim, como adaptação achei muito criativa. À irônica exceção das crianças, nunca vi personagens tão esquisitinhas

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  • 23/11/2016 em 15:37
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    Muito boa essa série!
    Pouca apelação com efeitos especiais e pirotecnia com uma história bem convincente.
    Recomendo.

    Resposta

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