Mulheres-Gato da Lua (1953)
O filme é curto e percebe-se claramente uma pressa dos realizadores em finalizar a história no terceiro ato, com a falta de filmagem de cenas que garantiriam uma melhor continuidade e coerência nas ações.Leia Mais
O filme é curto e percebe-se claramente uma pressa dos realizadores em finalizar a história no terceiro ato, com a falta de filmagem de cenas que garantiriam uma melhor continuidade e coerência nas ações.Leia Mais
É uma diversão rápida para quem gosta do velho cinema de baixo orçamento com efeitos práticos na maquiagem exagerada do monstro e com mais uma história de “cientista louco” malsucedido na tentativa de criação de uma arma de guerra com resultados catastróficos.Leia Mais
Qualquer filme com Boris Karloff já desperta interesse por sua presença marcante, sempre com atuações convincentes, geralmente em papéis de vilão e “cientista louco”. Leia Mais
Posso dizer com propriedade que assistir a esse longa foi a experiência mais marcante da minha vida como amante de filmes de terror.Leia Mais
Temos assombrações, mãos decepadas mumificadas, tumbas que se abrem, ruídos que não são desse mundo como as rodas das carroças dos coletores de cadáveres, e todo aquele sentimento depressivo de um lugar construído a partir das ruínas de um hospital onde morreram milhares de vítimas da praga da Idade Média.Leia Mais
Tem toda aquela ambientação gótica tradicional com um vilarejo assustado com uma suposta maldição envolvendo uma escultura e aquele clima característico de desconforto com a ocorrência de mortes misteriosas.Leia Mais
Sem sangue ou violência e com pouca atmosfera sombria, Voltou Dentre os Mortos vale apenas por curiosidade para os fãs de tranqueiras antigas com elementos de horror e que ficaram perdidas no limbo.Leia Mais
O apreciador de bagaceiras antigas com orçamentos reduzidos até consegue encontrar alguma atmosfera sombria característica de histórias escapistas com cientista inescrupuloso, laboratório bizarro, experiências extravagantes, monstro assassino e crimes violentosLeia Mais
A enorme casa tem potencial para explorar situações de horror sobrenatural, porém o roteiro entediante, com ritmo lento, não conseguiu transformar o cenário naturalmente sombrio e misterioso em oportunidades de tensão e desconfortoLeia Mais
Seus aspectos bagaceiros e ideias ingênuas são apenas momentos curiosos do cinema de horror mexicano, com um catálogo de filmes muitos mais importantes e significativos para o gênero.Leia Mais
Para os arqueólogos de produções bagaceiras do cinema de horror, pode valer a pena conhecer o ponto de partida de uma trilogia pouco inspirada, seja para rir cada vez que é mencionado o nome Popoca ou de seus absurdos.Leia Mais
Assim, mais do que um artefato histórico redescoberto, Dead Knot revela-se uma obra que ainda pulsa. Sua força está justamente na forma como transforma emoções extremas em linguagem cinematográfica, em imagens e sons que não somente entretém, mas nos levam a exclamar, com um sorriso no rosto: “isso é cinema!”Leia Mais
I Was a Teenage Frankenstein é um filme rápido com apenas 73 minutos e felizmente para os apreciadores do cinema bagaceiro de horror mais antigo, e ao contrário da maioria dos filmes similares, a narrativa não se perde em momentos arrastados e entediantes, conseguindo manter um ritmo interessante com sua história de “homem transformado em monstro”Leia Mais
O filme foi dirigido, produzido e editado por Ronald V. Ashcroft e teve a colaboração do cineasta Ed Wood Jr. (Plano 9 do Espaço Sideral, 1959) no roteiro e como consultor (não creditado), o que pode explicar a história rasa e superficial.Leia Mais
Os destaques de Força Diabólica são os divertidos efeitos práticos com o monstro tosco e suas movimentações hilárias com “fios invisíveis”!Leia Mais
Tem todas aquelas características conhecidas pela infinidade de similares do mesmo período, como o título sonoro e sensacionalista, os cartazes promocionais com artes bem elaboradas, coloridas e chamativas, instigando a curiosidade do público, e os monstros toscos e assassinos com efeitos práticos bagaceiros.Leia Mais
Num cenário global onde horror frequentemente se homogeneíza, um épico de horror em preto e branco enraizado em mitologia de Kerala é automaticamente interessante. Bramayugam é obra visualmente impressionante em momentos isolados, sonoramente excepcional do início ao fim, tematicamente ambicioso e politicamente relevante. Por outro lado, é narrativamente irregular, ritmicamente problemático, excessivamente longo e frequentemente hermético. Apesar dos percalços, o filme demonstra que o cinema de horror indiano possui mitologias ricas esperando por adaptação, que há audiência para horror lento e atmosférico enraizado em culturas específicas, e que é possível fazer filmes visualmente distintos com orçamentos modestos.Leia Mais
Para quem gosta desses velhos filmes tranqueiras de meados do século passado, vai se divertir com a história escapista e exagerada, e principalmente com os efeitos práticos toscosLeia Mais