Falando no Diabo 30 – A representação do negro e o racismo na cultura pop de terror – Parte II

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No nosso episódio anterior, entramos na discussão sobre o racismo nos filmes de terror, conversando sobre produções desde os anos de 1920 até Candyman, de 1992. Na sequência dessa discussão, comentamos o cinema de Jordan Peele e séries como Watchmen, que vêm mudando a representação do negro no cinema e na TV. Bora?

Equipe de gravação:
Silvana Perez
Ivo Costa
Filipe Falcão
Samuel Bryan

Convidado:
Queops Negronski

Links:
Whoopi Goldberg no DVD de Tom & Jerry
Lista de filmes de terror com protagonistas negros no Filmow
Son of Ingagi

Edição:
Maurício Murphy

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Silvana Perez

Escolheu alguns caminhos errados e acabou vindo parar na Boca do Inferno. Ainda fala de feminismos no Spill the Beans e de ciclismo no Beco da Bike.

4 thoughts on “Falando no Diabo 30 – A representação do negro e o racismo na cultura pop de terror – Parte II

  • 20/10/2020 em 19:25
    Permalink

    Gostei de Corra, tem um roteiro inteligente, mas Nós é totalmente superestimado com um conceito sem sentido algum e reviravolta que não faz quase a mínima diferença para a história do filme, é uma pena que o filme tenha feita mais barulho do que filmes BEM melhores como O Farol e até o remake de Brinquedo Assassino. Já sobre o Watchmen achei uma grande bosta, usando uma hq incrivel para servir de instrumento para fazer critica social e militante, bem melhor o filme do Snyder.

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  • 26/07/2020 em 14:57
    Permalink

    Me iniciei no cinema de Jordan Peele com “Nós” e achei que é um ótimo exemplar de cinema de terror com crítica social. Os dois elementos estão presentes na medida certa.
    Depois fui assistir a “Corra” cheio de expectativas por causa de “Nós” e pelas críticas altamente positivas que tinha lido em vários sites e fiquei um tanto decepcionado. O filme de novo apresenta um forte discurso de crítica social, mas fica devendo no suspense e terror. Tanto que quando alguém fala sobre esse filme, se derrete é pela crítica social.
    Um filme que foi bastante citado no podcast como um importante exemplar de cinema com crítica social é “A noite dos mortos-vivos”. Esse filme é um clássico pq é um excelente exemplar de filme de terror: é tenso e assustador. A crítica social é um elemento forte ali, mas o filme nunca nos deixa esquecer que estamos vendo um filme de terror. Prova disso é que muita gente adora o filme e detesta quando se fala da crítica ao racismo, ao conservadorismo e à hipocrisia do norte-americano médio defensor da família tradicional. Mesmo quem sequer entende metade do discurso do George Romero, consegue enxergar um ótimo filme de terror.
    E quanto ao Blade, acho que é um filme importante sim. Nem sempre o cinema precisa ter crítica social – é muito bom quando tem, mas não pode ser obrigatório. Nem sempre um filme com um protagonista negro precisa levantar a questão racial. Essa eu acho que é a questão mais importante do filme: Wesley Snipes é um p… anti-herói! E o filme fez um certo sucesso, o que mostrou que o público estava pronto sim para mais protagonistas negros!

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  • 22/07/2020 em 15:17
    Permalink

    adorei a parte 1 , queria ver o Jordan Peele fazer um reboot de A Maldição dos mortos vivos do Wes Craven

    Resposta

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