Falando no Diabo 35 – Por que o body horror é tão nojento quanto fascinante?

O body horror é um dos subgêneros do terror mais fáceis de nos relacionarmos. Mutações, mutilações, doenças, tudo o que vemos na tela está acontecendo com personagens que vivem no mesmo conjunto de músculos e ossos que qualquer um de nós. Talvez por isso este seja um gênero tão querido por fãs do terror.

No episódio de hoje, chamamos a Rafaela Germano para falar sobre a perda de identidade, sobre sucumbir à natureza animal, sobre perder nosso lugar no mundo. Bem-vindos ao body horror!

Equipe de gravação:
Silvana Perez
Ivo Costa
Maurício Murphy

Convidada:
Rafaela Germano

Links:
Site Mulheres no Horror
Mulheres no Horror no Instagram
Mulheres no Horror no Facebook
Nayara, a Mulher Gorila, no Porta Curtas
Clipe Massive Attack, Young Fathers – Voodoo In My Blood

Edição:
Maurício Murphy

Arte:
Chris Costa

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Silvana Perez

Silvana Perez

Escolheu alguns caminhos errados e acabou vindo parar na Boca do Inferno.

Um comentário em “Falando no Diabo 35 – Por que o body horror é tão nojento quanto fascinante?

  • 18/10/2020 em 21:21
    Permalink

    Sil, ouvi você falando sobre um podcast sobre o cinema de horror francês. Queira saber qual é ele. Parabéns pelo excelente trabalho que vcs fazem.

    Resposta

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