Falando no Diabo 41 – ReTERRORspectiva de um ano que queremos esquecer

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2020 foi um ano completamente atípico, mas, mesmo sem cinemas abertos, as produções de horror continuaram saindo em formatos digitais. Filmes e séries variados chegaram às nossas telas, nos ajudando a passar por esse período difícil pra todo mundo. No episódio de hoje do Falando no Diabo, conversamos sobre os maiores destaques do ano, para o bem ou para o mal, com a participação do Marcelo Milici, o membro do Boca do Inferno que acompanhou mais de perto os lançamentos recentes. Qual foi o seu filme favorito de 2020?

Equipe de gravação:
Silvana Perez
Samuel Bryan
Filipe Falcão
Ivo Costa

Convidado:
Marcelo Milici

Edição:
Maurício Murphy

Arte:
Chris Costa

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Silvana Perez

Escolheu alguns caminhos errados e acabou vindo parar na Boca do Inferno.

6 thoughts on “Falando no Diabo 41 – ReTERRORspectiva de um ano que queremos esquecer

  • 16/01/2021 em 02:46
    Permalink

    Por que foi cortada a parte em que estavam falando sobre A Caçada? É por que nessa parte tinha pronunciamento politico pela parte de alguns de vocês?

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    • 16/01/2021 em 12:53
      Permalink

      Esse trecho precisou ser cortado porque ficou todo picotado e era impossível entender. Se quiser, falamos muito mais sobre esse filme no episódio sobre filmes Battle Royale.

      Não sei se vc costuma ouvir o podcast, ou mesmo ler mais dos nossos textos, João, mas temos posições políticas bem claras por aqui. Falamos bastante de política, sim, e vc pode ouvir mais em episódios como racismo no terror, crítica social etc. Se isso é motivo de discussão, podemos discutir sem problema nenhum. Agora, se vc espera zero posicionamento, te convido a não ouvir o podcast porque só vai servir pra vc passar nervoso 😉

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      • 17/01/2021 em 01:19
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        Fiquei interessado agora, só mais por curiosidade mesmo, darei uma escutada nesses podcasts qualquer dia desses

        Resposta
  • 27/12/2020 em 15:23
    Permalink

    Esqueci de comentar ainda no podcast anterior, mas obrigada por dizerem que “A Maldição da Mansão Bly” não é tudo aquilo e que decepcionou/deixou a desejar, pois não aguentava mais só elogios e pensar “será que só eu penso diferente?”. Esperava algo mais parecido com “Os inocentes” e “A volta do parafuso” , que eu aaaaaaaamo, e algo mais tenso depois de ver “A maldição da Residência Hill”.
    Não vi “O grito” de 2020, mas a série que foi comentada, “Jun-on: origins” é uma coisa horrível, abandonei no terceiro episódio. Repleta de violência doméstica, insanidade, estupro, é algo que você se sente mal vendo e não leva a lugar algum. Se levava, não quis esperar para saber.
    “O que ficou para trás”, demorei um pouco a relacionar sobre qual filme falavam, pois tenho mais presente o título original. Gostei bastante a partir do ponto onde mostra o que aconteceu antes de fugirem do país de origem deles, pois já estava se tornando um filme chato, apesar de começar bem. A partir desse ponto, tudo passou a fazer sentido e deu uma outra perspectiva sobre os acontecimentos. O final ficou meio “bonitinho” demais para o meu gosto, mas não chega a estragar. Bem exploradas a xenofobia, a perda, a culpa, essa última poderia ter pesado mais que o lado sobrenatural de fato.
    “Kingdom” foi algo surpreendente quando surgiu, num gênero saturado e com uma sinopse que tinha tudo para ser péssima. Muito boa. Mas eu teria parado na segunda temporada.
    E “Dark” terminei de ver só mesmo na força do ódio, que coisa ruiiiiiiiiiiiim a terceira temporada! Queria eu voltar no tempo e não ter começado a assistir.

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    • 28/12/2020 em 13:22
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      Sabe que eu sempre erro o título dO que ficou pra trás? Fico sempre em dúvida se não é “o que deixamos pra trás” hahah! His House de fato é mais marcante mesmo.
      A terceira temporada de Dark podia ter sido um episódio especial mais longo, nada mais que isso, jogava todo o resto no lixo.

      Resposta

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