Deixem as Caça-Fantasmas em paz!

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Enfrentando o fantasma do machismo.

Após a recepção bastante negativa do primeiro trailer do reboot da franquia Caça-Fantasmas no cinema, dirigida por Paul Feig que substituiu os personagens, masculinos por um quarteto de mulheres, uma enxurrada de argumentos, de conservadores a machistas, tomou conta da internet. O trailer de pouco mais que dois minutos mostra pouquíssimas cenas, mas já dá uma ideia do tom do reboot, com algumas boas piadas e outras nem tanto.

Alguns fãs mais radicais reclamavam da ausência de Egon Spengler, Ray Stants, Pete Venkman e Winston Zedmore, os heróis de suas infâncias, no filme, outros apenas deixavam o machismo fluir pra fora de seus corações e mentes preconceituosos para os teclados e em menos de dois meses, o primeiro trailer acumula mais de 828 mil “não gostei” em comparação aos poucos mais de 240 mil “gostei”.

Mas por que tanta negatividade?

O filme original foi concebido como um esquete para o programa humorístico americano Saturday Night Live, onde ele atuaria ao lado de seu amigo John Belushi, mas acabou se tornando um filme de sucesso graças à insistência de Dan Aykroyd que acreditou no material que tinha em mãos e apresentou a ideia ao diretor Ivan Reitman. Reitman sugeriu alguns ajustes no roteiro original e Aykroyd trabalhou em um novo texto junto com seu amigo Harold Ramis e os papéis do quarteto de heróis foram escritos para Dan Aykroyd, que também iria atuar no filme, Eddie Murphy, John Belushi e John Candy.

O time original de Caça-Fantasmas.

Com o falecimento de Belushi em 1982 e conflitos de agenda de Eddie Murphy, que envolviam as filmagens de Um Tira da Pesada, e a problemas pessoais de Candy que o impediram de participar do projeto, o roteiro foi novamente trabalhado para acomodar Rick Moranis no papel que seria de Candy e Ernie Hudson no papel que seria de Eddie Murphy. Bill Murray também embarcou no projeto posteriormente. Com exceção de Hudson e Moranis, todo o roteiro foi concebido para incluir alguns dos melhores comediantes da época no auge de suas carreiras e elenco fixo do Saturday Nith Live.

Mesmo partindo para o cinema, o humor característico do Saturday Night Live permeava todo o primeiro filme, inclusive com piadas sobre sexo como um fantasma fazendo sexo oral em Ray. O humor foi atenuado no segundo filme, que ficou um pouco mais leve, talvez pelo sucesso que o desenho animado dos personagens fazia na época. As Caça-Fantasmas resgata este humor, atualizando-o para os tempos atuais e trazendo um quarteto de atrizes comediantes de primeira linha. Kristen Wig, Leslie Jones e Kate McKinnon, inclusive, fizera parte do elenco principal de Saturday Night Live durante anos.

Os novos Caça-Fantasmas.

Uma grande parte das reclamações, e aí eu me incluo no coro dos insatisfeitos, é a opção dos realizadores por ignorarem os dois primeiros filmes. Mesmo com o trailer abrindo com o letreiro que fala sobre quatro cientistas que salvaram o mundo trinta anos atrás, todos sabemos que As Caça-Fantasmas não será uma continuação e isso parece realmente um erro, pois o excelente desenho animado Extreme Ghostbusters já trabalhava o conceito de uma nova equipe se unindo para resolver uma infestação de fantasmas anos depois da equipe original. Extreme Ghostbusters ainda se adiantava aos conceitos de inclusão e diversidade ao colocar na equipe um negro, uma mulher e um deficiente físico.

O que nos leva à terceira reclamação mais recorrente sobre o novo filme: o elenco de mulheres. E neste caso não há o que possa ser dito além do óbvio. Se a presença de uma equipe formada apenas por mulheres enquanto rumamos para a segunda década do século 21 ainda é um problema pra você, o problema não é o filme. O problema é o seu preconceito e machismo.

Em 2015, duas outras grandes franquias tiveram seus novos filmes criticados por dar mais espaço para as mulheres. Mesmo com a enxurrada de chorume que atingiu os comentários sobre Mad Max: Estrada da Fúria e Star Wars Ep.VII: O Despertar da Força, ambos os filmes se provaram sucessos retumbantes de crítica e bilheteria. A presença de mulheres fortes em papéis importantes ainda pode ter servido para uma boa recepção generalizada de ambos os filmes. As mulheres chegaram ao cinema de ação para ficar. O que era um gênero primordialmente masculino tem dado espaço para mulheres fortes que se tornarão as heroínas de toda uma geração de garotas assim como Egon, Ray, Pete e Winston foram pra nós.

Quem elas vão chamar?

Em meio a tudo o que envolve o novo filme da franquia, a presença de mulheres comediantes no elenco principal, definitivamente não é um problema. Você pode reclamar das piadas escrachadas, da opção por ignorarem os dois filmes originais e até dos efeitos digitais, mas não do elenco encabeçado pelas comediantes Melissa McCarthy, Kristen Wig, Kate McKinnon e Leslie Jones. Se o filme será bom, só o tempo dirá. Qualquer outra critica até lá será apenas ódio de internet, preconceito, machismo e o choro livre de meninos mimados que não aprenderam a conviver com a diversidade.

Portanto, pare de ser reclamão e deixe As Caça-Fantasmas em paz!

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Rodrigo Ramos

Rodrigo Ramos

Designer por formação e apaixonado por HQs e Cinema de Horror desde pequeno. Ao contrário do que parece ele é um sujeito normal... a não ser quando é Lua Cheia. Contato: rodrigoramos@bocadoinferno.com.br

35 comentários em “Deixem as Caça-Fantasmas em paz!

  • 22/09/2016 em 20:53
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    15 anos acompanhando um site, e aqui será a ultima visita… Não só pelas falácias, mas pela postura ofensiva, e posicionamento político onde devia haver imparcialidade… Mas o que importa não é? É só um otário a menos… Que todo otário a menos saiba disso… Boa noite!

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  • 11/09/2016 em 23:46
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    Que crítica maravilhosa! O remake pode não ter sido dos melhores, mas só o fato de ter 4 mulheres protagonistas é o suficiente pro machismo correr solto e os machos não darem chance alguma ao filme.
    Que chorem os machos escrotos, vai tá tendo emponderamento feminino sim!
    E só queria agradecer pela crítica ótima do site, saber que vocês tem apoiadores às causas necessárias me deixa ainda mais fã do boca do inferno! ♥

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  • 16/07/2016 em 18:14
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    Nem Kristen Wiig e Melissa MCCarthy juntas conseguiram salvar esse filme! As piadas são simplesmente bobas, uma vergonha pro filme original. E a nova música é patética!

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    • 18/07/2016 em 14:16
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      Realmente, defendi o filme o tempo todo, mas não dá pra falar nada de bom sobre a nova música.

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  • 11/07/2016 em 15:42
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    Não vou assistir pelo mesmo motivo que não assisti Homem Aranha, Robocop, entre outros. O que eu não gosto são os reboots. Não tenho dúvidas que a qualidade de efeitos visuais, especiais e sonoros será muito melhor, mas me desagrada ter que assistir a mesmas história novamente só pelo fato de atualizar os efeitos ou elenco.
    Independece Day 2, por exemplo, ao contrário eu não via a hora de estreiar, pois era uma continuação. Não importa se com novos personagens, ou elenco, mas a história era nova e principalmente era uma continuidade. O mesmo foi com Jurassic Park, a história era nova, os personagens eram novos, mas havia além da continuidade, as referencias dos primeiros filmes, até mesmo a estátua em homenagem ao ator, que interpretava o personagem que “não poupava despesas”. Para mim, são esses detalhes que me despertam o interesse em ver um filme.
    O argumento de que um reboot é para as novas gerações, pra mim não cola. O jovém de hoje que procure no seu netflix ou youtube os filmes originais e se intere do assunto.
    Alem de ser um reboot, o que me desagrada imensamente no novo filme, e sinceramente, o que mais me desmotivou completamente para assisti-lo, foi o péssimo desing para o Ecto1, não pelo fato de ser utilizado um carro fúnebre, mas pelos acessórios utilizados, principalmente aquele sinalizador luminoso imenso, parece um balde, não harmoniza em nada com o carro.
    Fora, isso, se fosse um filme novo, com uma nova história, mas linkada aos antecessores, seria muito melhor, mesmo que a nova equipe fosse de uma nova equipe concorrente. O fato de ser só de mulheres, isso pra mim pouco importa, pois o que me fará ver um filme ou não será a sua história, e não por quem sera interpretado.
    Grande abraço a todos, e bom filme pra quem for assisti-lo.

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    • 12/07/2016 em 19:27
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      Concordo! É preciso ser muito bom e ter muita inteligência para fazer um reboot bom, mas infelizmente são poucos que podemos dizer que são bons! De fato, você não perdeu nada com Robocop. É que eu gosto de assistir, pois sinto necessidade disso. Primeiro para comparar; Segundo que só podemos criticar quando assistimos. Porém, mesmo numa continuação, existem certo pontos que podem fazer um filme se tornar interessante pelo simples fato desses pontos estarem presentes. É claro que muitas continuações são uma bomba, mas dependendo de como são, podem ser um bom entretenimento.

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  • 11/07/2016 em 14:09
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    A verdade é uma só: trata-se de um filme que você pode ou não assitir, pode ou não gostar, mas ninguém está obrigando ninguém a nada! Se eu sou um produtor e quero investir nisso, o problema é meu; se vai ter retorno financeiro ou de boas críticas, o problema é meu também! Eu produzo o que quero e quem quiser que assista! Agora, transferir esse mimimi até para o site do Boca do Inferno já está passando dos limites! Saudade de quando a gente podia opinar de verdade… agora tudo é motivo para render conversa fiada! Eu vou assitir! Se gostar ou não, garanto que não terá nada com mimimis!

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  • 07/07/2016 em 15:04
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    As pessoas querem ver homens como protagonistas. Pois a franquia em seus dois filmes apresentou-se dessa forma. Implantar e fazer publicidade do empoderamento das mulheres perde totalmente a proposta comercial do filme. Será um fiasco em bilheteria e uma lição para industria: Ela deve dar o que quer o mercado e não forçar o mercado á algo que ele não quer. O resto é choradeira de feminista e feministo. Podem expor a igualdade de gênero, mas com bolsos vazios.

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    • Silvana Perez
      07/07/2016 em 15:27
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      Quem tá com choradeira aqui é você, queridão. Goste você ou não, é uma visão diferente do original. Não é melhor assim do que gravar um filme idêntico, cena a cena?

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      • 07/07/2016 em 15:38
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        Não, são esses grupos progressistas que estão de choradeira, aonde querem que a industria do cinema coloque como protagonistas as ditas “minorias”. O problema disso é que o cinema é regido e ditado pelo mercado. Se existe mercado para isso, ótimo, mas não está sendo o caso desse filme, aonde o público queria uma terceira dose com uma turma masculina. Em razão disso o investidor deve escolher: Pousar de contribuidor das causas progressistas ou obter o retorno financeiro agradando ao mercado. Eu agradaria o mercado. Se querem um filme com mulheres protagonistas, que inventem novas franquias, mas nunca alterar o cânone de uma obra. Alien, por exemplo, não teria o menor sentido se o protagonista fosse homem, tanto que em prometheus a essência foi mantida.

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        • Silvana Perez
          07/07/2016 em 16:00
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          É por esse pensamento de “agradar o mercado” que tudo vai ficando cada vez mais chato e quadrado. Se essa mentalidade persiste, nenhuma minoria jamais vai ser bem representada, seja em franquias preexistentes ou em novas. Mas sei lá, talvez isso seja muito difícil de entender pra alguém que não consegue se colocar no lugar do outro. Não sei se Caça-Fantasmas será um bom filme, mas tenho certeza de que não é o fato de as protagonistas serem mulheres que vai fazê-lo ser ruim.

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          • 07/07/2016 em 16:24
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            Se minorias querem ser representadas em filmes, que produzam seus filmes destacando isso. Caso de uma novela da globo em produção que trará uma travesti como protagonista. O problema é modificar o que já está posto. Isso soa arrogância, autoritarismo, controle, abuso. O protagonismo pleiteado pelas minorias não precisa se apoderar e alterar o que já está posto. Existe liberdade para qualquer produtor fazer o filme que bem quiser e vice versa, a exemplo que eu acharia o mesmo absurdo se filmassem uma continuação do filme “priscila rainha do deserto” aonde todos lá seriam agora héteros e machões ou franquias com mulheres, como Kil bill ou jogos vorazes. O cinema têm espaço para todos, não precisamos desconstruir nada do que existe.

          • Silvana Perez
            07/07/2016 em 16:29
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            Aí é que está: o cinema deveria ter espaço para todos, mas não tem. Você acha de verdade que há poucas mulheres dirigindo grandes produções porque elas não querem? Há poucos filmes protagonizados por negros por falta de interesse de negros? Tudo o que você citou, arrogância, autoritarismo, controle, abuso, vem do que está estabelecido, não de quem está tentando mudar. Sério, cara, não é nada difícil de enxergar.

        • Rodrigo Ramos
          09/07/2016 em 19:58
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          Só um toque: São mais de 7 bilhões de pessoas no mundo. São apenas 57 milhões de homens a mais. Quase metade da população mundial é formada por mulheres. Eu não consideraria uma “minoria”.

          Desses 7 bilhões, 10% são LGBT e apenas 45% dos humanos são brancos.

          Então tem gente pra caramba no planeta que vai curtir um filme com mulheres, negros e personagens LGBT.

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  • 29/06/2016 em 16:00
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    Cada um pense o q quiser, mas o problema é a sem graça da Melissa Mccarthy com suas piadinhas de gordo, diga-se de passagem engraçadas pra ela e uns idiotas.

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  • 28/05/2016 em 18:23
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    Mimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimimi

    Resposta
    • Rodrigo Ramos
      03/06/2016 em 19:57
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      Parabéns pelos argumentos! 😉

      Resposta
  • 27/05/2016 em 21:38
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    “Preconceito”, “Machista”… Ah, os argumentos da esquerda, sempre emocionais. Não sabem conviver com opiniões diferentes das deles. São os donos da verdade. Quem não gosta ganha rótulo de “fascista”, “alguma-coisa-fóbico” e toda essa besteirada ensinada pela Escola de Frankfurt. Não tenho paciência com isso.

    Resposta
    • Rodrigo Ramos
      04/06/2016 em 02:06
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      Viva “Olavão”!!!

      Isso tudo é coisa do foro de São Paulo!

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      • 29/06/2016 em 19:14
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        Isso é o melhor que você consegue responder? Com tentativas frustradas de insulto pessoal? ARGUMENTOS, MEU CARO. ARGUMENTOS.
        Quando você sair da cartilhinha esquerdólatra a gente conversa.

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        • Rodrigo Ramos
          29/06/2016 em 23:19
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          Putz! Então não conversaremos! 🙂

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  • 25/05/2016 em 13:10
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    Os problemas do Star Wars 7 foram: o roteiro ser uma copia piorada do Star War 4 e a porcaria de vilão que é o Kylo Ren. Na categoria vilão ele perde para o Dark Helmet do Spaceballs!

    Quanto ao trailer do Ghostbusters: realmente sem graça. A Kristen Wig é ótima, a Kate McKinnon é hilaria, deveria ser a líder do grupo. A Leslie Jones devo confessar que conheço pouco. A Melissa McCarthy é o grande problema, totalmente sem graça.

    Resposta
  • 24/05/2016 em 03:34
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    Eu ia passar por este filme. Realmente não me interessou ver ressuscitar Ghostbusters que, para mim, é uma nostalgia pré-adolescente ultra datada. Foi legal e ficou lá. Mas eu curti demais os comentários e eles me estimularam à conferir. O que eu quero ver é o contexto em que as mulheres serão colocadas ali…daí, sim! Poderemos avaliar o machismo em questão. A indústria cinematográfica é machista, a de comédia é muito machista e mesmo quando evidencia a mulher, é com um montão de equívocos e clichês depreciativos. Depois de assistir a gente parlamenta sobre.

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  • 23/05/2016 em 22:56
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    então quem nao curtiu é machista … legal não é o fato do CG ser horrivel as piadas forçadas e todo o clima mais sombrio do original ter virado mais um pastelão certo legal

    Resposta
    • Rodrigo Ramos
      25/05/2016 em 00:32
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      Leia o texto de novo. Você vai ver que passo por vários itens das reclamações que encontrei pela net. Mas as mais “intensas”, por assim dizer, geralmente estão carregadas de machismo e preconceito.

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  • 23/05/2016 em 08:29
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    Achei super certa a caracterização a respeito do filme. Tem muito Mimimi a respeito do filme sem ainda ter sido assistido , e acredito que envolve muito preconceito, primeiro machista (pq se fosse uma continuação com homens estaria uma super exaltação a respeito do filme) ,segundo por ser um clássico e não poder ser tocado,acho uma grande bobagem e muito preconceito , só vou julgar se de fato é ruim quando assistir.

    Resposta
  • 23/05/2016 em 08:20
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    Na minha opinião, é preconceito. Preconceito contra as protagonistas , principalmente.
    Sei lá, a decepção, indignação ou mesmo a raiva sempre vem com um remake ou reboot (cansamos de ver artigos falando sobre isso por aqui, aliás), agora, o que salta aos olhos nesse caso é a proporção de rejeição por aceitação, quase sempre acompanhada de uma certa raiva (ou uma indignação mais “inflamada”).

    De toda forma, o que não dá pra ignorar são os outros fatores: Remakes não costumam ser bem aceitos. Reboots não costumam ser bem aceitos. Troca de atores e personagens principais, a mesma coisa.
    Pra mim, outra coisa que pesa também são as alterações no humor. Outra época, outro contexto, outros tabus (se bem que alguns permanecem) geram outro tipo de humor, já que este está quase sempre de mãos dadas com a crítica.
    Muitos desses filmes cults de “milianos” atrás pegaram outra fase de nossa vida, onde o humor pegava mais fácil e de forma descomprometida (as vezes, sob influência daquele mesmo contexto social), diferente de agora e, com tuuudo isso, quero dizer que o humor de hoje em dia não pega bem pra mim. Não me lembro de muitas vezes que consegui rir com algum filme, mas enfim…

    Esse filme pode ser rejeitado por vários motivos, mas o machismo, a meu ver, está sendo a cereja desse bolo.
    Mas acho que era melhor o bolo não ter cereja.

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  • 22/05/2016 em 19:55
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    Primeira coisa errada nunca refilme um classico e segunda coisa errada nunca refilme um classico de 80 ,para mim existem filmes intocaveis esse era um deles , se eu fosse roteirista eu faria 2 homens e 2 mulheres na equipe dos “GHOSTBUSTERS” , eu assisti o trailer dele é horroroso e não deve ser nada engraçado comparado com de 1984 ,vejamos os capitulos a seguir quando ele estrear nos cinema e ver o quanto ele arrecada de bilheteria , só publico que assisti-lo vai julga-lo.

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  • 22/05/2016 em 16:19
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    As pessoas não gostaram. Ponto. Respeite as opiniões e a rejeição dos outros. Ninguém vai morrer por causa disso. Pare de tirar conclusões sobre supostos preconceitos e machismos. Isso é coisa de quem não tem o que fazer.

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    • 23/05/2016 em 10:36
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      Excelente colocação. Cada um pensa o que quiser. Hoje é um tal de querer enfiar goela abaixo as coisas nos outros e tirar conclusões generalizadas. E olha que gostei do segundo trailer da refilmagem. De qualquer maneira, quem não gostou, que seja respeitado também.

      Resposta
    • Rodrigo Ramos
      25/05/2016 em 00:34
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      Preconceito não é opinião. Preconceito é preconceito e é errado. Tentar disfarçar isso de uma tal “liberdade de expressão” é um recurso delicado e perigoso. É disso que falo no texto. Quer reclamar, reclame! Mas carregar essa reclamação de comentários machistas não tem o menor cabimento e não tem nada a ver com a possível qualidade, ou não, do filme!

      Resposta
      • 11/07/2016 em 11:16
        Permalink

        Vai te catar. Sempre quando alguém fala algo que vai contra o que a esquerda prega, vcs vem com essa conversa fiada de ódio e preconceito. A verdade é que vcs querem calar a vozes que discordam desse discurso bobalhão politicamente correto esquerdista.
        E dane-se esse novo caça fantasma

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        • Silvana Perez
          11/07/2016 em 11:35
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          Pablo, não é questão do que a esquerda prega. Não gostar do que viu no trailer porque achou a qualidade ruim é uma coisa. Agora, não precisa procurar muito pra ver o tanto de gente dizendo que o filme vai ser um lixo porque trocaram os homens por mulheres. O texto aponta as críticas válidas de quem não gostou do que viu até agora. É só ler inteiro antes de vir com as pedras na mão 😉

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          • 11/07/2016 em 22:06
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            Pedir pra um “direitólatra” ler um pouco é pedir demais. Se lessem, não usariam esse tipo de argumento ou apoiariam quem apoiam.

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