![]() | Jogos Sangrentos
Original:Broken
Ano:2006•País:EUA Direção:Adam Mason Roteiro:Adam Mason e Simon Boyese Produção:Adam Mason e Simon Boyese Elenco:Nadja Brand, Eric Colvin, Abbey Stirling, Megan Van Kerro, Chesse Daves, Rachel Townend, Tom Wade |
Solteira e com uma filha de seis anos para criar, a bela Hope (Nadja Brand Mason) vive um momento muito feliz e cheio de expectativas. Ela acaba de voltar de um agradável encontro com um homem que, talvez, possa lhe dar a tão sonhada estabilidade. Hope só não esperava que nesta mesma noite sua vida se transformasse num verdadeiro inferno. Misteriosamente, ela acorda com o corpo dolorido, presa em um caixão, e sem notícias da filha. Sozinha e desesperada, Hope é repetida e sistematicamente torturada, numa espiral de violência aparentemente sem sentido. A dor é insuportável, a loucura parece não ter fim, e Hope está a um passo de perder tudo: sua filha, sua sanidade… e até a própria vida.
Não há dúvidas de que os primeiros minutos de um filme sejam estrategicamente importantes. As sequências iniciais fornecem pistas, mais ou menos discretas, de como será o restante da obra. É função também deste prólogo conquistar e instigar a imaginação do expectador. Enganosamente, os quase insuportáveis (no bom sentido) quinze primeiros minutos de Jogos Sangrentos constroem uma expectativa que acaba frustrada.
Sob o oportunista alerta de “inspirado em eventos reais”, uma panorâmica nos apresenta o cenário do horror que se aproxima. Em uma densa e escura floresta, uma garota ferida e assustada tenta escapar de uma caixa de madeira onde é mantida prisioneira. Entre unhas quebradas e socos, ela acaba escapando. Desorientada, a garota tenta fugir, mas acaba sendo atingida por seu algoz. Quando acorda está amarrada ao tronco de uma árvore, presa pelo pescoço e com os pés apoiados em alguns pedaços de madeira. Se perder o equilíbrio e cair será enforcada. Com hematomas por todo o corpo, ela percebe uma grande cicatriz em sua barriga. Desesperada, desconfia que algum objeto foi colocado dentro do corte. Com uma lasca de madeira ela começa a desfazer os pontos. Sem entender o que está acontecendo, retira uma lâmina afiada do interior de seu corpo. Com sangue e tripas escorrendo pelo ferimento, ela corta a corda e se solta. “Você quer continuar?” – questiona o seu raptor, empunhando uma espingarda de caça. A garota se rende e pede que ele a mate.
Parece promissor e interessante, mas termina por aí. Os produtores e idealizadores de Jogos Sangrentos, Simon Boyese e Adam Mason (de Rios de Sangue e A Cadeira do Diabo), apostaram e gastaram todas as suas fichas nesta sequência, que é repetida logo em seguida, tendo agora como vítima a personagem central, a jovem Hope. “Hope”, em português, esperança. O nome da protagonista reflete a sua persistência e coragem no embate cruel com seu sequestrador. Mesmas virtudes indispensáveis ao expectador que aceitar o desafio e insistir em enfrentar o restante de Jogos Sangrentos.
O roteiro, assinado pela mesma dupla de diretores/produtores, infelizmente não se desenvolve, revelando-se a maior deficiência da produção. Hope é mantida 41 dias refém, e seu relacionamento com o sequestrador não convence em nenhum momento. As intenções do vilão também não são explicadas, e o próprio gancho lançado pela tagline “Você quer continuar?” é desprezado. Ninguém continua nada.
A atuação da jovem atriz Nadja Brand é tão comprometedora e artificial, que fatalmente o expectador será flagrado torcendo por sua morte, e pelo desfecho do filme, consequentemente. Entre mais mortos do que feridos, salva-se o iniciante Eric Colvin, no papel até bem caracterizado de vilão.
Broken, literalmente traduzido, seria algo como quebrado, interrompido ou mesmo humilhado. O título nacional, Jogos Sangrentos faz uma alusão intencional ao então sucesso Jogos Mortais, de James Wan. A própria sequência inicial gera uma falsa expectativa de uma cópia descarada de Saw. Infelizmente, nem esta apequena façanha o filme em questão consegue.
O Dvd, que foi lançado no Brasil em meados de 2007 pela Focus Filmes, traz apenas o longa em versão widescreen (16×9) e como supostos extras alguns trailers de outros lançamentos da mesma distribuidora. Uma estranha coincidência é a enorme semelhança entre uma ilustração usada pela banda americana Bleeding Throughem na arte de um de seus álbuns e uma das versões da capa do DVD nacional.
Na verdade, Jogos Sangrentos tem como única virtude os bons efeitos de maquiagem nas cenas de violência explícita (principalmente as iniciais). Roteiro, elenco e trilha sonora são ignorados em nome de algumas poucas sequências extremamente apelativas. Novamente, fica o aviso: se resolver entrar neste jogo, faça por conta própria. Porém não reclame do resultado.
eu até gostei!!! poderia ter mais angustia e sangue; hope ela podria continuar lutar contra as armadilhas do seu sequestrador; ou comparsa e animais selvagens na floresta! enfim foi bom poderia melhorar mais!!!
Eu assisti quando era moleque, lembro que não me sentia angustiado quando assistia os filmes da franquia “jogos mortais” mas esse tal de “jogos Sangrentos” me deixava meio aflito quando eu asisstia, eu sei que é um filme amador e de orçamento e atuações de baixisso nivel, mas é justamente isso que me “encomodava” a câmera amadora e fotografia escura sempre com planos fechados na caras dos atores, tudo isso juntamente a uns efeitos especiais até bons e bem bizarros, pra mim deu um charme trasch a esse filme, ele parece um snufy muvy no estilo do gunia pig, acho ele bem interessante e cumpre a função dele de causar agonia.
filme bom mas teria que ter o 2 para explicar melhor a história sobre o filme e se tivesse talvez faria sucesso como jogos mortais se fosse como ele mas na floresta
Um dos piores filmes que eu já vi!
Eu assisti quando era moleque, lembro que não me sentia angustiado quando assistia os filmes da franquia “jogos mortais” mas esse tal de “jogos Sangrentos” me deixava meio aflito quando eu asisstia, eu sei que é um filme amador e de orçamento e atuações de baixisso nivel, mas é justamente idso que me “encomodava” a câmera amadora e fotografia escura sempre com planos fechados na caras dos atores, tudo isso juntamente a uns efeitos especiais até bons e bem bizarros, pra mim deu um charme trasch a esse filme, ele parece um snufy muvy no estilo do gunia pig, acho ele bem interessante e cumpre a função dele de causar agonia.
muito ruim,nem aguentei ver até o fim,aff…………….