Falando no Diabo 94 – The Last of Us e o poder das relações humanas em histórias apocalípticas

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Dez anos após o lançamento do jogo The Last of Us, estreou neste ano, na HBO Max, sua adaptação para uma série de 9 episódios, protagonizada por Bella Ramsay e Pedro Pascal. Coberta de elogios, a série de Neil Druckmann e Craig Mazin conseguiu capturar o espírito do material original e transportá-lo com maestria para uma mídia diferente. No episódio de hoje do Falando no Diabo, conversamos sobre o jogo, a série e o futuro de The Last of Us, com a presença de Carlos Alexandre.

Convidado:
Carlos Alexandre

Equipe de gravação:
Silvana Perez
Ivo Costa
Samuel Bryan

Edição:
Silvana Perez

Arte:
Lucas Crizza

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Silvana Perez

Escolheu alguns caminhos errados e acabou vindo parar na Boca do Inferno em 2012. Apresenta o podcast do site, o Falando no Diabo, desde 2019. Fez parte da curadoria e do júri no Cinefantasy. Ainda fala de feminismos no Spill the Beans e de ciclismo no Beco da Bike.

3 thoughts on “Falando no Diabo 94 – The Last of Us e o poder das relações humanas em histórias apocalípticas

  • 31/12/2023 em 10:46
    Permalink

    Depois de finalmente assistir à série, ouvi o episódio e me trouxe uma visão diferente sobre ela. Entendi que algumas escolhas feitas, que não me agradaram, principalmente apressar situações, são as mesmas do jogo e por isso se deram dessa forma. Mesmo assim, meu problema com a série continua sendo o ritmo, que não tem uma constância ou crescente. Tem passagens lentas, outras apressadas demais. Creio que caberiam mais episódios/temporadas para desenvolver adequadamente os eventos até aqui.
    Embora eu tenha gostado da série no geral e ache que é um bom produto, não conseguiu me “prender”.

    Resposta
  • 05/05/2023 em 16:53
    Permalink

    A interpretação da Ellie Bella Ramsey foi fraca e sua química com Joel Pedro Pascal não foi convincente.
    Principalmente devido ao quão apressado a série The Last of Us foi.
    Muito poucos episódios para detalhar adequadamente os personagens.
    Cortar grandes partes do jogo não ajudou a mostrar sua ligação.
    Relacionamento crescente de uma forma emocionalmente satisfatória e convincente como o jogo fez.

    Resposta
  • 05/05/2023 em 16:49
    Permalink

    A série The Last of Us adaptação apressada do primeiro jogo.
    Destruição da personalidade dos personagens, quase nenhuma ação, infectadas e novos personagens sem sentido.

    Resposta

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