Loucura e isolamento em nova adaptação de THE YELLOW WALLPAPER

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Escrito pela escritora americana Charlotte Perkins Gilman e publicado pela primeira vez no New England Magazine em 1892, O Papel de Parede Amarelo (The Yellow Wallpaper) é um conto de 6000 palavras considerado um dos precursores da literatura feminista americana. Foi adaptado em curta-metragem em 1977, teve uma adaptação para os palcos em 2006, e depois foi transformado em longa-metragem em 2011, por Logan Thomas, além de uma versão em 2016, de Kourosh Ahari.

Uma nova versão já está prestes a ser lançada, explorando ainda mais a insanidade da protagonista, seus delírios e assombrações.  O novo The Yellow Wallpaper é um desenvolvimento em parceria de Alexandra Loreth e Kevin Pontuti, sendo que a primeira atua como a personagem principal e o segundo assume a direção.

No enredo, Jane é confinada em um quarto, alugado pelo marido psiquiatra John.  Impossibilitada de trabalhar e se socializar, ela é mantida na morada, com poucos acessos, sob o pretexto médico de que ela sofre de “depressão nervosa temporária”, com possibilidade de histeria, uma doença que acometia muitas mulheres do período. E através de seu diário ela conta suas experiências, enquanto começa a acreditar que há uma mulher se arrastando por detrás do papel de parede amarelo.

Confira o teaser:

 

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Marcelo Milici

Professor e crítico de cinema há vinte anos, fundou o site Boca do Inferno, uma das principais referências do gênero fantástico no Brasil. Foi colunista do site Omelete, articulista da revista Amazing e jurado dos festivais Cinefantasy, Espantomania, SP Terror e do sarau da Casa das Rosas. Possui publicações em diversas antologias como “Terra Morta”, Arquivos do Mal”, “Galáxias Ocultas”, “A Hora Morta” e “Insanidade”, além de composições poéticas no livro “A Sociedade dos Poetas Vivos”. É um dos autores da enciclopédia “Medo de Palhaço”, lançado pela editora Évora.

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