Falando no Diabo 36 – Hellraiser e a dor de assistir seus filmes com o único prazer de eles acabarem

4.5
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“Nós temos tantas visões para lhe mostrar!” – é uma pena que, no caso de Hellraiser, as boas visões se esgotaram rapidamente. Com dez filmes lançados, a franquia iniciada pelo adorado filme de 1987, escrito e dirigido por Clive Barker e baseado em seu próprio livro, The Hellbound Heart, começou muito bem, com uma sequência que alguns consideram até mesmo superior ao filme original. A partir do terceiro filme, porém, o universo de Hellraiser começou a se perder, com continuações feitas às pressas apenas com o intuito de a produtora manter os direitos sobre os filmes dos cenobitas, e com roteiros remendados, colocando as criaturas do inferno de Barker em histórias que não eram para ser deles.

No episódio de hoje do Falando no Diabo, falamos sobre o que amamos em Hellraiser e sobre as muitas coisas que odiamos – mas que, mesmo assim, não são suficientes para nos afastar dos infernais cenobitas.

Equipe de gravação:
Silvana Perez
Filipe Falcão
Samuel Bryan
Maurício Murphy

Edição:
Maurício Murphy

Arte:
Chris Costa

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Silvana Perez

Escolheu alguns caminhos errados e acabou vindo parar na Boca do Inferno.

7 thoughts on “Falando no Diabo 36 – Hellraiser e a dor de assistir seus filmes com o único prazer de eles acabarem

  • 09/12/2020 em 16:17
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    Olá Pessoal
    Gostei bastante do podcast. Quanto aos filmes, gostei muito do primeiro e o 2º está entre o mediano e o bom (diferente do primeiro, o 2º envelheceu mal, embora tenha ótimos momentos), daí pra frente confesso que não ainda não tive disposição para assistir. Acho que a fraquia se destaca em muito no cinema de horror pela estética “Divindades Masoquistas” dos cenobitas, que acho sensacional (inclusive queria muito ver o Pinhead como personagem do Mortal Kombat).
    Além disso queria dar uma sugestão de tema meio maluca: filmes que poderiam ser mais interessantes se tivesse outro diretor. Segue alguns exemplos:
    Esta é a sua morte -> David Cronenberg (acho que Cronenberg poderia trasformar a pieguice que o Giancarlo Esposito em algo mais transgessor e desconfortável)
    The Onania Club -> David Cronenberg (poderia ser uma versão mais Hardcore de Crash – Estranhos prazeres)
    Uma noite de crime -> Michael Haneke (ele poderia trazer uma profundidade muito maior na reflexão do uso da violência como ferramenta de controle social do que o James DeMonaco faz)
    Avenida Brasil -> Quentin Tarantino (não é filme, mas seria legal ver uma vingança tarantinesca em uma telenovela).

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    • 09/12/2020 em 17:09
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      Oi, Oscar! Vc não tá perdendo muita coisa por ter parado no segundo filme mesmo, hahaha! E cara, que tema interessante! Gostei muito da sugestão e já passei pra equipe aqui pra, quem sabe, pensarmos num episódio desse pro ano que vem. Obrigada pelo comentário! 🙂

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  • 20/10/2020 em 03:07
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    De 10 filmes e só gosta de 2 e é sua franquia favorita, como assim?
    Os que eu gosto são os 4 primeiros e o 8, os que sobraram são os piores!

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    • 21/10/2020 em 16:20
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      Os dois primeiros filmes são muito bons e os cenobitas são alguns dos personagens mais fascinantes do cinema de terror. Infelizmente a franquia como um todo é bem fraca, mas os elementos que a tornam conhecidas são suficientes para colocá-la entre as grandes do gênero. Além do mais, essa é uma sina comum a várias franquias de terror, e nem por isso elas deixam de ter seu lugarzinho nos nossos corações de pedra 🙂

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  • 18/10/2020 em 21:19
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    Parabéns pelo belo trabalho que vocês fazem. Além de serem referência quando procuro novos filmes de terror para assistir, o podcast sempre traz temas muito interessantes.

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  • 18/10/2020 em 16:03
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    o primeiro filme é bem bcana, tem um roteiro interessante, e mesmo pra época, ainda hj os efeitos dão medo. ficaram bem feitos, algo original e criativo para o terror. um clássico, assim como enigma de outro mundo, q também curti. mtos filmes antigos d terror é q são bons. os atuais, quase nenhum salva, na boa.o remake do it então..

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