Pål Øie poderia ter estabelecido uma relação cósmica com a criatura, dialogando com o Cthulhu lovecraftiano, como fez William Eubank no subestimado Ameaça Profunda (Underwater, 2020) ao por em risco a vida de Kristen Stewart. Em vez disso, optou por um eco-horror bem realizado, mas queimado em lenha e sem novidade no estilo.Leia Mais

Pronunciando coisas indecifráveis, o vilão se mostra às vezes fantasmagórico e às vezes físico, não se decidindo sobre sua concepção. E ele conta com a atitude estúpida de suas vítimas, fugindo para lugares óbvios ou se expondo em excesso, apenas para que a câmera filme o fenômeno sobrenatural.Leia Mais