Falando no Diabo 59 – Quando a lenda de Candyman se torna um legado para nossos tempos

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Depois de uma espera que pareceu eterna, A Lenda de Candyman finalmente chegou aos cinemas brasileiros em agosto desse ano. E a espera valeu a pena: o filme de Nia DaCosta, uma sequência do original de 1992, arrasou corações ao trazer a história para os dias atuais, com seus problemas atuais e uma crítica forte a eles. No episódio de hoje do Falando no Diabo, conversamos sobre a franquia Candyman, o conto de Clive Barker, a primeira adaptação, suas duas sequências desnecessárias e, finalmente, esse último lançamento de 2021.

Links:
A LENDA CANDYMAN: O renascimento de um mito do horror – vídeo de Carissa Vieira
Them (2021) – crítica no Boca do Inferno

Equipe de gravação:
Silvana Perez
Luana Damião
Samuel Bryan
Ivo Costa

Edição:
Maurício Murphy

Arte:
Lucas Crizza

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Silvana Perez

Escolheu alguns caminhos errados e acabou vindo parar na Boca do Inferno. Ainda fala de feminismos no Spill the Beans e de ciclismo no Beco da Bike.

One thought on “Falando no Diabo 59 – Quando a lenda de Candyman se torna um legado para nossos tempos

  • 16/10/2021 em 22:36
    Permalink

    Adorei o Podcast!!! Sou fã de Candyman e acho Tony Todd sensacional!!! Um dos monstros inesquecíveis do terror. O filme original é um clássico cult indiscutível. O novo Candyman (4) como uma continuação do original, pra mim, foi uma grata surpresa. Pensei se tratar de um reboot ou remake e gostei muito do resultado final e achei muito criativo. Acho que cumpre seu papel, pq quem conhece o filme original entende e, tb não aliena quem não viu, pq a trama do filme é bem clara. O Candyman 2 ficou tipo a parte 3 na franquia. Não fica invalidado, pq ele funciona como uma espécie de Candyman 0, enfatizando a origem do mito/monstro. Não tem a qualidade do primeiro ou do atual, de fato, mas, funciona como uma trilogia de Candyman. O 3 é dispensável, tipo os filmes de Pinhead para dvd, acaba ficando redundante, sem nada a dizer. O que provavelmente irá acontecer se fizerem mais sequências do homem doce. Como o que diz Clive Barker sobre monstros, digo o mesmo sobre sequenciar filmes: o menos é mais! rs. Bjos

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