Falando no Diabo 65 – ReTERRORspectiva do ano em que abriram a porteira

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É o último episódio do ano, e isso quer dizer retrospectiva! Nesse último Falando no Diabo do terrível 2021, trazemos nossa tradicional reTERRORspectiva, com os melhores e piores lançamentos do ano. Conversamos sobre os destaques do cinema e streaming, além de comentar algumas das séries e games que saíram ao longo do ano. Quais foram os seus favoritos?

Links:
It’s aLIVE sobre Candyman com Carissa Vieira

Equipe de gravação:
Silvana Perez
Ivo Costa
Filipe Falcão
Samuel Bryan
Luana Damião

Edição:
Maurício Murphy

Revisão:
Silvana Perez

Arte:
Lucas Crizza

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Silvana Perez

Escolheu alguns caminhos errados e acabou vindo parar na Boca do Inferno em 2012. Apresenta o podcast do site, o Falando no Diabo, desde 2019. Fez parte da curadoria e do júri no Cinefantasy. Ainda fala de feminismos no Spill the Beans e de ciclismo no Beco da Bike.

One thought on “Falando no Diabo 65 – ReTERRORspectiva do ano em que abriram a porteira

  • 25/12/2021 em 17:06
    Permalink

    Adoooro episódios longos!
    Ainda não vi filmes muito comentados no ano, como Halloween Kills, Maligno, Noite passada em Soho e Titane, todos na lista dos que quero muito assistir.
    Quanto a Censor, concordo com o Ivo, gostei também. Lembra sim Saint Maud (gostei), mas, por incrível que pareça, achei menos incômodo do que esperava.
    Referente a Tempo, concordo com tudo o que o Felipe disse. Filme chato demais, final não convence. E eu sempre com essa expectativa burra de que o Shyamalan vá fazer algo bom novamente.
    Gostei de Candyman, achei um bom filme. Mas esperava mais, porque fui com muita expectativa, não aprendo que isso sempre estraga as experiências…
    Das séries que vi, gostei de A missa da meia-noite e Round 6. Quero ver Chucky. Them me causou muiiiiiito incômodo, foi difícil de assistir às atrocidades praticadas contra a família protagonista pelos “cidadãos de bem”. Esse foi o verdadeiro horror. Já a parte sobrenatural, deixou a desejar e parecia que os dois assuntos não se integravam. Não achei ruim, mas poderia ser bem melhor. A segunda temporada de Servant, para mim, não teve o mesmo desempenho que a primeira (que eu adorei), quando tirou o foco da origem do bebê.
    Achei Till death um filme na média, tem alguns exageros, mas serve como um bom entretenimento.
    Gostei também dos citados de 2020, embora eu tenha achado o final de Hunter Hunter um pouco exagerado, e não ache Relic maravilhoso, como a maioria das pessoas, hehehehe. Não acho ruim, nem ótimo.
    Creio que não foi citado The Djinn, mas nem merece, detestei esse filme. Uma mistura de Esqueceram de mim com Anabelle 3, tempo perdido!
    Gostei da trilogia Rua do Medo, muito divertida, me surpreendeu.
    Embora eu ame a série Kingdom, não curti tanto Kingdom: Ashin of the North. Não me julguem, hahaha.
    Não sei se um dia terei vontade de ver Invocação do mal 3 e Um lugar silencioso 2.
    Houve vários outros títulos não mencionados, lançados em streaming, mas como não assisti, nem vou citar. Um que gostei, foi Oxigênio. Achei o final decepcionante, poderiam ousar ou deixar em aberto. Fora isso, se mantém tenso durante quase todo tempo.

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