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Adentrar uma outra dimensão em um universo fantástico teve seu ápice imaginativo com a clássica série Além da Imaginação (The Twilight Zone), desenvolvida e apresentada pelo inspirado Rod Serling (1924-1975), que soube transpor para a TV “um mundo cheio de sombras e substância, de coisas e ideias“. Em seu formato inicial, teve um total de 138 episódios de 25 minutos, além de outros 18 de 50 minutos, com exibição em 5 temporadas, iniciada em 2 de outubro de 1959, com o episódio Where Is Everybody?, de Robert Stevens. Depois a série teve uma nova versão entre 1985 e 89, em 3 temporadas narradas por Robin Ward; e uma outra, ainda mais inferior, em 2002-2003, com Forest Whitaker como anfitrião, não passando de uma temporada. Com as duas tentativas progressivamente frustradas, não se imaginava que haveria uma nova oportunidade de “abrir a porta com a chave da imaginação” até vir o interesse de Jordan Peele (de Corra e Nós), em parceria de Simon Kinberg e Marco Ramirez.

Com o que se pode observar no currículo do cineasta, com a mescla entre terror e crítica social, a nova versão de Além da Imaginação partiu exatamente para essa assinatura, com o fantástico servindo apenas como fio condutor de enredos contextualizados com o mundo atual. Peele não apenas desenvolveu o projeto como assumiu também como narrador e até personagem de um dos dez episódios exibidos entre 1 de abril e 30 de maio de 2019. Embora bem produzidos e com bons atores, infelizmente a série não consegue se esquivar de sua condição exageradamente moralista, além de perder pontos por histórias que não se sustentam pelo tempo de duração e não são tão interessantes como as que marcaram o conceito original. Aliás, pode-se dizer que há três ou quatro episódios considerados bons, enquanto os demais são medíocres e decepcionantes.

Confira comentários dos dez episódios, com uma avaliação entre 1 a 5 caveiras, no modo como é feito com as resenhas do Boca do Inferno:

The Comedian
Ano: 2019, exibido dia 1 de abril de 2019
Direção: Owen Harris
Roteiro: Alex Rubens
Produção: John Forrest Niss, Whit Anderson
Elenco: Kumail Nanjiani, Amara Karan, Diarra Kilpatrick, Ryan Robbins, Tracy Morgan, Marc Joseph, Danny Dworkis

Samir (Nanjiani) é um comediante stand-up que não consegue fazer a plateia rir. Fazendo uso de piadas políticas e distantes de criar empatia com o público, ele sente seu emprego ameaçado principalmente pela desenvoltura e crescimento de sua colega Didi (Diarra Kilpatrick). Sem entender o caminho a seguir, ele encontra no bar de seu clube de humor o experiente humorista J.C. Wheeler (Morgan), que lhe aconselha a utilizar sua vida pessoal nas piadas, pois é o que os espectadores querem ver e ouvir, algo que funciona bem em sua primeira tentativa ao mencionar seu cachorro. O problema é que o personagem de sua piada desaparece como se nunca tivesse existido, ampliando seu “poder” com a menção a outras pessoas de sua vida e meio social. Qual escolha seguir: a do prestígio e sucesso absoluto, tendo consciência das perdas que terá, ou voltar ao anonimato?

Se a base do enredo é curiosa – e ainda há a possibilidade de buscar profundidade no que seria o “desaparecer” -, e ainda há os méritos técnicos, por outro lado, o episódio se arrasta em seus 55 minutos, não tendo muito o que mostrar que não seja as consequências da escolha do protagonista. Por diversas vezes, Samir é visto no palco, insistindo de maneira irritante com a piada da emenda constitucional, para, enfim, descobrir o que está acontecendo. E então ele passa a usar suas apresentações para se livrar de incômodos, embora cada desaparecimento traga problemas maiores. Além de não ser o cartão de visitas ideal para a série, o final do episódio é bastante previsível pela falta de opções para o roteiro.

Nightmare at 30,000 Feet
Ano: 2019, exibido dia 1 de abril de 2019
Direção: Greg Yaitanes
Roteiro: Simon Kinberg, Jordan Peele, Marco Ramirez
Produção: John Forrest Niss, Whit Anderson
Elenco: Adam Scott, Chris Diamantopoulos, Katie Findlay, Nicholas Lea, China Shavers, J. Cameron Barnett, Vladimir Ruzich

O famoso jornalista investigativo Justin Sanderson (Adam Scott) embarca em um voo comercial de longa duração para Tel Aviv. Ele troca de assento com um passageiro, apenas para encontrar no seu um MP3 Player com a gravação de um podcast sobre mistérios da humanidade. Curiosamente o que ele ouve relata o desaparecimento do voo 1015, que é exatamente aquele no qual ele se encontra. O narrador, Rodman Edwards (Dan Carlin), confirma acontecimentos no voo e leva Justin a acreditar que o áudio está prevendo o futuro e que ele precisa agir para evitar que a tragédia realmente aconteça.

O título, Nightmare at 30,000 Feet, é uma referência ao clássico episódio Nightmare at 20,000 Feet, que trazia um gremlin nas asas de um avião, levando um passageiro ao desespero. Contudo, não se trata de um remake, pois a situação que leva Justin ao seu limite psicológico envolve as previsões no áudio (remete à franquia Premonição), embora boa parte do que acontece segue a linha narrativa: personagem percebe a tragédia, tenta provar que não se trata de um delírio, suas ações afetam o voo e outros passageiros. Ainda que seja louvável a mudança na fórmula, até porque seria desnecessário trazer outra criatura na asa e a versão do longa No Limite da Realidade (83) com John Lithgow já é excelente, na composição do genial Richard Matheson (1926–2013), o episódio é bem fraco, não empolga e tem problemas até mesmo na direção de Yaitanes e na atuação pouco convincente de Adam Scott. E ainda tem um final alongado e bobo, que traz uma citação ao gremlin no formato de um brinquedo e mais nada.

Replay
Ano: 2019, exibido dia 11 de abril de 2019
Direção: Gerard McMurray
Roteiro: Selwyn Seyfu Hinds
Produção: John Forrest Niss, Whit Anderson
Elenco: Sanaa Lathan, Damson Idris, Steve Harris, Glenn Fleshler, Candus Churchill, Henry Mah, Samantha Spatari

Nina (Lathan) está ansiosa com a ida do filho, Dorian (Idris), para a faculdade. Enquanto almoçavam num restaurante como despedida, sob o olhar atento do tranquilo Oficial Christopher Lasky (Fleshler), a mãe resolve registrar o depoimento do rapaz com uma câmera antiga, que pertencia à família. Depois que são surpreendidos pelo guarda na viagem à faculdade, ela aciona acidentalmente o botão de retorno e as ações voltam para o restaurante. Logo, ela irá perceber que a câmera permite regressar no tempo e que, independente do que ela faça, todas envolvem o encontro com o policial, de maneira cada vez mais trágica.

Este é o episódio mais Peele da temporada. Cada encontro com o oficial racista, dificultando o futuro de um jovem negro, é evidentemente expresso como uma mensagem à sociedade doente, que atrapalha os planos de garotos promissores por encontrar diferenças além da tonalidade da pele. No entanto, o episódio se concentra em demasia nessa situação, sendo que poderia explorar outros caminhos e ainda trazer explicações para as boas realizações da família de Nina, que continha a câmera. Novamente, ele se arrasta em diálogos e sequências que não melhoram a qualidade da narrativa e deixam evidente a falta de ideias além do argumento principal. Tecnicamente bom, com boa escolha de elenco, mas novamente peca pela longa duração e pelo duplo final. Ainda assim, é o primeiro episódio mediano da temporada.

A Traveler
Ano: 2019, exibido dia 18 de abril de 2019
Direção: Ana Lily Amirpour
Roteiro: Glen Morgan
Produção: John Forrest Niss, Whit Anderson
Elenco: Steven Yeun, Marika Sila, Patrick Gallagher, Eric Keenleyside, Andrew Kavadas, Gail Maurice, Greg Kinnear

Numa gélida delegacia no Alasca, nas tradições do Natal, data em que o capitão Lane Pendleton (Kinnear) costuma perdoar algum crime menor, a sargento Yuka (Marika Sila) descobre numa das celas a visita inusitada de um estranho (Yeun), que conhece os segredos dos cidadãos e quer também o seu perdão. Enquanto os presentes apenas celebram a data festiva e curtem a figura misteriosa, a sargento começa a investigar seu passado e percebe que há poucas referências verdadeiras e que ele pode estar ali escondendo sua verdadeira natureza e motivação.

Com roteiro de Glen Morgan (Premonição, A Vingança de Willard, Natal Negro), o episódio é o primeiro interessante da temporada e o que mais tem as características de um “além da imaginação“, embora beba bastante do texto de Stephen King, A Tempestade do Século – imaginei que em algum momento o visitante fosse dizer “me deem o que eu quero e eu vou embora“. Com o mistério proposto, e o espectador preso ao sofá querendo saber o que acontece, o estranho causa um intenso desconforto, apesar de suas intenções não serem tão surpreendentes assim. É um bom episódio, claustrofóbico e curioso, mas distante de figurar entre os destaques da marca, desenvolvida por Rod Serling.

The Wunderkind
Ano: 2019, exibido dia 25 de abril de 2019
Direção: Richard Shepard
Roteiro: Andrew Guest
Produção: John Forrest Niss, Whit Anderson
Elenco: John Cho, Jacob Tremblay, Kimberley Sustad, Lane Edwards, Aaron Douglas, Allison Tolman, John Larroquette, Erica Tremblay

Depois que seu candidato à eleição tem uma perda considerável de apoiadores, o gerente de campanha Raff Hanks (Cho) parte para uma estratégia inusitada: apoiar a candidatura de um garoto, Oliver Foley (Tremblay), que faz sucesso na internet com seus vídeos, repletos de opiniões e desejos. O que soa absurdo e ousado parece dar certo com o crescimento da campanha, tendo o apoio dos populares, mesmo com o despreparo do candidato mirim. Mas, será que vale a pena apostar em alguém que poderia ser prejudicial para a nação, caso ele conquiste a presidência?

Sem dúvida, um dos piores episódios da temporada. Um conceito “Black Mirror” muito mal trabalhado e com diversas furos no roteiro de Andrew Guest, que parece simplesmente partir para o nonsense da política. Além de chato em seu conceito básico, a ideia de mostrar um futuro Raff numa cama de hospital para exames, como se isso fosse manter a atenção do espectador, é desagradável e irritante, como o próprio ator-mirim. Também é ridículo imaginar que as ideias insanas do garoto, como a de dar videogames para toda a população, fossem ser simplesmente aprovadas com o risco das ameaças infantis dele. Assim, cabe ao público engolir essa bobagem apenas como curiosidade fantasiosa. E só.

Six Degrees of Freedom
Ano: 2019, exibido dia 2 de maio de 2019
Direção: Jakob Verbruggen
Roteiro: Heather Anne Campbell, Glen Morgan
Produção: John Forrest Niss, Whit Anderson
Elenco: DeWanda Wise, Lucinda Dryzek, Jefferson White, Jessica Williams, Jonathan Whitesell, Lynnanne Zager, James Bannon

Uma equipe de cinco jovens astronautas está prestes a embarcar para Marte, numa missão de pré-colonização, uma vez que o Planeta Terra está perdendo todos os recursos naturais. Pouco antes de decolar, eles ouvem uma transmissão que anuncia que os Estados Unidos está sob ataque nuclear. Com a possibilidade de não conseguirem embarcar, eles optam por prosseguir com a longa viagem, sem saber se terão um lar para retornar. Durante a jornada, irão se questionar se estão realmente numa missão ou se trata de um dos testes de resistência realizados com astronautas, à medida em que a claustrofobia e a falta de respostas passarão a atormentá-los.

Segundo episódio com o DNA Além da Imaginação, e um dos melhores da temporada por permitir boas reflexões e ainda trazer um final com boas perspectivas. Uma viagem às cegas, sem o apoio da NASA e contato com familiares, e com algumas boas referências ao cinema fantástico como citação a [Ray] Bradbury e ao contexto constante de ameaças nucleares. Assim como o episódio anterior, este também traz uma menção à Rússia, e alguns debates sobre a importância da civilização e a dificuldade de convívio em um ambiente único. Boa direção e dinâmica contribuem para que o infernauta nem sinta a duração da viagem!

Not All Men
Ano: 2019, exibido dia 9 de maio de 2019
Direção: Christina Choe
Roteiro: Heather Anne Campbell
Produção: John Forrest Niss, Whit Anderson
Elenco: Taissa Farmiga, Rhea Seehorn, Percy Hynes White, Luke Kirby, Peter Kelamis, Ike Barinholtz, Steph Song, Agape Mngomezulu, Paul Piaskowski

Annie Miller (Farmiga) aceita o convite para jantar, proposto pelo colega de trabalho Dylan (Kirby), na noite em que está prevista uma chuva de meteoros na cidade. Com o fenômeno, deixando exemplares por toda a região, o toque do curioso rapaz o faz mudar de personalidade, agindo de maneira abusiva e violenta. Aos poucos, Annie e a irmã aniversariante (Seehorn) irão perceber que o problema está afetando a praticamente todos os homens, num processo crescente de loucura e assassinatos, restando a ela buscar um meio de sobreviver a essa noite assustadora!

Embora com algumas falhas técnicas – e inclui até os efeitos especiais fracos -, este este episódio merece a recomendação por trazer elementos de horror num nível quase apocalíptico. É óbvia a mensagem principal, servindo de crítica a uma boa parcela de homens que agem com agressividade e por impulso, e que fica ainda mais evidente quando Annie sentencia algo como: “Nem todos os homens estão agindo assim porque tocaram nas pedras, mas pela oportunidade de expor sua verdadeira natureza.” Felizmente, o roteiro se previne de críticas ao teor feminista ao deixar claro que nem todos os homens sofrerão o efeito, somente aqueles que já demonstravam em sua personalidade uma inclinação para essas atitudes. Vale pela reflexão e pela proposta!

Point of Origin
Ano: 2019, exibido dia 16 de maio de 2019
Direção: Mathias Herndl
Roteiro: John Griffin
Produção: John Forrest Niss, Whit Anderson
Elenco: Ginnifer Goodwin, James Frain, Toby Levins, Zabryna Guevara, Karin Konoval, Michael Eklund, Robert Mann, Ella Wejr

Com uma vida financeiramente perfeita, Eve (Goodwin) tem no marido, nas crianças e na casa o caminho para a felicidade. Cega pelas conquistas, ela nunca prestou atenção em sua empregada Anna Fuentes (Guevara), sentindo pouco no momento em que a irregularidade de sua presença na América se torna evidente e ela é presa pelas autoridades. Porém, não demora muito e a própria Eve é levada pela polícia, devido a suspeitas de sua origem, fazendo-a experimentar as torturas física e psicológicas de se sentir uma pessoa não muito bem-vinda a um lugar.

Mais uma crítica social com elementos fantásticos, este oitavo episódio da série vale mais pela mensagem do que pelo modo como as coisas acontecem. Se o contexto de seu conteúdo já estava nas entrelinhas, não havia necessidade de mostrar a empregada estrangeira sendo levada no começo, em uma espécie de exemplo para o espectador entender o que está acontecendo. E a influência do fantástico tira o peso da mensagem, principalmente quando a própria começa a se convencer que aquela pode realmente não ser sua casa. Boa direção e elenco, mas com uma atmosfera desnecessariamente onírica, o episódio é apenas mediano e previsível.

The Blue Scorpion
Ano: 2019, exibido dia 23 de maio de 2019
Direção: Craig William Macneill
Roteiro: Glen Morgan
Produção: John Forrest Niss, Whit Anderson
Elenco: Chris O’Dowd, Amy Landecker, Alex Diakun, James Morrison, Adam Korson, Luisa d’Oliveira, Dean Aylesworth

Assim que chega em casa e encontra o corpo do pai, vítima de suicídio, o antropólogo Jeff Storck (O’Dowd), em vias de um processo conturbado de divórcio, se torna obcecado pela arma que ele usou, a lendária escorpião azul. Ele também encontra uma bala de revólver com o seu nome impresso, o que pode indicar que ele seja a próxima vítima ou alguém também chamado Jeff. O problema é que todas as pessoas que ele conhece a partir de então se chamam Jeff, num estado de loucura cada vez maior e mais perigoso.

O mistério em torno da arma lendária lembra o longa A Mexicana (2001), de Gore Verbinski. Obcecado pela tragédia envolvendo seu pai e a bala com o seu nome, levam Jeff é um processo crescente de loucura sem saber se ela está destinada a ele ou se ele deve usá-la contra outra pessoa. A brincadeira envolvendo os vários “Jeffs” e as tentativas de encontrar um meio de se livrar da maldição são os pontos mais interessantes do roteiro de Glen Morgan, principalmente pela possibilidade insinuante de “matar dois coelhos” de uma só vez. Bem dirigido e com o humor trabalhado de maneira divertida, The Blue Scorpion é um bom episódio, mas longe de ser inesquecível para uma temporada falha.

Blurryman
Ano: 2019, exibido dia 30 de maio de 2019
Direção: Simon Kinberg
Roteiro: Alex Rubens
Produção: John Forrest Niss, Whit Anderson
Elenco: Zazie Beetz, Betty Gabriel, Zibby Allen, Caitlin Stryker, Seth Rogen, Jordan Peele, Jason Priestley

A roteirista da nova versão de “Twilight Zone” está tendo dificuldades para elaborar um novo texto introdutório para Jordan Peele. Enquanto tentar encontrar a melhor forma de se expressar, Sophie (Beetz) passa a ser perseguida por uma estranha e sinistra figura, o homem embaçado. Até então apenas como um observador, a misteriosa figura parece ter estado presentes nas filmagens de outros episódios. Cada vez mais próxima, a garota precisa entender quem seria o tal stalker e o que ele quer, sem ter como se esquivar de seu compromisso com o roteiro da série.

Um meta-episódio, que pode tanto funcionar como uma belíssima homenagem ao clássico programa como também pode incomodar pela própria soberba. Consciente do material que possui, Alex Rubens leva a protagonista a uma viagem por um dos melhores episódios da primeira versão, explorando, inclusive, a fotografia em preto e branco. Traz um interessante mistério sobre a identidade do “vilão” até uma revelação muito bem realizada na sequência final, com ótimos efeitos especiais e uma citação visual emocionante. Boas atuações, incluindo a do próprio Jordan Peele e a bem-vinda participação de Seth Rogen e Jason Priestley, Blurryman encerra de maneira satisfatória uma temporada que poderia se resumir a menos de cinco episódios.

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4 Comentários

  1. Esse seriado se passava na Globo entre 1986 e 1988, se não me engano. Na época eu tinha 11 pra 12 anos e cheguei a assistir alguns dos episódios, mas confesso que tinha bastante medo e depois parei de acompanhar. As minhas irmãs é que continuaram assistindo até o último episódio. Depois desse último episódio, que se passou em 1988, a Globo desistiu de vez de exibir esse seriado. Hoje, em pleno 2021, seria interessante que a Globo voltasse a exibir esse seriado ALÉM DA IMAGINAÇÃO ( THE TWILIGHT ZONE ) outra vez. Seria bem bacana. Com certeza hoje eu não teria mais medo de assistir.

  2. faz da segunda temporada que estrou esse ano

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