Falando no Diabo 73 – Quando o filmes de super-heróis colidem com o universo de horror

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Vivemos a era dos filmes de super-heróis. São o que ainda salvam o cinema com suas bilheterias monstruosas e todos querem uma fatia do bolo que eles geram em receita, sejam em filmes, séries, games e tantos outros produtos – mas o que exatamente está sendo salvo com esse monte de sequências e adaptações? Com a saturação do gênero, possuímos hoje ideias mais ousadas vindo aí, principalmente na ideia de misturar super-heróis e terror, com resultados diversos, num movimento que não começou agora e que deve ter novidades vindo por aí.

Links:
A extinção dos filmes originais (tweets em inglês, com opção de tradução)

Equipe de gravação:
Silvana Perez
Ivo Costa
Daniel Medeiros
Samuel Bryan

Edição:
Maurício Murphy

Arte:
Lucas Crizza

Filmes e séries comentados no episódio:
Darkman – Vingança sem Rosto (Sam Raimi, 1990)
Spawn – O Soldado do Inferno (Mark A.Z. Dippé, 1997)
Blade (Stephen Norrington, 1998)
Blade 2 (Guillermo del Toro, 2002)
Blade Trinity (David S. Goyer, 2004)
Hellboy (Guillermo del Toro, 2004)
Hellboy 2: O Exército Dourado (Guillermo del Toro, 2008)
Homem Aranha (Sam Raimi, 2002)
Homem Aranha 2 (Sam Raimi, 2004)
Homem Aranha 3 (Sam Raimi, 2007)
Motoqueiro Fantasma (Mark Steven Johnson, 2007)
Doutor Estranho (Scott Derrickson, 2016)
Os Novos Mutantes (Josh Boone, 2020)
What if… (2021 -)
WandaVision (2021 -)
Doutor Estranho: No Multiverso da Loucura (Sam Raimi, 2022)
Liga da Justiça: Ponto de Ignição (Jay Oliva, 2013)
Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips (Matt Peters, 2020)
Batman: A Piada Mortal (Sam Liu, 2016)
Brightburn (David Yarovesky, 2019)
The Boys (2019 -)
Invincible (2021 -)
Peacemaker (2022 -)
The Batman (Matt Reeves, 2022)
Corpo Fechado (M. Night Shyamalan, 2000)
Fragmentado (M. Night Shyamalan, 2016)
Vidro (M. Night Shyamalan, 2019)
The Guest (Adam Wingard, 2014)
O Corvo (Alex Proyas, 1994)
Constantine (Francis Lawrence, 2005)
Monstro do Pântano (Wes Craven, 1982)
O Vingador Tóxico (Michael Herz, Lloyd Kaufman, 1984)

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Silvana Perez

Escolheu alguns caminhos errados e acabou vindo parar na Boca do Inferno. Ainda fala de feminismos no Spill the Beans e de ciclismo no Beco da Bike.

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