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Buffy, A Caça-Vampiros - 2ª Temporada
Original:Buffy the Vampire Slayer - Season 2
Ano:1997 / 1998•País:EUA
Direção:Joss Whedon, James A. Contner, David Solomon, David Grossman, Bruce Seth Green, David Greenwalt, David Semel, Michael Lange, Ellen S. Pressman, Michael Gershman, James Whitmore Jr.
Roteiro:Joss Whedon, Marti Noxon, Dean Batali, Rob DesHotel,
Produção:Gareth Davies
Elenco:Sarah Michelle Gellar, Nicholas Brendon, Alyson Hannigan, Anthony Head, James Marsters, David Boreanaz, Kristine Sutherland, Charisma Carpenter, Seth Green, Danny Strong, Juliet Landau, Mercedes McNab, Robia Scott, Mark Metcalf, Elizabeth Anne Allen, Julie BenzBrian Thompson, Bianca Lawson, Max Perlich

Depois das férias de verão americano, a Escolhida voltaria às telas pequenas a partir de 15 de setembro de 1997. A primeira temporada havia feito um relativo sucesso, e fãs já começavam a se formar pelo mundo, curiosos pelas próximas aventuras de Buffy, Angel, Xander, Willow, Cordélia e Giles. Desta vez em seu formato mais longo e que seria o padrão das demais temporadas, tendo 22 episódios, e com uma relação maior com o idealizador Joss Whedon, que assumiu o roteiro de quase a temporada toda e ainda dirigiu cinco episódios. Com mais dinâmica e recursos, foi possível explorar ainda mais as metáforas de um terror escolar, e ainda conceber personagens fundamentais em enredos ousados e marcantes. A segunda temporada de Buffy, A Çaça-Vampiros prometia uma melhora significativa em seu conteúdo, com mais histórias e personagens e fez exatamente isso, na realização do melhor momento da série, mesclando de maneira eficiente em suas narrativas doses equilibradas de horror, romance e drama.

Após passar as férias em Los Angeles, Buffy Summers (Sarah Michelle Gellar) retorna à escola Sunnydale High com mudanças no cabelo e no comportamento. O episódio inicial, “When She Was Bad“, com direção e roteiro de Joss Whedon, mostra a Caçadora atenta a um possível retorno do Mestre, quando vampiros, seguidores do Ungido, roubam os ossos do cemitério e pretendem reunir todos os que estiveram presentes em sua morte, na primeira abertura da Boca do Inferno. Buffy seduz Xander (Nicholas Brendon) para provocar Angel (David Boreanaz) e ainda destrata Willow (Alyson Hannigan) e leva “um sabão” até mesmo da Cordélia (Charisma Carpenter). Ótimo início de temporada, com uma “evil Buffy” e a conclusão das possibilidades de retorno do líder dos vampiros.

O segundo episódio, “Some Assembly Required“, teve o comando de Bruce Seth Green, a partir de um roteiro de David Tyron King. Já é o primeiro envolvendo um “monstro da semana“, desta vez com referência a Frankenstein, de Mary Shelley. Dois estudantes de ciência, Chris (Angelo Spizzirri) e Eric (Michael Bacall), estão planejando construir uma noiva para o falecido irmão de Chris, Daryl (Ingo Neuhaus), trazido de volta a partir também de partes de cadáveres. Para tal, além de roubar corpos do cemitério, eles acreditam que talvez seja necessário assassinar alguma jovem para utilizar sua cabeça, optando por Cordelia, restando aos demais, incluindo Giles (Anthony Head) e Jenny (Robia Scott), impedirem que isso aconteça. Bom episódio com um final bem Mary Shelley.

Drusilla: Você gosta de margaridas? Eu os planto, mas eles sempre morrem. Tudo o que coloco no chão murcha e morre.

School Hard“, de John T. Kretchmer, de Whedon e David Greenwalt, apresenta à série dois personagens que seriam conhecidos e prestigiados por fãs: Spike (James Marsters) e a assustadora Drusilla (Juliet Landau) chegam a Sunnydale, prometendo matar a Caçadora. A escola é atacada pelo grupo de vampiros, encurralando o diretor Snyder (Armin Shimerman) e Joyce (Kristine Sutherland), sobrando para Buffy a necessidade de salvar sua mãe e seus amigos. Primeiro excelente episódio da temporada, encerrando as desventuras do Ungido (Andrew J. Ferchland), com o surgimento de uma interessante ameaça aos heróis. É a primeira vez que mostra que Snyder sabe o que acontece em Sunnydale e mantém contato com o prefeito, um personagem que seria apresentado na terceira temporada.

Spike: Uma caçadora com família e amigos. Isso com certeza não estava no folheto.

O seguinte, “Inca Mummy Girl“, de Ellen S. Pressman, traz uma outra ameaça de monstro clássico: A Múmia, na figura de Ampata Gutierrez (Ara Celi), uma jovem que passa a morar com a Buffy como parte de um intercâmbio. Ela mata o verdadeiro estudante e assume seu lugar, encantando Xander. O único meio de acabar com a garota que suga a vitalidade de suas vítimas seria o uso de um selo, presente em sua tumba, algo que a garota tentará impedir que o grupo tenha acesso. Embora seja a vilã do episódio, Ampata evita ao máximo matar Xander por gostar de sua nova condição e ter interesse no rapaz. Um bom episódio e que curiosamente traz como destaque o guitarrista Oz (Seth Green) começando a se encantar por Willow.

Mais um monstro da semana é visto em “Reptile Boy“, com roteiro e direção de David Greenwalt. Depois que Buffy briga com Angel, ela resolve aceitar o convite de Cordélia para participar da festa da fraternidade Delta Zeta Keppas a convite de dois rapazes. Na verdade, eles são parte de um culto ao demônio-réptil Machida, necessitando do sacrifício de garotas virgens. Mais uma vez Cordélia é escolhida como vítima de uma criatura sobrenatural. O demônio é até bem feitinho, numa amostra da melhora de qualidade dos efeitos. E o episódio é mediano, valendo pela importância de colocar todos os personagens em ação.

O segundo dentre os melhores episódios da temporada é este, intitulado “Halloween“, com direção de Bruce Seth Green. Na comemoração do evento, todos compram roupas de Halloween da loja de Ethan Rayne (Robin Sachs), um vilão humano que passaria a ser frequente na série, e passam a ser influenciados pelas fantasias: Buffy passa a ser uma nobre do século XVIII, Xander, um soldado; Willow se transforma em fantasma; e crianças da cidade viram monstrinhos. Aproveitando da fragilidade da caçadora, que agora é uma moça frágil dependente de homens, Spike junta um grupo de vampiros para matá-la até Giles intervir no encantamento da roupa. Bem divertido, o episódio mostra um lado diferente dos personagens, e mostra uma possível aproximação mais intensa de Angel e Buffy.

Xander: Ela deve estar certa. Devemos ter algum tipo de amnésia.
Buffy: Eu não sei o que é isso, mas tenho certeza de que não tenho. Eu tomo banho com bastante frequência!
Xander: Como você explica isso?
Buffy: Eu não explico! Fui criada como uma dama adequada. Eu não deveria entender as coisas. Eu só deveria ficar bonita, e então alguém legal vai se casar comigo. Possivelmente um Barão.

O sétimo episódio, “Lie to Me“, de Joss Whedon, traz um colega da antiga escola de Buffy, Billy ‘Ford’ Fordham (Jason Behr), chegando a Sunnydale para se tornar um vampiro. Ele e um grupo de jovens são adoradores de vampiros, e planejam ajudar Spike e Drusilla com a perspectiva de se tornarem imortais, com a imagem que possuem dos livros e filmes sobre o assunto. Um episódio bem legal por ser quase metalinguístico, uma vez que a série já possuía diversos fãs e pessoas que se vestiam de vampiros como os personagens. Momentos interessantes como Buffy tendo ciúmes de Drusilla e depois a usando para se livrar dos vampiros, além da participação da jovem Chanterelle (Julia Lee), que depois apareceria novamente no primeiro episódio da terceira como Lilly e em três episódios de Angel, como Anne, em referência ao nome do meio da caçadora. No seguinte, “The Dark Age“, de Bruce Seth Green, o passado de Giles é colocado em questão, mostrando que nem sempre ele foi esse inglês certinho, sentinela de caçadoras, tendo feito parte de um grupo que realizava rituais e possuía como tatuagem a Marca de Eyghon. Os antigos parceiros dele começam a morrer, até restarem ele e Ethan, em mais uma participação na série. Bom episódio, com Jenny Calendar (Robia Scott) sendo possuída e Angel precisando agir para ironicamente salvá-la.

O nono e o décimo episódio fazem parte de um único, “What’s My Line?“, sendo que o primeiro é dirigido por David Salomão e o segundo, David Semel. Pensando na cura de Drusilla, Spike traz para Sunnydale uma ordem de assassinos, e precisará de Angel para um ritual. Uma outra caçadora chega a Sunnydale, Kendra (Bianca Lawson), recrutada depois que Buffy “morreu” no final da primeira temporada. Entre os assassinos, um deles é feito de vermes e ameaça Xander e Cordélia, escondidos no porão da casa de Buffy. É quando acontece o primeiro beijo deles, numa situação que irá se repetir pelo restante da temporada e na próxima, quando oficialmente estarão namorando, assim como Oz se aproxima de Willow. Kendra prende Angel nos fundos do bar de Willy (Saverio Guerra), outro personagem que passará a ter participações ocasionais. Os confrontos ajudarão no restabelecimento de Drusilla, mas deixará Spike bastante ferido a partir de então. Ótimo duplo episódio, com várias situações interessantes e envolvimento de todos os personagens, além de algumas surpresas.

Depois dos excelentes episódios anteriores, os dois seguintes foram um balde de água fria. “Ted“, de Bruce Seth Green, teve a participação muito bem-vinda do saudoso John Ritter como um possível padrasto de Buffy, encantando seus amigos com mini pizzas ao mesmo tempo que revela sua condição robótica ao estilo A Maldição de Samantha. Só compensa pelo ator e pela quase surpresa de Buffy ter matado pela primeira vez um possível humano, criando estresse entre ela e a mãe e metáforas sobre substituição do pai e suas regras, que remetem à franquia O Padrasto. Depois veio o ainda mais fraco “Bad Eggs“, de Greenwalt, numa referência a Invasores de Corpos. Os ovinhos usados em sala de aula eclodem liberando criaturas que se prendem às costas dos hospedeiros transformando-os em zumbis. Neste aparecem dois vampiros cowboys, Lyle (Jeremy Ratchford) e seu irmão Tector (James Parks), com o primeiro aparecendo em outros episódios e sempre fugindo quando as coisas apertam.

Surprise“, de Michael Lange, é o episódio de aniversário de Buffy, completando 17 anos, numa aproximação fisicamente intensa entre ela e Angel. Jenny revela sua condição cigana, sobrinha de Enyos (Vincent Schiavelli), que aparece para alertá-la sobre a proximidade do casal e o fim da maldição do vampiro com alma. Enquanto isso, os vampiros, sob a liderança de Drusilla, estão planejando remontar um poderoso demônio chamado de Juiz, com um poder similar ao de Satã em O Dia de Satã, 1988, capaz de retirar a alma das pessoas, matando-as. Para impedir que seja montado e que Angel fique com Buffy, Jenny sugere que ele leve o braço para bem longe, por um porto, mas são atrapalhados por vampiros, que roubam o item. No fim do dia, Buffy e Angel finalmente fazem sexo, e ele, em uma das melhores ideias da série, perde a alma.

Spike: Estamos nos sentindo melhor, então?
Drusilla: Estou nomeando todas as estrelas.
Spike: Você não pode ver as estrelas, amor. Esse é o teto. Além disso, é dia.
Drusilla: Eu posso vê-los. Mas eu os nomeei com o mesmo nome. E há uma confusão terrível.

A consequência da relação virá a partir do episódio seguinte, “Innocence“, de Whedon, também figurando entre os destaques da temporada e da série. Buffy descobre que Angel mudou de comportamento depois do sexo, dizendo que ela não teve muita importância e desdenhando do momento íntimo. Buffy vive um inferno pessoal pela descoberta e ainda precisa enfrentar o Juiz, que finalmente foi montado, e parece ser indestrutível. Na condição do vampiro Angelus, Boreanaz finalmente mostra um talento impressionante como ator, rendendo grandes situações, algumas até chocantes, no restante da temporada.

Após dois episódios incríveis, o seguinte, embora interessante, retorna ao formato “monstro da semana“. Em “Phases“, de Seth Green, os ataques de um lobisomem nas proximidades da escola leva o grupo a tentar encontrar um meio de caçá-lo, descobrindo posteriormente que se trata de Oz, o affair de Willow. Dois pontos valem destacar: desde o começo a turma já planeja descobrir a identidade humana da criatura, vendo o licantropo como uma pessoa amaldiçoada e não como um monstro a ser eliminado; o segundo está na concepção visual do lobisomem. Apesar de bem desenvolvida, ela irá se alterar na temporada seguinte, com um novo aspecto.

Bewitched, Bothered and Bewildered“, de James A. Contner, se passa no Valentine´s Day americano, o tradicional Dia dos Namorados. E é um episódio centrado em Xander, que, depois de Cordélia terminar o namoro na data, pede ajuda à bruxa Amy (Elizabeth Anne Allen) para a realização de um feitiço de amor que faça com que a garota volte a se apaixonar por ele, permitindo a separação por parte dele. A maldição dá errado e todas as mulheres, exceto Cordélia, se apaixonam pelo rapaz, incluindo Drusilla para incômodo de Angelus. A paixão coletiva leva a todas numa ação de perseguição contra ele e Cordélia, obrigando Giles a um contra-feitiço. Divertido episódio, principalmente nas cenas em que Joyce se curva ao amigo de Buffy; e a aparição de Willow no quarto de Xander somente com um camisão.

Drusilla: Seu rosto é um poema. Eu posso ler.
Xander: Sério? Não diz “poupe-me” por acaso?
Drusilla: Shhh… Como você se sente a respeito da vida eterna?
Xander: Não poderíamos simplesmente começar com um café? Um filme, talvez?

O décimo sétimo, “Passion“, Michael Gershman, traz um dos momentos mais chocantes da temporada. Angelus apresenta seu modus operandi de ataque como fez com Drusilla ao eliminar os entes queridos dela e iniciar em sua vítima uma degradação psicológica. Além de matar o peixe de Willow, ele começa a deixar desenhos de Buffy e Joyce dormindo, além de se apresentar à mãe da caçadora pelo fato de terem feito sexo. Ao mesmo tempo, Jenny descobre um meio de restaurar a alma de Angel, traduzindo o feitiço, até ser interrompida na escola pela visita do vampiro almejando “matar dois coelhos” de uma só vez. O monólogo do vilão transforma a experiência em uma poesia de horror! Fascinante!

“Às vezes dói mais do que podemos suportar. Se pudéssemos viver sem paixão, talvez conhecêssemos algum tipo de paz… mas seríamos ocos: quartos vazios, fechados e úmidos… Sem paixão… estaríamos realmente mortos. A paixão é a fonte dos nossos melhores momentos: a alegria do amor, a clareza do ódio e o êxtase da dor. Paixão… Está em todos nós… enquanto dormimos, esperamos. E embora indesejada, espontânea, vai mexer conosco … abra suas mandíbulas… e uive.”

O seguinte, “Killed by Death“, dirigido por Deran Sarafian, faz uma referência pouco discreta a Freddy Krueger, depois que Buffy adoece e passa a ver uma entidade no hospital, matando crianças doentes. Inicialmente imaginando ser o médico, Dr. Stanley Backer (Richard Herd), logo a criatura se revala como um ser invisível, somente visto quando a vítima está seriamente adoecida. Depois que melhora, Buffy resolve ficar doente novamente para salvar as crianças e eliminar o monstro. Episódio simples, com destaque para Xander no encontro com Angelus no hospital, e as crianças fantasmas.

O episódio 19 da temporada, “I Only Have Eyes for You“, de James Whitmore Jr., é interessante por mostrar a capacidade interpretativa da Sarah Michelle Gellar e David Boreanaz, quando são possuídos pelo fantasma de um aluno e uma professora, mortos na escola. Ao tentarem um processo de exorcismo, um enxame de vespas ataca a escola e impede o acesso de Giles, Xander, Cordélia e Willow, em efeitos ruinzinhos. Ainda assim, o diálogo dos fantasmas transmitido aos personagens promove uma relação curiosa com a situação de Buffy e Angel, sobre abandonos e mudanças de atitudade. Vale a pena!

Go Fish” é o episódio que antecede o duplo final e tem atletas do grupo de natação desaparecendo, tendo alguma relação com homens-peixes. Imaginam inicialmente se tratar do ataque de uma criatura até descobrirem que os competidores estão se transformando nelas, devido a algo inalado no sauna. O último “monstro da semana” se destaca por um rosto conhecido na equipe de natação: Wentworth Miller, que depois se tornaria o astro de sua série própria Prison Break e também esteve em Resident Evil 4: Recomeço atuando como Chris Redfield. Curioso episódio, bom efeito de maquiagem, e só.

A temporada se conclui com “Becoming“, de Joss Whedon, em um episódio duplo e bastante empolgante. O disquete usado por Jenny com a gravação da tentativa de restauração da alma de Angel é encontrado numa das aulas de Willow. Enquanto a garota inicia os procedimentos para tentar salvá-lo, Buffy tem um incômodo apocalíptico: Angel e Drusilla encontraram em um bloco o demônio Acathla, capaz de sugar o mundo em um vórtice, depois de desperto. Spike resolve ajudar Buffy com uma dupla intenção: se livrar de Angelus, pela proximidade dele com sua amada, e impedir que o mundo acabe. A caçadora Kendra retorna para ajudar, selando seu destino em um encontro com Drusilla, e cenas em flashback mostram como Angel se transformou em vampiro na Irlanda em 1750, numa aparição mais do que bem-vinda de Darla (Julie Benz). Um outro personagem também se apresenta nos episódios finais, o demônio Whistler (Max Perlich), que ajudou o rapaz a entender sua nova condição após ter sido amaldiçoado com a alma, mostrando-o no primeiro contato com Buffy, no primeiro ano do ensino médio, em 1996, numa condição fútil como a personagem do longa.

O confronto de Buffy e Angelus diante da estátua de Acathla, em um combate com espadas, é uma sequência épica da série, onde tudo funciona: a coreografia do combate, Willow tentando restaurar a alma de do vampiro, a trilha sonora, ambientação. Bem melhor e mais emocionante que o final da primeira, ainda bem pela excelente ideia de resolução de tudo, contando mais uma vez com a interpretação magistral de Sarah Michelle Gellar ainda mais quando sua mãe descobre sua “profissão” de caçadora e a expulsa de casa. Sem ter razão para voltar, a série termina como muitos episódios da saudosa série O Incrível Hulk e também vista em 24 Horas.

Não resta dúvidas quando se diz que a segunda temporada foi responsável pela longevidade de Buffy, A Caça-Vampiros. Foi ela que ampliou consideravelmente o número de fãs do programa, e transformou o que parecia ser algo simples em um dos maiores produtos da televisão. A partir de então, Buffy se tornaria oficialmente conhecida, Sarah Michelle Gellar passaria a ser uma atriz requisitada, e traria notoriedade para o restante do elenco!

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