Não oferece nada que justifique suas duas horas de duração. Não há inovação visual, não há profundidade emocional, não há sustos eficazes, não há personagens memoráveis, não há temas desenvolvidos além de conceitos. É exercício de mediocridade que ocasionalmente flerta com incompetência técnica, produto de fórmula seguida mecanicamente sem inspiração ou paixão.Leia Mais

Num cenário global onde horror frequentemente se homogeneíza, um épico de horror em preto e branco enraizado em mitologia de Kerala é automaticamente interessante. Bramayugam é obra visualmente impressionante em momentos isolados, sonoramente excepcional do início ao fim, tematicamente ambicioso e politicamente relevante. Por outro lado, é narrativamente irregular, ritmicamente problemático, excessivamente longo e frequentemente hermético. Apesar dos percalços, o filme demonstra que o cinema de horror indiano possui mitologias ricas esperando por adaptação, que há audiência para horror lento e atmosférico enraizado em culturas específicas, e que é possível fazer filmes visualmente distintos com orçamentos modestos.Leia Mais

No cinema, a máxima prevalece: não importa apenas o que se conta, mas como se conta. Dark Encounter ignora essa regra e sepulta uma premissa promissora sob camadas e camadas de execução falha. Por isso, o verdadeiro ‘encontro sombrio’ desta obra não está em sua trama, mas no choque violento entre a ambição desmedida de seu realizador e sua total incompetência narrativa, um abismo doloroso entre o filme que poderia ter sido e o desastre que realmente é.Leia Mais

Um duelo em silêncio entre duas almas que se reconhecem pelo veneno que guardam, um jogo de ferroadas emocionais que transpiram ressentimento e cada palavra lateja como promessa de dor, lembrando que algumas amizades só sobrevivem porque ninguém teve coragem de arrancar o ferrão.Leia Mais