2019 – O Ano da Extinção (2009)
A escassez de sangue no filme não é apenas uma questão de sobrevivência física, mas o reflexo de um modelo predatório, em que a ganância fala mais alto que qualquer instinto coletivo de preservação.Leia Mais
Luso-brasileira de coração dividido entre duas margens do Atlântico, vive em Portugal há quase uma década e encontrou na escrita sua forma mais autêntica de expressão. Apaixonada por cinema, especialmente de horror, gosta de assistir aos filmes e ler suas versões literárias, comparando universos. Coleciona DVDs e itens do gênero, tem poemas e contos publicados em coletâneas portuguesas e acredita que escrever é construir pontes, dar sentido às experiências e tocar a vida das pessoas.
A escassez de sangue no filme não é apenas uma questão de sobrevivência física, mas o reflexo de um modelo predatório, em que a ganância fala mais alto que qualquer instinto coletivo de preservação.Leia Mais
O filme se sustenta justamente pelo seu charme peculiar: uma verdadeira pérola dos anos 70 e seus efeitos toscos, que faz cada minuto dedicado à sua exibição valer a pena.Leia Mais
Mutant Blast: sangue, mutações e a gloriosa bagaceira do cinema trash portuguêsLeia Mais
O Boneco de Barro pode não ter sido o melhor filme asiático que já assisti, mas também está longe de figurar entre os piores. Considerando que se trata da estreia de Shieh Meng-ju na direção, há méritos claros, especialmente na construção gradual da atmosfera.Leia Mais
Recomendo assistir e aproveitar a experiência. O filme, dirigido por Ernie Barbarash (Cubo Zero e Ecos do Além 2, além de produtor de Psicopata Americano, 2000), entrega bons momentos de tensão, sem exageros ou absurdos que prejudiquem a imersão.Leia Mais
Assistir a essa obra mais de quarenta anos após a sua estreia, não apaga o impacto, apenas o transforma. O medo já não é instintivo, mas contemplativo.Leia Mais
O resultado é uma obra que vai além do entretenimento. Ao final, Algo Horrível Vai Acontecer não assusta apenas pelo que mostra, mas pelo que revela: o quanto estamos dispostos a mentir — para o mundo e para nós mesmos — na tentativa de pertencer.Leia Mais