O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno de Leatherface (2022)

4.1
(18)

O Massacre da Serra Elétrica - O Retorno de Leatherface
Original:Texas Chainsaw Massacre
Ano:2022•País:EUA
Direção:David Blue Garcia
Roteiro:Chris Thomas Devlin, Fede Alvarez, Rodo Sayagues
Produção:Fede Alvarez, Pat Cassidy, Herbert W. Gains, Ian Henkel, Kim Henkel
Elenco:Sarah Yarkin, Elsie Fisher, Mark Burnham, Jacob Latimore, Moe Dunford, Olwen Fouéré, Jessica Allain, Nell Hudson, Alice Krige, Jolyon Coy, Sam Douglas, William Hope, John Larroquette

Dentre os monstros do horror contemporâneo, Leatherface foi o mais revisitado no século XXI. Depois de um início que contou com três continuações ruins – O Massacre da Serra Elétrica 2 (1986), a parte 3 (1990) e o horrível O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno (1994) -, ele só voltaria à ativa com a interessante refilmagem O Massacre da Serra Elétrica (2003), seguida pelo inferior O Massacre da Serra Elétrica: O Início (2006). Poderia ter parado por aí. Deixasse Freddy Krueger, Michael Myers e Jason Voorhees terem também a oportunidade de lutarem entre si para tentar fazer algo digno em remakes e reboots, enquanto a motosserra poderia descansar em alguma residência perdida do Texas. Mas, alguém achou que valeria a pena lançar uma continuação bastarda, um filme que ignorasse as continuações tal qual faria posteriormente o assassino do Halloween. Assim, veio o indigesto O Massacre da Serra Elétrica 3D: A Lenda Continua (2013) para depois em 2017 realizarem a prequel Massacre no Texas, mostrando o passado do monstro do rosto de couro.

Mais uma pausa para respirar e novamente alguém achou que o mundo precisaria de mais um filme – o quinto do novo milênio (!). E esse alguém quis que mais uma vez fosse uma continuação bastarda, ignorando os filmes lançados a partir de 86. Para entender a bagunça, é o mesmo que aconteceu com Halloween H20 e depois com o Halloween (2018), sendo que ambos vieram com a intenção de continuar OFICIALMENTE o clássico, curiosamente os dois contando com Jamie Lee Curtis. Mas quem seriam “esses alguéns” que resolveram continuar torturando Leatherface em mais uma série de continuações ruins? Foi mais ou menos assim: antes de lançar Massacre no Texas, em 2015, a produtora Christa Campbell falou sobre continuações que poderiam ser realizadas caso o filme fosse um sucesso – algo em torno de mais 5 FILMES para a franquia!

Quando o filme foi lançado, a Lionsgate e a Millennium Films perderam os direitos sobre os filmes, passando para a Legendary Pictures, que tinha intenção de fazer até mesmo uma série com o universo criado. Assim que Fede Álvarez (de A Morte do Demônio e Homem nas Trevas) foi contratado como produtor, um novo filme passou realmente a ser planejado, com Chris Thomas Devlin assumindo o roteiro em 2019. Nesse momento, qualquer pessoa deveria ter se sentado com o roteirista e dito: “Faça o que quiser, mas não coloque a personagem de Marilyn Burns no filme! Diferente de Jamie Lee Curtis, a atriz morreu.“. Infelizmente, sem o conselho adequado, Devlin não apenas resgatou a sobrevivente do filme original, como a descaracterizou completamente. Em 18 de fevereiro, o longa O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno de Leatherface chegou à Netflix, e o resultado se configurou um desastre em imensas proporções.

Em tempo, uma pausa para uma reflexão bocadoinferniana: o longa foi conferido por todos os críticos que compõem a equipe do site. Grande parte curtiu o trabalho, com algumas críticas em relação a decisões do enredo, enquanto alguns consideraram mediano. Fui o único que o atestou como absolutamente detestável. Até foi sugerido que outros colaboradores escrevessem sobre o filme, mas como ninguém se prontificou à tarefa, o que você está acompanhando aqui é a visão de alguém que sentiu vontade de prender os responsáveis pela produção em ganchos para que não façam mais qualquer coisa parecida. Sinta-se à vontade para discordar, caso você seja do time que gostou do retorno de Leatherface.

O enredo se passa quase 50 anos depois do massacre de 73, quando apenas Sally Hardesty sobreviveu às investidas de uma família de loucos canibais. O filme abre com uma boa narração tétrica no resumo dos acontecimentos como parte de um programa jornalístico (a voz de John Larroquette traz um resgate ao original de maneira saudosista), em exibição numa televisão qualquer de um estabelecimento no Texas. A reportagem é vista por Melody (Sarah Yarkin), que está em companhia de Dante (Jacob Latimore) e a namorada Ruth (Nell Hudson) além de sua irmã Lila (Elsie Fisher). Depois de um breve desentendimento com um local (Moe Dunford), eles chegam à cidade de Harlow, onde pretendem leiloar propriedades antigas para trazer estruturas modernas, atraindo turistas.

Quando descobrem que um orfanato aparentemente abandonado ainda mantém uma moradora, a idosa Ginny (a ótima Alice Krige), um desentendimento a faz ter um ataque cardíaco. Ela é levada ao hospital acompanhada de um homem silencioso, que convém a ser Leatherface sem máscara, e Ruth. Ela morre no caminho, e o gigante – que deve estar com mais de setenta anos – começa a sua trajetória de sangue e morte, inicialmente quebrando o braço de um e usando a fratura como arma na melhor sequência do filme. O veículo se acidenta. Leatherface chora a morte da senhora, antes de arrancar sua face para vesti-la e eliminar tudo o que vê pela frente. E isso inclui um ônibus que chega à cidade com inúmeros compradores, para conhecer a cidade e a motosserra de um assassino lendário.

Basicamente, é isso. Ignore as inúmeras falhas que vão desde o fato de Leatherface vir andando do acidente com uma pele sobre o rosto e atravessar uma cidade sem ser percebido, como as ações estúpidas das personagens, e isso inclui as irmãs protagonistas. Também pode colocar no balaio o instrumento, mantido emparedado e que funciona normalmente com o combustível da época, e os passageiros de um ônibus que são facilmente eliminados sendo que só se lembram tardiamente de tentar abrir uma janela. Até aí tudo bem. São falhas que acompanham o gênero desde sempre, mas que podem tornar tudo divertido. Se o filme seguisse essa linha, mantendo o suspense na luta pela sobrevivência das irmãs, poderia ser mais uma continuação ruim, mas aceitável. Mas, tem a tal Sally Hardesty ainda por vir.

Ela é inicialmente mencionada como uma mulher atormentada pelo passado, e que está há quase cinquenta anos tentando encontrar Leatherface. 50 ANOS, sem encontrar qualquer vestígio da família canibal! Morando numa residência na região, ela passa seus dias em treinamento à la Laurie Strode de 2018, pronta para reencontrar seu inimigo mortal, sem se relacionar com ninguém, fugindo dos holofotes. Apenas com essa vingança em mente! Assim que fica sabendo que Leatherface está agindo na região, ela parte para o local em uma viagem que demora meio filme – se estava obcecada por que foi morar nos confins do Texas e não optou por algo mais próximo da casa maldita?

A guerreira então chega no momento crucial, e na hora em que tem a tal vingança a um puxão do indicador, titubeia. Faz seu discurso idiota de “quero que você diga o nome deles“, e vai idiotizando qualquer perspectiva de uma boa aceitação do filme. Chega a um momento em que a personagem usa a arma para finalmente atirar no vilão, sem que os tiros o acertem adequadamente (caramba! Treinou a vida toda para isso e não consegue acertar um homem gigante a dois metros de distância?!?), e disfere uma risada maléfica, canastrona, um impulso para que você desligue o filme e cancele a Netflix. E não me refiro apenas à atuação, mas a (des)construção da personagem, da atriz escolhida que não tem NADA A VER COM MARILYN BURNS, e até no que acontece a partir de então.

Um último suspiro, mais frases de efeito, e o ato final, quando a final girl ferida (mas sem sentir dor) tem uma chance de ouro de eliminar o vilão e opta pela ação mais estúpida – mais uma. Depois, ainda resta um epílogo que teria sido melhor se fosse apenas um devaneio de uma personagem. Há uma cena pós-crédito que só faz sentir pena pela possibilidade de ver novos filmes. Não! Façam filmes com Freddy Krueger, com um novo Jason… continuem com Michael Myers e Chucky, mas não precisa mais voltar ao Texas, ainda mais se for fazer um terror adolescente com tantos personagens ruins em decisões estúpidas.

Apesar de tantas bobagens, a direção de David Blue Garcia, que fez a fotografia do divertido Festival Sangrento, é até bem realizada. Algumas sequências foram muito bem dirigidas, como a do massacre no ônibus ou a que mostra o rosto desfigurado de um personagem até revelar sua atual condição – embora a líder do ônibus, Catherine (Jessica Allain), não tenha esboçado uma reação sequer ao quer vira. Pode-se enaltecer a produção em si, na construção da cidade-fantasma e do orfanato, assim como a atuação de Alice Krige, sempre muito bem em seus papéis. Contudo, são poucos elementos positivos em uma produção que não precisaria existir, ainda mais com essas tais liberdades do roteiro, envolvendo o resgate de uma personagem que não merecia algo assim.

Está distante de ser “o pior filme de todos os tempos” como alguns apontam, mas O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno de Leatherface se esforçou bastante para ficar entre as piores continuações da franquia. Depois de vê-lo, eu quase comecei a gostar de O Massacre da Serra Elétrica 3D: A Lenda Continua. Mas já passou.

Coisas que você irá aprender assistindo o novo O Massacre da Serra Elétrica

1. Leatherface com mais de sessenta anos corre com uma motosserra mais rápido que uma jovem de 20 anos
2. Ônibus têm janelas inquebráveis. Pessoas só lembram de abrir depois de estar sendo quase partidas ao meio
3. Se uma motosserra atravessar seu corpo de baixo para cima, você ainda terá a capacidade de mais algumas ações antes de morrer
4. Um homem vestindo uma pele humana consegue em menos de uma hora atravessar um deserto e voltar para sua morada sem ser notado pelas pessoas que estão em festa na cidade
5. Se você ficar preso nas ferragens de um veículo, tendo uma vara de metal atravessando seu corpo, é só sair que o ferimento e as dores desaparecem
6. Procurar uma pessoa por cinquenta anos poderia se resolver, se você tivesse simplesmente visitado as moradias da cidade
7. Manter uma motoserra emparedada por mais de cinquenta anos não vai danificá-la, nem empoeirá-la, assim como o combustível que alimenta o motor ainda irá servir
8. Ver uma pessoa com a boca rasgada não é tão chocante quanto possa parecer

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Marcelo Milici

Professor e crítico de cinema há vinte anos, fundou o site Boca do Inferno, uma das principais referências do gênero fantástico no Brasil. Foi colunista do site Omelete, articulista da revista Amazing e jurado dos festivais Cinefantasy, Espantomania, SP Terror e do sarau da Casa das Rosas. Possui publicações em diversas antologias como “Terra Morta”, Arquivos do Mal”, “Galáxias Ocultas”, “A Hora Morta” e “Insanidade”, além de composições poéticas no livro “A Sociedade dos Poetas Vivos”. É um dos autores da enciclopédia “Medo de Palhaço”, lançado pela editora Évora.

18 thoughts on “O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno de Leatherface (2022)

  • 10/05/2022 em 14:33
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    Concordo com a crítica

    Tem mais essa

    serra elétrica na garganta quase decepando a cabeça não mata o Leatherface.

    Transformaram o homem no Jason da fase imortal

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  • 11/03/2022 em 21:58
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    Outras coisas a serem ensinadas pelo filme:
    – O tempo só fez bem para Leatherface. Talvez o banho de sangue o tenha mantido jovem e forte.
    – Um saca-rolhas fere mais do que projéteis.
    – Apesar de seus corredores estreitos determinados ônibus tem espaço suficiente para se fazer um agito.
    – Ao passar por uma situação de risco não saia tão lentamente da cidade com as janelas do carro abertas conversando amenidades.
    – Certos clássicos não deveriam ter continuações e esse é um deles.
    O filme tem mais furos que queijo suíço. Situações inexplicáveis como a saída do motorista do ônibus indo ao encontro da morte, a geração “caça-likes” filmando em sincronia um gigante assassino fazendo seu trabalho e a aparente banalidade como tratam pessoas mortalmente feridas. Enfim, uma verdadeira pérola escatológica que deveria ter o mesmo fim das vítimas desse filmeco.

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  • 11/03/2022 em 19:25
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    Esse filme é uma afronta a franquia. Como que os caras com todas as condições, entregam uma porcaria dessas. Sou fâ declarado do original, e, em uma análise mais profunda, estou chegando a conclusão que só o original é o que presta mesmo.
    conseguiram fazer o mais dificil, nao usaram nenhum dos elementos que dava magia a franquia, onde está a sujeira do texas, o clima mórbido, deserto, as mensões ao canibalismo, e o suspense então… esse andou longe do filme.
    decepcionante ao extremo.

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  • 07/03/2022 em 20:06
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    Assisti num sabado chuvoso, antes de sair pra um rolê loko… Achei divertido (hauehaue). Mas se fosse numa sexta à noite, reservada, com comida e cerveja…teria me decepcionado. 2,5 estrelas.

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  • 07/03/2022 em 14:02
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    Alguém realmente conseguiu gostar dessa porcaria?? Muita perda de tempo.

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  • 03/03/2022 em 12:34
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    Eu não detestei tanto, foi um bom passatempo, mas só.

    O que mais me incomoda é que para um filme que alega ser uma “legacy sequel”, tirando a Sally e o próprio Leatherface, não há nada mais que ligue esse filme ao original.
    De onde saiu aquele orfanato? Quem era aquela senhorinha? CADE A FAMÍLIA SAWYER? Por que o filme não se passou na casa do original?

    Enfim… A impressão que eu fiquei foi que o filme, originalmente, seria mais uma sequência sem ligação, independente, porém, os produtores viram o sucesso de Halloween (2018) e então decidiram, porcamente, costurar uma história meia-boca com a Sally e dizer que era uma continuação do “Massacre” original.

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  • 03/03/2022 em 09:52
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    O que acheio mais destoante sobre a volta da Sally foi ela, depois de todo o trauma, ter resolvido MORAR nas proximidades do Leatherface basicamente a vida toda. E virado uma açougueira rsss Eu teria juntado um dinheiro e me mudado pra Austrália rsss os dragões de komodo devem dar menos medo rssss
    No mais, achei que o objetivo desse filme foi só pegar carona na onda de retorno das final girls e dar um reset na franquia.

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  • 03/03/2022 em 07:49
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    Coisas boas do filme:

    – As mortes/gore. Principalmente a última morte do filme que me surpreendeu (não muito a morte em si, mas o nível gráfico dela, mesmo sendo tosco quando você relembra).
    – Leatherface tá bem espertinho, chegando ao ponto de jogar a motoserra direto nas pessoas (mas isso também é ruim, de fato o torna mais genérico).

    Coisas ruins do filme:

    – Todo o resto.

    O problema da Sally é que não só desconstruíram a personagem totalmente, mas ela nunca teve o mesmo peso da Laurei pra alguém se importar o suficiente com um retorno dela, convenhamos. O resto dos personagens estão lá só pra morrer, um nível de inutilismo e falta de carisma pesado até pra um slasher. O único personagem melhorzinho que é o mecânico também não é lá essas coisas.

    E eu achei que não conseguiria ver morte mais estúpida do que a enfermeira em Halloween Kills que simplesmente desafia todas as leias da física quando o Michael bate a porta do carro na mão dela, mas a moça que tenta sair pela janela quando era só sair correndo pela entrada do ônibus conseguiu essa proeza.

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  • 02/03/2022 em 17:48
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    Acabei de assistir nesse momento e PQP é o pior filme da franquia disparado fazendo com que as partes 2,4,3D e massacre no texas sejam obras Primas. É um tapa na cara dos fãs.
    contém spoiler.
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    Uma cambada de personagens irritantes que eu torci pra morrerem logo.
    Esqueçam o Leatherface canibal, com deformidade no rosto e retardo mental, ele é só um vilão genérico e pelos meu cálculos devia ter uns 70 ou 80 anos de idade, detalhe que ele ficou de boa no orfanato o tempo todo.
    Nem sinal da família canibal.
    O que foi aquela cena ridícula no ônibus com geral filmando????
    E o que fizeram com a Saly Hardesty?? Transformaram numa Laurie Strode genérica morando numa casa igual a que ela quase foi morta, Laurie procurou por 50 anos pelo Leatherface e ele estava BEM DEBAIXO do nariz dela depois ela fica cara a cara com ele e não mata, só pra ser morta depois
    O final foi a coisa mais ridícula de todas.

    Definitivamente massacre da serra elétrica é a franquia mais problemática dos filmes de terror com um filme pior que o outro meu ranking é:
    Massacre 1
    Massacre o início ( o prequel do remake)
    Massacre remake
    Massacre 3d a lenda continua
    Massacre 3
    Massacre 2
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    Abismo
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    Massacre 4
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    Fossa séptica
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    Massacre o retorno de leaterface
    Massacre no texas

    Resposta
  • 02/03/2022 em 12:06
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    Estava esperando ansiosamente pela crítica de vocês!
    Sabia que não ia me decepcionar, Marcelo! hahahaha
    Senti uma vergonha alheia quando os créditos finais começaram a subir… Além de tê-la também por praticamente todas as cenas do filme. Roteiro péssimo, atuações terríveis e cenas completamente sem noção. Uma tristeza sem fim!
    Eu e meu esposo ficamos incrédulos com a capacidade de estragarem qualquer lembrança que temos dos filmes anteriores (Pra nós o único tragável é o remake de 2003).
    Enfim, esperamos tanto pra ganhar esse banho de ruindade.

    Adoro o boca, acompanho desde criança, e vocês são fantásticos!!

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    • 02/03/2022 em 16:52
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      Típico filme que é bom até começar.

      No começo é tenebroso, e quando chega no final parece que tá no começo.

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    • 04/03/2022 em 00:16
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      Pelo menos o filme é curto kkkkk. Mas já não tava esperando nada desse filme. Pelo menos a parte do busão é bacana… Mas nunca que iria acontecer um massacres desse num busão lotado aqui em SP

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  • 02/03/2022 em 11:18
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    Poxa. Tá todo mundo falando tão mal desse filme que eu nem sei se quero conferir.
    Se for tão ruim assim, prefiro ficar com a franquia original (1974-1994), mesmo com os mais problemáticos.

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    • 30/03/2022 em 14:11
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      Eu sempre leio seus comentários em muitos dos pots daqui do Boca. Minha recomendação, se já não fez isso, assista ao filme, tire suas conclusões. E não assista esperando ver uma super produção ou a revitalização de uma saga (não vai acontecer). Não é o melhor filme de O massacre da serra elétrica, que só acertou de fato em 1974 e em 1995 (além de com ressalvas 2003), mas sem sombra de dúvidas não é o pior deles. O filme não é totalmente fiel a mesma tantas vezes reprisada (e muito mal) trama. Tenta construir uma nova atmosfera e tem seus bons momentos. Para os fãs do gênero e do Leatherface, mesmo em seus deslizes, vale a pena conferir. Abraço, irmão!

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  • 02/03/2022 em 08:57
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    Achei decepcionante o filme, apesar disso eu ainda acho ele uma obra prima se for comparar ao 3D kkkk. A continuação alternativa ideal de O Massacre da Serra Elétrica ao meu ver é ele ser uma continuação realmente direta, em 73, assim como o prólogo do 3D (única parte realmente boa do filme) só que expandido para um filme inteiro.

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    • 02/03/2022 em 17:55
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      o começo do massacre 3D é muito bom e a história até que vais bem, mas depois a maionese desanda com o leatherface anti-herói, mas ainda acho melhor que as partes 2,4 massacre no texas e o novo

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      • 03/03/2022 em 13:21
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        Realmente, o filme estaria bem melhor na minha opinião se não tivessem inventado aquela bobagem de Leatherface anti-herói, pelo menos não seguiram com essa palhaçada no novo filme

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