Quem Matou Rosemary? (1981)

Quem Matou Rosemary? (1981)
Sangue e mistério em um filme injustamente desconhecido!
Quem Matou Rosemary?
Original:The Prowler
Ano:1981•País:EUA
Direção:Joseph Zito
Roteiro:Glenn Leopold, Neal Barbera, Sarah Higgins, Eric Lewald, Mark Edward Edens, Michael Edens
Produção:David Streit, Joseph Zito
Elenco:Vicky Dawson, Christopher Goutman, Lawrence Tierney, Farley Granger, Cindy Weintraub, Lisa Dunsheath, David Sederholm, Bill Nunnery, Thom Bray, Diane Rode, Bryan Englund, Donna Davis

São vários os filmes que você assiste cheio de expectativas e acaba se decepcionando. São vários os filmes que você assiste sem nenhuma expectativa e se decepciona mesmo assim. Agora, são raríssimos aqueles filmes que você assiste sem qualquer expectativa, sem qualquer esperança, e se surpreende completamente. Quem Matou Rosemary? é uma dessas pequenas gemas: uma fita que você talvez tenha pego na mão umas 30 vezes (se tem acesso a uma locadora de bom acervo, claro…), mas nunca levou e assistiu, por um ou por outro motivo.

Eu mesmo tinha Quem Matou Rosemary? (a fita foi lançada no Brasil pela extinta Transvídeo, com uma capinha feia) na minha coleção há uns seis meses. Justamente por causa da capinha meia-boca e também devido ao título sem atrativos (que vende o filme como se fosse um daqueles mistérios à la Agatha Christie), fui adiando, adiando e adiando uma olhadela no filme. Até que uma noite dessas, navegando sem rumo pela Internet, os ventos sopraram de forma favorável nas velas do meu navio virtual (bonito, isso…) e me levaram até uma página sobre o excelente maquiador americano Tom Savini. Ali dizia que ele tinha trabalhado em Quem Matou Rosemary?, e trazia algumas fotos que me surpreenderam: o tal filme que tinha a maior cara de “telefilme Supercine” parecia ser violentíssimo, trazendo pessoas com facas atravessadas na cabeça e crânios explodidos a tiros! Eu tinha que dar uma chance a ele.

Quando coloquei a fita no vídeo, apesar de saber que Tom Savini era o responsável pelos efeitos e Joseph Zito o diretor (ele também fez Sexta-Feira 13 Parte 4, lembram?), eu ainda não tinha muitas expectativas. Mas foi o filme começar para eu perceber que estava, sim, diante de uma preciosidade. Um slasher movie, como muitos outros, mas um pouco mais inteligente que o habitual (embora o roteiro tenha uma tonelada de furos), e muito, mas muito mais violento que qualquer outra coisa que se fez no gênero naquela mesma época.

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Tudo bem, tudo bem… Todos nós sabemos que, salvo raras exceções, os filmes americanos nunca foram tão exagerados no gore (filmes independentes, principalmente). Mas tudo que teve produção de um grande estúdio acabou sendo suavizado. Pegue um filme como Sexta-Feira 13, por exemplo. Há sangue e violência a rodo, mas os assassinatos são mostrados rapidamente, às vezes duram um ou dois segundos, e precisam ser vistos em câmera lenta para que os detalhes da maquiagem possam ser melhor apreciados.

Quem Matou Rosemary? foi feito no auge dos slasher movies, logo após o sucesso de O Massacre da Serra Elétrica (1974), Halloween (1978) e outros menos conhecidos. Para você ter uma ideia da popularidade deste tipo de filme, só entre 1980 e 1981 (ano em que foi rodado o filme de Joseph Zito), os cinemas foram invadidos por mais de 40 produções mostrando psicopatas das mais diversas índoles, com as mais diversas armas, atacando pessoas indefesas. Mudava o nome, a motivação e, na maioria das vezes, a máscara ou a roupa, só. E notem bem que eu disse “cinemas“: naquela época o vídeo ainda engatinhava, e esses filmes todos eram exibidos nos cinemas mesmo!

Só em 1980, ainda para situá-lo no “contexto histórico” dos slashers (calma, calma, já vou chegar no assunto principal), foram lançados 11 filmes bem conhecidos, todos eles disponíveis em vídeo no Brasil: Sexta-Feira 13, de Sean S. Cunningham; Aniversário Sangrento, de Ed Hunt; Don´t Go in the Woods…Alone!, de James Bryan; As Chamas do Inferno – O Corredor da Morte, de Joseph Ellison; Feliz Aniversário Para Mim, de J. Lee Thompson; Trilha de Corpos, de Armand Mastroianni; Maniac, de William Lustig; Réveillon Maldito, de Emmett Alston; Pesadelos, de John D. Lamond; O Depredador, de Edwin Scott Brown, e Baile de Formatura, de Paul Lynch.

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No ano de 1981, quando Quem Matou Rosemary? foi lançado nos cinemas, o subgênero slasher já estava mais do que estabelecido. “Regras” e clichês eram usados à profusão, e muitos personagens adolescentes pereceram ante à fúria dos mais diversos maníacos. Também começaram a aparecer as sequências dos sucessos dos outros anos. Foi no 1981 de Quem Matou Rosemary? que foram lançados Sexta-Feira 13 Parte 2, de Steve Miner, e Halloween 2, de Rick Rosenthal. No mesmo ano, também saíram o sangrento slasher italiano Absurd, de Joe D´Amato (inédito no Brasil); Chamas da Morte, de Tom Maylam; Dia dos Namorados Macabro, de George Mihalka; A Hora das Sombras, de Jimmy Huston; Pague para Entrar, Reze para Sair, de Tobe Hooper; Hell Night, de Tom DeSimone; A Ilha dos Cães, de Paul Lynch; Mortuary/Embalsamado, de Howard Avedis; O Terror da Serra Elétrica, de Juan Píquer Simon, e Horário de Visitas, de Jean-Claude Lord. Ufa! São muitos assassinos e muitos assassinados!!!!

Com raras exceções, todos estes filmes mostram de forma bem tímida os ataques do psicopata, maneirando na violência. Por exemplo, o assassino vem chegando por trás da vítima, aí a câmera mostra o assassinato em cortes rápidos, tipo: close na cara assustada da vítima, close na faca, close na cara do assassino com sangue esguichando, close na cara de dor da vítima, close na vítima caindo no chão, e era isso. Sem esquecer da musiquinha sinistra e dos efeitos sonoros, claro. É aí que se destaca o filme em questão: Quem Matou Rosemary? vai muito além desta rotina. Pode-se dizer, até, que o assassino do filme de Joseph Zito é muito mais profissional que qualquer Jason Voorhees ou Michael Myers. Aqui, ele dedica muito mais tempo e esforço ao extermínio das suas vítimas.

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Não basta, por exemplo, enfiar um garfo de feno numa garota – como Jason também já fez na sua cinessérie. O assassino de Quem Matou Rosemary? faz o serviço com profissionalismo: ele enfia o gancho, depois pressiona ele para ter certeza de que entrou profundamente, torce o cabo para que a ponta arrebente os órgãos internos da vítima e ainda ergue a moça empalada, só para certificar-se de que o garfo atravessou seu corpo e que ela está bem morta. Em outra cena, ao cortar o pescoço de outra vítima, o assassino não apenas passa a faca rapidamente, como Jason e Michael, mas enfia a faca profundamente na garganta da vítima, cortando lenta e profissionalmente, afundando a lâmina no pescoço (uma cena tão boa quando aquela mostrada por Lucio Fulci em A Casa do Cemitério)! Ou seja, é um psicopata que realmente se preocupa em fazer o trabalho bem feito, ao contrário dos Jason da vida, que praticamente só batem cartão e às vezes até deixam algumas vítimas meio vivas para voltarem na hora H no final!

A maquiagem de Tom Savini brilha em cada assassinato. Por ser uma produção independente – sem interferência de grandes estúdios -, não houve cortes para garantir uma censura mais branda. Assim, os fãs de gore podem se deleitar com alguns dos melhores efeitos de Savini, em assassinatos que parecem durar uma eternidade. Tem até uma cabeça explodida que lembra um trabalho anterior do próprio Savini no filme Maniac, de William Lustig.

E o melhor: ao contrário da série Sexta-Feira 13, o filme de Joseph Zito até tenta contar uma história. “Tenta” porque começa muito bem, mas logo se perde e acaba não explicando muita coisa. Mas mantém um mistério no ar durante todo o tempo: quem é o assassino e qual sua motivação?

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O filme começa de forma criativa, mostrando um velho documentário dos anos 40 sobre o retorno dos soldados americanos que foram combater na Segunda Guerra Mundial. Imagens feitas naquela época (1945) mostram o navio Queen Mary chegando aos Estados Unidos repleto de soldados, que são recepcionados por seus familiares e namoradas. Mas um dos heróis de guerra não está tão feliz: depois de ter despachado japoneses e alemães no front de batalha, ele recebeu uma carta da sua amada Rosemary dizendo que não iria lhe esperar no retorno para casa, porque encontrou um outro namorado.

Furioso, o “herói de guerra” se arma, desta vez para uma guerra particular. É noite de 28 de junho de 1945 e a pequena cidade de Avalon Bay está em festa, recepcionando os recrutas com um grande e animado baile de formatura. Vestido como soldado, com um arsenal de armas (rifle, lança de baioneta, faca e até garfo de feno, que não me parece uma arma do Exército, mas vai ver ele era jardineiro também), e usando uma máscara com camuflagem presa ao capacete, o namorado ciumento executa Rosemary e seu novo namorado, Roy, empalando-os com o tal garfo de feno enquanto estão namorando (uma cena chupada de Banho de Sangue, de Mario Bava, depois aproveitada também em Sexta-Feira 13 Parte 2 e Dia dos Namorados Macabro). Ao lado dos corpos ensanguentados, o assassino deixa uma rosa vermelha – que era uma espécie de marca registrada de Rosemary, e passa a ser o cartão de visitas do matador.

O assassino nunca foi descoberto e o caso chocou a pequena cidade, porque Rosemary era filha de um figurão do Exército, o major Catham (Lawrence Tierney, de Cães de Aluguel, que não fala uma única palavra o filme inteiro). O baile de formatura foi cancelado por medo de que o assassino voltasse a atacar – o que lembra o roteiro de Dia dos Namorados Macabro, feito no mesmo ano.

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Entretanto, 35 anos mais tarde, em 1980 (a atualidade, na época em que o filme foi feito), a nova geração de Avalon Bay resolve voltar a realizar o baile. A cidadezinha nunca mais registrou qualquer caso de violência ou aparição de matador. O xerife George Fraser (o veterano Farley Granger, que apareceu em Pacto Sinistro, de Alfred Hitchcock) tem uma pescaria marcada para o final de semana, mas deixa seu assistente, o delegado Mark London (Christopher Goutman), para controlar a bagunça. Antes de sair, o xerife adverte: “Lembre-se que muita gente não gostaria que esse baile voltasse a ser realizado. E cuidado!”.

Mark é apaixonado por Pam MacDonald (Vicky Dawson), uma das organizadoras do baile. Eles ficam sabendo que, numa cidade vizinha, uma pessoa foi morta a facadas, e o criminoso pode estar se dirigindo para a sua comunidade. Mas a garotada está animada com o baile e nem liga para a ameaça. E Mark tem certeza de que conseguirá controlar a situação.

Então o baile começa! E a chacina também. Descontente com a volta das festividades, o mesmo assassino vestido de soldado aparece para infernizar a vida dos casaizinhos que fazem sexo, dos jovens que fumam maconha e da dupla de heróis, é claro. Ainda obcecado pela falecida Rosemary (a ponto de desenterrar seu corpo putrefato do cemitério local), o soldado assassino sai pelas ruas fazendo novas vítimas, sempre da forma mais sangrenta possível. E sempre deixando, junto aos cadáveres, a sua marca registrada: uma rosa vermelha. Quem será ele? Será o mesmo homem que matou Rosemary nos anos 40?

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Infelizmente, o mistério de Quem Matou Rosemary? é o mais fraco do filme, porque desde o início a identidade do matador fica bastante óbvia – embora só se confirme no fim. Há poucos suspeitos e a maioria das pessoas que entra em cena acaba morrendo, o que reduz bastante a lista de candidatos a assassino. É uma pena que o roteiro não se preocupe, também, em explicar a motivação do dito cujo. Se ele tinha algum trauma de guerra que foi acentuado com a traição sofrida lá nos anos 40, por que é mostrado como uma pessoa normal no presente (quer dizer, normal até colocar a máscara de assassino e sair matando!)? E não fica bem explicado o motivo para o assassino querer o cancelamento do baile, matando pessoas a esmo.

A própria figura do “soldado assassino” é um tanto desperdiçada pois, descontando a lança de baioneta, o psicopata não usa outras armas relacionadas às Forças Armadas – a não ser que os ianques tenham combatido os nazistas na Segunda Guerra usando garfos de feno como arma! Imagine o que o assassino não faria usando, por exemplo, granadas!!!

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Outra falha imperdoável do roteiro de Neal Barbera e Glenn Leopold é que personagens desaparecem da trama sem que seu destino seja explicado. O major Catham, por exemplo, parece que terá grande importância na história, mas lá pelas tantas desaparece e nunca mais se fala nele (até sua casa fica deserta). Também tem um casalzinho que vai transar no porão do salão onde o baile está sendo realizado. Você logo pensa que eles serão as próximas vítimas, mas ambos simplesmente somem do filme – o que me leva a pensar se a cena do assassinato de ambos não foi cortada, ou então eu peguei no sono quando eles morreram e não percebi…

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Até o final, quando é revelada a identidade do matador, Quem Matou Rosemary? trabalha muito bem com a ideia do crime cometido no passado, que leva o espectador a acreditar que o assassino, afinal, pode ser um fantasma ou entidade sobrenatural. Infelizmente, esta ideia não é levada adiante. Por isso que o título nacional é equivocado: no fundo, a história não trata da investigação sobre quem matou Rosemary, mas sim sobre alguém que matou no passado e voltou a matar no presente, desta vez sem ter lá muito motivo. O título original é Rosemary´s Killer, ou O Assassino de Rosemary, bem mais adequado. Mas o filme é mais conhecido lá fora como The Prowler (traduzido, “O Criminoso”, ou “O Invasor”). O título tem a ver com o alerta do delegado Mark no baile, na metade do filme, dizendo que há “um criminoso (prowler) à solta”.

No fim, Quem Matou Rosemary? vale mesmo pelos assassinatos violentíssimos, muito mais sangrentos da média daquela época. Na cena mais chocante, um jovem é apunhalado no topo da cabeça com uma lança de baioneta, que atravessa seu crânio e sai por baixo, pela garganta. Para se certificar de que a vítima está bem morta, o assassino ainda enfia e tira e faca repetidas vezes, fazendo com que os olhos do rapaz virem para cima, ficando brancos, enquanto seu cérebro é atravessado e destroçado pela lâmina de metal! A garotada que se assusta com bobagens como Pânico vai ter um treco ao ver isso! Comparando com outros slasher movies do período, a contagem de cadáveres neste até é pequena, e os assassinatos são cometidos com um loooongo intervalo entre um e outro (dá até para tirar uma soneca). Mas vale a pena esperar, porque cada crime é encenado da forma mais exagerada e crua possível. E, ao contrário da série Sexta-Feira 13, o filme não se limita a catalogar a matança do psicopata, apresentando uma história razoavelmente interessante entre uma morte e outra.

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O cineasta Joseph Zito mostra ainda um bom domínio da técnica de fazer suspense, mesmo que se renda à violência explícita. Ele costuma fazer filmes bons ou razoáveis com péssimos roteiros (um dos mais conhecidos é seu Braddock – O Supercomando, com Chuck Norris, que teve 2 continuações e transformou o canastrão barbudo em astro classe B nos anos 80). Se formos olhar criticamente, Sexta-Feira 13 Parte 4, que Zito fez três anos depois, é um dos melhores da série (o roteiro é ridículo, mas o filme se salva com boas sacadas e até cenas em câmera lenta!). Em Quem Matou Rosemary?, novamente o diretor faz um bom trabalho, concebendo algumas interessantes cenas de suspense – como Pam fugindo do assassino no dormitório de estudantes e encontrando todas as portas trancadas pelo caminho, ou uma longa seqüência que se passa no cemitério, quando o espectador chega a ficar ansioso para ver o que há dentro de um caixão desenterrado (no túmulo de Rosemary, obviamente).

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Se o roteiro não tem grandes novidades em comparação aos vários slasher movies feitos a partir daí, por outro lado tem alguns “contra-clichês”. Por exemplo, em uma cena, a mocinha anda de costas… e pessoas que andam de costas normalmente são vítimas fáceis do assassino, não é verdade? Mas quem surge às suas costas no filme é um amigo, que lhe dá o maior susto e ainda brinca: “O que você está fazendo andando de costas?”. E realmente, você já viu alguém andar de costas fora dos filmes de terror? Outro contra-clichê é poupar da matança um encrenqueiro bêbado que quer briga com todo mundo (normalmente, os valentões são os primeiros a morrer em slasher movies).

E há ainda a honrosa participação de atores veteranos, como Lawrence Tierney e Farley Granger, que mesmo com pouco tempo em cena, emprestam um certo ar de dignidade ao filme – que a série Sexta-Feira 13, por exemplo, nunca teve.

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Outra atração é o final, quando o diretor não dispensa o clássico “último susto“: o espectador pensa que tudo acabou e, de repente, leva o maior cagaço! A novidade é que este último susto é em forma de pesadelo, ao estilo Carrie, A Estranha, sem a participação do assassino. Chega a lembrar o fim de Sexta-Feira 13, e realmente funciona, pois pega o espectador de surpresa!

Resumindo: Quem Matou Rosemary? é um filme divertido, um “nota sete” daqueles que você pode assistir sem medo de ter que apelar para o fast foward. E surpreende, mesmo quem acha que já viu de tudo no gênero. Não é um clássico do horror, nem mesmo um clássico entre os slasher movies. Mas vale a pena e não deveria ser um título tão obscuro no Brasil.

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Felipe M. Guerra

Felipe M. Guerra

Jornalista por profissão e Cineasta por paixão. Diretor da saga "Entrei em Pânico...", entre muitos outros. Escreve para o Blog Filmes para Doidos!

15 comentários em “Quem Matou Rosemary? (1981)

  • 20/12/2019 em 10:46
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    Boa dica, eu não senti interesse quando vi ele no catálogo da Darkflix, mas lendo seu resumo eu irei assisti-lo esse final de semana.

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  • 06/11/2017 em 12:54
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    esse filme tem algo a ver com o bebe de rosemary?

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  • 04/10/2017 em 10:03
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    alem de eu achar Muito Bacana esse filme, uma hora da vontade de brincar e editar a capa e escrever Dia dos Namorados Macabro 2, embora o Assassino desde filme acima(Quem Matou Rosemary) é bem mais violento mas em alguns momentos a roupa lembra o Assassino do dia dos Namorados eu até me admirei não terem colocado como Marketing,o nome desse filme, assim por que pra quem ja colocou um Halloween 3 sem Michael Myers, poderiam tentar fazer essa sacada, por fim outra perola dos anos 80 que vale a pena Curtir embora muita gente esculacha como Trash ou Slasher que é um nome que chama a atenção na minha opinião sempre vai ser uma época que os filmes eram melhores!!!

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  • 05/12/2016 em 23:37
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    Caí na besteira de acreditar que o filme merecia ser assistido. Me arrependi. É péssimo. Roteiro bobo, musiquinha repetitiva e irritante. Concordo apenas que dá pra tirar soneca e que as cenas são cruas, mas de uma crueza ridícula e artificial assim como o tal assassino na sua roupa e forca de jardineiro breguíssimas.

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  • 08/06/2016 em 16:50
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    Acabei de assistir o filme. Vale muito a pena a conferida. Realmente o que se destaca são as mortes, porém elas são em pouco numero e o final desagrada bastante (quando o vilão é revelado e nada explicado). Fiquei com o sentimento de que é mais um filme com grande potencial mas que foi desperdiçado, poderia ser bem melhor, mas está acima da média (bem pouco, mas está acima). Mas para quem é fã de slasher vale a pena assistir.

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  • 21/09/2015 em 16:47
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    Realmente, as cenas dos assassinatos são muito bem realizadas, principalmente a do rapaz que tem a cabeça perfurada com a lâmina de baioneta, a cena é perfeita!!!!

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  • 02/07/2015 em 15:18
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    Procuro até hoje na rede algum lugar para assistir ou fazer dowload nunca acho…mas não desisto!

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  • 16/03/2015 em 19:27
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    com tantos elogios e o pessoal empolgado digitando tão bem sobre o filme até eu fiquei com vontade de assistir e saber quem matou a Rose?!?

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  • 12/07/2014 em 21:01
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    Ainda vou procurar “Quem matou Rosemary”. Mas encontrei “Chamas da Morte” no youtube e descobri dois detalhes interessantes sobre este último: Foi exibido na antiga sessão das dez do sbt com o título: “A Vingança de Cropsy” e eu pude reconhecer entre os campistas o ator Jason Alexander ( Uma Linda Mulher, O Amor é Cego, série de tv Seinfeld) que creio ter começado a perder cabelos cerca de oito anos depois desse filme. Vou ver pra saber se ele é uma das vítimas ou simplesmente desaparece do filme sem qualquer explicação.

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  • 25/03/2014 em 16:53
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    Comprei mês passado no Site das Americanas (DVD DUPLO)…, e olha, eu adoro esse filme! PQP…, como é bom ver essa resenha aqui. Nossa! Os assassinatos deixam os cabelos em pé…, pq, vamos levar em conta: O cara mata com requintes de maldade mesmo…, e ali na sua frente, tudo ON SCREEN!!!!
    Muito bom ver e rever o filme…, mostrar para amigos e escutar depois: cara, que filme é esse? Muito melhor dos filmes que saem no cinema hoje… Essa foi uma época muito boa…, muito boa mesmo! Parabéns pela Crítica e Resenha.

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  • 25/03/2014 em 09:17
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    vou procurar pra assistir 🙂

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  • 23/03/2014 em 12:20
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    O slasher mais violento q já vi! Tenho o DVD e me alegro muito por ter esta pérola. Um dos meu favoritos.

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  • 23/03/2014 em 01:50
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    ” Quem matou Rosemary ? ” obra sanguinolenta que merece respeito e mais atenção , slasher que surpreende qualquer um que o assiste , pra mim um dos melhores slashers da década de 80 . Injustamente desconhecido por muita gente , mais por mim não , tenho essa obra-prima em dvd original na minha coleção .

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    • 23/03/2014 em 13:39
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      eu também tenho em dvd ,este não deve faltar nas nossas estantes..

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  • 22/03/2014 em 21:20
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    clássico! gostei mais de quem matou Rosemary ? de que sexta -feira 13 parte 4 porém do mesmo diretor joseph zito..o artigo está show ,esta galeria de assassinos menos ilustres está d+

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