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Nikos the Impaler
Original:Nikos the Impaler
Ano:2003•País:Alemanha
Direção:Andreas Schnaas
Roteiro:Andreas Schnaas, Ted Geoghegan
Produção:Christian Becker
Elenco:Joe Zaso, Felissa Rose, Andreas Schnaas, Antonio Tomahawk, Frank Franconeri, Daniel Alvaro, Mike Marino, Hugh C. Daly, Erotida Cruz, Fred Cerniglia, Abbandandolo BrendaJoseph Michael Lagana

Qual foi a maior ameaça que já atingiu Nova York, além, é claro, do famoso atentado terrorista de 11 de setembro de 2001? Será que foi King Kong, escalando o Empire State (na versão dos anos 30)? O Godzilla, do remake americano dirigido por Roland Emmerich? O conhecido serial killer Jason Voorhees, no péssimo Sexta-feira 13 Parte 8: Jason Ataca em Nova York? A onda gigante que inunda a metrópole em O Dia Depois de Amanhã? Pode esquecer… Certamente, um dos maiores perigos que a chamada “Big Apple” já enfrentou não se refere a monstros, macacos gigantes e muito menos condições climáticas; é, isso sim, um psicopata imortal, que também não é a bicha do Jason, mas um bárbaro morto na Romênia no ano de 1002, chamado Nikos, O Empalador, que voltou à vida e dedicou-se a exterminar qualquer um que cruze seu caminho.

Esta trama absurda e divertida é o fiapo de história que justifica a existência de Nikos, the Impaler, um divertido e engraçadíssimo filme amador e independente, que mostra o que Sexta-feira 13 Parte 8 poderia ter sido se o roteiro fosse um pouquinho mais inspirado.

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E por falar em Sexta-feira 13 Parte 8, quem é que nunca se decepcionou com esta porcaria? O subtítulo e o cartaz indicam que Jason, um assassino-zumbi imortal, iria atacar em Nova York, uma grande metrópole que já tem muitos outros problemas para se preocupar (superpopulação, pobreza, alta criminalidade, drogas, gangues, etc etc.). Infelizmente, o roteiro medíocre deste slasher movie feito em 1989 colocou Jason num barco a caminho de Manhattan durante uma hora do filme, fazendo com que ele caminhe pelas ruas da famosa cidade apenas nos 20 minutos finais. E, no cúmulo da enganação, as cenas foram filmadas no Canadá, não em Nova York! Eu adoraria ver Jason enfrentando os paranoicos nova-iorquinos, policiais, mendigos, gangues e outros habitantes da cidade grande, mas ele passa o filme inteiro atrás de um casal de adolescentes de Crystal Lake que sobreviveu ao massacre que ele fez no barco onde estava de “carona“.

Nikos, the Impaler entrega aquilo que promete: da primeira à última cena, somos levados a acreditar que um bárbaro com mais de mil anos de idade está caminhando tranquilamente pelas ruas da metrópole, invadindo cenários típicos de cidade grande (cinema, academia de ginástica, videolocadora, bar gay) para assassinar violentamente seus habitantes. Ou seja: justamente o filme que Sexta-Feira 13 – Parte 8 poderia ter sido. E isso que a oitava aventura de Jason tinha um grande estúdio por trás (a Paramount) e um orçamento muito maior que o de Nikos, the Impaler. Este, que é uma produção independente rodada em 2003, custou 65 mil dólares (uma merreca!!!) e foi totalmente filmado com câmera digital. E, mesmo assim, dá de dez a zero no seu concorrente, e ainda consegue ser mais violento que os dez filmes do Jason JUNTOS!

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Nikos, the Impaler é um filme do diretor alemão Andreas Schnass, conhecido por seu trabalho amador, normalmente filmado com câmera digital e com orçamento muito reduzido. Para os brasileiros, seu nome diz pouco ou nada – infelizmente, nenhum filme de Schnass foi lançado por aqui. Por isso, vamos dizer que o cineasta alemão é mais ou menos o que seriam os diretores amadores tupiniquins Petter Baiestorf e Fernando Rick, conhecidos por suas tramas absurdamente sangrentas, se tivessem mais dinheiro e uma produção melhorzinha. Schnaas pertence a uma longa galeria de diretores extremos que trabalham na Alemanha, ao lado de Olaf Ittenbach (Premutos, Lua Sangrenta), Jörg Buttgereit (Nekromantik) e muitos outros que, pra variar, não têm seus filmes lançados comercialmente no Brasil. Andreas começou a filmar em 1987, direto em vídeo, quando lançou tranqueiras como Violent Shit e Zombie 90: Extreme Pestilence, sempre aliando atores amadores, total indigência cinematográfica e efeitos especiais tão sangrentos quanto toscos. O primeiro passo mais ambicioso do diretor veio em 1999, quando ele rodou Antropophagous 2000, refilmagem do “clássico” italiano dirigido por Joe D’Amato. Já em vídeo digital, este remake também tinha um elenco um pouco acima da “média Schnass de qualidade“, formado por atores de novelas da Alemanha.

O diretor nunca parou de trabalhar e Nikos, the Impaler é sua primeira obra totalmente filmada nos Estados Unidos, com elenco americano e falada em inglês. Claro que não é lá filme para se levar muito a sério: mesmo que Schnaas já trabalhe com uma qualidade melhor, seus filmes continuam na linha “quanto pior, melhor“, com efeitos exageradamente violentos e pra lá de toscos, que nem sempre funcionam. A bem da verdade, o roteiro é uma desculpa para amarrar uma coleção de mortes variadas. Em 100 minutos, 45 pessoas (!!!) morrem on-screen, das mais variadas formas. Porém, como as cenas apelam para a extrema violência com efeitos bem baratos e nem sempre realistas, Nikos, the Impaler acaba se transformando numa “comédia gore” no estilo Fome Animal ou The Toxic Avenger. Resumindo: é impossível se assustar; mas, em compensação, é facílimo rolar de rir.

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A trama começa em tom de sépia, na Romênia de 1002, quando os romenos, milagrosamente, falam inglês. Pelo que se entende dos diálogos (os atores falam baixo e o som está péssimo neste prólogo), o infame bárbaro conhecido como Nikos, O Empalador, acusado de matar mais de três mil pessoas (!!!), acabou de ser aprisionado pelos governantes da vila e é condenado à morte. Antes que a pena capital lhe seja aplicada, porém, Nikos (que é interpretado pelo corpulento diretor Schnass) ainda encontra forças para arrancar a pele do rosto de um de seus algozes. Isso até ter o bucho aberto com uma espadada, o que faz com que suas tripas saiam e se espalhem pelo chão. Num momento diretamente chupado de Antropophagous, antes de morrer, Nikos ainda tenta agarrar os próprios intestinos e se auto-devorar. Mas não adianta, e ele parte para o inferno entre juramentos de voltar para se vingar.

O filme então dá um salto no tempo até a Nova York dos dias atuais. Numa sala de aula pra lá de bagaceira (porque o orçamento do filme não foi, obviamente, investido em cenários!!!), o professor Frank Heller (Joe Zaso, também produtor) está dando uma aula sobre a história da Romênia (que conveniente!). Mais particularmente, Heller está contando aos seus alunos sobre a lenda de Nikos, um sujeito tão sádico e sanguinário que transformou outro célebre personagem romeno, Vlad Tepes, em um santo. Para quem não sabe, Tepes, que muitos alegam ter existido mesmo, seria o personagem histórico que inspirou as lendas sobre vampirismo e sobre o Conde Drácula.

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Heller aproveita, também, para divulgar uma exposição chamada “Os Horrores da Romênia“, que inicia naquela noite no Museu Bancroft. Ele convida os alunos a participar do evento, prometendo pontos extras para todos. Três deles aceitam: a CDF Daisy (Brenda Abbandandolo), que é fascinada pela cultura romena – e, aparentemente, também pelo professor -, e os amigos Pete (Joseph Michael Lagana) e Ryan (Joe Lattanzi), que vão apenas pela nota extra e pela possibilidade (remota) de transar com Daisy. Mas a exposição também reúne uma verdadeira fauna de personagens, como a professora Sandra Kane (Felissa Rose, uma das únicas atrizes profissionais do elenco), um casal de gays, um mal-humorado crítico de arte, um casal de idosos e até um ladrão, que foi contratado para roubar relíquias do museu!

Todos se encontram na ala em que a exposição está sendo realizada, e após uns cinco minutos onde nada acontece – além das explicações de Daisy sobre a lenda de Nikos e sobre suas promessas de voltar da morte -, o filme se entrega rapidamente à sangreira gratuita. O tal ladrão está fuçando no depósito do museu e é alvejado por um dos seguranças; seu sangue escorre sobre uma caixa, onde foi guardado o elmo de metal que Nikos, O Empalador, usava em vida. Estas gotas de sangue, como todos nós fãs de filmes de horror bem sabemos, são mais do que suficientes para trazerem o maligno bárbaro de volta à vida. E então ele passa o restante do filme esquartejando violentamente todos os outros visitantes da exposição.

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O filme não poupa nada nem ninguém. Até mesmo o casal de idosos é brutalmente esquartejado on-screen, e Nikos usa sua longa espada para fazer um variado número de estragos no corpo de suas vítimas: abre o peito de uns, fazendo as tripas caírem no chão; decepa a cabeça de uns quantos; arranca o braço de outros, e chega a cortar pessoas ao meio! Quando parece que o massacre vai se resumir à área do museu, aí é que o filme começa a realmente viajar. Os três únicos sobreviventes da matança – Heller, Sandra e Daisy – fogem pelo teto do museu e Nikos vai atrás, chegando às ruas movimentadas de Nova York. A partir daí, ele encontra todo tipo de vítimas para matar nos mais variados ambientes, já citados anteriormente (o mais impagável é um bar repleto de lésbicas), e ainda enfrenta sem medo boa parte da polícia de Nova York, sempre com os “heróis” em seu encalço, tentando encontrar uma forma de destruir o bárbaro para sempre.

Nikos, the Impaler é uma grande bobagem. Não tem como não dar risada ante a visão de um cara vestido de bárbaro (incluindo armadura, elmo, luvas de metal e uma longa e ensanguentada espada) andando pelas ruas de Nova York, atrapalhando o trânsito e misturando-se ao cenário. Em algumas cenas, Schnaas chega a usar tomadas aéreas de Nova York para dar o contraste; e em um momento inspirado, Nikos mata sua enésima vítima a espadadas enquanto a câmera se afasta para enquadrar os arranha-céus que compõem a paisagem da metrópole! Uma verdadeira aula para os realizadores do fraquíssimo Jason Ataca em Nova York! Claro que, a exemplo de seu amigo Jason, Nikos também conta com a super-força como arma além de sua longa espada. Isso porque o bárbaro arranca braços e corações com facilidade, e ainda dobra pessoas ao meio como se fossem de papelão!

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À primeira vista, o roteiro de Ted Geoghegan parece se resumir a uma sequência de mortes violentas, uma atrás da outra. E na maior parte do tempo é assim mesmo. Tanto que às vezes chega a encher o saco, até pela falta de desenvolvimento dos personagens – muitos aparecem em cena por dois segundos antes de serem sumariamente esquartejados. Além disso, o repeteco de algumas mortes (como as decapitações) incomoda, pois o efeito acaba ficando batido depois da quarta vez em que é mostrado. Em compensação, Geoghegan contorna estes defeitos com algumas boas tiradas. Logo que saem do museu, por exemplo, os heróis correm para avisar a polícia. Heller diz: “Policial, socorro! Alguém está tentando nos matar!“. Com a maior tranquilidade do mundo, o policial responde: “Ora, estamos em Nova York“! Outro diálogo inspirado é quando Sandra entra no bar de lésbicas atrás de Nikos, que ela viu passar por ali anteriormente. “Estou procurando por um homem“, diz ela à barman sapatona, apenas para ouvir: “Olha querida, você entrou no lugar errado“. hahahahahaha

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O filme ainda reserva algumas surpresas para o ato final, quando Nikos sai do museu para barbarizar em Nova York. Na visita a uma academia de ginástica, por exemplo, há uma rápida participação, no esquema “entra muda e sai calada“, da gostosíssima atriz de pornôs softcore Darian Caine, que protagoniza a tradicional cena gratuita de nudez, aparecendo completamente pelada no banho antes de ter um dos seios arrancado por Nikos. Outra participação especial é de Lloyd Kaufman, o diretor da produtora de trash movies Troma, que aparece numa locadora tentando convencer um mané a alugar filmes como Terror Firmer e Sargent Kabukiman (todos da Troma, claro). O tal mané pega um dos filmes e pergunta: “Este aqui tem aquela atriz gostosa, Debbie não-sei-o-quê, que aparece em Tromeu e Julieta?“. Ironicamente, a tal atriz gostosa, que se chama Debbie Rochon, está ao seu lado na mesma cena, em outra participação especial. E como trash pouco é bobagem, o próprio Lloyd Kaufman se transforma em vítima de Nikos, tendo a garganta cortada pelo assassino!!! E sobram muitas outras citações trash, como quando Nikos invade um cinema que está exibindo dois filmes anteriores de Andreas Schnaas, Zombie Doom e Demonium, e o porteiro do local simplesmente diz: “Estamos exibindo umas porcarias vindas da Alemanha, por isso temos pouco público hoje“. hahahahahaha

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Nikos, the Impaler perde um pouco a graça nos 20 minutos finais, quando parte para o vale-tudo assumido, enfraquecendo o programa. Neste momento, por exemplo, Nikos deixa de ser um bárbaro selvagem para revelar-se um poderoso feiticeiro, soltando raios de sua espada (argh!) para explodir carros nas ruas de Nova York e também para trazer de volta à vida uma dupla de ninjas, uma vampira, um zumbi e até Adolf Hitler e sua amante Eva Braun, num momento forçado e completamente dispensável da trama!

Claro que num filme como esses, que privilegia a violência absurda, num espetáculo para iniciados em gore, a ênfase é na sangreira. E os efeitos especiais variam do eficiente ao simplesmente ridículo. Num dos momentos mal-feitos, o zumbi criado por Nikos leva um tiro na cabeça; sangue esguicha por trás, mas nem um furinho mínimo aparece na frente, onde a bala supostamente “entrou“!!! Já as cenas onde pessoas são cortadas ao meio ou fatiadas pela longa espada de Nikos são generosamente sangrentas, porém acabam provocando mais risos do que nojo, no velho esquema Fome Animal. Um dos grandes méritos da produção é não encher o filme com trilha sonora calcada em metal pesado, como normalmente acontece nestes trash amadores. Aqui, os realizadores preferiram uma trilha sonora original, mais apropriada ao clima do filme. E a frase no cartaz também é divertida: “A Big Apple tem um novo imigrante e um grande problema“.

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Como se trata de uma produção bagaceira, Nikos, the Impaler foi filmado nas ruas sem qualquer autorização. Em um dos momentos mais marcantes, que não estava no roteiro e foi improvisado, Nikos atravessa uma rua pela faixa de pedestres enquanto rosna e ergue sua espada para os carros que estão ali parados, esperando pelo sinal verde no semáforo. Todos os motoristas nesta cena são pessoas comuns, e não atores, que deram azar de estar passando por ali naquele momento. Porém, ironicamente, ninguém parece ter estranhado muito o fato de um cara vestido de bárbaro estar cruzando a rua em frente aos seus carros. Segundo uma entrevista com o diretor Schnaas, a única reação que esta cena provocou foi a do balconista de uma loja de conveniência, que ficava nas proximidades: ele se assustou com a roupa de Nikos e com a espada, telefonando rapidamente para a polícia.

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Justamente por ser uma produção independente, Nikos, the Impaler nunca teve um lançamento decente nos Estados Unidos. Não chegou aos cinemas e foi mal-distribuído pelos próprios produtores em DVD – numa jogada de marketing, eles lançaram uma edição limitada em 6.666 discos. A qualidade de som e imagem é razoável (em algumas cenas não se entende o que os atores falam, principalmente naquelas filmadas ao ar livre, em ruas movimentadas), e o DVD tem extras como a cena de banho de Darian Caine em versão uncut (com 7 minutos de duração!!!). Aqui no Brasil o filme não deve chegar nunca (até porque nenhuma das outras obras de Schnaas foi lançada por aqui). Mas, felizmente, Nikos, the Impaler pode ser facilmente baixado pela Internet, graças a programas como o torrent.

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Nikos, the Impaler é um filme que, de forma alguma, pode ser levado a sério, trash no melhor sentido do termo, absurdo e ridículo até a medula, e por isso mesmo muito engraçado. Mas há muito para ver, das mortes sangrentas às participações especiais – inclusive a de Felissa Rose, que os fãs de horror vão reconhecer como a assassina Angela do famoso slasher movie Sleepaway Camp, de 1983; sua participação numa produção amadora, como essa, é uma verdadeira surpresa, mas também prova que Felissa é uma atriz polivalente, que não se recusa a participar tanto de filmes “normais” como de tralhas como esta!

É claro que a maioria vai odiar e dizer que o filme não passa de uma coletânea de cenas sangrentas, mas não é cinema. Estes críticos estão certos: talvez não seja, mesmo, cinema. Mas qualquer pessoa que esteja trabalhando com cinema amador e pensa em investir nisso precisa (e ressalto o PRECISA) ver Nikos, the Impaler para ter uma ideia daquilo que chamam de “a magia do cinema“. Afinal, quando você vê um bárbaro romeno de mil anos de idade matando nova-iorquinos dos dias atuais com sua longa espada, e sabendo que “isso” foi feito com uma merreca de orçamento, não tem como não ficar com vontade de dirigir seu próprio filme à la Nikos. E isso é cinema. Então, divirta-se!

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2 Comentários

  1. Morta chamando o jason de bicha. aaaaaaaaa KKKKKKKK

  2. ” NIKOS The Impaler ” é um gorefest que só pode ser apreciado por um gorehound e eu sou um , e quem não é vai achar um milhão de defeitos e odiar o filme e dar uma nota ridícula dessa que foi dada ou até mais baixa .
    Pra mim esse filme é uma pérola assim como todos os filmes de Andreas Schnaas incluindo os que você não citou que são vários .
    Eu posso dizer que sou um Gorehound de muita sorte pois destes 6.666 DVDs lançados do filme eu sou um que o conseguiu e tenho muito orgulho disso . Mais não só de ter o ” NIKOS The Impaler ” mais sim ” todos ” os filmes de Andreas Schnaas na minha enorme coleção e isso é pra poucas pessoas !

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