
![]() Alone in the Dark 2 - O Retorno do Mal
Original:Alone in the Dark II
Ano:2008•País:EUA Direção:Michael Roesch, Peter Scheerer Roteiro:Michael Roesch, Peter Scheerer Produção:Uwe Boll Elenco:Bill Moseley, Danny Trejo, Jason Connerya, Lance Henriksen, Natassia Malthe, Rachel Specter, Ralf Moeller, Rick Yune, Zack Ward |
Uwe Boll é um cineasta alemão conhecido por seus filmes ruins, principalmente adaptando histórias dos games para as telas. House of the Dead (2003) é uma das principais porcarias que ele dirigiu e que o tornou conhecido pelo público estabelecendo sua fama negativa. Em 2005, ele lançou Alone in the Dark, outra tranqueira desnecessária, a qual recebeu três anos depois uma sequência, dessa vez apenas produzida por Boll, e dirigida por Michael Roesch e Peter Scheerer.
Em Alone in the Dark 2: O Retorno do Mal (subtítulo nacional idiota e dispensável, como sempre), lançado no Brasil em DVD pela FlashStar, o detetive do sobrenatural Edward Carnby (Rick Yune, no filme anterior o papel foi de Christian Slater), envolve-se novamente numa trama sinistra repleta de mistérios e elementos fantásticos, com uma adaga mágica que mata a alma, não o corpo e uma bruxa centenária que está atrás do artefato, dizimando o que encontra pela frente. Tem a participação de Lance Henriksen (para mim ele é uma espécie de JohnP. J. Soles Carradine moderno, um ator com uma imensa filmografia, boa parte dela voltada para filmes de horror), o canastrão Danny Trejo, de Um Drink no Inferno (1996), Bill Moseley, de O Massacre da Serra Elétrica 2 (1986), Michael Paré, da bagaceira Komodo vs. Cobra (2005), e a veterana alemã P. J. Soles, que foi uma das colegas de Jamie Lee Curtis no clássico Halloween (1978).
Apesar da presença de coadjuvantes que despertam interesse, a história é tão fraquinha e ingênua que o maior desafio para o espectador é não dormir no meio do filme. A tal adaga com poderes sobrenaturais não tem a menor graça e a velha bruxa (interpretada por Lisette Bross) está perdida no meio de tanto CGI e não consegue estabelecer tensão em suas cenas. É pena que Lance Henriksen esteja perdendo seu tempo em filmes tão dispensáveis.



se o 1 já é ruim,imagina esse.