
![]() Damien: A Profecia II
Original:Damien: Omen II
Ano:1978•País:EUA Direção:Don Taylor Roteiro:Harvey Bernhard, David Seltzer, Stanley Mann, Mike Hodges Produção:Harvey Bernhard Elenco:William Holden, Lee Grant, Jonathan Scott-Taylor, Robert Foxworth, Nicholas Pryor, Lew Ayresm Sylvia Sidney, Lance Henriksen, Allan Arbus, Meshach Taylor |
por Matheus Ferraz
A Profecia 2 é o típico filme para enganar bobo. Se você assistir sem muito critério, vai pensar que está diante de um filme complexo, inteligente e cheio de camadas. Ele contém diversos elementos que sugerem uma obra melhor do que realmente é: intrigas corporativas, dilemas familiares, perda de inocência e um bocado de outras coisas que fazem parecer que o roteiro foi escrito por Oliver Stone. O problema é que estes enfeites estão lá apenas para camuflar um slasher sobrenatural bem bobinho e repetitivo.
A história começa logo depois do fim do primeiro filme. O velho Bugenhagen (mais uma vez interpretado por Leo Mckern), ainda na cidade de Meggido, recebe a notícia do destino de Robert Thorn, e chama o seu amigo Michael (Ian Hendry), um arqueólogo que também vive lá, e explica o que nós já sabemos: Damien Thorn é o filho do diabo, e deve ser destruído. Para provar, Bugenhangen leva Michael a antigas ruínas onde está um retrato do Anticristo idêntico ao jovem Damien. Mas antes que eles saiam do subterrâneo, as forças demoníacas, simbolizadas por um misterioso corvo, fazem com que a galeria desabe e os soterre vivos, numa cena sufocante.
Corta para sete anos mais tarde. Damien (desta vez interpretado por Johnathan Scott-Taylor), agora adolescente e vivendo com seu tio Richard (o grande William Holden, bem acabadão), sua tia Ann (Lee Grant) e o primo Mark (Lucas Donat). Richard, que é irmão do personagem interpretado por Gregory Peck no filme original, é o dono do vasto império das Indústrias Thorn, e agora está criando Damien como seu filho.
Quando reencontramos Damien, ele parece um garoto normal e feliz. Ele e Mark estudam em uma academia militar, e estão no casarão da família para passar o fim de semana. Lá está também a sua tia Marion (Sylvia Sidney), uma velha rabugenta que odeia Damien, pressentindo que há algo de muito errado com o rapaz. Ela exige a Richard que afaste Damien de Mark, ou do contrário irá privá-lo de sua parte no testamento. Ann acha a ideia um absurdo, mas não precisa se preocupar por muito tempo, pois naquela mesma noite Marion recebe a visita do corvo, e morre de um ataque no coração.
A partir daí, uma miríade de personagens invade a trama. Alguns são vitais para a história, como Paul Buher (Robert Foxworth) um inescrupuloso empresário que se revela um satanista, e Charles Warren (Nicholas Pryor), um amigo de Richard que acaba enlouquecendo quando descobre a verdade sobre Damien. Já outros apenas parecem ter alguma importância, mas na verdade só servem para compor novas cenas de morte. Entre estes se encontram Bill Atherton (Lew Ayres), um amigo da família, e Joan Hart (Elizabeth Shepherd), uma repórter enxerida que surge para provar as teorias de Bugehangen, e acaba tendo uma morte ridícula ao ser atacada pelo corvo e atropelada por uma carreta.
As falhas do filme são evidentes. O roteiro é totalmente formulaico: alguém começa a descobrir a verdadeira identidade de Damien, tenta avisar aos outros, sofre um acidente e morre. Dez minutos depois, idem. Vinte minutos depois, a mesma coisa. Algumas mortes são fraquinhas, já outras são extremamente criativas, com destaque absoluto para a morte do médico no elevador. Aliás, fica até esquisito imaginar que tanta gente relacionada morra de forma violenta em tão pouco espaço de tempo, e mesmo assim ninguém resolva fazer uma investigação formal.
Outro detalhe que incomoda é a forma como o roteiro nos mostra que Bugenhagen trabalhava para as Indústrias Thorn. Não que seja exatamente um furo, mas é uma coincidência COLOSSAL que a pessoa com maior conhecimento sobre o Anticristo trabalhasse justamente para a empresa da qual o Anticristo é herdeiro.
A parte mais interessante acaba sendo o relacionamento de Damien com seu meio irmão Mark, e as suas cenas no colégio militar. O seu sargento encarregado é interpretado por Lance Henriksen, que infelizmente é sub-aproveitado, e possui uma estranha relação com o garoto. Uma das melhores cenas do filme é aquela em que Damien demonstra seus conhecimentos para um professor arrogante, assim como aquela em que descobre a sua origem, e seu medo em assumir quem é. Quem diria que a figura do filho do demônio serviria como metáfora para as incertezas da juventude?
Assim como o filme original, A Profecia 2 merece ser visto, mas não é nenhuma obra prima. Mas mesmo com os seus defeitos, o original possuía uma qualidade tétrica ausente neste aqui. O resultado é um filme mais vulgar, e pouco memorável, e que perde a força justamente por não ousar mais, e investir apenas na matança por matança.





Não gosto do terceiro filme, pois possui uma falha de roteiro que, a meu ver, estraga a obra : nos filmes anteriores é dito que a única maneira de se matar Damien é cravar as SETE ADAGAS, numa ordem pré estabelecida, no peito dele. Porém, no terceiro filme, cada monge encarregado de assassiná-lo fica com uma adaga somente e cada um tenta, de maneira totalmente aleatória fazê-lo, contrariando assim o argumento CLARAMENTE ESTABELECIDO nos filmes anteriores.
Não concordo com a resenha. É um ótimo filme, apesar de inferior ao primeiro. Mesmo assim, é muito bom.
A profecia 2.
Pra mim foi o melhor.
Ja assiste esse filme no intercine da GLobo!gostei do filme.o moleque com essa carinha poderia ser um “SOn devil boy alegre!!e so pegar um crucifixo e bater na cara desse moleque que ele deixa de ser perigoso!!!
Eu gosto de todos os três compare com os três filmes do exorcista e verá que os filme não divergem muito um do outra até a fotografia dos filmes e parecida isso não acontece em o exorcista cada filme tem uma imagem diferente esse pelo menos e honesto tem as mortes bons efeitos enfim eu clássico o filme passava muito na Record Eno cine trash até na globo passou menos o terceiro filmes
AINDA NÃO VI,MAS QUERO.