Carmilla e A Morta Apaixonada: últimos dias para apoiar a campanha!

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As editoras Wish e Clepsidra se unem em uma parceria inédita para um especial vampiresco! A dupla vai lançar os clássicos Carmilla, do irlandês Sheridan Le Fanu, e A Morta Apaixonada (1836), do francês Théophile Gautier. A campanha de financiamento do projeto pelo Catarse está entrando em sua última semana!

Carmilla, um dos maiores marcos da ficção gótica vitoriana, foi publicada pelo irlandês Le Fanu entre 1871 e 1872. Com forte teor homoafetivo, a novela influenciou obras posteriores, incluindo até mesmo Drácula (1897). A tradução e a introdução do livro ficam por conta de Carlos Primati, editor, tradutor, crítico e pesquisador de cinema fantástico.

E se aquela sombra no canto do quarto fosse mais que uma sombra? E se ela se afeiçoasse a você, passando a desejar não apenas o seu sangue, mas algo… além? Em um castelo isolado nas profundezas da Estíria, Laura leva uma vida solitária, tendo apenas seu pai doente como companhia. Até que, numa noite de luar, uma carruagem aparece carregando uma convidada inesperada – a bela Carmilla.

A Morta Apaixonada foi publicado em 1836, como uma “resposta vampírica a um dos temas fundadores da literatura fantástica francesa, o do ‘diabo enamorado’”. A noveleta de Gautier “propõe uma completa subversão da tradição dos vampiros aristocráticos e fatais”. O livro tem tradução e introdução de Bruno Anselmi Matangrano, bacharel, mestre e doutor em Letras pela USP.

Um jovem padre vive na moderação do celibato e da castidade, mas nada poderia prepará-lo para a maior tentação de todas: um amor recíproco, avassalador e sincero, capaz de vencer a morte e encher sua existência de delícias, ao custo de apenas algumas porções do seu sangue…

Tanto Carmilla como A Morta Apaixonada contarão com ilustrações da artista visual Caroline Murta. Os livros ainda trarão contos extras e conteúdos especiais a cada meta estendida batida (e já são várias!). Para apoiar até o dia 16 de novembro, acesse o link no Catarse!

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Silvana Perez

Escolheu alguns caminhos errados e acabou vindo parar na Boca do Inferno. Ainda fala de feminismos no Spill the Beans e de ciclismo no Beco da Bike.

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