Não oferece nada que justifique suas duas horas de duração. Não há inovação visual, não há profundidade emocional, não há sustos eficazes, não há personagens memoráveis, não há temas desenvolvidos além de conceitos. É exercício de mediocridade que ocasionalmente flerta com incompetência técnica, produto de fórmula seguida mecanicamente sem inspiração ou paixão.Continue lendo…

O Ritual segue o ritual das produções do subgênero possessão demoníaca, sem esquecer do vômito verde e do contorcionismo. Se tivesse sido feito em 1928, talvez pudesse justificar a realização, mas como é uma produção recente, é o tipo de exorcismo que não vale a pena acompanhar.
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