O Pranto do Mal (2024)
Melancólico e pessimista na maior parte de sua duração, terno e doce em alguns preciosos momentos, o longa parece lançar um desafio a um mundo patriarcal cada vez mais em frangalhos.Leia Mais
Melancólico e pessimista na maior parte de sua duração, terno e doce em alguns preciosos momentos, o longa parece lançar um desafio a um mundo patriarcal cada vez mais em frangalhos.Leia Mais
O filme realmente poderia ser um conto intrigante se conseguisse manter o ritmo inicial. Infelizmente, decisões erradas enterraram a produção, e o resultado final é esquecível.Leia Mais
Muito mais complicado do que precisava ser — ou talvez mais simples do que o necessário —, A Grande Inundação encontra sua melhor definição naquela expressão que costumamos usar diante de algo que não agrada, mas também não ofende: “nhé”.Leia Mais
Mesmo não estando entre os destaques da filmografia perversa de Fulci, Uma Sobre a Outra é um de seus roteiros preferidos pela própria estrutura eficiente de manipulação do espectador, contando com as ótimas atuações de Jean Sorel e da versátil Marisa Mell.Leia Mais
Em processo evolutivo e envolto em estranhezas como é habitué na franquia, Extermínio 4 traz encontros e reencontros enquanto consolida as verdadeiras ameaças de um mundo apocalíptico!Leia Mais
Longe de ser perfeita, a primeira temporada de Buffy é um pontapé inicial curioso, com apresentação de personagens e do formato da série. Poderia ter efeitos melhores, sair um pouco da condição trash como acontece em alguns momentos na concepção do louva-deus e da hiena, mas diverte como ponto de partida, fazendo com que os fãs de horror e vampiros anseiem por mais.Leia Mais
Distante dos melhores trabalhos de Romero, ainda tem importância em sua trajetória cinematográfica, mostrando versatilidade além das temáticas apocalípticas.Leia Mais
No Reino Animal cinematográfico dos macacos assassinos, Link ocupa um espaço nas fileiras da frente. Não que seja um exemplar tenso ou que possa ter servido de alguma inspiração para o gênero, mas por se tratar de uma produção bem realizada, dirigida por Richard Franklin, de Patrick (1978) e Psicose 2 (1983).Leia Mais
Clássico da saudosa Sessão da Tarde da TV Globo, da época quando ainda eram exibidos filmes antigos e divertidos. O Mundo Perdido é uma aventura com elementos de ficção científica e humor, onde o destaque é a forma como são mostrados os dinossauros.Leia Mais
Sem surpreender, Holly traz um King confortável pela força de sua personagem principal. Talvez seja por isso que o livro dificilmente poderia ocupar posições mais elevadas de seu repertório literário, pela dependência absoluta na força investigativa da detetive, além de seu evidente carisma.Leia Mais
É um Filme B, com armadura trash, voltado para os fãs do Duende e de bagaceiras que não fazem sentido. Não se pode esperar mais do que isso: um amontado de absurdos em um cenário interessante e um vilão carismático.Leia Mais
Um divertido metacinema, com personagens idiotas, humor pastelão e uma cobra gigante, velha conhecida do cinema bagaceira digital!Leia Mais
Se A Mão que Balança o Berço original deixou uma marca Supercine pelas exibições na Globo, a nova versão poderia ocupar sem problemas uma Sessão da Tarde. Um suspense morno e bastante óbvio, ele permite que o primeiro seja ainda mais valorizado como representante entre os thrillers significativos de sua época.Leia Mais
Há momentos engraçados, suspense e uma trama difícil de desvendar, suportada por personagens bidimensionais e uma direção que esbanja charme. Leia Mais
Um livro que vai muito além do canibalismo, despertando curiosidade e fazendo você torcer para que os personagens consigam sair dessa encrenca absurda, enquanto aponta problemas estruturais da sociedade com humor ácido e um final extremamente chocante e imprevisível.Leia Mais
Fora do radar do óbvio mercado americano, o holandês Meat Kills é um dos bons lançamentos de 2025, obrigatório para quem curte produções sangrentas e cheias de gore.Leia Mais
Miss Violence expõe as possibilidades e os limites de um certo tipo de cinema austero. Demonstra como a estética de distanciamento pode ser aplicada a material extremo sem sensacionalismo barato. É um filme que merece ser visto, discutido, debatido, mas também questionado rigorosamente sobre a ética de sua própria forma.Leia Mais
Stranger Things se encerra não da maneira épica como se esperava, mas coerente com o que foi apresentado na temporada!Leia Mais