Morando com o Medo (2016)
Morando Com o Medo é insano de chato, sem tempero e um tanto quanto problemático. Resumindo: ruim pra diabo!Leia Mais
Morando Com o Medo é insano de chato, sem tempero e um tanto quanto problemático. Resumindo: ruim pra diabo!Leia Mais
Trata-se de uma produção de efeitos ruins e diálogos pavorosos e que deve interessar aos fãs de tranqueiras dos anos 80 com raios azulados e maquiagem tosca.Leia Mais
A enorme casa tem potencial para explorar situações de horror sobrenatural, porém o roteiro entediante, com ritmo lento, não conseguiu transformar o cenário naturalmente sombrio e misterioso em oportunidades de tensão e desconfortoLeia Mais
Se você mencionar três vezes Mary Lambert, pode ser que a diretora retorne para fazer mais um filme ruim. Embora seja a responsável pelo excepcional Cemitério Maldito (1989), ela depois passaria a comandar clipes musicais e filmes para a TV, com créditos na direção de coisas como O Sótão (2007) e Mega Python vs. Gatoroid (2011).Leia Mais
Recomendo assistir e aproveitar a experiência. O filme, dirigido por Ernie Barbarash (Cubo Zero e Ecos do Além 2, além de produtor de Psicopata Americano, 2000), entrega bons momentos de tensão, sem exageros ou absurdos que prejudiquem a imersão.Leia Mais
Assistir a essa obra mais de quarenta anos após a sua estreia, não apaga o impacto, apenas o transforma. O medo já não é instintivo, mas contemplativo.Leia Mais
Embora as músicas de Fatal Portrait que contam a história de Molly não tenham ganhado tanto projeção, mostraram os primeiros passos de uma forma bastante peculiar de construir narrativas sombrias por parte de King Diamond.Leia Mais
Em An Asian Horror Story, as ideias apresentadas — tanto estéticas quanto temáticas — parecem sempre à beira de algo mais potente, mas acabam recuando antes de alcançar esse lugar.Leia Mais
Runaway, ao fundir horror e romance, propõe uma narrativa que não apenas busca assustar, mas também envolver o espectador emocionalmente, colocando seus personagens em situações extremas onde o medo e o amor se entrelaçam de maneira complexa.Leia Mais
O Babadook acaba caindo na mesmíssima armadilha de muitos filmes de terror do gênero: trata-se de uma narrativa corajosa até os 45 do segundo tempo, quando o técnico resolve mexer no time que está ganhando e substitui o atacante decisivo por um perna de pau que, por acaso, tem boa relação com a comissão técnica.Leia Mais
Fortemente influenciado pelo melodrama e pela então incipiente linguagem das telenovelas, esse telefilme se utiliza de um formato de forte apelo popular para criar uma narrativa sombria e assustadora.Leia Mais
Versão urbana de A Bruxa de Blair não vai além de alguns sustos e do desgaste da fórmula!Leia Mais
Horror in the High Desert 4: Majesty se mostra dispensável e desnecessário para a compreensão da franquia: uma viagem pelo deserto partindo do nada para lugar algum!Leia Mais
Com uma boa dinâmica de assombrações e confrontos, Quando a Morte Sussurra 3 até diverte, tem duração menor que o anterior, mas já evidencia falta de ideias: floresta amaldiçoada, espíritos, possessão, ferimentos graves que parecem não surtir efeito e mensagens sobre a união familiar estão todas ali como de costume.Leia Mais
O Bebê de Manhattan é um trabalho menos inspirado de Lucio Fulci, que é conhecido pelos roteiros mirabolantes de seus filmes.Leia Mais
Um conto de horror sobrenatural simples mas que vale a pena conhecer para quem aprecia a gênese da literatura gótica, que se espelhou entre autores e ajudou na construção do gênero.Leia Mais
Curties se mostra um bom contador gótico, com descrições que focam nos aspectos aterrorizantes, como o ossuário presente no último leito de Anna.Leia Mais
Fantasmas, assassinos, assassinos-fantasmas circulam nesse conto coreano que fez pouco barulho por aqui!Leia Mais