Stranger Things – 5ª Temporada (2025)
Stranger Things se encerra não da maneira épica como se esperava, mas coerente com o que foi apresentado na temporada!Continue lendo…
Stranger Things se encerra não da maneira épica como se esperava, mas coerente com o que foi apresentado na temporada!Continue lendo…
Como objeto de estudo sobre diferença entre ousadia imperfeita e competência polida, a comparação com Bugonia é fascinante: ambos têm virtudes, nenhum é completamente bem-sucedido, e a preferência entre eles diz tanto sobre quem assiste quanto sobre os filmes em si.Continue lendo…
Não se trata de uma produção perfeita ou memorável, com alguns pontos que incomodam, mas é um entretenimento honesto, com um monstro marcante e uma reflexão interessante.Continue lendo…
Bugonia é sobre reconhecer que estamos todos presos em sistemas que causam sofrimento, mas dos quais não conseguimos escapar porque estão integrados a toda estrutura de existência moderna. É sobre perceber que teorias conspiratórias são simultaneamente falsas e verdadeiras: não há cabal literal de reptilianos controlando governos, mas há estruturas de poder que operam precisamente como conspiração, apenas mais difusas e mais devastadoras por serem sistêmicas ao invés de intencionais. Temas pesados que Lanthimos trata com seriedade merecida. Se o filme não alcança todos os seus objetivos, ao menos tem ambição de tentar. Em era de franquias calculadas e cinema de marca, há valor em falhas interessantes, e Bugonia é falha interessante de cineasta excepcional, o que o torna ainda mais fascinante que sucessos medíocres de talentos menores.Continue lendo…
Parker conduz Proxy como se fosse um suspense hitchcockiano até na evocação de trilhas parecidas, mas não consegue propor o misancene devido, optando por obscurecer a tela entre os cortes, em saltos de tempo estranhos. Alonga de mais a produção, com momentos que podiam ficar nas entrelinhas, e se esquiva de soluções. Ainda assim, coloca Proxy numa galeria de produções a serem vistas como estudo de personagem e de transtornos mentais.Continue lendo…
Não oferece nada que justifique suas duas horas de duração. Não há inovação visual, não há profundidade emocional, não há sustos eficazes, não há personagens memoráveis, não há temas desenvolvidos além de conceitos. É exercício de mediocridade que ocasionalmente flerta com incompetência técnica, produto de fórmula seguida mecanicamente sem inspiração ou paixão.Continue lendo…
Na década de 1970, após o sucesso de seu filme sobre o apocalipse zumbi, Romero dirigiu três filmes de ficção que não tratam do tema dos zumbis, embora também sejam obras de horror. Continue lendo…
A Besta do Mar traz uma interessante referência à Segunda Guerra Mundial, mais precisamente ao naufrágio do HMAS Armidale, em 1942, bombardeado por japoneses, vitimando 100 vidas, entre afogados e mortos por tubarões.Continue lendo…
Num cenário global onde horror frequentemente se homogeneíza, um épico de horror em preto e branco enraizado em mitologia de Kerala é automaticamente interessante. Bramayugam é obra visualmente impressionante em momentos isolados, sonoramente excepcional do início ao fim, tematicamente ambicioso e politicamente relevante. Por outro lado, é narrativamente irregular, ritmicamente problemático, excessivamente longo e frequentemente hermético. Apesar dos percalços, o filme demonstra que o cinema de horror indiano possui mitologias ricas esperando por adaptação, que há audiência para horror lento e atmosférico enraizado em culturas específicas, e que é possível fazer filmes visualmente distintos com orçamentos modestos.Continue lendo…
Um Grito de Mulher é um daqueles filmes para a televisão com uma história simples, mas sinistra com um forte elemento de horror através de alguém enterrado vivo.Continue lendo…
No segundo volume de Está Tudo Bem, Birchall consegue entregar uma distopia cheia de terror psicológico constantemente tensa e sufocante pela vigilância opressora sofrida pelos personagens. PoContinue lendo…
É uma versão encantadora em um nível artístico de excelência para ser admirada uma vez só, sem que seus defeitos saltem das águas frias. Continue lendo…
Pode divertir quem procura filmes com poucos personagens, único cenário, surpresas mastigadinhas com direito a flashback explicativo, e não se preocupa com a lógica.Continue lendo…
No cinema, a máxima prevalece: não importa apenas o que se conta, mas como se conta. Dark Encounter ignora essa regra e sepulta uma premissa promissora sob camadas e camadas de execução falha. Por isso, o verdadeiro ‘encontro sombrio’ desta obra não está em sua trama, mas no choque violento entre a ambição desmedida de seu realizador e sua total incompetência narrativa, um abismo doloroso entre o filme que poderia ter sido e o desastre que realmente é.Continue lendo…
Um duelo em silêncio entre duas almas que se reconhecem pelo veneno que guardam, um jogo de ferroadas emocionais que transpiram ressentimento e cada palavra lateja como promessa de dor, lembrando que algumas amizades só sobrevivem porque ninguém teve coragem de arrancar o ferrão.Continue lendo…
O filme é simples, com pequeno orçamento, sem efeitos especiais ou ação com ritmo acelerado, apostando mais na construção de uma história dramática com um grupo de sobreviventes de um desastre globalContinue lendo…
O horror aqui é um animal domesticável — é educado para obedecer, moldado dentro de casa, até aprender a morder sozinho. Lanthimos não filma monstros; ele mostra como eles são criados — com amor, disciplina e silêncio.Continue lendo…